Chegaram os Russos - Perdas russas durante a operação militar na Síria

Fuzileiros navais executam exercícios no mais novo APC (Armored Personnel Carrier) BTR-82A

BTR-82A é uma versão atualizada dos veículos blindados com rodas BTR-80A. Em dezembro de 2008, a Companhia Industrial Militar da Rússia (MIC) já estava testando os protótipos que foram revelados em dezembro de 2009. Em abril de 2010, a indústria de defesa russa começou a comercializar o BTR-82 eo BTR-82A como um programa de modernização.

O poder de fogo do BTR-82A é aumentado pelo uso de um novo módulo de combate unificado com acionamento elétrico armado com um canhão 2A72 de 30 mm acoplado a uma metralhadora de 7,62 mm. A torre está totalmente estabilizada nos dois eixos e equipada com novas vistas. O BTR-82 pode disparar em movimento durante as operações diurnas e noturnas.

Como Moscou responderá a Washington se os EUA atacarem a Síria.

USS Donald Cook (DDG-75) e o USS Porter (DDG-78) foram enviados para Siria, e estão hoje a 300 km da Base da Marinha russa de Tartus na Síria. Se Washington atacar a Síria, a Rússia terá de responder de alguma forma - resta apenas decidir, à força ou não. Mikhail Khodarenok, um colunista militar do Gazety, analisou qual poderia ser a opção de poder para a resposta de Moscou a possíveis ações de Washington.

A principal arma dos dois destróieres americanos são os mísseis marítimos de cruzeiro Tomahawk, com alcance de até 2,5 mil quilômetros. Nas versões convencional e de choque, os navios podem ser equipados com 56 ou 96 desses mísseis, respectivamente.

Se os EUA ainda decidirem atacar as tropas do presidente sírio Bashar Assad, a Rússia se reserva o direito de responder a possíveis ataques dos EUA contra Damasco e seus subúrbios. Como afirmado pelo primeiro vice-ministro da Defesa da Rússia, chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas russas , general do Exército Valery Gerasimov em março de 2018, Moscou terá de responder no caso em que a vida das tropas russas na Síria estará em risco. Abaixo, caças Su-24 russos sobrevoam o USS 'Donald Cook'  em abril de 2014.

Os americanos também devem estar cientes de que estão pressionando a Rússia a usar armas. E a falha por tal variação do desenvolvimento da situação residirá unicamente na Casa Branca.

Se a Rússia escolher uma opção de poder, terá que neutralizar dois destróieres americanos.

Para começar, será necessário usar os recursos EW disponíveis para colocar a interferência de poder avassalador em todas as instalações de rádio-eletrônicas dos navios americanos - isto é, para cegá-los completamente. Já existe uma experiência semelhante com as Forças Armadas russas. 

Em 10 de abril de 2014, o mesmo Donald Cook entrou no Mar Negro, onde bombardeiros russo Su-24 com um conjunto de aparelho EW "Khibiny" provocou interferência de tal poder que "fritou" todo o equipamento eletronico a bordo. Abaixo, video filmado a bordo do USS Donald Cook 

Talvez abatam uns mísseis, os russos vão testar suas defesas, os americanos vão aproveitar para ver o que deu errado e corrigir, não passaria disso. Os dois tem linha direta na Síria para evitar erros, certa vez quando os americanos iam atacar uma coluna de veículos ouviram conversas em russo no rádio, e confirmando com os militares russos esses informaram que não eram soldados russos e sim mercenários russos e puderam prosseguir o ataque normalmente.

Tanto Putin e Trump são políticos e protegem seus interesses na medida do que podem e não vão entrar em uma guerra nuclear pela Síria, os russos estão acuados politicamente e pela crescente presença da Otan então tem mostrar os dentes para não parecer fraco, Trump , um grande babaca, mostra os dentes também mas não tá nem aí com os sírios na verdade.

Digno de nota é o apoio irrestrito de Moscou aos ataques com as armas químicas, nem se dando o trabalho de investigar, parece aquele pai que sempre protege o filho delinquente por mais que ele saiba e por pior que ele faça. Até a China aprovou sanções contra a Coréia do Norte pois achou que o gordinho estava passando dos limites , mas Moscou continua apoiando ações que são moralmente  indefensáveis. Já passou da hora de puxar a orelha do ditador sírio, a letargia russa quanto a isso está pegando muito mal no mundo todo.

Abraços

 

 

Alexandre Oliveira posted:

Talvez abatam uns mísseis, os russos vão testar suas defesas, os americanos vão aproveitar para ver o que deu errado e corrigir, não passaria disso. Os dois tem linha direta na Síria para evitar erros, certa vez quando os americanos iam atacar uma coluna de veículos ouviram conversas em russo no rádio, e confirmando com os militares russos esses informaram que não eram soldados russos e sim mercenários russos e puderam prosseguir o ataque normalmente.

