Chegaram os Russos - "Conter a Rússia": "Sem equipamento ou munição", Alemanha quer enviar "sinal claro" à Rússia

O serviço de inteligência da autoproclamada República Popular de Lugansk (LNR) informou sobre a presença de mercenários americanos e canadenses nas fileiras ucranianas na linha de contato em Donbass.



A informação foi divulgada pelo chefe do departamento da estrutura de defesa da LNR Oleg Anaschenko. Segundo ele disse, cerca de uma centena de mercenários estrangeiros chegaram à linha de contato entre os militares ucranianos e as milícias das repúblicas independentistas de Donetsk e Lugansk no leste da Ucrânia.

"De acordo com a informação que recebemos de fontes dos serviços secretos, às povoações localizadas perto da linha da frente de combate chegaram várias centenas de mercenários dos EUA, Canadá, Países Bálticos e Polônia armados com armas leves e material pesado", contou Anaschenko.



Segundo os dados da Milícia Popular da LNR, no território que está sob controle do exército ucraniano existem três campos de acantonamento militar, onde instrutores militares ensinam os soldados das Forças Armadas da Ucrânia a usarem métodos de inteligência militar e as diferentes táticas de combate na realização de limpezas de áreas em condições urbanas.


Anaschenko sublinhou que esta informação prova mais uma vez que Kiev não pretende realizar negociações, nem de qualquer outro modo resolver o problema existente por métodos pacíficos.

Grupo naval comandado pelo porta-aviões russo Admiral Kuznetsov, que inclui o cruzador Pyotr Veliky, zarpou dando início à sua campanha no mar Mediterrâneo.


O objetivo da campanha da Frota do Norte no Mar Mediterrâneo será a reação às ações de pirataria e terrorismo, garantindo a segurança de navegação da Federação da Rússia.

"O objetivo da campanha é assegurar uma presença naval em áreas importantes do Oceano Mundial. Será prestada atenção à garantia da segurança de navegação marítima e de outras atividades econômicas marítimas da Federação Russa, bem como à resposta a novos tipos de ameaça como a pirataria e o terrorismo internacional", diz o comunicado do serviço de imprensa da Frota do Norte.

Também foi referido que no âmbito da campanha serão treinados a interação em combate e treino de mar das tripulações dos navios de superfície, bem como a atuação conjunta das forças do grupo naval de porta-aviões com a aviação. Estão planejados exercícios militares conjuntos com navios de outras frotas da Marinha Russa. Abaixo navio antissubmarino Severomorsk.



O grupo naval consiste do porta-aviões Admiral Kuznetsov, cruzador Pyotr Veliky, navios antissubmarinos Severomorsk e Vitse-Admiral Kulakov e navios de abastecimento.



O grupo aéreo nominal do Admiral Kuznetsov contém aviões Su-33 e Su-25 e helicópteros Ka-27/Ka-29. Atualmente, no navio está passando testes um novo grupo aéreo composto por caças MiG-29K (abaixo) e helicópteros Ka-52K.

   

O porta-aviões Admiral Kuznetsov, o único que a Marinha russa hoje possui, tem 302 metros de comprimento e 72 de boca. Tem um deslocamento de55.000 toneladas, velocidade máxima de 29 nós e capacidade para acomodar mais de 50 aviões e helicópteros. Abaixo, equipamento para limpar e descongelar o deck de decolagem, trata-se do motor de um Mig-15  preso a frente de um trator. 

Hangar (153x26x7,2 m)  do Admiral Kuznetsov.

O sistema de artilharia e mísseis do navio inclui 12 lançadores de míssil anti-navio - P-700 "Granit" (3M45), 4 sistemas de defesa aérea com mísseis navais (SAM) "Dagger" ( "Blade", 24 PU 192 mísseis), 8 unidades de mísseis anti-aeronaves e complexo de artilharia (SPAR ) "Dirk" ( "Каштан", 256 foguetes) e 6 armas de seis canos de 30 mm AK-630M. Sistema anti-submarino e anti-torpedo (RKPTZ) "Удав-1" (60 cargas de profundidade).  

 

Abaixo, sistema de míssil antinavio - P-700 "Granit" (3M45)

Terroristas na Síria continuam recebendo armas modernas, inclusive os sistemas de mísseis antitanque TOW, de produção dos EUA. É o que afirma o Estado-Maior russo nesta segunda-feira.



Segundo o do chefe de Operações do Estado-Maior, tenente-general Sergei Rudskoi, o Ocidente não deseja nem corrigir nem responder às agressões do combatentes na Síria que resultam em mortes de civis.



"Segundo informações de várias fontes, os combatentes continuam recebendo armas modernas, incluindo os sistemas antitanque TOW, de fabricação dos EUA", disse ele. 



"Em 13 de outubro, como resultado fogos de morteiros na região do Curdistão iraquiano, foram mortos sete estudantes, e desde o começo de setembro morreram mais de 130 crianças", destacou Rudskoi.  "Após os bombardeios de 14 de outubro por partes de militantes contra moradores da região central de Aleppo foram mortas sete pessoas e outras 14 ficaram feridas.

Estes fatos continuam sem a atenção dos países ocidentais. Eles não querem nem corrigir, nem responder à violência dos combatentes", acrescentou.

EUA negam fornecer ajuda aos rebeldes sírios para derrubar Assad.



