Chegaram os Russos - Rússia lança o novo Submarino "Knyaz Vladimir"

Durante as últimas duas décadas, o míssil balístico intercontinental Topol-M foi o pilar da Forças Estratégica de Mísseis da Rússia. No entanto, há poucas imagens do lançamento dessa temível arma.

O RS-12M2, mais conhecido como Topol-M na Rússia, ou SS-27 Sickle B de acordo com a OTAN, é o primeiro míssil balístico intercontinental cujo desenvolvimento foi concluído já após a dissolução da União Soviética.

No total, foram realizados 17 lançamentos de teste deste míssil, entre eles quatro de base móvel. O Ministério da Defesa russa publicou um vídeo destes lançamentos.


Filmado durante um teste em 2015, este vídeo dá uma visão detalhada do processo de lançamento. 

O Topol-M é o míssil de três estágios, com um alcance de 11.000 quilômetros, e é capaz de levar ogivas nucleares com uma potência equivalente a um milhão de toneladas de TNT ou ogivas manobráveis de 500 quilos. Cada míssil porta também entre 15 e 20 "ogivas falsas" para enganar os sistemas antimísseis de um inimigo. 
Os Topol-M estão equipados com uma única ogiva nuclear monolítica que pode ser substituída por uma separável: os assim chamados "veículos de reentrada múltipla e independente".

Estima-se que, após desenvolver as ogivas deste tipo, o Ministério da Defesa russo terminou a produção dos Topol-M, para produzir o novo míssil RS-24 Yars, seu sucessor modernizado. 

Não obstante seu período de serviço útil ter chegado ao fim, os Topol-M continuarão defendendo a soberania da Rússia. Para além disso, já existem planos de usar esses mísseis para colocar satélites no espaço, tal como faziam as gerações anteriores de mísseis intercontinentais soviéticos e russos.

Um dos mais recentes caças T-50 russos revelou uma nova camuflagem nunca antes vista. De acordo com as fotos divulgadas nas redes sociais russas, se trata da variante de uma camuflagem "digital" com pixels.

A aeronave que exibiu a nova camuflagem é o nono T-50 do lote de ensaio. Especificamente, este aparelho porta todos os equipamentos previstos durante a fase de projeto e é capaz de ir armado, o que o aproxima ao máximo à última versão, que é a que será produzida em série.

Os ensaios foram realizados no Extremo Oriente russo, na cidade de Komsomolsk, no final de abril, mas só dia 12/05 apareceram as fotos na comunidade Milinfolive na rede social russa VKontakte.

Alguns usuários e especialistas militares defendiam que a camuflagem da aeronave — uma mistura entre o "digital" e o "ártico" — parece ter sido adaptada para o Extremo Norte russo, onde, supostamente, são realizados brevemente os voos de teste do aparelho.

O T-50 é o caça de quinta geração de fabricação russa. A primeira unidade levantou voo pela primeira vez em 2010. Atualmente, a aeronave está finalizando a fase de testes antes de entrar na fase de produção em série. Estima-se que o novo caça se juntará às Forças Armadas da Rússia entre 2018 e 2020.

O avião, criado pela Sukhoi, reúne uma variedade de tecnologias avançadas. Além disso, algumas das caraterísticas desenvolvidas para os T-50 foram adotadas pelos caças de gerações anteriores, como o Su-35 e o Su-30SM.

O projeto do T-50 deverá ser a base tecnológica dos aviões da próxima geração, a sexta, em particular no que diz respeito ao voo não tripulado, uso de mísseis modernos e à capacidade de "supercruzeiro", ou seja, o voo supersônico sem uso de pós-combustão.




O caça russo T-50 PAK FA é o mais potente do mundo, concluiu a Mobtada depois de analisar as capacidades do novo avião em comparação com o caça F-35.

De acordo com a publicação egípcia Mobtada, o caça russo pode destruir qualquer engenho voador, incluindo caças F-35. O T-50 é invisível para os radares mas isso não é a sua única vantagem. 

O caça russo pesa menos do que os análogos e pode ultrapassar o barreiro do som, o avião precisa só de uma pista de 350 metros para decolar ou aterrissar, comunica o Rossiiskaya Gazeta. 

De acordo com a edição, as capacidades do caça russo permitem-lhe dominar no espaço aéreo. Este avião pode manobrar à velocidade de 2100 km/h e voar na altitude de até 20 km, o caça pode alcançar a velocidade supersônica sem utilizar os aceleradores. 

Sukhoi PAK FA T-50

 

A Mobtada acrescenta também que o avião pode voar durante 3,5 horas sem reabastecer e realizar voos à velocidade hipersônica a qualquer hora e em quaisquer condições climáticas. 

O T-50 detecta alvos numa distância de mais de 400 km e pode seguir cerca de 60 alvos e atacar 16 deles simultaneamente.

O Yakovlev Yak-141 com o codinome da OTAN "Freestyle", também conhecido como o Yak-41, é um supersônico de decolagem e pouso vertical.

Yakovlev sempre acreditou que o Yak-38 seria uma aeronave completa, desenvolvido para ganhar experiência em projeto e desenvolvimento de aeronaves VTOL.  Abaixo Yak-38 

O resultado foi um contrato de projeto oferecido a Yakovlev, em 1975, sem qualquer concorrência, e exigia apenas uma aeronave com uma única missão: a defesa aérea da frota no mar. No final os militares designaram a aeronave como  Yak-41. Mais de 50 projetos foram estudados.

Um dos principais problemas foi projetar uma aeronave com tanto impulso vetorial e um pós-combustor, o que foi essencial para sustentar  velocidades supersônicas. Um projeto bimotor foi considerado, mas abandonado já que a perda de um motor resultaria em guinada imediata para o lado. Foi decidido que o melhor modo seria um bico de vetorização único localizado logo atrás do centro de gravidade, bem como jatos para impulso vertical posicionados logo atrás do cockpit, semelhante ao que mais tarde seria utilizado no F-22 Raptor.
Tal bico provou ser adequado para as mudanças na configuração necessárias para tanto vetoração, impulso e voo supersônico, permitindo uma cauda fina e superficial.