Tanto Putin e Trump são políticos e protegem seus interesses na medida do que podem e não vão entrar em uma guerra nuclear pela Síria, os russos estão acuados politicamente e pela crescente presença da Otan então tem mostrar os dentes para não parecer fraco, Trump , um grande babaca, mostra os dentes também mas não tá nem aí com os sírios na verdade.

Digno de nota é o apoio irrestrito de Moscou aos ataques com as armas químicas, nem se dando o trabalho de investigar, parece aquele pai que sempre protege o filho delinquente por mais que ele saiba e por pior que ele faça. Até a China aprovou sanções contra a Coréia do Norte pois achou que o gordinho estava passando dos limites , mas Moscou continua apoiando ações que são moralmente  indefensáveis. Já passou da hora de puxar a orelha do ditador sírio, a letargia russa quanto a isso está pegando muito mal no mundo todo.

Abraços

 

 

Alexandre

Concordo com você, apenas bravatas, e ambos os lados buscam neste momento testar ataques, defesas e outros equipamentos.

Mas, sem entrar no mérito, este caso de arma química está muito mal explicado, certamente é uma atrocidade, pois mesmo na guerra existem regras, e armas químicas são abomináveis. Mas Assad lançar estas armas, é dar um tiro no próprio pé, pois com certeza ele perderia apoio da Russia. Vamos aguardar.

Neste momento o que chama atenção mesmo, é a adesão da China, que enviou seus navios do Mediterrâneo para ficar ao lado da Rússia em Tartus.

Vamos aguardar para saber que outros equipamentos veremos em ação, o que não pode em nenhuma hipótese e é arma química.

Abraços

Leandro Castro

P.S. Enquanto isto, fica abaixo dica para diorama 

Aeronave Boeing E-4b americana apelidada de 'Dia do Juízo Final' está em pleno voo 

A aeronave Boeing E-4b foi apelidada de "Dia do Juízo Final" uma vez que pode ser usada como posto de comando em situação de conflito nuclear, se as estruturas terrestres de controle forem destruídas ou danificadas.

A aeronave pode permanecer em voo durante uma semana inteira com reabastecimento aéreo. O equipamento, instalado na E-4B, é protegido contra danos de uma possível explosão nuclear.  

Informações sobre por que o avião encontra-se em voo ainda não foram divulgadas. Conforme relatado anteriormente pela mídia, o avião E-4B acompanha o presidente norte-americano durante algumas viagens internacionais, como um ajudante de uma "mala nuclear"

Posto de Comando Aéreo Avançado Boeing E-4 , com o nome de projeto "Nightwatch". é um comando estratégico e controle de aeronaves militares operadas pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF). 

A série E-4 foi especialmente modificada a partir do Boeing 747-200B para o programa National Emergency Airborne Command Post ( NEACP . O E-4 serve como um posto de comando móvel para a Autoridade Nacional de Comando, ou seja, o Presidente dos Estados Unidos, o Secretário de Defesa e sucessores. 

Os quatro E-4Bs são operados pelo1º Esquadrão de Comando e Controle Aerotransportado do 595º Grupo de Comando e Controle localizado na Base Aérea de Offutt , perto de Omaha, Nebraska. Um E-4B quando em ação é denotado como "National Airborne Operations Center".










Leandro.

A presença chinesa é reflexo da política do Trump, desde sua campanha ele dizia que o problema americano era a China e as crescentes medidas de mercado contra os chineses somadas ao problema da pretensão chinesa de ser a dona de todo o mar do sul da China só pioraram a situação. Agora que tem muito chinês que aposta que em um conflito russo e americano seu país é que emergirá como a maior potência. Isso do ponto de vista militar e político , já do ponto de vista econômico eles sabem que são os americanos seus maiores parceiros. Pessoalmente acho que é mais um que faz questão mostrar que sabe rosnar.

Rapaz ! Eu ia comprar uma TV nova hoje em n vezes na promoção, mas acho melhor esperar o E-4 pousar primeiro, vá lá que comece uma guerra nuclear, já seria péssimo, pior ficar olhando uma TV que não funciona .

Para não perder o foco eu comprei essa conversão e pretendo montar essa trozoba ,quando não sei .

Abraço.

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Ataque contra Síria é uma questão de tempo, mas EUA avisarão Rússia, opina analista

A tensão em torno da situação na Síria cresce a cada dia. Após o tweet polêmico de Trump, onde ele diz para que a Rússia se prepare e fala dos seus mísseis "bons, novos e inteligentes", o mundo inteiro está esperando pelo desenvolvimento da situação.