Os Estados Unidos não fornecem armas ou equipamentos militares às forças da oposição síria que lutam para derrubar o regime de Bashar Assad, segundo garantiu o Pentágono nesta segunda-feira.


"O Departamento de Defesa segue focado na luta contra o Daesh, e não presta qualquer apoio material à oposição que segue lutando contra o regime sírio", afirmou à RIA Novosti o major Adrian Rankine-Galloway, relações públicas da Defesa americana. De acordo com o militar, Washington monitora os grupos para os quais fornece ajuda com o objetivo de garantir que essas armas sejam utilizadas apenas contra os terroristas do Daesh.

 

Oficina flutuante em Tartus, no litoral sírio, passará por modernização. Cais para navios e quartéis para tropas e unidades de defesa antiaérea estão no projeto.

A Rússia construirá uma base naval permanente na cidade síria de Tartus, anunciou o vice-ministro da Defesa russo, Nikolai Pankov. Segundo ele, o ministério já preparou todos os documentos necessários e pretende entregá-los ao Parlamento em breve para ratificação. Localização: 34.911586, 35.866286

A base de apoio técnico em Tartus foi recebida pelo país em meados dos anos 1980 e, segundo especialistas, conseguiu milagrosamente sobreviver ao colapso da União Soviética.

“No início dos anos 90, a pasta da Defesa estava diminuindo a presença militar russa no exterior. Nos últimos 25 anos, perdemos bases militares no Qatar e no Iêmen. A de Tartus, porém, sobreviveu à crise”, diz o presidente do Centro Internacional de Análise Geopolítica, coronel-general aposentado, Leonid Ivachov.

Atualmente, a base naval russa na Síria é formada apenas por uma oficina flutuante, que realiza serviços básicos de reparação de navios. Abaixo lancha russa Raptor

Hoje, na base em Tartus, as equipes podem se reabastecer com alimentos e munições e realizar reparos básicos de navios”, comenta Ivachov.

Estrutura renovada

Segundo uma fonte da Gazeta Russa no complexo militar que não quis ser identificada, após a modernização, a base permanente receberá um cais para navios, além de quartéis para tropas e unidades de defesa antiaérea. Abaixo, mapa das obras de ampliação.

O número de tropas que servirão na base em Tartus ainda é desconhecido.

“A futura base em Tartus permitirá implantar o principal componente da frota russa, o porta-aviões Almirante Kuznetsov, com aviões Su-33 e MiG-29K / KUB e helicópteros Ka-52K Katran a bordo”, afirma o observador militar do jornal “Izvêstia”, Dmítri Litôvkin.

Sem uma base desse tipo, a implantação de um destacamento naval no Mediterrâneo poderia levar semanas, acredita o especialista.

“Após a modernização da base, a Marinha russa terá navios com mísseis de cruzeiro Kalibr-NK na costa, enquanto a implantação de um destacamento naval levará horas, em vez de semanas”, prevê Litôvkin.

Reforço aéreo e terrestre

Após o fracasso da cooperação entre a Rússia e os EUA na Síria, Moscou enviou bombardeiros Su-24 e Su-34 à região e pretende, em um futuro próximo, implantar também caças Su-25 (abaixo).

Também foi enviado à Síria o complexo de defesa antiaérea S-300V4 “Antey-2500”, com o objetivo de defender tropas terrestres durante o combate.

O S-300V4 é capaz de destruir mísseis balísticos a uma velocidade de 2,5 km/segundo a uma distância de até 150 km.

O porta-aviões Almirante Kuznetsov e outros navios e submarinos de escolta já se encontram a caminho da base de Tartus, e devem aportar nos próximos dias.

Abaixo, quadro geral de localização de forças na região.

Mossul é o último grande reduto do EI no Iraque.
Total de 1,5 milhão de pessoas ainda vivem na cidade.

Dezenas de milhares de combatentes iraquianos mobilizados para tomar Mossul do grupo extremista Estado Islâmico (EI) (Daesh) ganhavam terreno nesta terça-feira (17), no segundo dia da ofensiva de uma magnitude que aumenta o temor de um êxodo de civis. Abaixo T-72 iraquiano

Avançando com caravanas de veículos blindados pelas planícies áridas que cercam a segunda cidade do Iraque, e apoiados por bombardeios aéreos da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, as forças iraquianas entraram em localidades onde o EI tenta resistir, constatou um jornalista da AFP

O Exército do Iraque recuperou 56 poços de petróleo que estavam nas mãos do grupo terrorista EI (Daesh). A informação foi divulgada na publicação árabe Elaph.


De acordo com a mídia, os poços estão situados perto da região de Al Qayara, sul de Mossul. Foi informado também que nessa mesma zona foram abatidos 31 terroristas. 



Esta terça-feira marca o segundo dia da operação militar em larga escala para libertar Mossul, controlada pelo Daesh desde 2014. A ofensiva envolve cerca de 30.000 soldados iraquianos e milícias curdas (Peshmerga), que contam com o apoio aéreo da coalizão internacional liderada pelos EUA.  Abaixo, BM-21 "Grad" russo, do exercito iraquiano em ação em Mossul.

Um homem-bomba (video) atacou o  comboio militar iraquiano nos arredores de Mossul, matando de ao menos 70 Soldados - Firat real.

Syrian T-72AV finished with the original

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Em 48 horas da ofensiva, ao menos 50 jihadistas foram neutralizados.
Tropas iraquianas foram cercadas por combatentes em Al Absi.

