Chegaram os Russos - Caça Su-35 afugenta novamente F-22 na Síria

Desde que iniciaram operações, anfíbios Be-200 russos já ajudaram a salvar 3 parques nacionais e 7 vilarejos.

 
 
Os aviões anfíbios Be-200, do Ministério para Situações de Emergência russo, protegeram contra incêndios nesta semana mais duas regiões Portugal que são lar de quase 30 mil pessoas. Em apenas um único dia, os pilotos foram capazes de extinguir o fogo em uma área de quase 1.100 hectares.
Os dois modelos Beriev Be-200 russos chegaram à cidade portuguesa de Leiria no último dia 13 de agosto, a pedido do governo de Portugal. As operações tiveram início no dia seguinte.
Ao longo dos últimos dias, esses focos de incêndio florestais área diminuíram tanto nas regiões continentais de Portugal como na Ilha da Madeira, o que se deve também ao desempenho eficaz do grupo aéreo internacional.
Russian Emergency Situations Ministry's aircraft battle wildfires in Portugal
Os Be-200, uns dos aviões mais eficientes do mundo contra incêndio, são capazes de pousar tanto em terra como na água, para reabastecer os tanques, e podem carregar até 12 toneladas de água.
 Russian Emergency Situations Ministry's aircraft battle wildfires in Portugal
“Durante atuação em Portugal, as aeronaves russas extinguiram incêndios em uma área superior a 2.000 hectares, protegendo das chamas 3 parques nacionais e 7 vilarejos com população de mais de 55 mil pessoas”, lê-se em nota do ministério russo.

Recentemente, a Ucrânia vem planejando a instalação de uma frota para operar em águas rasas, chamada de "комар" (mosquito), que seriam um conjunto de pequenos navios de guerra, rápidos e muito manobráveis, para recuperar os fuzileiros navais e as forças de operações especiais e similares.

Antecipar e chegar à frente: HM Marines DNI pronto para repelir o ataque da Ucrânia a partir do mar
A mídia ucraniana também demonstra apoio à futura frota, e ao Corpo de Fuzileiros Navais para os desembarques na costa arenosa. Assim, fica claro que a Ucrânia está a considerar a possibilidade de não só a guerra terrestre no sul, mas também as operações marítimas.

Antecipar e chegar à frente: HM Marines DNI pronto para repelir o ataque da Ucrânia a partir do mar
Um batalhão de vanguarda dos fusileiros navais, realizou um treinamento regular de combate. De acordo com a tarefa, tiveram como parte do treinamento o desembarque na costa ocupada pelo inimigo. A principal força Marinha desembarcou com lanchas. Abaixo BTR-60P ucraniano
O treinamento foi no Mar de Azov que possui litoral arenoso, utilizando um tipo de embarcação que combina as vantagens de flexibilidade com a capacidade de aproximar a distância mínima da praia. Assim, os soldados tiveram que superar na água apenas poucas dezenas de metros.

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O desembarque  a partir de barcos que suportam veículos blindados leves - APCs. Veículos anfíbios blindados que entram na batalha ainda na água, suprimindo as forças inimigas disparando metralhadoras pesadas, sem a transição para o campo de combate. Abaixo o BTR-4E


O realismo da formação apoiada por explosões estabelecidas na simulação de água, espaços em branco disparando e o uso de granadas de fumaça.

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O inimigo condicional foi destruído. A próxima tarefa foi recebida - para avançar na área designada, com técnicas aperfeiçoadas de combate defensivo. Segundo a lenda do exercício, os soldados da milícia Popular lutaram a batalha defensiva contra o inimigo que se aproximava com reservas técnicas. Abaixo Um BTR-80 do corpo de fuzileiros navais da Ucrânia

Durante disparos de treinamento foram realizadas no local, simulou uma interação com aparelhos e controle de incêndio.

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Como resultado de estudos, podemos dizer o alto nível de formação do pessoal DNI, a tecnologia e a vontade de gestão para conduzir ambas as batalhas defensivas e ofensivas na zona costeira.

Antecipar e chegar à frente: HM Marines DNI pronto para repelir o ataque da Ucrânia a partir do mar
 

Veja a lista dos inventos militares russos 

O caça multifuncional de quinta geração PAK FA T-50 (em fase de testes)
 
O tanque de base russo T-14 Armata
 
O caça Su-35 multifuncional com super manobrabilidade da geração 4++
 
O Kamov Ka-52 Alligator - helicóptero de ataque e reconhecimento de nova geração
 
O submarino nuclear lançador de mísseis balísticos Yuri Dolgoruki, do Projeto 955 Borei
 
O submarino multifuncional com mísseis de cruzeiro Kalibr, do Projeto 885 Yassen (conhecido pela OTAN pelo nome Severodvinsk)
 
O obus alto-propulsado 2S35 Koalitsiya-SV
 
 
O helicóptero de ataque e transporte de uso diurno e noturno Mi-35
 
O tanque de combate de base T-90 Vladimir
 
A corveta lança-mísseis Grad Sviyazhsk, do Projeto 21631 Buyan-M
 
O submarino de ataque diesel-elétrico Stary Oskol, do Projeto 636.3 Varshavyanka
 
A corveta de artilharia Volgodonsk, do Projeto 21630 Buyan
 
O submarino diesel-elétrico russo Sankt-Peterburg, do Projeto 677 Lada
 
O navio-patrulha Almirante Grigorovich, do Projeto 11356
 
O navio-patrulha Yaroslav Mudry, do Projeto 11540 Yastreb
 
CASTR0 posted:
Valls posted:

esse é o vulcan que o AMX italiano tem e que os iankes não deixaram o nosso ter.

Valls, desta eu não sabia, achava que o projeto do AMX era ítalo-brasileiro... mas então tem o bedelho USA na compra e instalação de componentes..

Castro,

Até onde eu sei, o projeto do AMX era da Aermacci a Embraer entrou com parceira. Naturalmente tem muitos componentes que usam tecnologia ianke (vide o Grippen). E eles sempre exercem esse poder para "escolher" quem pode ter e quem não. Esse é um exemplo disso.

Valls

O avião Beriev A-100 "radar voador", capaz de detectar alvos inimigos a centenas de quilômetros de distância, fará testes de voo em março próximo, escreve o jornal Izvestia citando o Ministério da Defesa.

O avião A-100 também utiliza sistemas eletrônicos para bloquear as comunicações e os radares inimigos. Isto é um grande avanço em relação ao seu concorrente norte-americano.