Para o analista militar sérvio Miroslav Lazanski, o ataque dos EUA contra a Síria é uma questão de tempo, mesmo levando em consideração que Washington não dispõe de provas do uso de armas químicas em Douma.

Segundo Lazanski, agora o presidente Trump simplesmente não tem outra opção, já que qualquer tentativa de evitar o "cenário de mísseis" será percebida como uma fraqueza e abalará sua posição em Washington.

Por enquanto não está claro se Trump escolherá a opção de operação limitada (de acordo com o modelo do ataque contra a base de Shayrat) ou se realizará um ataque em massa contra vários objetivos para mostrar sua firmeza. O caráter do ataque também depende de até que ponto Washington considerará sérias as advertências de Moscou sobre inadmissibilidade de uma agressão contra a Síria.

Que armas podem EUA e Rússia usar em caso de confrontação na Síria?

A tensão em torno a Síria cresce diariamente. Os Estados Unidos enviam navios de guerra para o Mediterrâneo, ao mesmo tempo que a mídia alerta sobre possíveis ataques aéreos na área.

A Rússia, por sua vez, não pretende usar a força, mas Moscou está pronta a considerar várias respostas, inclusive militares, caso a parte norte-americana decida atacar. O colunista do The National Interest Dave Majumdar faz uma previsão quanto às armas que cada lado pode usar se a situação atingir um ponto crítico.

Os EUA, em caso do ataque contra a Síria, podem usar mísseis de cruzeiro Tomahawk e AGM-86 que, como destaca o autor, seriam capazes de superar os sistemas de defesa antimíssil russos S-300 e S-400 implantados na Síria. 

Além disso, o Pentágono tem à sua disposição bombardeiros B-2 Spirit e caças furtivos F-22 Raptor que, no entanto, podem ser detectados pelos meios de defesa antiaérea russos.

A Rússia, por sua vez, pode responder atacando bases dos EUA e seus aliados. Para isso, poderia usar mísseis de cruzeiro Kh-101 transportados por bombardeiros estratégicos Tu-95 e Tu-160, bem como mísseis Kalibr de baseamento marítimo.

Antes, a mídia havia informado sobre o envio de um grupo aeronaval norte-americano ao mar Mediterrâneo, cujos navios estão equipados com dezenas de mísseis Tomahawk. 

 

Exercícios conjuntos de pára-quedistas da Rússia e da Bielorrússia na região de Brest

 realizaram exercício conjunto de reconhecimento aéreo usando sistemas aéreos não tripulados bielorrussos, os batedores dos dois países descobriram uma base de formações armadas ilegais convencionais.

Pára-quedistas russos e bielorrussos acertam o alvos com  obus D-30 120mm e apoio de helicópteros Mi-8 da Força Aérea da República da Bielorrússia, em seguida, realizam uma varredura convencional da aldeia sob a cobertura de BTR-80 e atiradores de elite da Bielorrússia.

A cerimônia oficial de encerramento dos exercícios conjuntos será realizada em 12 de abril no campo de treinamento de Brest.











Bom dia.

A China, nesse momento, pode enviar navios ao Mediterrâneo mas, em hipótese alguma, irá tomar partido num hipotético confronto armado entre EUA e Rússia.

O motivo é bem simples, apesar de ainda pouco conhecido atualmente.

Após inundarem o mundo, principalmente os EUA, com seu produtos, ruins ou não, eles produzem divisas, a China está solapando a base russa na Ásia Central, inicialmente, com os tratados de compra de petróleo e trigo do Cazaquistão, há alguns anos.

O passo seguinte foi, aproveitando a sua influência e estabilidade no país, mais o seu poder econômico, firmar novos tratados em infraestrutura com os outros países da área (Uzbequistão, Quirquistão, Tajiquistão e Turcomenistão).

A China estava criando o que seu presidente Xi Jinping denominou, pela primeira vez, num discurso em Astana, em 2013, o Economic Belt, a ser construído ao longo da antiga Rota da Seda.

Com esse pensamento macro, dinheiro, vontade política e a parceria dos países da área, a China pode projetar, executar e estar em vias de concluir uma autoestrada de 10.000 km de extensão que levará seus produtos desde as suas fábricas, na China central até a Alemanha, passando pelos países acima, mais um trecho dentro da própria Rússia, numa concessão perigosa de Putin, pelas implicações estratégicas e políticas.

Hoje, já existe uma ferrovia, que não passa pelo território russo (alternativa à rodovia, na verdade, um plano B chinês) que transporta 1000 containers por dia para à Europa (diga-se Alemanha), em 16 dias, ao invés das 8 semanas que os enormes porta-containers (não tão grandes pois não passariam pelo Canal de Suez) levam, via Mar da China, Estreito de Malaca, Índico, Canal do Suez e Rotterdam.