O exército iraquiano relatou nesta quarta-feira (19) o progresso das tropas da coalizão no combate contra o Estado Islâmico nas últimas 48 horas, na região de Mossul, no norte iraquiano, segundo a CNN.  Abaixo, Hummer Blindado das FFAA iraquianas incendiado pelos terroristas do ISIS



O comandante da divisão blindada iraquiana, general Qassim al-Maliki, relatou que, em dois dias de operação, 13 aldeias no norte e no nordeste de Quwayr foram libertadas.

Ao menos 50 jihadistas foram “neutralizados” [mortos ou detidos] e dezenas de veículos com material explosivo também foram destruídos. Abaixo, Tanque Abrams do exército do Iraque.

Forças terrestres dos EUA participaram pela primeira vez de combates contra o grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico) nos arredores da cidades iraquiana de Mosul, sitiada pelos terroristas, informa o canal de televisão Sky News Arabia, citando fontes curdas.



“As forças estão atacando pequenos grupos de resistentes escondidos em túneis improvisados. Muitos militantes do Estado Islâmico recuaram até a aldeia de Abassiya. Minhas forças capturaram dois em Kani Harami", declarou à CNN.

O porta-voz do governo iraquiano, Saad al-Hadithi, informou que helicópteros de fabricação russa estão participando da operação para libertar a cidade de Mossul dos terroristas do Daesh (proibido na Rússia).



"São uma parte do potencial militar iraquiano, outras também participam das operações militares do Exército para libertar Mossul", disse. Mi-28NE Iraquiano



O porta-voz indicou que os helicópteros de fabricação russa são usados pela aviação militar do país há muito tempo.

 

Anteriormente, o vice-chefe do Serviço Federal de Cooperação Técnico-militar da Rússia, Victor Punchuk, afirmou que o fornecimento de helicópteros Mi-28NE para o Iraque ocorreu com êxito.

Já o porta-voz do Estado de operações conjuntas das instituições de defesa doIraque, brigadeiro-general Yahya Rasul al-Zubaidi, destacou que oshelicópteros militares Mi-35 e Mi-28NE desempenham um papel importante na libertação do país do controle do Daesh. Abaixo Mi-35 do Iraque.

Os EUA usaram pela primeira vez nesta segunda-feira (13) seus helicópteros de combate Apache para atacar o Daesh (Estado Islâmico) no Iraque, segundo noticiou a BBC.

Citando o chefe do Pentágono, Ashton Carter, a emissora britânica informou que pelo menos uma dessas aeronaves foi usada em campanha contra o grupo terrorista. 



O ataque foi lançado como parte da ofensiva que busca recuperar o controle da cidade de Mosul, considerada a capital dos jihadistas no Iraque.  O Boeing AH-64 Apache, USA, tem no helicóptero de ataque Russo Ka-52 Alligator seu similar.

As tentativas de transformar a operação de libertação da cidade iraquiana de Mossul em motivo para uma nova guerra, a ser levada a cabo por terceiras forças, pode levar a um conflito global, disse o vice-premiê turco Numan Kurtulmus.



Mais cedo, Ancara manifestou-se contra a participação da milícia xiita da operação de libertação de Mossul, explicando esta decisão pela ameaça de confrontos interconfessionais na região.

 



"A tentativa de transformar a operação de libertação de Mossul dos terroristas do Daesh em motivo para uma nova guerra, a ser travada pelas mãos de forças terceiras, pode levar a consequências catastróficas, inclusive à Terceira Guerra Mundial", disse o vice-premiê do país, citado pela agência Anadolu. Segundo Kurtulmus, o futuro de Mossul afeta diretamente os interesses da Turquia, bem como o futuro de Aleppo e Damasco.

"Os residentes dos países vizinhos são nossos amigos, irmãos e parentes. Todos nós vivemos em uma região. Ninguém tem o direito de impedir a Turquia de se interessar pelos desenvolvimentos nos países vizinhos", disse o vice-premiê.



O responsável turco criticou mais uma vez as autoridades iraquianas, que se manifestam contra a presença dos militares turcos no campo de Bashiqa, no norte do país. "Hoje o primeiro-ministro do Iraque tentou criticar a Turquia.

Entretanto, primeiramente deve responder à questão por que razão a segunda maior cidade do Iraque se rendeu aos terroristas sem nenhum tiro? Por que razão durante todos esses anos não foi concordado um plano de salvamento de Mossul? Por que razão os EUA e a comunidade internacional não considera de forma séria a luta contra o Daesh?", acrescentou Kurtulmus. Abaixo, Uma salva total de foguetes do BM-21 "Grad" contra posições ISIS no Iraque.
 

O portal de notícias Inquisitr avaliou quanto poderá custar uma terceira guerra mundial com participação dos EUA, Rússia e China.



O portal destaca que poucas pessoas prestam atenção ao fato de quase todos os possíveis cenários de guerra preverem o uso de armas nucleares, e sublinha a rapidez com que um confronto local pode atingir o nível de guerra nuclear limitada. 



Vários representantes do comando militar americano acreditam que um conflito entre os Estados Unidos ou/e a OTAN com a Rússia ou, possivelmente, com a China, durará apenas "minutos", divulgou um artigo recente. De acordo com este, a terceira guerra mundial será "fatal e rápida"

Mais cedo o chefe do Estado-Maior do Exército norte-americano, general Mark Milley, tinha declarado que a guerra entre as maiores potências do mundo é "quase inevitável" e que neste conflito a inteligência artificial e as armas de alta precisão serão usadas em grandes escala.