"A estação de guerra eletrônica do AWACS americano bloqueia o seu próprio radar, este é sujeito a interferências de suas estações de vigilância a bordo, sendo por isso que eles pararam de usar seus AWACS, porque eles são mais vulneráveis" – explica o especialista em defesa Aleksei Leonkov.


A quinta geração de aviões F-22 Raptor não pode operar sem o apoio do avião AWACS. Para ficar invisível, eles atacam com seu radar desligado, confiando inteiramente nos dados fornecidos pelo "olho voador" do AWACS, que tem que voar a cerca de 400 quilômetros da área de combate. Sem nenhuma "camuflagem" eletrônica, o "radar voador" pode ser presa fácil para o inimigo. Abaixo, F-22 Raptor

Em contraste, o sistema de defesa de bordo do A-100 não interfere com o trabalho do seu radar, fazendo com que o avião fique defendido pelo seu sistema de combate radioeletrônico. As imagens internas ainsa são secretas, abaixo imagens do Beriev A-50

O primeiro voo do A-100 está previsto para março do próximo ano. Se tudo correr bem, o "radar voador" começará a ser utilizado em 2018.

O avião é construído em torno de uma unidade de radar multilateral, capaz de detectar aviões de combate inimigo a uma distância de até 600 quilômetros e objetos de superfície até 400 km. 

Beriev A-100, é uma aeronave de Alerta Antecipado e Controle do Espaço Aéreo e destina-se a substituir gradativamente os atuais Beriev A-50 AWACS "Mainstay". A aeronave A-100  é baseada em melhorias do Ilyushin Il-76, que tem novas turbinas PS-90A-76 turbofans que são 15% mais potente do que o D-30KP utilizado pela IL-76. Abaixo o Beriev A-50M AWACS

A forma externa da A-100 será semelhante à A-50, com a principal matriz de radar alojado numa cúpula rotativa montada em dois suportes acima da fuselagem.

O novo Vega Premier radar AESA na cúpula terá direção eletrônica em elevação, enquanto o azimute é o controle pela rotação da cúpula. A matriz irá girar uma vez a cada 5 segundos, melhorando assim a capacidade do radar para rastrear alvos em movimento rápido.

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Uma equipe de especialistas da OTAN chegou à Letônia no âmbito da colocação prevista de um batalhão liderado pelo Canadá nesta república ex-soviética.

Além disso, outra unidade da aliança militar, composta por 1000 efetivos e chefiada pela Alemanha, será posicionada na Lituânia. A decisão de colocar batalhões nos países do Báltico e na Polônia faz parte do reforço militar junto à fronteira russa.

A Letônia e Lituânia estão aumentando suas capacidades militares, tentando que seus gastos na área militar sejam compatíveis com o padrão da OTAN equivalente a dois por cento do PIB.

No mês passado a Lituânia fechou um contrato com Alemanha e a Organização Conjunta de Cooperação em Matéria de Armamento (OCCAR) para compra de veículos blindados Boxer no valor de 386 milhões de euros.

Durante a recente cúpula da OTAN em Varsóvia, os líderes da aliança militar aprovaram a instalação de quatro batalhões multinacionais nos Países Bálticos e na Polônia. Os países do Báltico costumam realizar exercícios militares da OTAN. Assim, no âmbito dos recentes treinamentos de junho batizados de Saber Strike 2016 (são realizados anualmente desde 2010), os exercícios decorreram na base militar de Adazi, na Letônia, nas proximidades da capital Riga. Abaixo, soldado do 2º Regimento de Infantaria dispara um míssil FGM-148 durante treinamentos Saber Strike 2016

Na sexta-feira (02), representantes da Letônia, Lituânia e Estônia foram à República Tcheca para participar dos exercícios Ample Strike 2016 da OTAN que continuarão até 20 de setembro e que contam com a participação de países como os EUA, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha e Bélgica, entre outros.

Durante a sua recente visita a Riga, o vice-presidente dos EUA Joe Biden anunciou que só para este ano estão programados 170 exercícios militares conjuntos.

Em agosto, foi divulgado que militares alemães e holandeses estavam trabalhando para criar uma força-tarefa conjunta de defesa antiaérea e antimíssil equipada com mísseis Patriot "para enviar um sinal político" à Rússia.

Entretanto, o ministro das Relações Exteriores da Letônia Edgars Rinkevics caracterizou os "exercícios militares russos de larga escala" como uma "demonstração de músculos", insistindo na presença militar permanente da OTAN no país dele.

Claro que, devido a todo esse reforço militar da OTAN junto à fronteira russa, a Rússia tem todas as razões para criar uma contenção credível contra uma potencial agressão.

Militares letões disseram ter registrado mais uma vez navios de superfície e submarinos russos se aproximando da zona econômica exclusiva do país, se diz no perfil oficial do Twitter das Forças Armadas do país.

Segundo informação das Forças Armadas letãs, submarinos da classe Kilo e Finik foram encontrados a dez quilômetros da fronteira com a Letônia. Foi também avistado um navio de guerra de classe Parchim a 22 quilômetros da fronteira e neste domingo, foi detectado um navio SS-750 de classe Kashtan (abaixo) na mesma zona.



Em maio, pouco antes do início dos exercícios da OTAN "Tempestade da Primavera" em que participam dez países, os militares letões tinham avistado um navio de guerra russo e um submarino russo da classe Kilo perto da sua fronteira marítima.



O embaixador russo na Letônia Aleksandr Veshnyakov sublinhou diversas vezes que todos os voos da Força Aeroespacial da Rússia e todas as passagens de navios de guerra foram feitos em conformidade com as normas internacionais. O Ministério da Defesa russo já confirmou isso por várias vezes.



O Mar Báltico está dividido em zonas econômicas exclusivas. A distância mínima entre a zona econômica russa e a letã é aproximadamente de 2,3 milhas marítimas. Durante a viagem a partir do enclave russo de Kaliningrado, em qualquer direção, os navios russos têm de atravessar pelo menos duas zonas econômicas de outros países.



A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de 1982 não permite os Estados vizinhos de limitar a navegação marítima e a zona econômica não deve ser igualada às águas territoriais. 



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esse é o vulcan que o AMX italiano tem e que os iankes não deixaram o nosso ter.

Valls, desta eu não sabia, achava que o projeto do AMX era ítalo-brasileiro... mas então tem o bedelho USA na compra e instalação de componentes..

Castro,

Até onde eu sei, o projeto do AMX era da Aermacci a Embraer entrou com parceira. Naturalmente tem muitos componentes que usam tecnologia ianke (vide o Grippen). E eles sempre exercem esse poder para "escolher" quem pode ter e quem não. Esse é um exemplo disso.