Ao colocar alternativas logísticas ao seu comércio exterior, a China alivia as pressões nas suas disputas fronteiriças, físicas e políticas, com Coréia do Norte, Tajiquistão, Índia, Vietnam e Japão. Com a Rússia, essas disputas foram resolvidas com o Tratado de Boa Vizinhança e Cooperação Amistosa assinado em 2001.

O projeto todo, tanto terrestre quanto marítimo, custará à China um investimento de US$4-8 trilhões. É muito dinheiro para arriscar com as miopias políticas e econômicas de Putin e Trump.

 

Nesse imenso jogo estratégico e comercial, quem acabou se ferrando foi o Egito que, apesar da duplicação do Canal de Suez, verá diminuir a tonelagem/ano com a significativa ausência de cargas chinesas e também a Grécia que estava com a forte esperança de se transformar em um gigantesco centro de distribuição de bens chineses vindos por via marítima e agora verá grande parte desses bens passarem, via férrea, "lá por cima".

É por isso e muito, muito mais que a China praticamente entronizou o presidente Xi Jinping no cargo de presidente da República chinesa visando dar estabilidade política e unidade à cúpula diretiva do partido comunista.

Os desafios internos e externos da China no futuro são muito grandes. Com o segundo orçamento militar, segundo alguns analistas, o primeiro segundo outros, é, porém, na diplomacia e no uso das suas imensas reserva monetárias que a China planeja firmar-se como a maior economia do mundo até, talvez, 2030.

 

Por outro lado, essa situação na Síria esta sendo usada pelo países ocidentais, em especial os Estados Unidos, e alguns países do Oriente Média, Arábia Saudita à frente, para desgastar a combalida economia russa.

Fizeram isso na Guerra Fria. Para dar "segurança à Europa", os americanos criaram um cinturão armado ao redor do Pacto de Varsóvia, que procurou, capitaneado pela então USSR, ir em busca de novos armamentos, novas estratégias, novos desafios militares, destruindo as suas economias e até hoje sem recuperar-se totalmente.

E aí o tolo e perigoso Putin resolve tornar-se um novo Stálin, o paizinho de todos os russos, e recriar a grandeza territorial dos tempos mais negros da história russa...

Com o preço do óleo baixo e a comercialização das suas riquezas naturais tendo que arcar com grande parte do orçamento público russo, inclusive militar, as coisas estão se encaminhando rapidamente para uma encruzilhada que, independente do caminho seguido, irá dar ao povo russo muita dor e sofrimento. Mais uma vez...

Esperemos que tudo não passe apenas da morte de alguns sírios gazeados miseravelmente como ratos nos desertos áridos de um país perdido num canto qualquer do tabuleiro geopolítico do mundo.

Quem viver...verá.

Abs.

UB32 Rocket Launcher e Foguete S-5

S-5 ( OTAN ARS-57  é uma arma de foguete desenvolvida pela Força Aérea Soviética e usada por aeronaves militares contra alvos terrestres. Está em serviço com a Força Aérea Russa e vários clientes de exportação.

Cada foguete tem cerca de 1,4 metro de comprimento e pesa cerca de 5 kg, dependendo da ogiva e do defletor. O alcance é de 3 a 4 quilômetros (1,9 a 2,6 milhas).

Lançador UB-32

  • foguetes: 32
  • comprimento × diâmetro: 2,080 × 481 mm
  • peso, vazio: 103 kg
  • peso, carregado: 264 kg
  • aeronaves: MiG-21 , MiG-23 , MiG-27 , Su-7 , Su-17/20/22 , Su-25 , Mi-17 , Mi-24

O Emprego Improvisado de Foguetes S-5 e do UB-32 Rocket Launcher em Guerra Terrestre, um exemplo foi a guerra civil afegã no  final dos anos 90 e início dos anos 2000 e na Libya, onde pode ser visto ainda hoje.

Abaixo, o UB-16-57 rocket launcher, também muito utilizado por civis.

Muitos artefatos, incluindo foguetes são produzidos clandestinamente por rebeldes Líbios e outros , reciclando elementos explosivos.

 

O inimaginável; O presidente dos EUA, Donald Trump, deu ordens para ataques aéreos de precisão na Síria.

As Forças Armadas dos EUA consideram oito alvos como alvos para ataques na Síria, incluindo aeródromos militares e empresas supostamente relacionadas à produção de armas químicas, informou a CNBC. Provavelmente, isso não é mais do que uma versão de jornalistas americanos. 

Aparentemente, para começar, a liderança político-militar dos Estados Unidos pretende punir as primeiras pessoas da Síria pela suposta decisão de usar armas químicas.