Outro general americano, William Hix, também mencionado no artigo, acha que um conflito militar tradicional poderá rapidamente se tornar mais sangrento. Além disso, ele nota que, no futuro, o progresso técnico atingirá tal nível que entre pessoas e máquinas se estabelecerão relações muito interessantes — a tecnologia trabalhará mais rapidamente, assumindo mais tarefas humanas, e apresentando novos desafios à humanidade.



A publicação destaca também que aqueles países que agora estão participando em conflitos atuais — na Ucrânia, Síria, região do Pacífico – serão aqueles que elaborarão a tecnologia para "as guerras das próximas gerações".

 

Abaixo, a nave espacial  Soyuz MS-02 é transportado para plataforma de lançamento 31 do Cosmódromo de Baikonur.

Assista o lançamento da nave russa Soyuz MS-02, com três tripulantes a bordo a partir da Base de Baikonur, no Cazaquistão, rumo à Estação Espacial Internacional (ISS) nesta ultima quarta feira. 

Abaixo, video da nave espacialSoyuz MS-02 encaixado com o módulo Poisk da Estação Espacial Internacional em 21 de Outubro de 2016, às 09:59 UTC

Abaixo, abertura da escotilha da Soyuz MS-02 às 11:20 UTC, 21 de outubro de 2016. O astronauta da NASA Shane Kimbrough, cosmonautas da Roscosmos Sergey Ryzhikov e Andrey Borisenko começando a sua missão a bordo da Estação Espacial Internacional, como parte da tripulação da expedição 49-50

 

 

Artigo muito interessante e elucidativo da edição de hoje do The Economist Europe, 22/10/2016, sobre o Putinismo:

 

FOUR years ago Mitt Romney, then a Republican candidate, said that Russia was America’s
“number-one geopolitical foe”. Barack Obama, among others, mocked this hilarious gaffe:
“The 1980s are now calling to ask for their foreign policy back, because the cold war’s been over for 20 years,” scoffed the president. How times change. With Russia hacking the American
election, presiding over mass slaughter in Syria, annexing Crimea and talking casually about using nuclear weapons, Mr Romney’s view has become conventional wisdom. Almost the only American to dissent from it is today’s Republican nominee, Donald Trump.


Every week Vladimir Putin, Russia’s president, finds new ways to scare the world. Recently he moved nuclear-capable missiles close to Poland and Lithuania. This week he sent an
aircraft-carrier group down the North Sea and the English Channel. He has threatened to shoot down any American plane that attacks the forces of Syria’s despot, Bashar al-Assad.
Russia’s
UN envoy has said that relations with America are at their tensest in 40 years. Russian television news is full of ballistic missiles and bomb shelters. “Impudent behaviour” might have “nuclear consequences”, warns DmitryKiselev, Mr Putin’s propagandist-in-chief—who goes on to cite Mr Putin’s words that “If a fight is inevitable, you have to strike first.”

In fact, Russia is not about to go to war with America. Much of its language is no more than bluster. But it does pose a threat to stability and order. And the first step to answering that
threat is to understand that Russian belligerence is not a sign of resurgence, but of a chronic, debilitating weakness.

 

Vlad the invader
As our special report this weeksets out, Russia confronts grave problems in its economy, politics and society. Its population is ageing and is expected to shrinkby10% by 2050. An attempt to
use the windfall from the commodity boom to modernise the state and its economy fell flat. Instead Mr Putin has presided over a huge increase in government: between 2005 and 2015,
the share of Russian
GDP that comes from public spending and state-controlled firms rose from 35% to 70%. Having grown by 7% a year at the start of Mr Putin’s reign, the economy is now
shrinking. Sanctions are partly to blame, but corruption and a fall in the price of oil matter more.

The Kremlin decides who gets rich and stays that way. Vladimir Yevtushenkov, a Russian tycoon, was detained for three months in 2014. When he emerged, he had surrendered his oil company.
MrPutin has sought to offset vulnerability at home with aggression abroad. With  their mass protests after election-rigging in 2011-12, Russia’s sophisticated urban middle classes showed
that they yearn for a modern state. When the oil price was high, Mr Putin could resist them by buying support. Now he shores up his power by waging foreign wars and using his propaganda tools to whip up nationalism. He is wary of giving any ground to Western ideas because Russia’s political system, though adept at repression, is brittle. Institutions that would underpin a prosperous Russia, such as the rule of law, free media, democracy and open competition, pose an existential threat to Mr Putin’s rotten state.
For much of his time in office Mr Obama has assumed that, because Russia is a declining power, he need not pay it much heed. Yet a weak, insecure, unpredictable country with nuclear weapons is dangerous—more so, in some ways, even than the Soviet Union was. Unlike Soviet leaders after Stalin, MrPutin rules alone, unchecked by a Politburo or by having witnessed the second world war’s devastation. He could remain in charge for years to come. Age is unlikely to mellow him.
Mr Obama increasingly says the right things about Putinism—he sounded reasonably tough during a press conference this week—but Mr Putin has learned that he can defy America
and come out on top. Mild Western sanctions make ordinary Russians worse off, but they also give the people an enemy to unite against, and Mr Putin something to blame for the economic damage caused by his own policies.