Partes que estavam submetidas a um calor excessivo dos motores durante a aterrissagem foram fabricadas de titânio e cerca de 26% da aeronave foi fabricada de grafite ou material composto. Por causa do acúmulo de calor, pairar ficou restrito a apenas 2 minutos e meio. 

A cabine era pressurizada, com ar-condicionado e blindada, sua abertura é para o lado direito, mas por causa de uma espinha dorsal longa não tinha visão traseira. A ejeção do assento era automática, logo que a aeronave atingisse 30° de inclinação e menos de 300 km / h. A instrumentação dos protótipos era simples e semelhante ao Yak 36M.
A versão de produção seria equipada com uma aviônica extensas e grande suite de armas, incluindo radar doppler, mira a laser e TV, HUD multifunções, que teriam conexão com um sistema de mísseis montado no capacete igual ao do Mikoyan MiG-29, este sistema permite que o piloto trave em um avião inimigo girando sua cabeça.

Quando houve o anuncio do cancelamento do  desenvolvimento do Yak-41M por problemas financeiros, a Yakovlev entrou imediatamente em discussões com vários parceiros estrangeiros que poderiam ajudar a financiar o programa ( outro objetivo que eles também estavam perseguindo era o financiamento para o desenvolvimento da aeronave de treinamento Yak-130, que acabou sendo desenvolvido em parceria com Aermacchi da Itália, visto abaixo).

A Lockheed Martin, que estava no processo de desenvolvimento do X-35 para o programa americano, rapidamente se adiantou e o Yak-41M foi exibido no Airshow de Farnborough, em Setembro de 1992.

A Yakovlev anunciou que tinham chegado a um acordo com a Lockheed-Martin para fundos de 385 a 400 milhões de dólares para três novos protótipos e uma aeronave de teste estático adicional para testar melhorias no design e aviônicos. Alterações previstas para a proposta Yak-41M incluía um aumento de peso de 21.500 kg.

 Sendo exibidos na Moscou Airshow em 1993. A parceria teve início no final de 1991, embora não foi publicamente revelado pela Yakovlev até 6 de Setembro de 1992, e não foi revelado pela Lockheed-Martin, até Junho de 1994.
 

Características gerais

  • Tripulação: 1
  • Comprimento : 18.36 m (60 ft 2¼ in)
  • Envergadura : 10,105 m (33 pés 1½ em)
  • Altura: 5.00 m (16 pés 5 dentro)
  • Área da asa: 31,7 m² (341 ft²)
  • Peso vazio : 11,650 kg (25,683 lb)
  • Máx. Decolagem peso : 19.500 kg (42.989 lb)
  • Powerplant : 1 × Soyuz R-79V-300  ( ru ) elevador / cruzeiro turbofan
    • Impulso seco: 108 kN (24,300 lbf)
    • Impulso com pós - combustão : 152 kN (34,170 lbf)
  • Motores de elevação: 2 x RKBM RD-41  ( ru ) turbojetores 41,7 kN (9,300 lbf) empurrar cada)

atuação

  • Velocidade máxima : 1.800 km / h (1.118 mph, Mach 1.4+)
  • Gama : 2.100 quilômetros (1.305 milhas)
  • Margem do ferry : 3.000 km (1.865 milhas)
  • Tecto de serviço : 15.500 m (50.853 ft)
  • Taxa de subida : 250m / s (15.000 m / min) (49.213 pés / min)

Armamento

  • Armas: 1 × 30 mm canhão GSh-301 com 120 rodadas
  • Hardpoints : 4 underwing e 1 hardpeints da fuselagem com uma capacidade de 2.600 kg (5.733 libras) de lojas externas e disposições para transportar combinações de:
    • Mísseis: R-73 Archer , R-77 Adder ou R-27 Alamo mísseis ar-ar

 

Yak-141: O “pai” do F-35B

Quando se trata de aeronaves militares de pouso e decolagem vertical, cujos primeiros modelos foram desenvolvidos na década de 1960, poucos caças guardam semelhanças com o soviético Yak-141 e o norte-americano F-35B americano.

O F-35B foi, porém, inaugurado quase 12 anos após o Yakovlev Yak-141, levando suspeitas de possíveis influências. Mas seria mesmo o caça americano, desenvolvido na década de 1990, uma cópia de seu predecessor soviético?

 

O conceito ‘vertical’

Com capacidade de decolar de plataformas pequenas e se elevar no ar, esse tipo de caça se tornou um novo marco no desenvolvimento da aviação militar.

Os modelos mais bem sucedidos (que praticamente não apresentaram falhas) ainda são o British Aerospace Sea Harrier, o Yakovlev Yak-141 e o F-35B.

O Yak-141 foi desenvolvido na União Soviética durante os anos 1970. Por não dispor de grandes porta-aviões como os Estados Unidos, a URSS procurou criar um jato que pudesse decolar de pequenas plataformas, como helipontos e dos cruzeiros antissubmarinos Moskva e Leningrado.

Yak-141 durante show aéreo de Farnborough em 1992 [Foto: Ken Videan/wikipedia.org)O Yak-141 ultrapassou seus predecessores nacionais (Yak-36 e Yak-38) e pares estrangeiros (Harrier, Dassault Mirage IIIV, abaixo) para se tornar o melhor avião de pouso e decolagem vertical. Mas o destino não se cumpriu.

O alto índice de acidentes, o colapso do regime soviético e o subsequente abandono do financiamento resultaram no encerramento do projeto. Ainda que tivesse quatro protótipos, o caça soviético nunca entrou em produção em série.