Essa lista certamente inclui Bashar Assad , seu círculo íntimo, os chefes do departamento militar e o estado-maior geral das forças armadas da Síria.

Não se descarta o uso da chamada "mãe de todas as bombas", que é a aeronave mais poderosa Força Aérea dos EUA equipada com sistema de orientação por satélite, que pesa 9500 kg.

A questão mais importante - se a sofrer sob o estresse das Forças Armadas dos EUA dos soldados russos, mesmo se o bombardeio objetos serão selecionados com base na distância máxima dos principais pontos do grupo deslocamento de nossas tropas na Síria - base aérea "Hmeymim" e HMB "Tartus"?


Informações que bombardeiros TU-160 e Tu-95 estão no ar em direção a Síria, escoltados por Su-27, que farão revesamento até o destino, a rota não foi informada, mas certamente estão portando os misseis Kn-101 que podem neutralizar navios e porta aviões.

A defesa litorânea no porto de  "Tartus" e Base aérea de "Hmeymim" , feita por sistemas S-400, Bastion (complexo e defesa costeira) e Pantsir-S1 (sistema de defensa antiaérea), estão em alerta total.

Dois aviões Beriev A-50 decolaram da Base aérea de "Hmeymim".

Seria tudo mais fácil se ao invés de apoiar e financiar ditadores megalomanos, assassinos e genocidas, os russos deixassem de pensar somente no lucro com o fornecimento de armamentos e ganhos políticos regionais, fomento a instabilidade, e tomassem medidas que realmente fossem uteis ao povo sírio, e ao equilíbrio e pacificação da região...

Outro fato e que, se não estão os mesmos envonvidos no apoio a produção e dispersão dessas armas quimicas, não tem a temer que pessoal seu seja atingido nos ataques a alvos envolvidos com esse problema, certo?

Não gosto da ação do Trump, e preferiria ver todo mundo ter um pouco de senso e resolver o problema proativamente, sem mais violencia, risco e destruição...mas as vezes a cara de pau do governo russo e extrema...ou eles acham que com todos os meios de inteligencia de que dispões os americanos hoje em dia eles não tem como saber de todo esse envolvimento deles com essa política nojenta e cruel do Presidente Sírio em relação a sua própria população?

Vale lembrar que esses ataques não são, como os anteriores, unilaterais por parte dos E.U.A, mas um ataque de coalizão, com a participação de Inglaterra e França...que não estariam se envolvendo nesse barril de pólvora se não tivessem sinais e provas concretas de que a coisa está acontecendo...

Só espero que o bom senso fale mais alto do que o endeusamento da industria militar de ambos os países, e que tanto um idiota quanto o outro (Putin e Trump) não sejam capazes de envolver seus povos e nações numa guerra em que além de nenhum dos dois ganhar, pode por a perder o resto do mundo!

Esperemos e oremos para que assim seja...

Edilson 

Bem, a pergunta é porque as defesas russas não foram acionadas ? os mísseis disparados foram sírios e não os russos. Se o tivessem feito a coisa poderia ter mudado.

Oras, os  russos sabiam do ataque americano e sabiam da sua curta extensão, de modo que ele não interferiria no curso da guerra, que é o que interessa para o Putin, e então se é um ataque pontual não havia razão para se envolver, retaliar e ver a coisa aumentar de  proporção , o que poderia ocorrer se os mísseis russos derrubassem aviões dos EUA e aliados. E os americanos já disseram que vai ficar só nisso e que a intenção não era o Assad e sim alguns alvos militares Também sabiam que não tinham russos onde as bombas caíram. Os russos já deram sua resposta quase padrão nas relações internacionais,, e a vida segue.

O único fato de relevância nisso tudo é que os zoropeus mandaram um recado que continuam aliados dos EUA apesar das besteiras e c#g@das do Trump, talvez o Putin não contasse com isso.

Resumindo todos rosnam e deixam o outro rosnar.

Espero estar certo, vamos aguardar.

Sistema de defesa antiaérea sírio interceptou 71 de 103 mísseis lançados pela coalizão.

"Segundo as informações disponíveis, foram lançados 103 mísseis de cruzeiro, incluindo Tomahawk de baseamento naval, e bombas de fragmentação guiadas GBU-38 a partir de aviões B-1B. Aviões F-15 e F-16 usaram mísseis ar-terra. Os aviões Tornado da Força Aérea do Reino Unido lançaram oito mísseis Scalp EG", afirmou o chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas.

Além disso, a entidade informou que os sistemas de defesa antiaérea russos estavam acompanhando os lançamentos de mísseis de cruzeiro contra o território sírio. Abaixo consequências do ataque.

"Os sistemas de defesa antiaérea russos estiveram acompanhando e controlando todos os lançamentos de mísseis, tanto de portadores navais como aéreos dos EUA e do Reino Unido", informou o chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, Sergei Rudskoi.

