Gunther e Christine Holtorf visitaram 215 paÍses a bordo de Otto, apelido do SUV do casal. Carro ficarÁ exposto em museu e a partir de fevereiro de 2015 farÁ um tour de dois anos por escritÓrios da montadora alemã na Europa

 

Não importa o quanto vocÊ ande com seu carro, vocÊ nunca vai seguer chegar perto do Mercedes-Benz 300 GD do alemão Gunther Holtorf, carinhosamente apelidado de "Otto" pela esposa de Gunther, Christine, jÁ falecida.

 

ApÓs uma viagem que durou 26 anos e fez Otto percorrer 897 mil quilÔmetros, distância suficiente para ir atÉ a Lua, voltar e dar duas voltas em torno da Terra, o jipe dos Holtorf acaba de chegar ao seu destino final: o Museu da Mercedes-Benz, em Stuttgart, na Alemanha. O carro ficarÁ exposto na seÇão de "clÁssicos" a partir do dia 21 de outubro, mas ainda terÁ que fazer uma última viagem a partir de fevereiro de 2015, agora por escritÓrios da marca alemã na Europa.

 

Como o carro estava quase sempre sobrecarregado, chegando a pesar atÉ 3,3 toneladas com todos os equipamentos necessÁrios para a viagem, Holtorf explica que precisou fortalecer molas e amortecedores, mas que o restante do carro permanece como ele comprou, em 1988. "Transmissão, motor e eixos ainda são originais. Nem o chassi nem a lataria deram sinais de fadiga", diz o ex-executivo de 77 anos.

 

A chegada de Otto ao seu último destino sem Gunther coincide com os 35 anos do lanÇamento do primeiro carro da G-Class, linha de SUVs de luxo da marca. "Novo dono" do carro, Dieter Zetsche, chefão da Mercedes-Benz e presidente do conselho administrativo da Daimler AG, promete manter a produÇão da G-Class no futuro, mas questiona: "Vão existir mais pessoas como o Sr. Holtorf no futuro? Eu espero que sim".

 

Fotos:  http://deles.ig.com.br/auto/20...a-mercedes-benz.html

Original Post

Realmente um feito, considerando que não se trata de um motorista profissional.

A propósito, o carro mais "rodado" em que já andei foi um taxi Mercedes a diesel que já tinha "virado" o odômetro 11 vezes. Ou seja, mais de 1.100.000 km rodados.

Aqui no Brasil, o recorde que carro "rodado" em que andei foi um Santana a álcool com 600.000 km que fazia o trajeto Cantagalo/RJ a Rio de Janeiro/RJ quase todo dia. Tem também o caso de um Golzinho que fez 178.000 km em menos de um ano.

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