Iniciada a construção do novo Enterprise (CVN-80).

Boa! Estou montando aqui a evolução dos supercarriers na 1/700-720 e não vejo a hora de sair um Gerald Ford. Já montei as classes Forrestal, Kitty Walk, Enterprise e Nimitz.

Pena que não deve vir com preço razoavelmente bom igual aos kits da Italeri. Os lançamentos de hoje são caríssimos! Mas vamos aguardar...

O problema nisso foi a propulsão nuclear, que deveria ser completamente removida antes de qualquer iniciativa de preservação. Além do custo dessa atividade, o navio já teria que ser parcialmente desmontado para tirar os seus oito reatores.

Agora, pior foi não preservarem o anterior, CV-6.

[  ]s

Senhores,

Como apaixonadamenteentusiastafãdeclaradotietedecarteirinha do CV-6 concordo plenamente com o Paulo. Ele deveria ter sido o primeiro da fila e de qualquer lista de navios que se justificasse a preservação.

Talvez tenha sido mesmo por causa disso que, anos mais tarde, muitos outros navios, especialmente couraçados, foram salvos do desmanche.

Segundo o livro do Steven Ewing, "USS Enterprise (CV-6): The Most Decorated Ship of World War II - A Pictorial History", diz no capítulo final que, talvez por estar a nação americana preocupada com o futuro, com a melhoria de vida proporcionada pelo boom expansivo da economia após a guerra, a maioria das pessoas - com exceção dos ex-tripulantes e alguns apaixonados pelo navio e sua história - sequer deu ouvidos aos pedidos de levantamento de fundos, algo em torno de 2 milhões de dólares na época (uma quantia deveras expressiva), que era uma das condições impostas pela US Navy para salvar ele do desmanche. Vejam, nem sequer a própria Marinha dos Estados Unidos fez qq movimento no sentido de preservá-lo, apenas deu um prazo de cerca de dois anos para a coleta de fundos.

Seu mais ferrenho defensor, que foi a público pedir as doações e defender os motivos que justificavam aquele objetivo, o Almirante Willian 'Bull' Halsey, já bem envelhecido e doente, morreu logo depois que o Enterprise ter sido inteiramente desmontado, como que acompanhando seu velho companheiro ao túmulo.

Imaginem, vc ir ao cais do porto de Nova Iorque, e poder subir a bordo de um dos poucos navios que passaram por (quase) todos os principais acontecimentos envolvendo a marinha americana na guerra, andar pelos corredores e compartimentos destruídos pelas bombas que recebeu em combate, pelo poço do elevador dianteiro, onde o Zero pilotado pelo Lt. J.G. Shunsuke Tomiyasu explodiu e tirou finalmente ele de combate. Com exceção do Mar de Coral e do período de reforma em 1943, praticamente esteve presente em todas as grande batalhas e campanhas do Pacífico.

Boa tarde, Paulo.

Vc já leu "The Big E: The Story of the USS Enterprise", de Edward P. Stafford?

Somente lendo bibliografia individuais como essa é que se tem uma ideia real das aç~~oes envolvendo um navio. O nível de detalhamento numa obra dessas nos permite visualizar e individualizar de forma mais completa o que se passa numa belonave igual ao Enterprise.

Eu recomendo ``aqueles que gostam. 

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