Chegaram os Russos - MiG-21 que "entrou em um apartamento" na Alemanha Oriental, 1975

Bacana o tópico. A participação russa foi bem intensa nesse conflito. Espero que a Síria possa voltar a paz após tanto tempo.

Acho que todo mundo aqui no Brasil tem um ou mais amigos árabes ou descendentes. A maioria é bem educada e inteligente. Difícil imagina-los em uma guerra assim tão sofrida.

Aviões russos patrulham espaço aéreo do Pacífico Sul

Os bombardeiros estratégicos russos Tu-95MS decolaram do aeródromo de Biak (Indonésia) para realizar uma patrulha sobre as águas neutras no Pacífico Sul. O canal de televisão russo Zvezda publicou o vídeo exclusivo dos voos das aeronaves sobre as águas do oceano.

"Os membros da Aviação de Longo Alcance realizaram uma patrulha na parte sul do oceano Pacífico, os pilotos efetuaram diferentes tarefas de navegação. As condições climáticas foram bastante adversas, houve várias frentes de tempestade e tivemos que fazer um desvio", disse um dos pilotos citado pelo canal. O militar sublinhou que o avião mostrou sua versatilidade em um clima quente e úmido como o indonésio.

"O objetivo principal desses voos é treinar os pilotos para que possam dirigir o avião no hemisfério sul, bem como confirmar a fiabilidade dos sistemas de controle da aeronave", explicou o comandante da Aviação de Longo Alcance, Sergei Kolibash.

"Além disso, as instalações de manutenção técnica no aeródromo de Biak também confirmaram sua alta eficácia. Os preparativos para a decolagem foram realizados segundo os padrões mais altos de qualidade e de forma rápida", acrescentou ele.

Anteriormente, as aeronaves de transporte Il-76MD e os bombardeiros estratégicos Tu-95 já haviam realizado um voo de visita oficial internacional desde um aeródromo na região russa de Amur para o aeródromo indonésio de Biak.

 

 

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Rússia nega interceptação de Su-25 russos por caças americanos na Síria

O Ministério da Defesa da Rússia negou que aviões russos teriam sido interceptados por aeronaves dos Estados Unidos nos céus da Síria na última quarta-feira, conforme relatado por fontes do Pentágono.

O que ocorreu, de acordo com as autoridades militares russas, foi que um avião norte-americano teria tentado atrapalhar a missão de jatos russos que acompanhavam um comboio de ajuda humanitária. 

"No dia 13 de dezembro, um par de aeronaves de ataque Su-25 escoltava um comboio humanitário perto de Mayadin [margem ocidental do rio Eufrates] a uma altitude de 3.300 metros. Elas foram abordadas por um caça americano F-22 na margem leste do rio. Ao disparar tiros de aviso, o F-22 interferiu no voo do par de Su-25 russos", disse a Defesa russa em comunicado. "Um caça russo Su-35, que realizava uma missão de cobertura aérea a uma altitude de 10 mil metros, rapidamente se aproximou do F-22 por trás, forçando a aeronave americana a deixar a área".

Mais cedo, um funcionário da Defesa dos EUA afirmou ao Washington Examiner que caças F-22 da Força Aérea perseguiram e tiveram que dar disparos de alertas contra Su-25 russos que invadiram uma zona de desescalada, a leste do Eufrates, no espaço aéreo da república árabe. 

Em entrevista à Sputnik, o porta-voz do Pentágono Eric Pahon disse que os caças russos voaram tão perto do F-22, sobre Al-Bukamal, que o caça americano precisou fazer uma manobra agressiva para evitar uma colisão. Esse incidente, segundo ele, durou aproximadamente 40 minutos, até os jatos russos voltarem para a margem oeste do rio. Pahon destacou que a maior preocupação da coalizão liderada pelos EUA é a de ter que abater um avião russo caso esse represente uma ameaça para as forças aliadas aéreas ou terrestres. 

 

Opinião: Armas russas desvalorizam tecnologias militares dos EUA 

Os analistas estrangeiros acreditam que as armas russas representam perigo para o Ocidente, que depende de armas complexas e dispendiosas, comunica o Rossiyskaya Gazeta.

O relatório do instituto de pesquisa científica de Londres Royal United Services Institute, que afirma que as armas russas ameaçam os porta-aviões e o orçamento da OTAN, se tornou a base para um artigo no The National Interest sobre o assunto.