Em 1995, o fabricante de armas dos EUA Lockheed Martin ofereceu uma parceria ao russo Yakovlev Design Bureau (desenvolvedor do Yak-141). O acordo durou apenas um ano, mas foi o primeiro exemplo de cooperação técnico-militar entre os ex-rivais.

A Lockheed Martin adquiriu toda a documentação técnica do Yak-141. Pouco depois, um protótipo de caça baseado em portadores, que viria a ser conhecido como F-35B, foi apresentado nos EUA – e sua semelhança com o Yak-141 era surpreendente.

Semelhanças vs. diferenças

O design e o layout do Yak-141 e do F-35B são quase idênticos, inclusive a localização do compartimento com a ventoinha. Mas a decolagem vertical do F-35 é significativamente diferente da do avião russo. 

O Yak-141 realizava uma decolagem vertical porque tinha três motores a jato: um R79V-300 com bocal móvel e dois de elevação RD-41 instalados no compartimento atrás da cabine do piloto. Enquanto isso, os projetistas do F-35B implementaram um esquema simples e eficaz usando uma ventoinha ligada a um motor alternativo.

A cooperação técnico-militar entre Lockheed Martin e Yakovlev na década de 1990 desempenhou, de fato, um papel importante na criação do F-35B, sugerem os especialistas. No entanto, chamá-lo de cópia Yak-141 é um exagero; o F-35B é um modelo único.

Futuro do modelo

Para tornar esse tipo de caça peça-chave das Forças Aeroespaciais Russas seria necessário introduzir tecnologias mais avançadas.

Os aviões do tipo Yak-141 possuem grandes vantagens, como a possibilidade de decolar e pousar em uma área pequena, que não excede as dimensões do avião, e a capacidade de se equilibrar no ar e, em seguida, virar e voar lateralmente.

Contudo, os fatores negativos excedem as características positivas. Em primeiro lugar, a operação desse tipo de aeronave requer pilotos altamente qualificados.

Segundo o especialista militar Dmítri Litóvkin, o principal inconveniente no uso de tais aviões é o fato de que a decolagem e o pouso verticais são pouco gerenciáveis.

“No passado, rajadas de vento levaram a um grande número de incidentes na Marinha soviética”, disse o especialista.

Além disso, esse tipo de caça tem menor capacidade e alcance de voo do que outros aviões de combate, e as decolagens verticais consomem uma grande quantidade de combustível, o que encarece seu uso.


O projeto dessas aeronaves também é caro e complexo. O valor de um F-35B, atualmente em uso pela Marinha dos EUA, chega a US$ 122 milhões, superando outras modificações do caça, como F-35A (US$ 94,6 mi) e F-35C (US$ 121 mi).

A ideia do governo norte-americano é, futuramente, substituir os caças de pouso e decolagem vertical por convertiplanos, como o Bell V-22 Osprey.

“Na Rússia não existem planos imediatos para desenvolver aviões militares de decolagem e pouso vertical”, adiantou Litóvkin. Segundo ele, os modelos Su-33 e MiG-29K já são capazes de decolar em curta distância, o que lhes permite operar a partir de pequenos aeródromos ou conveses curtos de porta-aviões.

“E os EUA não têm nenhuma aeronave com tais capacidades”, acrescentou o especialista. “Além do mais, o helicóptero russo Mi-26 pode executar todas as tarefas do convertiplano Bell V-22 Osprey.”

O Yakovlev Yak-38 (russo: Яковлев Як-38; OTAN: Forger) foi o único caça de ataque VTOL operacional da Marinha Soviética, além de ser a primeira aeronave de asa fixa transportada em porta-aviões. Foi desenvolvido especificamente para uso em porta-aviões de Classe Kiev.

A União Soviética começou a experimentar com tecnologia VTOL na década de 1950, quando foi montado um motor turbojato RD-9BL, retirado de um MiG-19, orientado para baixo para fornecer empuxo vertical, enquanto quatro propulsores direcionais nos braços foram usados para manobrar.

No entanto, é menos lembrado que a União Soviética desenvolveu seus próprios jatos VTOL e colocou em seus primeiros porta-aviões. Até despachou alguns voos de combate no Afeganistão. Ainda mais estranho, o DNA do projeto dos jatos VTOL russo acabou no mais caro programa de armas da história, o F-35 Joint Strike Fighter (abaixo). 

As razões pelas quais abandonou a aeronave problemática um quarto de século atrás apontam para os problemas inerentes à tecnologia de jato VTOL.

Assim, o Kiev , o primeiro verdadeiro porta-aviões soviético quando foi encomendado em 1975, foi designado um híbrido cruzador-portador. O convés dianteiro do Kiev e seus navios irmãos estava eriçado com mísseis antiship e antiair e até mesmo torpedo tubos, enquanto o convés de voo na parte traseira alojados dezesseis Ka-25 helicópteros anti-submarinos e cerca de 12 Yak-38 VTOL. O último tinha asas stubby com pontas de dobramento para facilitar o armazenamento.

Estes usaram frequentemente uma pista inclinada no lado portuário do Kiev para fazer a tomada curta das funcionamentos com o elevador adicionado dos jatos do salto. Isto foi preferido sobre um liftoff completamente vertical porque consumiu menos combustível e permitiu uma carga de armas mais pesada.

O Yak-38, codinome Forger pela OTAN, entrou em serviço em 1976, três anos mais cedo do que o Sea Harrier. Como o avião britânico, ele poderia voar a uma curta distância da velocidade do som, a cerca de 680 quilômetros por hora.

Ao contrário do Harrier, tinha dois jatos de elevador dedicados atrás do cockpit além de um único motor de impulso de vetor RD-27; Os jatos adicionais resultaram em maior consumo de combustível, limitando a faixa de cerca de duzentos quilômetros na melhor das hipóteses, e menos se ele realizou uma decolagem vertical.