Ivan the bearable
What should the West do? Time is on its side. A declining power needs containing until it is eventually overrun by its own contradictions—even as the urge to lash out remains.
Because the danger is of miscalculation and unchecked escalation, America must continue to engage in direct talks with Mr Putin even, as today, when the experience is dispiriting.
Success is not measured by breakthroughs and ceasefires— welcome as those would be in a country as benighted as Syria—but by lowering the chances of a Russian blunder.
Nuclear miscalculation would be the worst kind of all. Hence the talksneed to include nuclear-arms control as well as improved military-to-military relations, in the hope that nuclear weapons can be kept separate from other issues, as they were in Soviet times. That will be hard because, as Russia declines, it will see its nuclear arsenal as an enduring advantage.
Another area of dispute will be Russia’s near abroad. Ukraine shows how Mr Putin seeks to destabilise countries as a way to stop them drifting out of Russia’s orbit (see page 41).
America’s next president must declare that, contrary to what Mr Trump has said, if Russia uses such tactics against a
NATO member, such as Latvia or Estonia, the alliance will treat it as
an attack on them all. Separately the West needs to make it clear that, if Russia engages in large-scale aggression against non-
NATO allies, such as Georgia and Ukraine, it reserves the
right to arm them.
Above all the West needs to keep its head. Russian interference in America’s presidential election merits measured retaliation. But the West can withstand such “active measures”. Russia doesnotpretend to offerthe world an attractive ideologyor vision. Instead its propaganda aims to discredit and erode universal liberal values by nurturing the idea that the West is just
as corrupt as Russia, and that its political system is just as rigged. It wants to create a divided West that has lost faith in its ability to shape the world. In response, the West should be united and firm.

 

Pelo artigo, vemos que, apesar dos pesares, temos uma base economica muito mais forte e diversificada e um futuro com mais opções e espaço de manobras que a Rússia.

Boa noite.

A instalação dos sistemas russos S-300 na Síria forçou os Estados Unidos a reconsiderar sua política levada a cabo neste país árabe, escreveu recentemente o jornal americano The Washington Post.

Por mais de dois anos a Síria "aceitou passivamente" os bombardeios dos EUA dos territórios ocupados pelo grupo terrorista Daesh. No outono passadoMoscou e Washington acordaram garantir que os aviões russos e americanosque estão operando na Síria respeitariam uma certa distância uns dos outros.

"A finalização da instalação dos sistemas russos de defesa antimíssil na Síriano mês corrente tornou a decisão da administração de Obama sobre realização de ataques aéreos contra alvos do governo ainda menos possível do que nosúltimos anos", escreveu a publicação.



Os atuais avanços do exército sírio em Aleppo, com apoio da aviação aérea russa, bem como a falta de êxitos diplomáticos americanos na pacificação síria, forçaram a administração a "reconsiderar as suas variantes de ação" inclusive quanto aos ataques aéreos contra posições de Bashar Assad.

No início de outubro, Moscou informou sobre a sua decisão de instalar complexos da defesa antimíssil S-300 no país árabe. O jornal destacou também que os sistemas S-300, bem como S-400, já permitem à Rússia abater aviões e mísseis de cruzeiro na distância de 400 km em qualquer direção — quer dizer, quase em todo o território da Síria, bem como em parte dos territórios deIsrael, Turquia, Jordânia e parte leste do mar Mediterrâneo.



"Nós não temos a certeza se algum dos nossos aviões pode derrotar os S-300", declarou um representante anônimo do Pentágono, citado no artigo.



A entidade americana da Defesa considera também que atualmente qualquer tentativa de atacar infraestruturas militares sírias provocaria um risco de início de combates entre as duas superpotências.

Para relembrar: Em 2013 foram entregues S-300VM Antey-2500 para Venezuela

Segundo fontes da empresa russa  Rosoboronexport, foram entregues à Venezuela dois grupos de mísseis antiaéreos S-300VM Antey-2500.



Cada grupo fornecido à Venezuela é composto por: 12 unidades de lançamento, mais radares, veículos de reabastecimento e de apoio.

A Venezuela também opera, além de outros equipamentos, o BM-21 "Grad"

- 92 tanques T-72B1

- 42 2S19 "Msta-S" 152 mm

- 23 caças Sukhoi Su-30MK2 e outros 12 encomendados

Eduardo Boldo posted:

TÔ começando a  ficar com medo da Venezuela...

Resultado de imagem para medo

KKKKKK

Mas eles só fazem 'm"....

A Avianca, maior companhia aérea da Colômbia, anunciou neste sábado (22) o cancelamento de todos os voos com origem na Venezuela ou com destino ao país após um incidente nesta manhã envolvendo dois caças da Força Aérea venezuelana.



Na manhã deste sábado (22), o voo da Avianca AV011, que fazia o trajeto Bogotá (Colômbia) e Madri (Espanha) com mais de 200 pessoas a bordo, foi interceptado no ar por dois caças Sukhoi do Exército venezuelano enquanto a aeronave, um Boeing 787, sobrevoava o espaço aéreo da Venezuela. A aeronave foi forçada a mudar sua rota.


Na sequência dos acontecimentos, as autoridades aéreas aconselharam às outras companhias aéreas que evitassem o espaço aéreo venezuelano por razões de segurança.