De acordo com o relatório, a Rússia e a China "ameaçam ativos principais do Ocidente". Quer dizer que as despesas dos EUA com a defesa superam em muito os gastos militares dos seus adversários potenciais, expressa o Rossiyskaya Gazeta.

Mas o paradoxo da situação é que os investimentos não garantem a supremacia tecnológica aos EUA. Os analistas calcularam que basta lançar apenas 10 mísseis, que custam cerca de 640 mil de dólares cada umpara destruir um porta-aviões britânico no valor de 3,9 bilhões de dólares (Abaixo).

De acordo com o autor do artigo no The National Interest, Michael Peck, a ameaça principal parte dos meios baratos de guerra eletrônica russos, bem como de seus mísseis antinavio e de proteção aérea como o S-400 (Abaixo).

 

O autor não precisou, porém, quais são os mísseis que "anulam" o poder e o valor dos navios militares, mas, de acordo com o Rossiyskaya Gazeta, se pode tratar dos mísseis de cruzeiro Granit (abaixo), do Tsirkon hipersônico e do torpedo Shkval.

Michael Peck chega à conclusão que o problema das forças armadas dos EUA e da Grã-Bretanha é que eles se baseiam na ideia de guerras expedicionárias no estrangeiro, enquanto a Rússia e a China se concentram em operações perto das suas fronteiras.

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Forças Armadas da Rússia recebem o 100º caça Su-30SM

Conforme relatado pelo serviço de imprensa do Distrito Militar Ocidental (ZVO), o 100º caça Su-30SM construído na Fábrica de Aeronaves de Irkutsk para as Forças Armadas da Federação Russa completou a dotação do esquadrão do regimento aéreo do Distrito Ocidental de Rússia na região de Kursk.

Em 11 de dezembro de 2017, o avião de combate Su-30SM completou o deslocamento para o Regimento de Aviação do Distrito Militar Ocidental (ZVO) estacionado na Região de Kursk para completar o primeiro esquadrão aéreo de combate.

Os caças pesados russos Su-30SM de geração 4++ foram transferidos com sucesso do aeródromo da fábrica de aeronaves Irkut. Eles voaram em condições meteorológicas difíceis com dois pousos em um trajeto de mais de 5 mil quilômetros de extensão. O novo esquadrão de combate recebeu o centésimo avião da fábrica adquirido para as forças aeroespaciais da Federação Russa”, disse o Coronel Roman Kosteniuk, comandante temporário da divisão aerotransportada do ZVO.

Em 2018, o fornecimento de novos tipos de aeronaves continuará. Outro esquadrão de caça será formado, equipado com aviões de combate super-manobráveis de nova geração.

No total, desde 2012, 116 aeronaves Su-30SM foram contratadas pelo Ministério da Defesa da Rússia, dos quais 88 destinam-se à Força Aérea Russa (VVS) e outros 28 para a Aviação da Marinha Russa.

Até à data, a VVS sob os contratos assinados obteve assim 80 caças Su-30SM (12 deles em 2016 e 12 novos em Khalino em 2017) e a Aviação da Marinha – 20 (sete deles em 2016 e cinco novos Chernyakhovsk em 2017). Outros seis caças Su-30SM foram entregues no Cazaquistão em 2015-2016.

Su-30SM como resultado tornou-se o segundo avião de combate entregue às Forças Armadas da Rússia no período pós-soviético na quantidade de 100 ou mais unidades, além do bombardeiro Su-34.

by Out2gtcha

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"Cemitérios de tanques" estimulam venda de veículos militares para fins civis

A Rússia herdou milhares de tanques e veículos militares da União Soviética. Desatualizados, esses ferros-velhos da Guerra Fria vêm se acumulando em armazéns por todo o país e tornando-se um problema para as autoridades locais.

Reciclar equipamentos militares desatualizados é uma tarefa importante para as Forças Armadas russas. Isso porque os vários depósitos de equipamentos militares abandonados recebem regularmente novos exemplares obsoletos.

Muitas vezes, esses “cemitérios de tanques” são mantidos sem qualquer supervisão. Houve até casos em que colhedores de cogumelos encontraram sistemas S-200 SAM abandonados em florestas da região de Moscou.