A União Soviética produziu 231 Yak-38s, incluindo cinquenta e dois Yak-38Ms atualizados na década de 1980 com motores R-28 mais potentes e trem de pouso mais resistente.

Como os britânicos demonstraram as capacidades do P.1127 - o antepassado do Harrier - em 1960, a União Soviética foi estimulada a fazer um avião VTOL apropriado, o Yakovlev Yak-36 de aspecto hediondo. Possuía dois turbo-jactos R-27 com as entradas esmagadas em um nariz aberto, com os bicos traseiros capazes de girar para fornecer impulso vetorizado. Abaixo Yak-36

Propulsores de ar comprimido na cauda, nas pontas de suas asas subdimensionadas, e no final do seu unicórnio-como nariz boom fornecido manobras direcionais.

Foram necessários cinco anos de testes para que o Yak-36 chegasse ao ponto em que poderia fazer a transição entre o desligamento vertical e o vôo horizontal. Faltando o alcance e a capacidade de carga para servir como um plano de combate adequado, o Yak-36 era em vez disso um trampolim para o Yak-38 portador.

As diferenças mais importantes entre os aviões Yak-38 e Sea Harrier estavam na carga: o Yak-38 não tinha radar, limitando seu potencial como um lutador de defesa da frota. Seu armamento ar-ar era confinado a pequenos mísseis R-60 que buscavam calor, com um alcance máximo de cinco milhas, bem como vagens de canhão de vinte e três milímetros.

Para o ataque no solo, o Yak-38 tinha apenas quatro pontos de apoio para bombas ou foguetes não controlados, e tinha uma pequena carga máxima entre mil e duas mil libras - cerca de um quarto do que o Harrier podia carregar.

"A Lockheed Martin adquiriu toda a documentação técnica do Yak-141. Pouco depois, um protótipo de caça baseado em portadores, que viria a ser conhecido como F-35B, foi apresentado nos EUA – e sua semelhança com o Yak-141 era surpreendente." 

Mas como bem colocou o Berlinder colocou, o F-35B é um modelo único e bem mais avançado. A Rússia não investiu mais em projetos VTOL deste então.

O Ministério da Defesa da Rússia publicou o vídeo do primeiro lançamento de mísseis táticos do sistema Iskander–M realizado fora da Rússia.

O lançamento foi efetuado durante os treinamentos conjuntos entre a Rússia e o Tajiquistão "Dushanbe" - Antiterrorismo 2017. Segundo o cenário da última fase de manobras, as tropas de mísseis simularam a eliminação de um grupo de terroristas, estando a 140 quilômetros do alvo. Os sistemas de registro confirmaram a destruição completa do "inimigo".

O adversário condicional também foi atacado com caças Tu-22M3 e lança-foguetes BM-27 Uragan . As manobras Dushanbe-Antiterrorismo 2017 são os primeiros exercícios realizados pelo centro antiterrorista da Comunidade de Estados Independentes com a participação das Forças Armadas dos países-membros da organização.

O Exército da Síria eliminou 1.200 terroristas do Daesh (Estado Islâmico) e libertou mais de 20 assentamentos na região oriental de Aleppo desde 29 de maio. A informação foi divulgada por um fonte militar síria à Sputnik neste sábado (3).

De acordo com a fonte, as tropas do governo conseguiram dominar uma parte da área estrategicamente importante situada na Cordilheira da Costa da Síria, a leste da rodovia que conduz à cidade de Aleppo.

Desde 29 de maio, o exército sírio libertou 22 assentamentos na parte oriental da província de Aleppo, eliminou 1.200 militantes e destruiu mais de 100 unidades de equipamentos do inimigo, 12 fortalezas", disse a fonte.

Nos últimos meses, o exército sírio apoiado pelas Forças Aeroespaciais russas conseguiu libertar vários territórios na província de Aleppo, controlados por militantes, incluindo do grupo terrorista Daesh.  

O comandante do cruzador porta-mísseis de propulsão nuclear Pyotr Veliky (Pedro, o Grande), Vladislav Malakhovski, revelou os detalhes da construção e do armamento do navio russo.

De acordo com o militar, citado pela edição Zvezda, este navio de guerra não tem paralelo no mundo no que diz respeito à envergadura e ao armamento. Segundo declarou Malakhovski, Pyotr Veliky continua sendo o navio de mísseis mais potente do mundo.

Basta dizer é capaz de navegar em torno do globo 50 vezes sem reabastecimento.

"A autonomia do navio só está limitada pelas reservas de alimentos", disse o comandante do cruzador nuclear russo.

A construção do cruzador porta-mísseis Pyotr Veliky foi iniciada em 1986. O navio foi lançado à água em 1996 e, atualmente, está ao serviço da Frota do Mar do Norte da Rússia.

O navio em 252 metros de comprimento e 28,5 metros de largura, com uma tripulação de 727 homens. É capaz de atingir velocidades de até 32 nós, o que equivale a 59 km/h. Conta com dois reatores nucleares KN-3, duas turbinas a vapor GT3A-688 e duas hélices.

Além disso, está equipado com radares MR-800, MR-600, MR-750 e MR-350, bem como com mísseis SSM P-700, SAM S-300F Fort SAM Osa-M e os canhões AK-100, AK-130, CIWS 3M87, além dos sistemas de mísseis antissubmarino ASW RBU.

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Su-27 russo intercepta bombardeiro estratégico dos EUA no Báltico.

Um caça russo Su-27 interceptou e escoltou um bombardeiro estratégico B-52 dos EUA que voou ao longo da fronteira com a Rússia sobre o mar Báltico, comunica o Ministério da Defesa da Rússia.

O piloto militar emérito da Rússia Vladimir Popov disse ao serviço russo da Rádio Sputnik que as ações do piloto do Su-27 em questão foram completamente justificadas.