A passagem de um grupo de navios de guerra russos através do Canal da Mancha com destino à Síria causou um enorme rebuliço na mídia britânica. A imprensa do Reino Unido acompanhou o processo, informando sobre a aproximação de navios russos quase de hora em hora.



A imprensa citou ativamente uma fonte anônima da OTAN, segundo qual Rússia teria enviado toda a Frota do Norte à Síria, embora para a costa deste país tivesse sido enviado apenas um grupo de navios. Abaixo, HMS Dragon (à direita) com o Navio russo de desembarque "Minsk" (à esquerda), no Canal Inglês.



Oficiais britânicos asseguram que a Rússia não pegou Londres de surpresa e que a Marinha do Reino Unido vai acompanhar os acontecimentos "em regime normal". Mas a mídia, especialmente a mais sensacionalista, tem publicado matérias com manchetes assustadoras umas atrás de outras. Abaixo, HMS Dragon (fundo) com o russo Kirov Class 'Pyotr Velikiy'.

O tabloide The Sun advertiu: "Os Russos estão chegando. Os navios da guerra nucleares de Vladimir Putin estão se movendo em direção ao Canal da Mancha e a Marinha do Reino Unido está pronta para dar o alarme". "Flotilha de navios nucleares russos flagrada saindo da base e se dirige para a Grã-Bretanha", escreveu o jornal.

"A Rússia promete resposta dura às novas sanções, enquanto seus navios de guerra se aproximam da Grã-Bretanha" assim Daily Star decidiu juntar duas notícias pouco ligadas entre si. A edição até advertiu que a frota russa pode "cercar" a Grã-Bretanha e que começou a "contagem regressiva para a Terceira Guerra Mundial".



Atenção particular merecem os "planos de interceptação" de navios russos, descritos por todos os tabloides ingleses sem exceção.

As manchetes se tornavam a cada momento mais assustadoras: "Com quem você quer brincar, 'mister' Putin? A Marinha inglesa promete não perder de vista a frota de Vladimir Putin," assim apresentou o The Sun a declaração do Ministério da Defesa britânico sobre a passagem da flotilha.

Abaixo, dois caças russos que vão a frete da Frota.

Os russos também enviaram os submarinos classe Kilo Stary Oskol, na foto, para proteger a frota e porta-aviões.


O Daily Express aumentava a pressão da situação informando sobre a aproximação dos navios: "A potência nuclear russa bate à nossa porta: a temível  frota nuclear de Putin está a 10 quilômetros de Dover". Abaixo, HMS Dragon (primeiro plano) com o porta-aviões russo "Almirante Kuznetsov", no Canal Inglês.



"Os russos estão perto. Heróis da Marinha real observam frota nuclear de Putin",  escreveu The Sun. Quando, finalmente, os navios  entraram no Canal da Mancha, a edição já falava sobre "invasão".

O Daily Mail reagiu à aproximação do grupo naval russo com um aviso belicoso. "Cuidado, russos." Abaixo, Tu 95 sobrevoando a frota russa a caminho da Síria.

O destróier mais moderno da Marinha britânica faz a frota de Putin sair do Canal da Mancha”. O tabloide até publicou a opinião de uma testemunha, Nigel Scutt, que acompanhava os navios no estreito. "Eu nunca vou esquecer este dia <…> conseguimos chegar muito perto. Hoje em dia, é quase impossível ver uma frota tão ameaçadora de navios de guerra, isso é foi impressionante", disse ele.

Aviões de combate britânicos Tornado acompanharam a flotilha de oito navios russos no momento em que esta cruzava o canal da Mancha, informa o jornal The Times.


As aeronaves da Força Aérea Real Britânica sobrevoaram a baixa altitude o grupo naval, pertencente à Frota do Norte russa, para demonstrar sua presença na área.

Além disso, os pilotos britânicos tomaram várias fotografias assim como gravaram um vídeo para "examinar o que há nos navios", segundo informaram fontes do Ministério da Defesa do Reino Unido à edição The Times.



O objetivo da campanha da Frota do Norte no Mar Mediterrâneo será a reação a ações de pirataria e terrorismo e a garantia da segurança de navegação da Federação da Rússia na região. O grupo naval é composto pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov, o cruzador pesado Pyotr Veliky, os navios antissubmarino Severomorsk e Vitse-Admiral Kulakov e navios de abastecimento.



A campanha da Frota do Norte russa causou preocupações do Ocidente. A OTAN acredita que Moscou deslocou toda a sua Frota do Norte para a Síria, enquanto vários tabloides britânicos publicam matérias alarmistas.

Ai, galera. Li no Estadão de hoje que a Russia pretende montar uma base aeronaval no caribe venezuelano. Dois Tu-160, pousaram por lá em 2013. Quando se definir pela eleição vindoura, do próximo(a) presidente dos EUA. Aí a coisa muda. Os ingleses já estão agindo e acompanhando.  Vamos aguardar atentos.

Benva.

This October 17, 2016 Norwegian Armed Forces handout image shows the Russian aircraft carrier Admiral Kuznetsov passing the Norwegian island of Andoya in international waters on its way to the mediterranean. The Admiral Kuznetsov aircraft carrier the nuclear powered battleship Pyotr Velikiy and six other vessels were photographed by Norway' s Lockheed P-3 Orion surveillance aircraft.