A melhor alternativa para o Ministério da russo desovar esses equipamentos desatualizados tem sido organizar leilões especiais onde os veículos descartados podem ser comprados por indivíduos ou organizações de qualquer tipo.

Os equipamentos militares à venda passam, entretanto, por um processo anterior de desmilitarização: todas as armas, dispositivos e hardware são, assim, removidos.

Também há casos em que um tanque ou veículo militar é descartado antes mesmo de ter a chance de entrar em serviço, sendo literalmente zero quilômetro.

Alguns desses equipamentos já começaram a exercer funções civis. Os tanques, por exemplo, podem ser usados para combater incêndios em condições difíceis, e como transportadores blindados de pessoal (para geólogos e adeptos de esportes radicais).

Outros equipamentos foram transferidos para instalações de manutenção e conserto, onde são cortados em pedaços – peças úteis são mantidas, e outras, viram sucata.

A terceira alternativa para veículos abandonados é ir para em um “cemitério de tanques” e esperar até que seja reciclado, ou apodreça devido a chuva e neve.

A Rússia não é o único país que enfrenta problemas com o acúmulo de veículos militares desatualizados. Um dos maiores “cemitérios” do tipo está localizado perto da cidade italiana de Vercelli; há outro na base aérea de Davis-Monthan, no Arizona, onde está situado um dos maiores depósitos de caças de combate obsoletos.

O Ministério da Defesa russo está atento, entretanto, para não repetir os erros do passado. Atualmente, a pasta negocia com os desenvolvedores de armas para que os fabricantes se comprometam a realizar a manutenção de equipamentos durante todo o ciclo de vida dos veículos, incluindo a reciclagem após descarte.

A Alemanha recicla ativamente seus veículos blindados, em amplas instalações, aproveitando o metal e todas as partes que possam sofrer processo de reciclagem.

É lamentável que um país pobre como a Rússia ainda incorra no erro de jogar suas máquinas não mais interessantes aos seus militares no meio da Natureza.

Esses caminhões ZIL-131 são máquinas boas, com algumas dificuldades, mas mesmo assim, robustas e confiáveis. Descartá-las como lixo é uma total falta de gestão administrativa.

Os americanos também incorrem na mesma estupidez, mas eles tem 50% do comércio mundial passando pelos seus portos. Na Alemanha, você compra caminhões americanos M923A2 Big Foot, com 2000-3000 km de uso, em depósitos de sucatas. por algo ao redor de $10.000!

Enfim...

23 de dezembro - Dia da aviação de longo alcance da Força Aérea Russa

A aviação de longo alcance da Força Aérea Russa comemora 103 anos a partir da data da criação. A aviação de longo alcance é originária do esquadrão dos dirigíveis de Ilya Muromets, criada em 23 de dezembro de 1914. Durante os anos da Primeira Guerra Mundial, as equipes do esquadrão realizaram cerca de 400 incursões.

Durante a Grande Guerra Patriótica, a tripulação de voo de bombardeiros de longo alcance fez cerca de 220 mil saídas e lançaram mais de 2 milhões de bombas de aeronaves de vários calibres. Abaixo Petlyakov Pe-8 e Tupolev TB3

No momento, a aviação de longo alcance atualiza bombardeiros de longo alcance Tu-22M3 portadores de mísseis estratégicos Tu-160, Tu-95MS bombardeiros, aviões-tanque IL-78 

 

Forças Armadas da Rússia receberão novos Su-34 em 2018

O Distrito Militar Central russo espera receber, no próximo ano, os seis primeiros caças-bombardeiros Su-34.

De acordo com o vice-comandante das tropas do Distrito Militar Central da Rússia, coronel Yaroslav Roschupkin, o novo lote de caças Su-34, que já demonstraram suas capacidades durante as operações aéreas russas na Síria, deverá entrar em serviço entre janeiro e março de 2018.

"Os seis primeiros aviões deverão entrar em serviço no primeiro trimestre de 2018".

Informa-se que os novos aviões serão deslocados da base militar em Chelyabinsk. 

Neste contexto, o coronel russo destacou que os pilotos "já começaram os preparativos para [pilotar] o caça-bombardeiro multifuncional Su-34" na base do Centro Estatal de treinamentos do Ministério da Defesa russo na cidade de Lipetsk.

Os treinos se prolongarão durante dois meses. Na etapa final, os pilotos mostrarão suas habilidades avançadas em manobras aéreas.