O avião, que voava sobre as águas neutrais do mar Báltico ao longo da fronteira russa, foi referenciado às 10h00 de Moscou (04h00 de Brasília). Para interceptá-lo decolou um caça russo Su-27 das forças de prevenção da Frota do Báltico.

Ao se aproximar do avião a uma distância segura, a tripulação do Su-27 identificou-o como sendo um bombardeiro estratégico americano B-52. O caça russo escoltou o B-52 até ele se afastar da fronteira da Rússia e depois regressou para o aeródromo.

Anteriormente, as autoridades da Estônia comunicaram que bombardeiros B-1 e B-52 dos EUA estão participando dos exercícios da OTAN Saber Strike que são realizados na Estônia.

Da última vez, caças russos decolaram para interceptar um avião militar norte-americano em maio do ano em curso. Naquela altura, um Su-30 interceptou um avião de reconhecimento Boeing P-8A Poseidon (abaixo) sobre o mar Negro que se aproximou da fronteira russa. Depois disso, o avião americano mudou sua rota.

No ar do serviço russo da Rádio Sputnik, o vice-editor-chefe da revista russa Aviapanorama, major-general e piloto emérito da Rússia Vladimir Popov destacou que as ações do piloto do Su-27 foram completamente justificadas.

"É provável que o Su-27 tenha referenciado e escoltado o B-52, o identificando para saber com precisão que missão este avião estava realizando. Habitualmente os caças voam em direção a qualquer objeto não identificado que apareça perto das fronteiras aéreas da Rússia e determinam qual é o tipo desse aparelho: de transporte, de transporte e combate, de reabastecimento ou, como neste caso, um bombardeiro estratégico."

O especialista frisou que o B-52 é um avião grande e poderoso, com armas avançadas, e por isso exige uma identificação obrigatória quando se aproxima das fronteiras russas.

"Este bombardeiro realmente pode causar danos irreparáveis caso atue, por exemplo, com armas nucleares", concluiu. Abaixo Su-27 intercepts US B-52 bomber over Baltic.


CASTR0 posted:

O Exército da Síria eliminou 1.200 terroristas do Daesh (Estado Islâmico) e libertou mais de 20 assentamentos na região oriental de Aleppo desde 29 de maio. A informação foi divulgada por um fonte militar síria à Sputnik neste sábado (3).

7De acordo com a fonte, as tropas do governo conseguiram dominar uma parte da área estrategicamente importante situada na Cordilheira da Costa da Síria, a leste da rodovia que conduz à cidade de Aleppo.

77Desde 29 de maio, o exército sírio libertou 22 assentamentos na parte oriental da província de Aleppo, eliminou 1.200 militantes e destruiu mais de 100 unidades de equipamentos do inimigo, 12 fortalezas", disse a fonte.

7Nos últimos meses, o exército sírio apoiado pelas Forças Aeroespaciais russas conseguiu libertar vários territórios na província de Aleppo, controlados por militantes, incluindo do grupo terrorista Daesh.  

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Agora toda a matança patrocinada pelo governo Sírio tem como desculpa e pano de fundo o Daesh, só que não.

Senhor  dos céus: Sukhoi Su-27 comemora seu 40º aniversário

Quarenta anos atrás, o primeiro protótipo do mais novo avião soviético da quarta geração, T-10-1, partiu pela primeira vez na região de Moscou. Hoje, as aeronaves com base no T-10 são os caças pesados mais vendidos do planeta.

Em 20 de maio de 1977, o piloto de testes soviético Vladimir Ilyushin realizou o primeiro vôo em uma nova máquina de combate experimental, a T-10-1 Abaixo.

Sete anos depois, depois de sofrer o grande redesign, o novo lutador foi lançado como Su-27 e tornou-se um antepassado de uma das mais extensas famílias de aeronaves na história da aviação militar.

Sukhoi Company, principal fabricante de aeronaves russas com sede em Moscou, projeta aviões civis e militares. Foi fundado por Pavel Sukhoi em 1939 como o Sukhoi Design Bureau.
Um dos primeiros protótipos T-10 está localizado no Museu da Força Aérea na região de Moscou. Pouco depois de os testes da nova máquina ter começado, tornou-se claro que suas soluções de design do final da década de 1960 estavam desatualizadas e a estrutura deveria ser completamente redesenhada. 

Acima Sukhoi Su-27P exibido em uma exposição de aeronaves militares no aeródromo militar de Chkalovsk da frota do Báltico, fora de Kaliningrado, na Rússia.

Como resultado do novo design, os aviões com uma nova forma foram colocados em produção inicial em 1984. Duas modificações, Su-27Ps e Su-27Ss tiveram diferença em equipamentos. Ao contrário do Su-27S, o Su-27P não possuía um sistema de controle de armas ar-terra.

Uma produção em série de uma modificação de dois lugares, o Su-27UB foi lançado em Irkutsk em 1986. Posteriormente, este veículo tornou-se um antepassado do ramo Su-30.

No início dos anos 80, o Su-27 foi escolhido como base para uma futura aeronave de combate baseada na transportadora da Marinha Soviética. Infelizmente, o colapso da URSS enterrou o programa soviético de porta-aviões. No entanto, seus descendentes, Su-33s, estão atualmente incluídos no grupo aéreo do porta-aviões pesados do Almirante Kuznetsov.


Em meados dos anos 2000, o original Su-27 começou a sofrer modernização. Em primeiro lugar, o equipamento foi melhorado, permitindo que a aeronave use armas guiadas de precisão ar-superfície.


Abaixo Su-27S, Su-27SM atualizado no meio da vida durante a broca da aeronave de combate do Distrito Militar Oriental conduzido no aeródromo militar Tsentralnaya Uglovaya no Território Primorye, na Rússia.

O sucesso comercial distintivo veio para a família de aviões Sukhoi no início da década de 1990, após um contrato com a China sobre a exportação de Su-27SKs. Vários anos depois, o Irkutsk Aviation Plant criou um Su-30MK (abaixo), cujas versões foram exportadas (e ainda são fornecidas) para a Índia, Malásia e Argélia.