Valls

Eu acho que é por que a Itália faz parte da OTAN e o Brazil não ?  outro aspecto pode ser o  custo x manutenção quando tem estes complicativos o brasileiro adora dizer que os USA não permitiram o uso do armamento, será que os F-16 da Venezuela e do Chile têm o Vulcan ?

A Rússia afirmou ter construído um novo e revolucionário sistema de armas que podem tornar satélites inimigos e armas inúteis.

Seus fabricantes russos dizem que é um "fundamentalmente novo sistema de guerra eletrônica", que pode ser montado em ar-e marítimos, bem como transportadoras terrestres.  No entanto, ele se recusou a revelar como funciona o sistema.


'O sistema terá como alvo à base de plataforma, tático, de longo alcance e aviões estratégico, meios eletrônicos do inimigo e suprimir os satélites militares estrangeiras "equipamento de rádio-eletrônica ", Radio-Electronic Grupo Tecnologias da Rússia (Kret) Deputy CEO Yuri Mayevsky disse russo A agência de notícias TASS.


Para cumprir com as leis internacionais de armas, o sistema será montado em, transportadoras aéreas e marítimas, terrestres e não em satélites.


"Ele vai suprimir totalmente as comunicações, navegação e localização de destino e à utilização de armas de alta precisão ", disse assessor do Kret primeiro vice-presidente Vladimir Mikheyev.  Abaixo podemos ver o sistema em ação real em outubro de 2015 na base aérea "Hmeymim" na Síria


"O sistema será usado contra mísseis de cruzeiro e irá suprimir sistemas de localização de rádio por satélite.
 

COMO FUNCIONA:
A empresa não fornece detalhes do sistema. No entanto, em seu site, a empresa aponta para o produto, que acredita-se tem o codinome Krasuha-4.


"Sistema Móveis de Guerra Eletrônica' Krasuha-4" Ele visa suprimir satélites espiões, radares baseados em terra e sistemas AWACS.


"O Complex' Krasuha-4" cobre completamente um objeto a partir de detecção de radar entre 150-300 km, e também pode causar danos aos sistemas de comunicações guerra eletrônica e radar inimigo em um raio de até 600km


"O funcionamento complexo é baseada na criação poderosa interferência nas freqüências de radar fundamentais e de outras fontes de emissão de rádio."

Maquetas de equipamento militar do Exército russo, incluindo misseis Kalibr, serão apresentadas no fórum técnico militar internacional EXÉRCITO 2016, comunica a RIA Novosti.



O fabricante de equipamento militar russo Almaz-Antey vai mostrar o conjunto do seu equipamento durante o próximo fórum técnico militar EXÉRCITO 2016, que será realizado perto de Moscou no início de Setembro, comunica RIA Novosti.

Além do modelo à escala de mísseis Kalibr, serão apresentados também o sistema da defesa antiaérea Antey-2500, os sistemas Buk-M2E e Tunguska M1 e outros equipamentos.  Abaixo, Buk-M2E Air Defence Missile System e Tunguska M1

Anteriormente neste mês, aviões de combate russos atacaram na Síria posições do grupo terrorista Frente al-Nusra com mísseis de cruzeiro Kalibr. Estes mísseis foram também usados pelos navios de combate estacionados no Cáspio para atacar terroristas do Daesh na Síria

O Fórum EXÉRCITO 2016 vai ser realizado no período de 6 a 11 de setembro no parque suburbano Patriot do Ministério da Defesa da Rússia.

Um avião militar russo realizou uma interceptação de avião-espião dos EUA durante sobrevoo no mar Negro, de acordo com os representantes do Ministério da Defesa dos EUA, citados pela agência Reuters. 

Os Oficiais norte-americanos afirmaram que houve múltiplas interações entre os dois aviões e a decisão de realizar a interceptação pelo caça russo foi "insegura e não-profissional". 



Uma das fontes citadas pela agência, que não quis revelar o nome, disse que o incidente durou cerca de 19 minutos e que o caça russo Sukhoi Su-27 chegou a ficar a 10 pés do avião de vigilância P-8 (Poseidon) Marinha dos EUA (abaixo).

O Departamento de Defesa afirmou em comunicado que a interceptação do avião dos EUA poderia causar um acidente e escalar as tensões entre Moscou e Washington. 

O Ministério da Defesa da Rússia, por sua vez, comunicou que o avião dos EUA, após a aproximação do caça russo, rapidamente mudou de rumo e voou a direção oposta da fronteira da Rússia. 

Alexandre Oliveira posted:

O P-8 Poseidon é uma aeronave ASW e MP e está substituindo os P-3 Orion na US Navy, não é um avião espião, ELINT ou SIGINT.

Alexandre, isto vem ocorrendo a muito tempo, manhã do dia 7 de Abril, um RC-135U dos EUA, fazendo uma missão de rotina no espaço aéreo internacional, foi interceptado por um Su-27 russo de maneira não profissional e não segura. Os Estados Unidos informaram a Rússia sobre este incidente através de canais diplomáticos e oficiais apropriados”, disse a porta-voz do Pentágono em Washington.    Supostamente, o avião de reconhecimento norte-americano fazia a vigilância da atividade militar russa na região da Rússia ocidental e Kaliningrado.


A mídia estadunidense afirma  que o caça russo chegou a aproximar-se a seis metros de distância do RC-135U norte-americano, o que foi descrito como uma manobra “imprudente” que pôs em perigo as vidas da tripulação do avião de reconhecimento. 

Aviões de espionagem dos EUA por duas vezes tentaram se aproximar da fronteira da Rússia sobre o Mar Negro. A declaração é do porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov.

Ele comunicou que, "após a aproximação dos caças russos para reconhecimento e identificação visual, o avião dos EUA mudou de rumo abruptamente e seguiu na direção oposta da fronteira da Rússia".

Konashenkov também observou que os pilotos russos, ao tentar perceber a aproximação do avião dos EUA da fronteira da Rússia, agiu de acordo com o regulamento para a realização de voos internacionais. 

Anteriormente, foi relatado que um avião militar russo realizou nesta quarta-feira (7) uma interceptação de um avião-espião dos EUA durante sobrevoo no mar Negro. 

Que guerra está sendo treinada durante o exercício Kavkaz 2016 (Cáucaso 2016), perguntou recentemente a BBC. Uma correspondente da Sputnik decidiu ver por si mesma se o exército russo representa uma ameaça verdadeira ou se simplesmente está se preparando para proteger o país.