 

Senador: ataque contra base russa na Síria seria impossível sem participação dos EUA

 
 

Os Estados Unidos poderiam ter estado envolvidos no ataque terrorista contra a base russa de Hmeymim, na Síria, afirmou o primeiro vice-presidente do Comitê de Defesa e Segurança do Conselho da Federação Russa (câmara alta do parlamento), Franz Klintsevich.

"Neste caso, tanto faz se se trata de sua participação direita ou, digamos assim, de uma neutralidade benevolente", escreveu o senador no seu Facebook.

 
Segundo Klintsevich, no território sírio controlado por Damasco não há células extremistas. A coalizão internacional, liderada pelos EUA, por sua vez, também declarou a "vitória total" sobre os terroristas. Se é mesmo assim, os militantes não devem ter "força real" na Síria, acredita o senador russo.

 

"É que os EUA, como é costume, faltam à verdade. Não estou afirmando que o ataque contra a base russa de Hmeymim foi realizado diretamente por terroristas a partir das bases militares norte-americanas na Síria, seria […] demasiado grave. Ao mesmo tempo, é muito provável que se trate de militantes preparados e armados pela parte estadunidense", disse o senador.

Na opinião dele, o ataque de militantes confirmou mais uma vez a informação de que os "terroristas do Daesh estão sendo treinados nas bases militares dos EUA na Síria", divulgada pelo Estado-Maior russo.

Em 27 de dezembro, extremistas lançaram mísseis contra o aeroporto de Latakia e contra a base russa em Hmeymim, mas os sistemas de defesa antiaérea Pantsir conseguiram repelir o ataque. A chancelaria russa chamou o ataque de provocação cujo objetivo era frustrar o Congresso para o Diálogo Nacional na Síria.

Preparação para guerra? Rússia reforça defesa na fronteira com Coreia do Norte  

Moscou está reforçando suas unidades militares antiaéreas no Extremo Oriente, substituindo os sistemas de mísseis terra-ar S-300 por S-400 mais eficazes.

Segundo afirma o The National Interest, as tensas relações entre Washington e Pyongyang arriscam se tornar uma guerra real, por isso as iniciativas do Kremlin destinadas para reforçar a sua defesa no Extremo Oriente, parecem bastante racionais. 

Kremlin está reforçando as suas unidades militares no Extremo Oriente do país, onde atualmente operam os sistemas de mísseis S-300 (abaixo), deslocando sistemas de mísseis S-400 Triumph mais potentes e eficientes.  

De acordo com o The National Interest, a substituição foi planejada há muito tempo, mas os S-400 Triumph (abaixo) serão deslocados para a região de Primorie em meio às tensões crescentes na península da Coreia.

Segundo afirma a edição, o Ministério da Defesa russo emitiu uma declaração em que afirma que em 22 de dezembro planeja-se que os S-400 russos entrem em serviço no Extremo Oriente russo. 

"Com base na declaração do Ministério da Defesa [da Rússia] pode-se concluir que se trata da substituição penejada dos S-300 para os novos sistemas", acrescentou o analista militar russo Vasily Kashin, afirmando que não é "o deslocamento de forças adicionais". 

Kashin reconheceu que o deslocamento dos sistemas de mísseis S-400 pode estar ligado com as tensões crescentes na península de Coreia, mas afirmou que é evidente que os russos não deslocam as forças adicionais nesta região. 

Segundo a publicação do The National Interest, a preocupação da Rússia está ligada com o fato de que, no caso de uma guerra entre os EUA e a Coreia do Norte na região, podem ser efetuados ataques ocasionais sobre o território russo. Por isso, a Rússia deve ter uma defesa antiaérea e antimíssil potente para conter quaisquer ameaças. 

As preocupações da Rússia sobre os ocasionais ataques, não se baseiam em informações abstratas, mas em fatos históricos. Durante a Guerra de Coreia, foram tais incidentes que atingiram o território russo com ataques, embora Moscou oficialmente não tenha participado da guerra.

 

Dois pilotos russos morreram como resultado da queda do helicóptero de ataque Mi-24 na Síria. O acidente ocorreu devido a um mau funcionamento técnico, disse o Ministério da Defesa russo.

O helicóptero realizou um voo para o aeródromo de Khama, mas caiu, não atingindo 15 quilômetros até seu destino, informou o FAN .