Abaixo um avião de combate multifunções de dois assentos Su-30MK durante um voo de demonstração no 8º Salão espacial internacional MAKS-2007 em Zhukovsky, perto de Moscou.

Uma versão do Su-30 que possui equipamentos mais simplificados e teve um preço mais baixo foi lançada em Komsomolsk-on-Amur. Esses veículos foram exportados para a China, Indonésia, Vietnã, Uganda e Venezuela (abaixo).


Abaixo Sukhoi Su-30M exibido no show aéreo MAKS-2001.

Com um aumento nos gastos militares no final dos anos 2000, os Su-30 foram comprados para a Força Aérea Russa.

Após a compra de Su-30M2s, a Força Aérea Russa começou a receber Su-30SMs com Irkutsk com todas as melhorias necessárias, incluindo motores com um módulo de vetor de impulso e novos radares com uma disposição faseada passiva.


Abaixo, pilotos russos se preparam para embarcar em um avião de ataque SU-30 para decolar do aeródromo Hmeimim na Síria.

Na década de 2000, além dos programas de modernização dos combatentes Su-27s, a grande modernização do Su-35s foi lançada, resultando em novos Su-35BMs. Com pequenas mudanças em seu exterior (se comparado ao Su-27 original), a aeronave recebeu uma grande quantidade de equipamentos novos, incluindo motores 117S com impulso aumentado, um poderoso sistema de radar multi-modo N035 "Irbis" e novas armas.

Um Su-35S pode ser visto como um "estágio de transição" entre os veículos da quarta geração e o Sukhoi PAK FA que atualmente está sendo submetido a testes. Su-35Ss ainda são produzidos tanto para a Força Aérea Russa quanto para exportação.

Su-35S pode ser visto como um "estágio de transição" entre os veículos da quarta geração e o Sukhoi PAK FA que atualmente está sendo submetido a testes. Su-35Ss ainda são produzidos tanto para a Força Aérea Russa quanto para exportação.

Modernização do Tu-160 russo dá impulso à renovação industrial

O projeto modernizado do bombardeiro estratégico russo Tu-160 precisa de uma renovação de todas as empresas envolvidas na sua construção.

Em particular, a fábrica aeronáutica de Kazan recentemente integrou a maior instalação de soldadura por raios de elétrons na Rússia.

A instalação usada para criar os primeiros Tu-160 foi renovada completamente no processo de modernização de todos os equipamentos da fábrica de Kazan, uma filial da Tupolev.

"Relançamos em Kazan uma das instalações de soldadura por raios de elétrons e uma de recozimento a vácuo as maiores do mundo, modernizadas exclusivamente com tecnologia russa", anunciou o presidente da Corporação Aeronáutica Unida russa (OAK) Yuri Sliusar.

A soldadura por raios de elétrons é um processo tecnológico sofisticado, durante o qual a energia necessária para juntar as peças de um material provém de um raio de elétrons.

Devido à sua precisão e à falta de contribuição de qualquer material "estrangeiro" na soldadura, este método é muito ativamente utilizado no domínio de aeronáutica, na indústria aeroespacial e na produção de maquinaria pesada para soldar metais refratários como o titânio, o tungstênio ou o rênio. Abaixo, instalação de soldadura por feixes de elétrons na fábrica de Kazan

A instalaçaõ de soldadura para raios de eletrónes na fábrica de KazanNo projeto inicial do Tu-160, nos anos oitenta, mais de dez institutos científicos da União Soviética uniram forças para construir uma instalação deste tipo para os futuros bombardeiros.

No final da década, às vésperas da dissolução do país, estas aeronaves deixaram de ser produzidas e a equipamento único ficou sem uso.

Depois de ter decidido devolver à vida os potentes "cisnes brancos", ápodo dos Tu-160, a Rússia iniciou a renovação dos equipamentos utilizados na construção, incluindo a soldadura.

A instalação do recozimento de vácuo na fábrica de Kazan
Acima, instalação do recozimento de vácuo na fábrica de Kazan

Segundo a Tupolev, 90% dos seus componentes foram substituídos por equipamentos modernos, produzidos na Rússia, e a maquinaria modernizada se tornou mais eficaz e confiável.

O novo equipamento vai ser também utilizado para a construção do bombardeiro estratégico avançado russo PAK DA, desenvolvido pela Tupolev.

Durante a realização da operação especial na Síria, a Rússia testou quase todos os tipos de seus armamentos, não só de série, mas também armas que estão em desenvolvimento e passando por testes, comunicou o vice-ministro da Defesa da Rússia, Yury Borisov.

Desde março de 2011, na Síria têm estado decorrendo combates contra os terroristas. De acordo com o pedido do presidente sírio Bashar Assad, a Rússia iniciou uma operação aérea contra os terroristas na Síria em 30 de setembro de 2015. Com apoio da Rússia, Damasco conseguiu fazer mudar radicalmente a situação e avançar nas direções mais importantes.

"Aqui foram testados quase todos os tipos de armas avançadas russas. Primeiramente, os caças Su-35S e Su-30SM, caças-bombardeiros Su-34, bombardeiros táticos Su-24M, aviões de assalto Su-25SM, aviões de longo alcance Tu-160, Tu-22M3 e Tu-95MS...

...e os helicópteros Ka-52, Mi-25, Mi-35 e Mi-28", contou Borisov ao jornal russo Krasnaya Zvezda.

"Durante os combates, a aviação usou vários meios de ataque, incluindo bombas de aviação guiadas com diferentes sistemas de orientação, bem como mísseis de cruzeiro de baseamento aéreo com um alcance de 4.500 km", comunicou.

Segundo o vice-ministro, o grupo de combate naval está efetuando o controle das águas na região dos portos sírios de Tartus e Latakia.