Claramente, os exercícios militares realizados no sul do país não poderiam falhar a atenção da mídia ocidental.



O fato mais discutido é que uma parte das manobras se realiza na Crimeia, a qual após o referendo realizado em março de 2014 voltou a ser parte da Rússia. Até foram apresentadas hipóteses de que a Rússia estaria preparando uma invasão da Ucrânia sob cobertura dos exercícios. Abaixo, area de realização dos exercícios na Crimeia.

Outros especialistas contaram à BBC que é mais provável que a Rússia esteja treinando uma possível confrontação com a OTAN, já que muitos países do mar Negro pertencem à Aliança. 



Entretanto, pelo menos uma coisa é óbvia: é impossível dispensar os exercícios, já que as aptidões treinadas são usadas na prática.

Na noite do dia 07 setembro, aviões de espionagem norte-americanos penetraram na mesma região em que estão sendo realizados os exercícios Kavkaz 2016 e tentaram sobrevoar o mar Negro, mas acabaram sendo interceptados. 



Os exercícios Kavkaz 2016, que começaram em 5 de setembro e continuarão até dia 10, contando com participação de cerca de 12,5 militares, além da aviação, marinha e material militar pesado recheado de inovações.

A mídia russa também tem dados de que o presidente russo Vladimir Putin poderá comparecer no Kavkaz 2016 nos últimos dias.  Fonte: sputniknews

Cerca de cinco milhões de pessoas participaram da celebração do dia da cidade de Moscou neste sábado (10). A informação é ads forças policiais da capital russa.



"Cerca de cinco milhões de residentes e convidados participaram nos eventos festivos dedicados ao feriado do dia da cidade. Os fogos de artifício que coloriram a noite moscovita fora assistidos de diferentes pontos de observação da cidade por 1,5 milhões de pessoas", informou a polícia em comunicado.



A ordem e a segurança dos cidadãos durante o feriado foi garantida por mais de 16 mil policiais. 

O dia da cidade de Moscou é comemorado nos dias 10 e 11 de setembro. Em 2016, a capital russa comemora 869 aniversário.

Os aviões de reconhecimento da Marinha norte-americana P-8 Poseidon, que foram interceptados por aeronaves russas Su-27, tentaram alegadamente observar os exercícios Kavkaz 2016, que se realizam no mar Negro, e em particular os submarinos mais novos da Rússia que são tão silenciosos que a OTAN os denominou de "buraco negro".



O incidente teve lugar em 7 de setembro quando alguns P-8 fizeram duas tentativas de se aproximarem do espaço aéreo russo sobre o mar Negro, informou o Ministério da Defesa russo. Eles voavam com os transponders desligados.

Aviões Boeing P-8 Poseidon são destinados para combate contra submarinos, interdição de navios e inteligência de sinais eletrônicos.

As aeronaves foram colocadas na região em agosto. Dois dias antes do incidente, em 5 de setembro, no mar Negro se iniciaram os exercícios Kavkaz 2016. O analista Oleg Moskvin destacou que dos exercícios participam quatro submarinos diesel-elétricos do Projeto 636 Varshavyanka. Na sua opinião, expressada na matéria no jornal Vzglyad, estes submarinos eram o alvo dos P-8 norte-americanos.


Segundo o site The Global Security, submarinos deste tipo possuem tecnologia furtiva, alcance de combate ampliado e uma capacidade de fazer fogo contra alvos terrestres, marítimos e submarinos.

 

Estes submarinos polivalentes que produzem ruído reduzido são equipados com 18 torpedos, 24 minas, oito mísseis superfície-ar 9K34 Strela-3 e um número não definido de mísseis de cruzeiro Kalibr 3M54.



Os submarinos Varshavyanka são destinados a realizar missões contra navios e submarinos em águas pouco profundas. "Aparentemente, os aviões-espiões norte-americanos estavam interessados nestes submarinos", destacou Moskvin.

Parece que não havia qualquer necessidade de enviá-los, porque o Ministério da Defesa da Rússia convidou adidos militares de 60 países e cerca de 100 jornalistas estrangeiros para observar os treinamentos.



O especialista na aérea de defesa Vadim Kozyulin disse que o incidente faz parte de uma prática antiga, que era popular no período da Guerra Fria

Destacou também que as partes tentam tomar medidas para controlar tais incidentes, mas "ainda não foram concluídos quaisquer documentos". Ele mencionou o incidente no qual morreu um piloto chinês quando não conseguiu desviar sua aeronave de um avião-espião dos EUA.

As partes assinaram um acordo conhecido como "Regras de comportamento para assegurar a segurança em encontros aéreos". Kozyulin afirmou que os EUA e a Rússia precisam de assinar um documento semelhante.

Moscou realiza frequentemente exercícios militares de grande escala, mas isso não é a razão para considerá-los como preparação para uma intervenção, disse Simon Saradzhyan em seu material publicado na The National Interest.

Segundo o assistente do diretor do projeto Russia Matters do Centro Belfer da Universidade de Harvard e Corporação Carnegie de Nova York, os exercícios mais recentes dos militares russos foram uma surpresa para os vizinhos ocidentais da Rússia, que ficaram preocupados por a Rússia aparentemente se preparar para uma campanha militar.


Os militares russos, com efeito, se preparam para a guerra, mas isso não significa que Moscou tencione desenrolar uma guerra, opina Saradzhyan na matéria da The National Interest.

"Pelos vistos, estes e futuros exercícios se realizam para treinar tropas para o caso de circunstâncias pouco previsíveis, inclusive para os piores dos cenários possíveis, bem como para enviar um sinal aos potenciais adversários e 'vizinhos pouco leais' ", disse o especialista.

Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, um dos objetivos da inspeção é verificar a prontidão de combate das Forças Armadas russas na véspera de outros exercícios – Kavkaz 2016 (Cáucaso 2016).

Além disso, mesmo os adidos estrangeiros foram convidados como observadores para estes exercícios.


Entretanto, Moscou não conseguiu dissipar os receios de Kiev, Bruxelas e Washington, destacou o analista. Em particular, o presidente da Ucrânia imediatamente antes do início da inspeção súbita declarou que, provavelmente, se prepara "uma intervenção de grande escala".

Algumas publicações ocidentais expressaram sua preocupação usando manchetes demasiado impressionantes. Saradzhyan citou o jornal britânico Express: "Putin inicia uma campanha militar de grande escala no meio de receios de que a Rússia quer uma megaguerra". "Como já disse, não acredito que a Rússia realmente se prepare para uma grande guerra.