Ministério da Defesa observou que nenhum impacto de incêndio no helicóptero foi registrado, que não foi disparado - nem do solo, nem do ar. Ao mesmo tempo, um dos tripulantes sobreviveu à queda da aeronave.

"Ao fazer um pouso forçado á 15 km do aeroporto de destino, ambos os pilotos foram mortos. O engenheiro de voo do helicóptero foi ferido e imediatamente evacuado pela equipe de busca e resgate para o aeródromo Khmeimim, onde recebeu a assistência médica necessária, informou o Ministério da Defesa da Federação Russa.

A tragédia ocorreu dia 31 de dezembro de 2017. Agora, as perdas totais das Forças Armadas da Rússia no curso da operação na Síria são 51 pessoas.

No final do ano passado, ouve informação que outro helicóptero Mi-24 do centro de defesa aeroespacial da Federação Russa presumivelmente caiu perto da aldeia de Hoveysis na província síria de Homs. Os militantes do grupo Jabal Sheikh Mujahideen afirmam que "abateram" um helicóptero russo em 4 de novembro de 2017. 

De acordo com outra versão, o motivo da queda do helicóptero foi um mau funcionamento técnico, afirmou o canal  "telegram 4", que está envolvido na revisão das atividades de terroristas no Oriente Médio.

Mi-24 é o helicóptero de ataque mais difundido do mundo - foram produzidos mais de 3.500. Em setembro de 2015, um esquadrão de 12 Mi-24P VKS Rússia foi implantado na Síria na base aérea Khmeimim.

Perdas russas na Síria

Em 10 de outubro de 2017, ocorreu uma tragédia com a participação de uma aeronave doméstica - dois pilotos do bombardeiro Su-24 não tiveram tempo de ejetar e morreram depois que a aeronave rolou além da pista do aeródromo Khmeimim.

Em 2 de outubro, Valery Fedyanin, Coronel do Corpo de Fuzileiros Navais, faleceu das feridas em um hospital em Moscou. Uma mina terrestre explodiu sob o carro onde o oficial russo estava. De acordo com o Ministério da Defesa, o coronel estava envolvido na entrega de ajuda humanitária na província de Khama.

Em 23 de setembro, Valery Asapovtenente-geral do exército russo, morreu de feridas - ele era "oficial de ligação" no posto de comando do exército sírio, atuando como especialista militar e ajudando os comandantes sírios.

Durante a operação para a libertação da cidade de Deir ez Zor, dois soldados do exército russo também morreram sob bombardeios de morteiros dos militantes do Estado islâmico.

O número total de russos que participaram da operação antiterrorista na Síria é de cerca de 50 mil pessoas. Isto foi anunciado em 28 de dezembro pelo presidente russo, Vladimir Putin.

"Em mais de dois anos e meio, cerca de 48 mil de nossos oficiais e soldados participaram da operação na Síria", disse Putin na cerimônia de atribuição de veteranos russos da operação antiterrorista na Síria.

Segundo Putin, "são representantes de praticamente todas as profissões militares: pilotos e marinheiros, militares de forças especiais e policiais militares, especialistas médicos e oficiais de órgãos governamentais".

A guerra terminou, mas as bases permanecem

Durante reunião no Ministério da Defesa russo em 26 de dezembro, o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, anunciou a formação de um grupo permanente de tropas russas nas bases de Tartus e Khmeimim na Síria.

O acordo russo-sírio prevê, em particular, que ao mesmo tempo, 11 navios de guerra russos, incluindo embarcações com uma usina nuclear, podem estar no porto de Tartus.

Dois militares russos morreram após um ataque com morteiros realizado por militantes contra a base aérea de Hmeymim na Síria em 31 de dezembro, informou o Ministério da Defesa da Rússia.

"Na noite de 31 de dezembro, a base aérea de Hmeymim foi atacada por um grupo móvel de militantes, causando a morte de dois militares", diz-se no comunicado do ministério russo. 

Ao mesmo tempo, o ministério descartou as informações da mídia de que os militantes teriam destruído sete aviões russos estacionados em Hmeymim. O grupo de aviação russo na Síria está pronto para combater e continua cumprindo plenamente as suas tarefas, afirma o Ministério da Defesa.