CASTR0 posted:

Reino Unido exibe aviões que atacaram Damasco nesta noite

Os Tornados da RAF lançaram mísseis Storm Shadow contra instalações de armas químicas do regime a 15 milhas (24 quilômetros) ao oeste de Homs, Síria.

Link para decolagem dos Tornados da RAF 

As primeiras informações falam de quatro (4), repito, quatro (4) Tornados ingleses que lançaram 8 mísseis e se constituíram na totalidade do esforço de guerra inglês.

É como eu postei. Uma reunião do clube dos esfarrapados...

105 mísseis e 3 alvos: Armas e Equipamentos utilizados no ataque conjunto de EUA, Reino Unido e França contra a Síria

 

Navios no Mar Vermelho

  • Cruzador USS Monterey (CG-61) (Ticonderoga-class) - 30 mísseis Tomahawk

  • Destroyer  USS Laboon (DDG-58) (Arleigh Burke-class)   - 7 mísseis Tomahawk

 

Navio no Golfo Pérsico

  •  Destroyer USS Higgins (DDG-76) (Arleigh Burke-class) - 23 mísseis Tomahawk

 

Navios no Mediterrâneo

  • Fragata francesa Classe Aquitaine  - 3 mísseis SCALP

  • Submarino nuclear classe Virginia USS John Warner (SSN-785) - 6 mísseis Tomahawk

 

 

Pelo ar

  • Bombardeiro estratégico pesado supersônico B1 Lancer (EUA) - 19 mísseis ar-terra

  • Tornado GR4 e Eurofighter Typhoon (Reino Unido) - 8 mísseis Storm Shadow

  • Dassault Rafale  e Dassault-Breguet Mirage 2000D (França) - 9 mísseis SCALP

 

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Artigo do The Guardian agora de madrugada:

" The US, British and French jets that took off from the British base in Akrotiri in Cyprus, France, the Mediterranean and perhaps other bases in the Middle East never came close to the Russian or Syrian air defence systems.

The cruise missiles fired by the US B1-B Lancer heavy bombers, French Rafales and UK Tornados GR4s – as well as from frigates in the Mediterranean – were among the world’s most modern. They had ranges of hundreds of kilometres, designed to be fired from a distance to avoid the risk of aircraft being targeted by Syria’s largely Soviet-era anti-aircraft missile systems."

e

For its part, Russia earlier this year deployed its most advanced fighter jet to Syria, the stealth-capable Su-57, which is a fifth-generation, multi-role combat jet.

What seems almost certain is that the war in Syria will grind bloodily on, becoming more complicated than ever. The biggest victims – as they have always been – will be Syria’s own citizens.

"Full of sound and fury – contrary to Donald Trump’s “mission accomplished” tweet – the strikes may not signify much in Syria’s wider war."

 

Duas deduções que se pode fazer a partir dessa notícia:

A primeira é que as duas atuais superpotências acertaram tudo antecipadamente, para evitar que seus soldados sofressem algum tipo de risco.  Qualquer possibilidade de risco. O paradoxo é que vão haver muitas medalhas distribuídas aos heroicos pilotos e marinheiros da grande nação do norte.

A outra é que esse pobre país chamado Síria é e continuará sendo um grande campo de provas para armamentos sofisticados em planejamento ou já em produção pelos interessados na continuidade da guerra civil.

Quem viver... verá.

Abs.

O que mais espanta nesse wargame executado é que TODOS os países envolvidos, sem exceção, estão com gravíssimos problemas internos, necessitando de muito dinheiro e trabalho para amenizar a situação.

Não sou ingênuo em falar de necessidade de se investir esses US$50 milhões disparados ontem contra a pobre Síria na área da saúde, segurança e educação, como os tolos brasileiros repetem, como mantra, sempre que perguntados ou pesquisados. Os países envolvidos tem outras prioridades que estão deixando à desejar, senão vejamos:

EUA - Está com a sua infraestrutura (pontes, rodovias, sistema hídrico) em frangalhos, necessitando investimentos gigantescos. Seu sistema fiscal e bancário anda brincando novamente com o abismo e tem hoje mais da metade da população vivendo na zona de pobreza ou nas suas proximidades;

Inglaterra - Tem problemas gravíssimos na área da Assistência Social, seu NHS está literalmente falido, sua estrutura industrial precisa de grandes investimentos e atualização e, por conta do Brexit, tudo isso vai se agravar ainda mais se não fizer um saída suave e adequada do EU;

França - problemas internos sociais e de modernização do Estado são retardados na sua solução ou, pelo menos, na sua suavização, pela domínio dos sindicatos que, a semelhança daqui, não entenderam que o mundo mudou e muito, precisando com urgência adequarem-se, trabalhadores, patrões e Estado, a esses novos tempos e as suas exigências;