Entretanto, é o que fazem os generais de todos os países. A preparação para o pior cenário é o seu trabalho e o objetivo dos exercícios de grande escala é verificar se as Forças Armadas estão prontas para tais cenários", disse o analista.



No entanto, isso não significa que a liderança militar russa quer que estes cenários se realizem, notou Saradzhyan, destacando que seria ilógico convidar adidos estrangeiros para observar uma megaguerra com a OTAN.


O especialista explica que a Rússia realiza treinamentos estratégicos todos os anos depois que a economia russa recuperou e parece que isso vai continuar no futuro.

By:Sergey Kovalev

Militantes abriram fogo contra posições do exército sírio no norte da cidade de Aleppo nesta segunda-feira (12), violando o regime de cessar-fogo acordado pela Rússia e pelos Estados Unidos.


O novo plano acertado pela Rússia e Estados Unidos para um regime de cessar-fogo na Síria entrou em vigor nesta segunda-feira (12) às 13h (horário de Brasília). 



"Militantes violaram o cessar-fogo. Posições do exército foram atingidos com morteiros próximo à Estrada Castillo, em Aleppo", disse uma fonte militar síria à agência RIA Novosti. 

Segundo a fonte, o exército sírio respondeu o ataque com fogo de artilharia, enquanto unidades implantadas na linha de frente ficaram prontas para repelir ataques terrestres por militantes, se necessário.

Surgem primeiros dados oficiais sobre o abate de avião e drone israelenses.

A Força de Defesa Antiaérea acaba de emitir um comunicado afirmando oficialmente que o lado sírio abateu um avião e um drone de Israel. Segundo o documento, o abate teve lugar na província de Quneitra, no espaço aéreo sírio. "Em 13 de setembro, aviões da Força Aérea israelense atacaram as posições do exército sírio na província de Quneitra. A nossa Defesa Antiaérea abriu fogo e abateu um avião militar e um drone a ocidente da povoação de Sa'sa'", diz-se no comunicado.


A agência de notícias síria SANA informou nesta terça-feira (13) que o ataque de Israel contra a Síria teve lugar às 01h00 de terça-feira (19h00 de Brasília): a Força Aérea de Israel (IAF) atacou posições da artilharia síria nas Colinas de Golã. A mídia síria informa também que o abate foi uma resposta contra as ações israelenses.



O chefe do departamento de informação do comando geral do exército sírio, Samir Suleiman, comunicou, em declarações à Sputnik Árabe, que aviões israelenses atacaram posições do exército sírio perto da cidade de Quneitra. "A Força de Defesa Antiaérea da Síria reagiu e abateu um caça F-16 a sudoeste de Quneitra e um drone israelense sobre Sa'sa' [região de Damasco]", disse.

O general do exército sírio destacou também que a aviação israelense realizou o ataque contra posições sírias no âmbito do apoio que Tel Aviv presta aos grupos armados terroristas, após estes terem recentemente sofrido derrotas no sudoeste do país.

O inimigo sionista presta apoio logístico e moral a grupos terroristas, abrindo hospitais e centros médicos israelenses para os seus feridos após o exército sírio realizar operações contra os militantes em Quneitra.

Os terroristas recebem permanentemente proteção por parte das Forças Armadas israelenses, em forma de fogo de artilharia e ataques do ar contra posições do nosso exército”, notou Suleiman.

Israel tomou o controle sobre uma área de 1.200 quilômetros quadrados nas Colinas de Golã da Síria na Guerra dos Seis Dias de 1967, e posteriormente anexou a região apesar das condenações por parte da comunidade internacional. Abaixo tanques de Israel nas Colinas de Golã.

Na manhã de terça-feira (13) o exército sírio informou ter abatido um avião militar e um drone israelenses, mas Israel nega a informação.


De acordo com declarações à RIA Novosti de um representante da assessoria de imprensa do exército de Israel, a aviação israelense não sofreu perdas durante a operação efetuada pelo lado sírio na noite passada.



"Hoje à noite, a Síria lançou dois mísseis de classe 'terra-ar' após a nossa aviação ter atingido as posições da artilharia síria. A segurança dos veículos aéreos da Força Aérea de Israel não esteve sob ameaça em nenhuma das etapas do incidente", declarou o major Arie Shalikar.

A agência de notícias síria SANA informou que o ataque teve lugar às 01h00 de terça-feira (19h00 de Brasília): a Força Aérea de Israel (IAF) atacou posições da artilharia síria nas Colinas de Golã.  O exército sírio, citado pela mídia local, divulgou dados sobre o seu ataque de resposta contra o lado israelense.


By Piero de Santis

A Força Aeroespacial russa realizou ataques contra concentrações de terroristas que organizavam uma ofensiva contra a cidade de Palmira, disse na quarta-feira (14) o chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior do Exército russo, Viktor Poznikhir.



"A luta contra o Daesh continua. Ontem (13), a Força Aeroespacial russa realizou ataques na região ao norte de Palmira, onde estavam concentrados militantes do Daesh antes da ofensiva contra a cidade", disse Poznikhir no briefing no Centro nacional de comando de defesa da Rússia.



Ele acrescentou que as baixas dos terroristas foram 15 veículos equipados com metralhadoras de grande calibre, sistemas de mísseis e cerca de 250 militantes.



Ao mesmo tempo, ele notou que o número de violações do cessar-fogo na Síria de parte dos rebeldes atingiu as 60. As tropas governamentais sírias não tomaram medidas de resposta.

Vale lembrar que na segunda-feira (12) entrou em vigor o acordo russo-americano para um cessar-fogo na Síria. A trégua deve durar 48 horas e mais cinco dias. Depois disso, a Rússia e os EUA começarão coordenando ataques contra a Frente al-Nusra e o Daesh (grupos terroristas proibidos na Rússia) em regiões definidas, onde as ações da aviação síria serão suspensas.

A empresa russa Roselectronica apresentou um material original capaz de neutralizar os efeitos causados pelo equipamento inimigo de guerra eletrônica, informou ao jornal russo Izvestia. 

Os especialistas da empresa desenvolveram uma fibra de ferrite, material também conhecido como ferro alfa, uma cerâmica ferromagnética composta por vários elementos capazes de proteger os equipamentos eletrônicos de veículos blindados, módulos e mísseis teleguiados contra os efeitos causados por todos os tipos de equipamento utilizados na chamada guerra eletrônica.