Força Aérea dos EUA ensaia combates aéreos contra aviões russos

empresa privada dos EUA Pride Aircraft importou dois potentes caças Su-27 soviéticos da Ucrânia. Não está claro onde foram parar esses dois aviões, mas recentemente um Su-27 foi visto em exercícios de combate contra um F-16 sobre a base da Força Aérea de Nellis, em Nevada, afirmou Dave Majumdar, colunista da revista National Interest.

O autor sugere que poderia ter sido um dos dois aviões comprados na Ucrânia. Segundo Majumdar, o ex-piloto Gerry Gallop viajou à Ucrânia para ajudar a comprar os dois Su-27 (conhecidos pela OTAN como Flanker) anos atrás. Gallop ficou impressionado com as capacidades da aeronave de construção soviética: o avião era especialmente rápido e atingia grande altitude.

Este não é o único modelo de avião russo adquirido por empresas privadas norte-americanas, observou o jornalista. A companhia Air USA  conseguiu adquirir três versões do MiG-29UB (versão de dois lugares) e é capaz de fornecer uma réplica excepcionalmente autêntica desses aviões.

Os MiG-29 da Air USA  foram importados diretamente de uma antiga república da União Soviética. Todos os aviões estão equipados com peças autênticas fabricadas na URSS, informou a empresa no seu site. Abaixo MiG-29 Fulcrum A 2960520155 (VERMELHO 9) em Quincy IL- EUA

"Os aviões MiG-29 da Air USA são capazes de realizar qualquer missão no ar, oferecendo excelentes oportunidades de treinamento e testes de voo", lê-se no site.

Além disso, a empresa Draken International orgulha-se de ter diferentes aviões soviéticos: de aeronaves de treinamento avançadas a MiG-21.

 "Os aviões construídos pelos soviéticos provavelmente são caros para manter nos EUA. Mas se o empresa estiver disposta a assumir o custo e vender seus serviços à Força Aérea dos EUA, poderia ser um bom negócio", conclui o colunista.

 

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Base aérea russa na Síria repeliu ataque massivo de drones.

O ministério da Defesa da Rússia informou que na noite de 6 de janeiro a base aérea de Hmeymim e a base naval em Tartus, ambas sob administração russa, repeliram um ataque massivo de drones terroristas.

 

"Não há vítimas nem danos ao patrimônio nas instalações militares russas", informou um comunicado do ministério da Defesa. Abaixo As forças russas operam os veículos LEER-2 SIGINT / EW na Síria e Abkhasia. Essas unidades táticas são usadas na vigilância eletrônica, interferência e têm uma função secundária de contra-UAV.

Dez drones estavam se aproximando da base aérea de Hmeymim e mais três da base naval de Tartus. Abaixo exemplo de drone

As divisões de interceptação eletrônica tomaram o controle de seis drones. Três destes foram pousados em um território sob controle fora da base, outros três explodiram ao entrar em contato com o solo.

Cada drone carregava duas pequenas e improvisadas bombas equipadas com fusíveis retirados das bombas de morteiro. Cada bomba tem um único gancho suspenso pelo ejector de carga montado debaixo. Foto: MOD russo

Outros sete drones foram eliminados.

"Sete drones foram eliminados por sistemas de defesa anti-aérea Pantsir-S, que estão em prontidão militar 24 horas por dia", informou o órgão.

O comunicado destaca que a base aérea de Hmeymim e a base naval de Tartus continuam a funcionar normalmente.

No dia 31 de dezembro, após um ataque com morteiros realizado por terroristas, dois militares morreram na base aérea de Hmeymim na Síria.

Coincidências estranhas

O ataque do sábado atacou a base aérea de Khmeimim e a instalação de logística marítima na cidade de Tartus e envolveu tantos como 13 drones de combate. O assalto foi repelido com sucesso pelos sistemas russos de defesa antiaérea e especialistas em guerra eletrônica.

O ministério notou que uma aeronave de reconhecimento Boeing P-8 Poseidon  da Marinha americana estava voando sobre a região entre as bases russas em Latakia e Tartus por mais de 4 horas a uma altitude de 7 mil metros em torno do tempo do ataque dos drones. Uma declaração anterior do Pentágono permitiu que os militares russos "vejam novas coincidências estranhas" em torno do incidente, afirmou.