HMS Duncan (C) monitors the Russian battle cruiser Peter the Great (L) and aircraft carrier Admiral Kuznetsovon as they proceed through the North Sea, Britain October 20, 2016.

eu acho engraçado  tanto alarde  por causa dos  russos  - os  eua  tem 2  porta avioes classe nimitz no mediterane  e  1  na  costa  perto da Libia  mais  1 no indico  que  tb  pode  se envolver  1 na Inglaterra  em manobras e  mais 10 no atlantico que tb  podem ir  para  lá  e todos  se cagam de medo  do Pedro o Grande e  do Kusnetzov  vai entender 

A Rússia não deve tender para o papel da União Soviética, como o papel dos EUA de uma infra-estrutura global da presença militar e política. As metas e tarefas da Rússia moderna são definidas em termos de interesses nacionais, não a dominação global. Certas instalações militares em certas regiões pode ser benéfica em termos de interesses e possibilidades reais da Rússia: bases de reparação para a frota (Cam Ranh-Vietnã), e estações de monitoramento eletrônicos (Lurdes-Cuba)Tartus na Síria continua sendo a primeira Base Naval Russa no exterior.

Não vejo nenhuma razão para implantar a infra-estrutura em uma escala completa e considerar a presença militar russa em diferentes partes do globo como um fim em si mesmo. A proposta mais interessante é a restauração da Base de Cuba. É importante saber que esta base pode ser muito importante e útil não apenas na guerra, mas em tempo de paz.

Construir uma Base Aeronaval no Caribe não é ideia nova, mas não vejo, a curto prazo, possibilidade da Rússia construir uma base na Venezuela. O orçamento até 2020 não prevê isto, e com a instabilidade na Venezuela fica mais e mais difícil esta concretização visto que hoje existem mais de 12 Bases aéreas sendo construídas ou reformadas pela Rússia. 

Hoje A Assembleia Nacional da Venezuela declarou 'golpe de Estado' de Maduro. O poder legislativo dominado pela oposição na Venezuela declarou neste domingo (23) que o "regime" do presidente Nicolas Maduro cometeu um “golpe de Estado” com a decisão do Conselho Nacional Eleitoral de suspender a recolha de assinaturas em favor do processo revogatório do mandato do líder chavista. Está casa vez mais próximo a saída de Maduro e com isto fica improvável a presença Russa.

Resta aguardar o desenrolar da situação na Venezuela e esperar para saber se vamos ver os "Cisnes Brancos" Tu 160 e outras aves voando por aqui...

abs

Castro

The Russian aircraft carrier Admiral Kuznetsov passes within a few miles of Dover, in the southeast of England as a fleet of Russian warships sail through the North Sea, and the English Channel Friday October 21, 2016. Britain is sending warships to watch a Russian aircraft carrier group and other vessels as they sail through the North Sea and the English Channel. Defense Secretary Michael Fallon said Thursday, that the military will watch “every step of the way”.

Tiro no pé: Se a UE aprova novas sanções anti-russos na cimeira de 20 e 21 de outubro, eles mesmos vão sofrer, o jornal "Izvestia".


Estas são as restrições para a indústria de defesa da Rússia. Mas se todos os 28 países da UE concordarem,  poderia sim significar problemas para a sua própria industria de aeronave.


"No mundo há apenas uma empresa, ou seja, a empresa russa VSPMO-Avisma, que produz peças de feitos de titânio, sem a qual você não pode construir uma aeronave", disse uma fonte de uma empresa da indústria de defesa russa.

Estas partes são necessários para aeronaves como o Boeing 787 "Dreamliner", o Boeing 747-8 e o Airbus A-350 e A-380, porque eles são mais leves, mais resistente à quebra do que o alumínio.



" Todas as sanções , não importa de que país eles são impostas para ser contraproducente. Eu não acho que o novo pacote de sanções afetarão nossas aeronaves e nossa indústria de defesa, porque os países ocidentais compram tanto titânio e alumínio.

"Estou certo de que as empresas que há anos colaboraram com a gente, irão continuar a fazê-lo, porque as sanções são um golpe não só para a nossa economia, mas também contra as empresas ocidentais e da economia da UE."


Enquanto isso Moscou e Pequim começaram a cooperação em matéria de uma nova aeronave wide-body para 250 a 300 passageiros, o que é ser um novo concorrente para as aeronaves Airbus e Boeing.

Presumivelmente ele poderia capturar uma quota de mercado significativa, não só na Rússia e na China, mas também em outros países como Brasil e India.


De acordo com o "Frankfurter Allgemeine Zeitung" quer a chanceler Angela Merkel, os países da UE sobre novas sanções Rússia por causa da situação na Síria e Crimeia.

No entanto, todos os 28 países apoiariam esta iniciativa. Por agora, no entanto, apenas o Reino Unido, França e Suécia têm defendido. Até o secretário de Estado dos EUA John Kerry não descartou novas sanções Rússia: 



Surpreendentemente, no entanto, é que mesmo em muitos políticos na Alemanha contra a Rússia, novas sanções vão ocorrer. "O tiro no pé " foi dado pois a Russia detêm o monopólio estrategio do titânio mundial.

Alexandre Oliveira posted:

Fácil, é só comer pão com titânio e beber vodca com petróleo, até parece que o planeta depende só dos russos, se fosse assim eles não estariam com a economia em dificuldades, nessa história sobra tiro e falta pé  de todos os lados.