Ensaio da Parada da Vitória em Moscou

As características principais deste tipo de material, desenvolvido na Rússia, são seu peso baixo, elasticidade elevada e, o que é mais importante, sua capacidade de absorver completamente o impacto das ondas geradas peloarmamento rádio eletrônico do inimigo.

"O nível de absorção de ondas eletromagnéticas [do novo material] é comparável com outros materiais, significativamente mais pesados e volumosos, usados em dispositivos de rádio e eletrônica, como o sistema de defesa contra efeitos de armas de guerra eletrônica", afirmou Igor Kozlov, diretor geral da Roselectronica. 

Tanque de guerra Armata
"Nós criamos uma "capa da invisibilidade" virtual para todos os tipos dearmas de guerra russas, eficaz no campo de batalha contra a tecnologia das armas de alta precisão", explicou o gerente.

O material pode ser usado para proteger desde um celular até um módulo de defesa antiaérea e também pode ser aplicado a objetos em terra e no mar,resumiu Kozlov.

O especialista também observou que, além de ser usado na área da defesa, o material pode ser usado em medicina para proteger o pessoal dos hospitais e seus pacientes.

Rússia construiu uma bomba planadora diferente de qualquer outra no mundo, escreve o jornal online Svobodnaya Pressa citando Vladimir Porhachev, diretor-geral da empresa científico-industrial Basalt.


A nova bomba Drel (дрель broca em russo) é praticamente invisível ao radar e tem um alcance de mais de 30 quilômetros. "A bomba não tem motor. Quando cai, ela adquire seu alvo com a ajuda do sistema de navegação global por satélite GLONASS. 

A carga de fragmentação se abre a uma altitude de 250 metros. Espero que a bomba passe todos os testes antes do fim deste ano", disse Vladimir Porhachev.

A bomba tem 3 metros de comprimento, quase meio metro de largura e pesa 540 kg. As altitudes de lançamento variam de 14 quilômetros até apenas 100 metros. A bomba está equipada com elementos térmico e de radar e é imune às contra-medidas eletrônicas.



Apesar do alcance efetivo da Drel de mais de 30 quilômetros ser quatro vezes menor do que o da bomba GBU-39 americana (110 km), sua relação explosivos-massa é melhor.

A bomba Drel, desenvolvida principalmente para os caças de nova geração T-50, é uma bomba furtiva, o que significa que ela não será detectada por sistemas antimísseis de infravermelhos, mesmo que fique menos invisível ao radar.

Além disso, as sub-munições russas são consideravelmente mais destrutivas do que seus análogos americanos, com uma única carga capaz de eliminar até dez tanques, escreve o jornal.

Resgatando a historia: dois aviões soviéticos Ilyushin IL-2 Shturmovik  - usados na Segunda Guerra Mundial


A tripulação de recuperação especiais em conjunto com a guarda costeira russa, conseguiram puxar para fora da água dois aviões soviéticos Ilyushin IL-2 Shturmovik  - usados na Segunda Guerra Mundial - a partir das profundezas do estreito de Kerch perto de Kerch (onde a Russia constrói uma ponte para Crimeia). 

As tripulações estão ainda a tentar recuperar os restos de uma terceira aeronave.

Equipes de salvamento conseguiram ainda recuperar o nariz, uma asa e um motor de outra aeronave Ilyushin Il-2, apesar de forte erosão.

Relatórios também afirmam que as aeronaves foram retiradas a partir de uma profundidade de oito metros (26 pés).


O Ilyushin Il-2 foi uma aeronave de ataque ao solo na Segunda Guerra Mundial, produzido pela extinta União Soviética em grande escala.

 Ilyushin IL-2 Shturmovik
Velocidade máxima: 414 km/h
Comprimento: 12 m
Envergadura: 15 m
Número de Assentos: 2
Voo inaugural: 2 de outubro de 1939
Tipo de motor: Motor V12
Projetista: Sergey Ilyushin
 

by Kevin Benson

by Greg Kerry

By Stefano Foresti

Bombardeiros russos Su-24 e helicópteros de ataque Mi-24 foram deslocados da Rússia para o Quirguistão para participar dos exercícios internacionais Mirnaya Missiya (Missão Pacífica) 2016, informou o serviço de relações públicas do Distrito militar central. 



"A unidade de bombardeiros Su-24M, aviões de reconhecimento Su-24MR, bem como helicópteros de combate Mi-24, foram deslocados para a República do Quirguistão das regiões de Chelyabinsk e Novossibirsk,  que é a capital da província homônima na Sibéria Rússia, sendo a terceira maior cidade russa e a maior da Sibéria. para participar dos exercícios internacionais Mirnaya Missiya 2016", diz-se no comunicado.



O comunicado informou também que tripulações irão completar missões de treinamento e combate na luta contra grupos armados ilegais no polígono de Edelveys perto do lago Issyk-Kul.



A equipe russa nos treinamentos é de 500 militares. Os exercícios contam com drones, aviões de reconhecimento, forças especiais, tropas de mísseis, atiradores de elite, médicos militares e outros.

Os exercícios Mirnaya Missiya 2016 serão realizados de 15 a 21 de setembro no Quirguistão com a participação das forças armadas da China, Quirguistão, Cazaquistão, Tajiquistão e Rússia. Militares dos cinco países praticarão a cooperação na luta contra terrorismo, extremismo e separatismo.



Mais de 11 mil itens militares foram expostos em evento nos arredores de Moscou.

1. Bomba aérea Drel

Com 540 kg, essa bomba planadora (com superfícies aerodinâmicas para poder planar) pode atingir alvos a uma distância de 30 km.

Guiada por radar e infravermelho, é usada para destruir veículos blindados, postos de comando e fontes de abastecimento inimigas.

Opera independentemente de interferências humanas ou naturais.

Foto: Dmítri Rechetnikov/TASSFoto: Dmítri Rechetnikov/TASS

2. Robô Soratnik

É um sistema que oferece apoio de fogo a tropas, patrulhando e resguardando uma determinada área. O robô é controlado remotamente, e suas novas atualizações não exigirão qualquer intervenção humana.

Pode ser equipado com armas de fogo leves, porém, sua estrutura básica já dispõe de um rifle AK-74M e um fuzil semiautomático Dragunov.

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

3. Sistema de artilharia autopropulsada Floks

É o primeiro sistema de artilharia autopropulsada russo com um canhão de calibre 120 mm. Combina as funções de arma de longo alcance, obus e morteiro, sendo capaz de disparar contra posições inimigas a uma distância de 100 metros a 10 km.