Foi a primeira vez que os terroristas usaram tecnologia tão sofisticada no conflito, disse o ministério, acrescentando que a avaliação técnica mostrou que o drone poderia ter sido obtido "apenas de um país possuindo tecnologias de ponta".

 

O Ministério da Defesa da Rússia publicou uma nova fotografia dos drones usados por terroristas, que tentaram atacar as bases militares russas em Hmeymim e Tartus.

 
A imagem mostra três drones não danificados de produção manual que foram construídos com placas de madeira compensada. Além disso, é possível observar fragmentos de mais três veículos aéreos. 

Na noite de 6 de janeiro, as bases militares de Hmeymim e de Tartus, na Síria, ambas sob administração russa, repeliram um ataque massivo de drones contra suas instalações.

 

As fotos recentes que aparecem nas mídias sociais atribuídas ao jornalista militar russo Roman Saponkov mostram o que parece ser um avião de ataque Sukhoi Su-24 Fencer danificado por um ataque no início deste mês.

Não foi a "primeira vez que os terroristas usaram massivamente veículos aéreos de combate não tripulados de um tipo de aeronave que foram lançados a uma distância de mais de 50 quilômetros e operados usando coordenadas de navegação por satélite GPS", afirmou o ministro em um comunicado.

Não ouve conformação oficial deste atentado.

Como defender a base aérea russa de Hmeymim de novos ataques inimigos?

A base militar russa de Hmeymim precisa de equipamentos de engenharia adicionais, particularmente, abrigos de cimento armado para os aviões e outros meios aéreos, acredita a editora do jornal do Ministério da Defesa russo, Voin Rossii ("Soldado da Rússia"), coronel Elena Sevastyanova.

Ministério da Defesa russo comunicou que as forças de segurança sírias tinham reforçado a guarda do território adjacente à base após um ataque realizado por um grupo de radicais.

Em particular, o Ministério da Defesa anunciou que em 31 de dezembro de 2017um grupo de terroristas tinha atacado a base com morteiros, em resultado do que morreram 2 militares. Atualmente, estão decorrendo as buscas dos militantes envolvidos na preparação e realização do ataque.

No mesmo dia, a 15 quilômetros do aeródromo de Hama, caiu um helicóptero russo Mi-24. Ambos os pilotos morreram, enquanto um técnico de bordo ficou ferido, tendo sido evacuado a um estabelecimento médico. O ministério explicou que o helicóptero tinha sofrido uma falha técnica.

"A base aérea de Hmeymim em Latakia, na Síria, que antigamente era um aeroporto civil, parece estar precisando de equipamentos adicionais, particularmente, abrigos de concreto armado fechados para os aparelhos aéreos", disse Elena Sevastyanova à Sputnik.

A militar enfatizou que os aviões de ataque devem ficar não em estacionamentos abertos, mas em abrigos de concreto armadofechados que até permitem ativar o motor da aeronave sem sair deles. Isto, por sua vez, "ajuda a defender de forma eficiente uma aeronave, os pilotos e o pessoal técnico da destruição em resultado de um ataque de mísseis ou bomba, de artilharia ou de morteiros".

Elena Sevastyanova especificou que o complexo de mísseis de curto alcance Pantsir-S1, que eliminaram dois mísseis lançados contra Hmeymim pelos terroristas em dezembro de 2017, é ineficiente nas situações relacionadas com ataques de morteiros.

"Os sistemas e complexos de defesa antiaérea não atingem as minas ou munições de artilharia. Em princípio, parece que é possível interceptar até estas munições durante o voo. Mas o melhor é impedir tais ataques com a ajuda de inteligência, inclusive espacial, de aviação e de artilharia", acredita a especialista.

Deste modo, diz a militar russa, é melhor neutralizar os militantes antes que estes implantem suas peças de artilharia de fabrico caseiro a alguns quilômetros da instalação militar russa.

Elena Sevastyanova apontou que os terroristas na Síria provavelmente têm em sua disposição morteiros de calibre entre 82 e 120 mm.

"Não acredito que eles possuam nossos morteiros autopropulsados de 240 mm, Tyulpan, ou seus análogos", acrescentou.

Em dezembro de 2017, o presidente Vladimir Putin anunciou a retirada de uma parte do contingente militar da Síria, mas um grupo da Força Aeroespacial da Rússia permaneceu na base de Hmeymim.

 

 

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