No mercado aeronaval e outros, o tiro já foi dado, mas só quem tem pé (ou é inteligente e sabe pensar) sentiu..

VSMPO-AVISMA Corporation é o maior produtor mundial de titânio, lingotes e todos os tipos de produtos semi-acabados fabricados a partir de ligas de titânio, bem como de grande porte de produtos de alumínio extrudado, produtos semi-acabados de aço-liga e ligas à base de níquel resistentes ao calor. Ele é um membro da Rostec Corporation.

A russa VSMPO-AVISMA também opera instalações na Ucrânia, Inglaterra, Suíça, Alemanha e Estados Unidos.

Cerca de 59 toneladas de titânio são empregadas no Boeing 777, 45 toneladas no Boeing 747, 18 toneladas no Boeing 737, 32 toneladas no Airbus A340, 18 toneladas no Airbus A330 e 12 toneladas no Airbus A320. O Airbus A380 deve empregar cerca de 77 toneladas, com cerca de 11 toneladas de titânio nos motores. Nos motores, o titânio é útil na produção de rotores, nos compressores axiais, nos componentes hidráulicos e nos naceles. As ligas de titânio do tipo titanium 6AL-4V correspondem a cerca de metade do consumo de todas as ligas utilizadas nas aeronaves.

A Boeing planeja investir 27 bilhões de dólares na VSMPO-AVISMA para produção de peças de titânio para suas necessidades até 2020.

Mas nada impede que outras empresas menores venham a fornecer Titânio ao mercado internacional, o problema será a qualidade, quantidade e preço.

Fonte. defense-aerospace - Titânio

Pode ter certeza que tem muita empresa chinesa de dedos cruzados com a perspectiva de suprir essa falta. Em termos brutos, eles já são os maiores produtores de titânio do mundo. Em 2013, produziram 100.000 toneladas contra 45.000 toneladas dos russos. Se um negócio desses vinga, iria jorrar dinheiro chinês, e do resto do mundo, para desenvolver uma empresa que faria o mesmo que a VSMPO-AVISMA.  

Certamente, a curto prazo, o impacto nas indústrias ocidentais seria grande, mas assim que acharem outra fonte, quem iria se lascar seriam os russos. 

Em termos comerciais, se você não fizer, seu cliente vai achar quem faça. 

Benva posted:

Ai, galera. Li no Estadão de hoje que a Russia pretende montar uma base aeronaval no caribe venezuelano. Dois Tu-160, pousaram por lá em 2013. Quando se definir pela eleição vindoura, do próximo(a) presidente dos EUA. Aí a coisa muda. Os ingleses já estão agindo e acompanhando.  Vamos aguardar atentos.

Benva.

Provavelmente a Rússia não fará um investimento deste devido a instabilidade na Venezuela!

A Rússia encerrou os testes de um novo modelo de armamento rádio-eletrônico, de acordo com o representante da corporação estatal de alta tecnologia Rostec.


Segundo o porta-voz da empresa, Leonid Khôzin, a nova arma é um sistema eletrônico baseado em ondas, e são classificadas como segredo do Estado. Foram apresentadas no Fórum técnico-militar “Army-2016”.

"Ele pode desativar equipamentos eletrônicos a bordo de aeronaves, drones e armamento de alta precisão do inimigo. É um sistema terrestre que pode resistir a ataque terrestres, marítimos e aéreos", disse Khôzin.



Tropas com armamento rádio-eletrônico

De acordo com o observador militar Mikhail Khodarenok, os sistemas que podem desativar mísseis remotamente antes do lançamento, sobretudo, pelas tropas de guerra eletrônica. Abaixo "Krasukha - 2"



"As tropas de guerra eletrônica podem ganhar uma guerra antes mesmo de seu começo oficial. Basta desativar os sistemas de orientação, direção, comunicação e radares do inimigo e nenhuma de suas unidades de combate poderá iniciar a ofensiva e será destruída nos primeiros minutos", diz Khdarenok. Abaixo, sistema "Krasukha - C4" em ação.



Na Rússia e em outros países, as autoridades militares não se pronunciam sobre as tropas de guerra eletrônica, que frequentemente são denominados como "subdivisões de comunicação".

Abaixo e acima, fotos do equipamento chamado "raio da morte" que será usado para alvejar drones do inimigo, aparentemente ele desativa os rádios de UAVs e ogivas, levando-os a perder o controle.

Guerra eletrônica na Síria

Os sistemas de luta eletrônica são usados não só durante as ofensivas, mas também para defender as tropas de mísseis e aviões inimigos durante operações militares.



Os helicópteros militares Ka-52, que foram utilizados durante a operação militar na Síria, por exemplo, são equipados com sistemas de defesa eletrônica “Prezident” e “Vitebsk”.



"Esses sistemas criam interferências para mísseis com orientação ótica ou infravermelha e informam o piloto sobre os mísseis lançados. Essas armas podem desviar as ogivas", explica o editor-chefe da revista “Arsenal da Pátria”, Víktor Murakhôvski.  Abaixo, Funcionamento do sistema rádio-eletrônico do Mi-17 na Síria contra o míssil Iglá-1.

Segundo Murakhôvski, na Base Aérea de Hmeimim há sistemas de combate rádio-eletrônico “Krasukha-4” que “cobrem” todos os sistemas de radares do inimigo e impedem detectar alvos a uma distância de 250 km. Abaixo, “Krasukha-4” na Siria.

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