Possui um módulo de combate remoto com uma metralhadora Kord, de calibre 12,7 mm, instalada em seu teto.

Foto: Ladislav Karpov/TASSFoto: Ladislav Karpov/TASS

4. Robô de ataque Uran-9

Esse robô realiza missões de reconhecimento e fornece apoio de fogo para as tropas, além de apto para operações contra terroristas.

Tem uma arma automática de 30 mm, metralhadora de calibre 7,62 mm, bem como mísseis guiados antitanque Ataka.

Além disso, o robô pode operar a uma distância de 3 km em relação ao operador.

Até o final de 2016, cinco modelos desses entrarão em serviço nas Forças Armadas russas. Cada um deles é composto por quatro estruturas de combate: um robô de reconhecimento ou apoio de fogo, um posto móvel, e dois carregadores de energia.

Foto: Ladislav Karpov/TASSFoto: Ladislav Karpov/TASS

5. Veículo de defesa aérea Gibka-S

O sistema é destinado a proteger unidades militares de aeronaves inimigas em altitudes baixas e superbaixas – 500 e 150 metros, respectivamente. É equipado com o mais recente sistema de mísseis portáteis terra-ar Verba.

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

6. Metralhadora portátil RPK-16

A nova RPK-16 para cartuchos de 5,45 milímetros é uma atualização da metralhadora soviética RPK-74 e agora pesa apenas 4,5 kg. Além disso, o novo modelo possui um trilho Picatinny, o que possibilita usá-lo com qualquer tipo de mira.

Segundo seus criadores, a metralhadora pode ser usada para fazer disparos únicos e atingir alvos de 20 cm de diâmetro a uma distância de 300 a 400 metros (por suas características técnicas e táticas, pode atingir inimigos a 800 metros).

Foto: Grigóri Sisoev/RIA NôvostiFoto: Grigóri Sisoev/RIA Nôvosti

7. Robô de reconhecimento Vikhr

O robô de ataque e reconhecimento Vikhr foi criado com base no veículo de combate de infantaria BMP-3. O sistema, que pode operar sobre chassis com rodas ou lagartas, traz uma canhão de 30 mm e uma metralhadora de 7,62 mm, bem como mísseis antitanque Kornet-M.

Em modo automático, o robô é capaz de detectar, capturar ou rastrear alvos, e os disparos podem ser feitos mediante decisão do operador.

Graças a uma câmera de alta definição e outra termográfica, o Vikhr pode operar a qualquer hora do dia ou da noite.

Foto: Dmítri Rechetnikov/TASSFoto: Dmítri Rechetnikov/TASS

8. Veículo blindado anfíbio BT-3F

O novo anfíbio para transporte de militares pode acomodar até 12 paraquedistas e pode suportar disparos de metralhadora pesada de calibre 14,5 mm KPVT a uma distância de 200 metros.

Em seu teto, o BT-3F possui um módulo de combate remoto com uma metralhadora de 7,62 mm equipado com televisão e visor térmico.

Prevê-se que, no futuro, a torre poderá acomodar uma metralhadora de 12.7 ou 14,5 mm, bem como um lançador de granadas de 30 ou 40 mm.

Foto: Divulgação

Show aéreo durante fórum Army-2016, em Kubinka - Caças MiG-29 da equipe de acrobacia “Andorinhas”

O Ministério da Defesa russo lançou esta semana um vídeo de treinamento de tanques que mostra, pela primeira vez, as capacidades do T-14 Armata. As imagens divulgadas mostram o mais novo tanque russo ultrapassando declives e trincheiras.

As filmagens foram feitas durante demonstração privada no fórum de tecnologia militar Army-2016, que aconteceu nos arredores de Moscou entre 6 e 11 de setembro. Abaixo, projeção do futuro Armata com canhão 152mm e artilharia (possível T15)

Além do Armata, o vídeo inclui ainda trechos de “batalhas de tanques” de nove anos atrás, quando foram conduzidos os exercícios estratégicos Vostok-2007.

Fonte: YouTube/Ministério da Defesa da Rússia

O tanque Т-14 construído sobre a plataforma Armata fez sua estreia no desfile do Dia da Vitória em Moscou em 2015.

O primeiro lote com 100 veículos entrará em serviço nas tropas terrestres da Rússia até 2018, segundo Viatcheslav Khalitov, vice-chefe da fabricante Uralvagonzavod.

O preço anunciado de cada Armata Т-14 será cerca de 250 milhões de rublos (o equivalente a US$ 3,8 milhões).

Apesar de o modelo básico contar com um canhão de 125 mm, capaz de disparar 10 vezes por minuto com alcance efetivo de até 7,2 km, os projetistas e fabricantes garantem que o tanque pode ser atualizado com uma arma de 152 mm. 

Rogerio77 posted:
CASTR0 posted:

 

 

 

O quê diabos estão fazendo estas insígnias gregas num T-50 ????? 

Caraca... me passei

Este deve o grande objeto de desejo dos Gregos ... de um dia ter eles... é montagem de uma artista chamado Zeusox, até que ficou legal, imagina um esquadrão estes na FAB....

Continuação..... Parte 7

Parque de Exposições patriota de equipamentos militares..

A continuação com Máquinas e equipamentos diversos de engenharia NBC apresentados no Patriota ar livre.

 

Brem-K Veículo de recuperação blindado

Brem-K [Brem-K rodas veículo de recuperação blindado)

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Brem-2 veículo de recuperação blindado

veículo de recuperação BREM-2 [Brem-2 blindado veículo de recuperação)

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Brem-L veículo de recuperação blindadoveículo de recuperação Brem-L [Brem-L veículo de recuperação blindado)

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MTP-A6 veículo assistência técnicamáquina de assistência ICC-A6 técnico [MTP-A6 veículo assistência técnica)

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MTO-AM1 veículo de manutenção

oficina de manutenção MTO-AM1 [MTO-AM1 veículo de manutenção)

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Oficina de carregamento e reparação de baterias de MZA-M1 

Oficina de carregamento e reparação de baterias de MZA-M1 [baterias MZA-M1 recarregar)

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Transporte do 561P para desembarque da balsa-DMA 

Transportando o 561P produto desembarque da balsa-DMA [item de PDP 561P veículo anfíbio ponte)

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Transportando o 561P produto desembarque da balsa-DMA [item de PDP 561P veículo anfíbio ponte)

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Ponte mecanizada kompelks MMK

Ponte kompelks mecanizadas MMK [MMK sistema de ponte lançada do veículo)

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Veículo blindado lançador de ponte MTU-90M 