Rússia - o mais problemático e, paradoxalmente, o mais ativo no galinheiro. Sistematicamente saqueado pelas quadrilhas instaladas no poder, navega na incompetência, na corrupção e na falta de objetivos, dilapidando suas riquezas naturais em projetos mirabolantes ou apenas em roubalheiras. As intenções do Little Caesar de voltar a um novo império russo esbarra na incompreensão do tolo de, entre tantas coisas que ele  não compreende, que as nações que outrora foram submetidas pela força agora tem novos objetivos, necessidades e amizades. Para descarregar as tensões e energia acumuladas nos quartéis, dirigiu a atenção do urso para a hoje pobre e destruída Síria, que é bem mais palatável que a Ucrânia e a sua Criméia.

 

Esperta foi a Alemanha que deu oratória de apoio e nada mais. Merkel é, sem dúvida, a melhor liderança européia, no momento, não aceitando mais pacificamente a prepotência e arrogância americana.

Bom, quem viver... verá.

O armamento que salvou Damasco dos mísseis americanos

A defesa aérea da Síria interceptou 71 dos 103 mísseis lançados pelos Estados Unidos e seus aliados na madrugada de 14 de abril. Especialistas russos explicam como os sírios alcançaram tal sucesso e que papel desempenhou a Rússia nisso.

A principal força de defesa foi o novo sistema de mísseis 9K317 Buk-M2 que a Síria comprou à Rússia pouco antes da guerra.

Aleksandr Luzan, ex-comandante adjunto da defesa aérea das Forças Armadas da Rússia, conhece bem as capacidades da defesa aérea da Síria. Abaixo, sistema de mísseis russo Buk-M2E

Sistema de mísseis russo Buk-M2E

"Além de sua plataforma de fogo multicanal autopropulsada, o Buk-M2 tem um radar equipado com uma antena que se eleva a 22,5 metros de altura em dois minutos. Isto amplia a zona de cobertura, sendo capaz de detectar mísseis de cruzeiro que operam a altitudes extremamente baixas.

Se outros sistemas de defesa aérea, que não contam com uma antena tão alta, podem disparar contra um míssil de cruzeiro voando a uma altitude de 15 metros em um raio entre 12 e 15 quilômetros, o Buk-M2 pode disparar a uma distância entre 40 e 42 quilômetros", detalhou o militar ao jornal russo Vzglyad.

 
O especialista também destacou que "enquanto os mísseis de cruzeiro se aproximam do alvo, o Buk-M2 pode realizar vários ciclos de disparos".

Cada um destes sistemas pode atacar simultaneamente quatro alvos diferentes. Cada divisão dispõe de seis unidades e radares. Em um ataque, uma divisão é capaz de derrubar até 24 mísseis de cruzeiro ou até 30-40 mísseis se estão em frente, explicou Luzan.

Além destes sistemas, a Síria comprou à Rússia vários sistemas Pantsir-S1. Este não possui uma antena tão elevada, mas tem um tempo de reação curto, por isso consegue neutralizar um míssil de cruzeiro a curta distância. De acordo com Luzan, os Buk-M2 e os Pantsir-S1 foram os principais meios que permitiram destruir os mísseis inimigos.

 

O número de mísseis interceptados pelos sistemas sírios não é simplesmente alto, mas fantástico, afirmou o ex-comandante do 4º exército da Força Aérea russa, Valery Gorbenko.

"A eficiência do ataque [da coalização ocidental] não foi muito alta", opinou Gorbenko.

Um sistema de defesa aérea é considerado forte se consegue interceptar mais de 60% dos alvos, recordou Luzan, por isso o resultado dos sistemas sírios é de aplaudir.

O ex-comandante sublinhou que um nível de eficiência tão alto foi atingido graças à Rússia, que ajudou Damasco a reconstruir seus sistemas de defesa antimíssil. Os programas de treinamento realizados por instrutores russos também desempenharam um papel importante, acrescentou. 

Como assinalam os analistas do Vzglyad, os EUA não consideraram os sistemas de defesa aérea como alvo, embora em um conflito real estes sistemas sejam o alvo número um.

Segundo Luzan, Washington e aliados apenas fizeram um "grande barulho" e não é a primeira vez que isso acontece.

"Já antes teve lugar um ataque contra um aeródromo sírio. Naquela vez, lançaram 58 Tomahawk, 38 dos quais foram derrubados. Os que atingiram o aeródromo não causaram danos sérios, pois no dia seguinte os aviões começaram a decolar desse mesmo aeródromo. Por isso, desta vez o objetivo também foi propagandista." 