"A defesa do posto de abastecimento técnico e material da Marinha da Rússia e da base aérea de Hmeymim contra possíveis ataques aéreos é efetuada pelos sistemas russos S-400 e S-300V4 e pelos sistemas de artilharia antiaérea móvel Pantsir-S", disse.

Intercepção dos aviões dos EUA pelo caça russo Su-27 foi filmado.

Vídeo da interceptação de um grupo de aviões militares americanos por um caça russo Su-27 sobre o mar Báltico – dois bombardeiros B-1B Lancer, um bombardeiro estratégico pesado B-52, bem como um avião-tanque KC-135 que os acompanhava.

O vídeo foi publicado no canal de YouTube Combat Aircraft.

Segundo o jornal The Sun, o vídeo foi filmado a partir de um dos bombardeiros. Nele é visto como o Su-27 russo se aproximou dos bombardeiros dos EUA a curta distância e, em seguida, realizou sua manobra.

O Ministério da Defesa da Rússia informou no dia 6 de junho que um avião de caça russo interceptou e escoltou um bombardeiro americano B-52 que voou ao longo da fronteira com a Rússia sobre o mar Báltico.

O porta-voz do Pentágono, Jeff Davis, comunicou em 9 de junho sobre um segundo incidente – um caça Su-27 russo interceptou um avião-tanque KC-135R norte-americano que acompanhava os três bombardeiros. Washington sublinhou que a manobra foi segura.

Ambos os incidentes ocorreram durante exercícios navais Baltops, que estão decorrendo no mar Báltico a partir de 1 de junho e durarão até 18 de junho. Das manobras participam 14 países: Holanda, Bélgica, Dinamarca, Estônia, Lituânia, Letônia, Alemanha, Polônia, Finlândia, França, Noruega, Reino Unido, Suécia e Estados Unidos. Além disso, os exercícios envolvem 50 navios de guerra, 50 aviões e helicópteros, bem como cerca de 4.000 soldados.

Berliner posted:

é elegante o velho B-52! mais de 50 anos de idade e tão cedo não será aposentado ou superado! Pena que ano passado não rolou aquele evento "portões abertos" onde era esperada a visita destes gigantes... espero que ainda aconteça de eles virem ao Brasil...

Já vi alguns belos kits do B-52 na 1:72 e são enormes, mas a Sanger lançou ano passado na 1:48, ainda não vi montado, mas deve ser gigantesco ...

A Corporação Aeronáutica Unida da Rússia (OAK) avança na sua reorganização estrutural. No contexto deste processo, está sendo estudado criar uma unidade dedicada aos aviões de combate, integrada pelas famosas empresas MiG e Sukhoi, entre outras, afirmou o presidente da entidade, Yuri Sliusar.

A "OAK" está passando por uma etapa de reorganização. Estamos criando quatro unidades especializadas, entre elas, a unidade de aviação de combate. Esta será integrada pela MiG, Sukhoi e outras empresas ligadas à engenharia, produção e manutenção de aviões militares", comentou Sliusar citado pelo serviço de notícias russo RNS.

Ao mesmo tempo, o gerente sublinhou que não se trata da fusão das empresas, mas da sua aproximação dentro de um grupo de empresas pertencentes à mesma indústria.

"Valorizamos enormemente a MiG e sua competência na engenharia e na produção, e nada vai privar esta empresa do seu nome", precisou Sliusar ao responder à pergunta sobre a possível fusão das duas empresas.

O comentário do presidente da OAK coincide com as declarações do ministro do Comércio e Indústria russo, Denis Manturov, que assegurou anteriormente que, em qualquer caso, "a marca e a escala dos consórcios aeronáuticos MiG e Sukhoi se conservará", haja ou não uma integração econômica.

As empresas MiG e Sukhoi são duas empresas aeronáuticas russas, provavelmente mais conhecidas por seus produtos de marca: o caça ligeiro MiG-29 e o caça pesado Su-27. Abaixo, Production line for Su-27, Su-30 and Su-34 fighters.

No período após do colapso da União Soviética ambas as empresas viveram tempos turbulentos.

A Sukhoi gozou de maior atenção da Defesa russa com seus caças modernos Su-30 e Su-35, assim como com o caça-bombardeiro Su-34. 

Ademais, a empresa é o principal contratante para a criação do caça furtivo russo da 5ª geração, T-50.

Seu rival, a MiG, permaneceu em uma relativa sombra até recentemente, quando voltou a estar na mira dos militares russos e estrangeiros com seu projeto MiG-35 — uma versão profundamente modernizada do seu emblemático antecessor, o MiG-29.

Abaixo, linha de produção do Mig-29

Rússia publica FOTOS do ataque em que pode ter morrido o líder do Daesh

O Ministério da Defesa da Rússia revelou as fotos do ataque que levou à possível eliminação do líder do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e muitos outros países), Abu Bakr al-Baghdadi.

Um ataque de aeronaves russas contra a cidade síria de Raqqa, no final de maio, matou dezenas de comandantes do grupo Daesh, de acordo com dados não confirmados, e de centenas de jihadistas, informa o Ministério da Defesa da Rússia.

Abu Bakr al-Baghdadi, líder do DaeshO alvo do ataque, que foi realizado por caças Su-35 e Su-34 russos em 28 de maio, foi uma reunião do chamado Conselho Militar do Daesh.

Os líderes dos militantes do Daesh se reuniram para planejar as rotas de saída de seus combatentes da cidade de Raqqa pelo chamado "corredor do sul".

O Ministério da Defesa da Rússia publicou fotos do ataque que levou à possível eliminação do líder do Daesh. A primeira foto foi tirada em 13 de maio, enquanto a segunda foi em 29 do mesmo mês, apenas um dia depois do ataque.

Para aqueles que curtem cenas de ação: T-55 em ação nas ruas de São Petesburgo com 007 em "Goldeneye".