Veículo blindado lançou ponte MTU-90M [MTU-90M blindado ponte lançou-veículo)

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Veículo blindado lançou ponte MTU-90M [MTU-90M blindado ponte lançou-veículo)

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TDA-2M veículo fumaça

Máquina de Fumaça 2M-TDA [TDA-2M veículo fumaça)

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Máquina de Fumaça 2M-TDA [TDA-2M veículo fumaça)

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Máquina térmica tratamento especial de descontaminação TMS-65

Máquina térmica tratamento especial de TMS-65 [veículo TMS-65 descontaminação)

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Máquina térmica tratamento especial de TMS-65 [veículo TMS-65 descontaminação)

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ARS-14 descontaminação e estação de desgaseificação

Estação Avtorazlivochnaya ARS-14 [ARS-14 descontaminação e estação de desgaseificação)

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RKhM-2S NBC veículo de reconhecimento de produtos químicos

Chemical veículo de reconhecimento RHM-2C [RKhM-2S NBC veículo de reconhecimento)

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K-612-O Estação de detecção de explosões nucleares

Estação serifas explosões nucleares K-612-O [K-612-O explosões nucleares estação de detecção)

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Veículo de reconhecimento químico UAZ-469RH 

veículo de reconhecimento Chemical UAZ-469RH [UAZ-469RKh NBC veículo de reconhecimento)

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veículo de reconhecimento Chemical UAZ-469RH [UAZ-469RKh NBC veículo de reconhecimento)

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Veiculo para reconhecimento radiológico e químico BRDM-2RHB 

BRDM-2RHB [BRDM-2RKhB NBC veículo de reconhecimento)

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Veiculo para reconhecimento radiológico e químico BRDM-2px 

Máquina radiológica e química reconhecimento BRDM-2px [BRDM-2RKh NBC veículo de reconhecimento)

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Máquina radiológica e química reconhecimento BRDM-2px [BRDM-2RKh NBC veículo de reconhecimento)

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T-70, o tanque do Exército Vermelho durante a Segunda Guerra Mundial

 

O T-70 foi um carro de combate leve utilizado pela União Soviética durante a Segunda Guerra Mundial, substituindo o T-60 e o T-50. O T-80 foi uma versão mais avançada do T-70 com uma torre para dois homens, e foi produzido em um pequeno número, até ser abandonado.

O T-70 era equipado com um canhão de 45 mm L/46 Model 38 com 45 projeteis, e uma metralhadora coaxial 7.62 mm DP-28. O veículo era operado por um condutor e um comandante, que carregava e atirava. A espessura da blindagem era de 60 milímetros na parte frontal da torre (mantelete), 45 milímetros na parte frontal e lateral, além de 35 milímetros na traseira e na lateral da torre.

Em 1942, os tanques leves foram considerados inadequados pelos soviéticos, inaptos de continuar com o T-34 e inaptos de penetrar a blindagem da maioria dos tanques alemães. Mas eles poderiam ser produzidos por fábricas menores, que eram incapazes de construir blindados maiores.

O T-70 era uma tentativa de remediar os problemas causados pelo T-60, que tinha pouco alcance operacional, blindagem fraca, e um canhão de 20 milímetros. Também substituiu a produção do T-50, que eram mais sofisticados, porém mais complicados e caros de produzir.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse que a situação na Síria está piorando, dadas as constatações de que os rebeldes intensificaram seus ataques desde o início do cessar-fogo, em 12 de setembro, e de que Washington não consegue atacar os jihadistas.


"Se antes tínhamos suspeitas de que a Frente al-Nusra é protegida desta maneira, agora, depois dos ataques aéreos de hoje contra o exército sírio chegamos a uma conclusão realmente aterrorizante para o mundo inteiro: a Casa Branca está defendendo o EI [Estado Islâmico ou Daesh)", disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russa, Maria Zakharova, em transmissão pelo canal de televisão Rossiya 24.


A declaração é uma resposta contundente à administração Obama após um comunicado do Comando Central dos EUA sugerindo que a coalizão liderada pelos Estados Unidos tinha avisado a Rússia antes de lançar os ataques aéreos contra posições do Exército sírio em Deir Ez-Zor neste sábado. Os bombardeios mataram cerca de 80 soldados do governo sírio.



A chancelaria russa tem acusado os EUA de não lidar de boa fé no marco do acordo de cessar-fogo acordado em Genebra para a resolução política do conflito sírio. O general russo Vladimir Savchenko disse que "a situação está piorando", com as forças rebeldes aumentando o número de ataques desde que o acordo entrou em vigor, em 12 de setembro  "A Rússia está exercendo todos os esforços possíveis para evitar que as tropas do governo [sírio] contra-ataquem", disse o general sênior do exército russo Viktor Poznikhir. 

A resposta dura por parte da Rússia foi suscitada não apenas porque os Estados Unidos tentaram jogar a culpa em Moscou pelo ataque que matou 80 soldados sírios de acordo com a agência de notícias SANA, mas também devido a relatos de que os terroristas do Daesh iniciaram uma grande ofensiva contra as tropas sírias após o ataque aéreo norte-americano ter aleijado as tropas de Assad.

A Rússia convocou uma sessão de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas para tratar dos ataques aéreos da coalizão liderada pelos EUA contra o Exército sírio neste sábado, que, segundo Moscou, vão enfraquecer o histórico acordo de cessar-fogo que entrou em vigor no início desta semana.

O Comando Central dos Estados Unidos divulgou um comunicado admitindo ter atingido posições do exército sírio perto de Deir ez-Zor, mas afirmando que não tinha a intenção de alvejar os militares sírios, em violação do acordo de cessar-fogo. O alvo da coalizão seriam os terroristas do Daesh.

O caça moderno Sukhoi T-50 apareceu no vídeo do ministério da Defesa chamado "O céu obedece aos fortes".

O vídeo mostra o caça embarcado MiG-29KUB, o avião de combate Yak-130, o caça moderno Su-35S, o caça Su-33, o bombardeiro de longo alcance Tu-95 e voos das esquadrilhas de acrobacia aérea Russkie Vityazi (cavaleiros russos) e Striji (Gaivas). 

Os voos de T-50, Su-35 e MiG-29KUB foram gravados neste ano no sul da Rússia pelo operador Pavel Novikov a partir de um avião militar An-12.

O caça Sukhoi T-50 (também conhecido como PAK-FA) agora está passando testes na Rússia. Ele realizou seu primeiro voo em 2010. Em 2018, a aeronave vai entrar ao serviço da Força Aérea russa.  

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