 
Durante o bombardeio noturno na Síria, a Força Aeroespacial russa também obteve uma experiência muito valiosa. Os sistemas russos S-300 e S-400 deslocados na Síria detectaram e seguiram os mísseis ocidentais, recolhendo informações para análise e estudo posterior.

S-300 durante um ensaio de treinamento

"Os exercícios militares e, em especial, as operações militares reais sempre são úteis do ponto de vista informativo […] Disso podemos concluir que é preciso aperfeiçoar o sistema de reconhecimento dos meios de ataque aéreo. Precisamos de criar um espaço comum de gerência da informação. Nesse caso, nenhumas surpresas serão ameaças", concluiu o militar. Abaixo cobertura operacional do  sistemas russo S-400.

CASTR0 posted:

Alexandre

Pão com mortadela na sombra de um Vulcan , isto é para poucos... Alias, não sabia de outra visita do Vulcan ao Brasil, lembro apenas de um acidente onde ouve pane seca. 

Pesquisei e achei uma e outra foto do 1º Salão Aeroespacial em São Jose dos Campos - 1973 para matar saudade.

Pelo jeito, foi o "1º" e único... 

Jet

Armando Vieira posted:

O difícil é saber que está mentindo mais nessa história. Os russos afirmam que abateram mais de 70 dos 105 mísseis lançados. Já os americanos afirmam que todos os 105 atingiram os alvos. Não acredito em nenhum dos dois. Como em toda guerra, ambos os lados querem se afirmar.

Abraços

Muita propaganda ,com certeza alguns foram abatidos mas não na quantidade que a Rússia e a Síria querem fazer o mundo crer.

Se eh que para estes alvos um ou 2 mísseis já seriam suficientes para dizimar tudo, penso eu.

Fato é que os objetivos à primeira vista foram atingidos.

 

Vamos ao que se sabe no momento.. 

Segundo o Pentágono, armas químicas teriam sido fabricadas na instalação atingida mostrada no vídeo abaixo.   Os moradores e estudantes locais alegam que o instituto de pesquisa estava envolvido em pesquisa científica, e observando melhor os descombros, não é possível ver nenhum equipamento, maquinário ou dispositivos que são comuns a uma industria "de transformação química", sequer envólucros para armazenar produto o final, mas o que se observa se parece mais com escritórios.

Os moradores confirmam que ali funcionava uma instalação farmacêutica usada para produzir medicamentos contra o câncer.

O Exército sírio no dia 13 descobriu e divulgou no mesmo dia uma instalação em Ghouta Oriental usada para fabricar armas bioquímicas tóxicas, informou a Agência de Notícias Árabe Síria (SANA), e a fonte militar explicou que foram encontrados cloro, roupas especiais,  ampolas para misturar substâncias e projéteis de 60 mm, 80 mm e 180 mm, lançadores dos gases, que estavam localizados na instalação improvisada, vídeo abaixo.

No mesmo dia 13 a Organização para a Proibição das Armas Química (OPAQ) foi proibida pelos EUA de ir para Síria verificar.

As agencias de noticias dizem  existir provas de que o suposto incidente químico na cidade síria de Douma em 7 de abril foi um "ataque forjado", pois especialistas não encontraram "nenhuma evidência do lançamento dos gases" que fundamentasse as alegações sobre o suposto ataque químico. Abaixo mascaras e roupas achadas dia 13 em Ghouta.

Deste suposto ataque químico, foi divulgado um vídeo da Defesa Civil Síria, mais conhecida como "Capacetes Brancos", que faz propaganda para os militantes islâmicos na Síria. Este grupo busca atrair a intervenção militar estrangeira para ajudar os militantes em sua busca para estabelecer a "lei Sharia" em definitivo na região.

O uso de armas químicas e um crime imperdoável, mas já vimos este mesmo subterfugioso ser usado antes como pretexto para lançar um ataque.

Tudo não passa de uma grande encenação e devemos aguardar seus desdobramentos.

Olha não sou fã dos russos,mas os Estados Unidos há muito tempo vem forjando evidencias para usar seu arsenal,tanto democratas como Republicanos.Algumas análises indicam que o atual governante da Siria com a ajuda russa em pouco tempo vai acabar com  seus inimigos e o Ocidente não quer isto ,principalmente a Europa por fornecimento de gás e petroleo hoje entregue pelos russos e que se houvessse dutos pelo terrritorio sirio seriam trazidos da arabia do Iraque e ai quebraria a perna dos russos.Portanto o que ocorreu foi uma grande demonstração de força em cima de alvos fakes, a Russia nem perdeu   tempo em reagir e de quebra deve ter monitorado e observado todos os lançamentos como aprendizado.Quem sofre como de costume é o povo e os mais pobres.

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