Na sequencia do filme, um tanque russo T-54/55 , cedido pelo Museu Militar do Leste da Inglaterra, Foi modificado com a adição de falsos painéis de armadura reativa explosiva. Para evitar destruir o pavimento nas ruas da cidade de São Petersburgo, as esteiras de aço do T-54/55 foram substituídas pelas de borracha de um tanque britânico Chieftain.

O Tanque T-55 usado no filme agora está em exibição permanente no Old Buckenham Airport, onde o Museu Militar do leste da Inglaterra se baseia.

007 tem grande apreço por equipamentos soviéticos, em "Tomorrow Never Dies" mostra grande habilidade pilotando um Aero L-39 Albatros,  avião de treinamento avançado, desenvolvido pela antiga Tchecoslováquia durante a década de 1960, quando fazia parte do Pacto de Varsóvia.

Foram produzidos mais de 2.900 unidades que serviram como principal avião de treinamento em mais de 30 forças aéreas em todo o mundo. O design nunca recebeu um nome de relatório da OTAN.

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L-39 Albatros no interior de SP e SC

Existe um L-39 Albatros em Itápolis, cidade de 35 mil habitantes, que fica a 350km de São Paulo, na região de Araraquara, como postou o colega RINALDI em 20/01/14. Esta aeronave recebeu o prefixo PT-ZVC. Abaixo algumas fotos, e aqui link do post

Em setembro de 2014, nosso colega Marcelo Lobo da Silva (Pampa 14 - Tiger 12) editor do blog Aviação em Floripa, fotografou em Florianópolis o L-39 Albatros pertencente ao Aeroclube de Santa Catarina. Na ocasião o aparelho recebeu o prefixo PR-ZGF. Veja matéria completa e mais fotos.

Militares russos, depois do incidente com o avião da Força Aérea síria derrubado por um caça-bombardeiro dos EUA, suspenderam a cooperação com o Pentágono que visava evitar incidentes no espaço aéreo sírio. 

Avião Su-22 na base da Força Aérea síria na província de Homs, Síria, 21 de fevereiro de 2016
A partir de agora, a aviação e drones da coalizão internacional serão acompanhados pelas unidades da defesa antiaérea russa, declarou o Ministério da Defesa da Rússia que traçou a "linha vermelha" ao longo do rio Eufrates.

Em um comentário, o analista militar Konstantin Sivkov expressou a opinião que o Su-22 derrubado é mais um sinal de a guerra na Síria estar passando para uma nova fase.

"O Su-22 derrubado pelos norte-americanos é uma ação muito grave. De fato, é mais um sinal de que a guerra na Síria está passando para uma nova fase, a fase da intervenção militar dos EUA contra a Síria. É grave e é perigoso", explica Sivkov.

Ele prevê o que pode acontecer depois deste incidente. A Rússia poderia desistir de apoiar a Síria, mas isto significaria o fim da autoridade de Putin, o que pode criar o risco de perturbações no país, opina o analista. Ou então a Rússia teria que entrar numa guerra com os Estados Unidos.

Avião Su-22 da Força Aérea síria na base de Homs [foto de arquivo)"O bombardeio da base área de Shayrat, o ataque contra tropas sírias perto da fronteira com a Jordânia e, agora, a derrubada do Su-22. Os EUA começaram sua agressão gradualmente. Isto é muito perigoso", resumiu o analista militar russo. 

EUA confirmaram que um Super Hornet americano F / A-18E (abaixo) derrubou uma aeronave de ataque Su-22 síria em defesa das Forças Democráticas da Síria.

A coalizão internacional liderada pelos EUA que luta contra o Daesh na Síria confirmou que tinha derrubado um avião sírio Su-22 na província de Raqqa após este ter supostamente lançado bombas próximo das posições da oposição síria (Forças Democráticas Sírias).

Damasco, por sua vez, declarou que, no momento, o caça sírio estava participando de uma operação contra o agrupamento terrorista Daesh.

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CASTR0 posted:

Militares russos, depois do incidente com o avião da Força Aérea síria derrubado por um caça-bombardeiro dos EUA, suspenderam a cooperação com o Pentágono que visava evitar incidentes no espaço aéreo sírio. 

 

"O Su-22 derrubado pelos norte-americanos é uma ação muito grave. De fato, é mais um sinal de que a guerra na Síria está passando para uma nova fase, a fase da intervenção militar dos EUA contra a Síria. É grave e é perigoso", explica Sivkov.

Ele prevê o que pode acontecer depois deste incidente. A Rússia poderia desistir de apoiar a Síria, mas isto significaria o fim da autoridade de Putin, o que pode criar o risco de perturbações no país, opina o analista. Ou então a Rússia teria que entrar numa guerra com os Estados Unidos.

"O bombardeio da base área deShayrat, o ataque contra tropas sírias perto da fronteira com a Jordânia e, agora, a derrubada do Su-22. Os EUA começaram sua agressão gradualmente. Isto é muito perigoso", resumiu o analista militar russo. 



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Sivkov meu filho ! Quem é o pai da criança ????????????? Agora não adianta reclamar !

Nota 10 para quem montou esse SU-22, ficou um show.

 

A participação da Rússia na operação antiterrorista na Síria trouxe grande vantagem para o complexo industrial-militar russo, disse Vladimir Putin durante a Linha Direta no dia 15 de junho.

A experiencia na Síria é inestimável para as Forças Armadas russas, que obtiveram assim nova qualidade.

O líder russo acrescentou que a Rússia tenciona estabelecer o processo político de reconciliação entre todos os lados do conflito na Síria.

A Síria se encontra mergulhada em uma sangrenta guerra civil desde março de 2011, com as forças do governo tendo que combater inúmeros grupos da oposição armada, incluindo organizações terroristas como Daesh e Frente al-Nusra.

Mario Grabmann

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