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OlÁ;  

FaÇo parte de alguns grupos estrangeiros de discussão sobre o hobby. Na Inglaterra e nos Estados Unidos, uma questão que tem rendido É a escalada de preÇos dos kits que ganham concursos.

   Um modelinho de avião 1/48 chega a custar U$750,00 para o primeiro lugar. Neste preÇo entram o kit, a tinta, o aparelho de pintura, etched, resina, horas trabalhadas... A questão que levantam É justamente essa: a frustraÇão e a angustia de que pagou somente U$600,00(!) pelo modelo. E daÍ? Por não ter gastado mais U$150,00 não ganhou nada...

   Ora, quais são as questÕes que afetam então aos juÍzes, para que decidam qual foi o modelo campeão? SÓ uma, dinheiro. Esqueceram o que É o hobby e o quÊ dele se espera. Levando isso em conta, um modelo leva-se o prÊmio por muito menos do que ele representa para o hobby e muito mais para o quÊ ele representa como poder aquisitivo.

   Para tentar dirimir esta questão, propÕem eles, quatro regras que deverão ser observada pelos juÍzes nas avaliaÇÕes dos modelos em prÓximos concursos:

 

1- Concentrar-se mais no modelo e menos nos custos;

2- "Pontos" extras para detalhamento alternativos e sem grandes custos (arames, palitos, canudos... {criatividade!});

3- "Pontos" extras se os kits são velhos e conhecidos como "ruins", ou "scratchs", mas muito bem montados e trabalhados no segundo Ítem;
4- " Pontos" extras se o modelo em questão custou menos de U$100,00.

 

   Como nÓs, sentem a escalada de preÇos dos kits e acessÓrios. Como consumidores, comeÇam a sinalizar que jÁ não estão mais dispostos a ter um modelo a qualquer custo. Talvez, como consumidores, devÊssemos aderir a este movimento e discuti-lo em nÍvel local, bem como aplicÁ-lo, pois tambÉm nos diz respeito. Ou eles estão errados? Com a palavra, vocÊ, modelista.

  

Last edited by Sosenka
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Vou dar minha opinião! Não sei os critérios dos outros concursos, mas os que frequento ou como participante ou como juiz, o custo do modelo não é levado em conta! Aliás, desconheço no Brasil algum juiz que leve em consideração o custo.

Já ví muito veículo cheio de resina e p.e. perder para veículo direto da caixa, pois quanto maior a quantidade de traquitanas que se coloca, maior o risco de se errar!

   Sim Assef, eles não são contra o uso destes detalhes. Creio que ainda não seja o nosso caso também. Mas lá, detectaram a questão da escalada de preço dos modelos e que não estão mais dispostos a pagá-lo. Buscam uma maneira de mostrar aos fabricantes, de kits e acessórios, que estes atingiram o teto do admissível em matéria de preço. E um dos "flags" deles para os fabricantes (sinalizando a posição tomada) é de que, em determinado instante, modelos mais baratos, serão melhores avaliados (aceitos) pelos modelistas.

   É a maneira que o mercado (modelista) achou para dizer: "Não queremos mais pagar estes valores pelo hobby."

   Exatamente neste ponto que eles saem na frente: conseguem formar uma sociedade de modelistas e não aceitar mais a imposição (preços) dos fabricantes ou lojistas.

   Isto representa o grau de maturidade que se encontram. Independente de suas diferenças, conseguem se agrupar para fazer frente aos fabricantes. Neste aspecto, estamos engatinhando ainda (e aqui me incluo)...

Last edited by Sosenka

Entendo seu ponto de vista Sosenka, mas não há tempo hábil nos eventos no Brasil para avaliar questões tão sutis. Há que se receber os modelos no próprio domingo pela manhã, avaliar, e já anunciar os premiados à tardem, então ficaria realmente difícil. entende ?

Agora, o que o Assef citou é a mais pura verdade, se o Giordano ou outros ninjas do hobby montarem um biplano Lindberg direto da caixa, vão ganhar do meu Eduard profi-pack, com certeza.

Entendo. Mas desviando um pouco do assunto. Entendo a questão de recebimento e julgamento. Entendo o tempo curto para realizar a análise de várias categorias. Entendo que não hão juízes habilitados em todas as categorias. Entendo também, que estas dificuldades estão calcadas na própria "cópia de cópia" dum formato de evento primitivo e desconhecido, que necessita de uma reavaliação e modernização.

O que não entende-se é como um concurso de modelismo, só premia um ou dois modelistas. Os outros, que também fizeram o evento e com modelos muito bons, não ganham nada. Fica-se numa questão subjetiva. O "perdedor"não sabe nem o por quê "perdeu". Não sabe em que precisa melhorar. Se fosse uma corrida, talvez diria:" Ah, preciso melhorar três décimos...". Num levantamento de peso:" Preciso colocar mais trinta quilos no arranque!". E no hobby:"Preciso... Preciso... Preciso o quê para melhorar?".  Não há uma resposta modelística (aqui se trata de neologismo) para ele.

   Voltando ao assunto: naqueles quatro pontos do início do tópico, começam a surgir algumas questões que possam dar uma resposta satisfatória ao modelista que não saiu premiado. Ele saberá, ainda que mais ou menos, onde deverá melhorar para o próximo evento.

   Desta forma, conseguiram colocar num só arcabouço, questões financeiras do hobby, da participação de veteranos e neófitos e da relação deles com eles mesmos. Bem como a melhoria do hobby como um todo.

   De uma maneira muito sutil e simples, propõem mudanças profundas no hobby. Começando pela própria relação entre: modelistas - modelistas; modelistas - fabricantes - lojistas e modelistas - eventos.
   O preço que não querem pagar, não é só em espécie, mas em outros valores também...

   É isso.

Originally Posted by Assef:

Vou dar minha opinião! Não sei os critérios dos outros concursos, mas os que frequento ou como participante ou como juiz, o custo do modelo não é levado em conta! Aliás, desconheço no Brasil algum juiz que leve em consideração o custo.

Já ví muito veículo cheio de resina e p.e. perder para veículo direto da caixa, pois quanto maior a quantidade de traquitanas que se coloca, maior o risco de se errar!

 

Originally Posted by Rogerio77:

Entendo seu ponto de vista Sosenka, mas não há tempo hábil nos eventos no Brasil para avaliar questões tão sutis. Há que se receber os modelos no próprio domingo pela manhã, avaliar, e já anunciar os premiados à tardem, então ficaria realmente difícil. entende ?

Agora, o que o Assef citou é a mais pura verdade, se o Giordano ou outros ninjas do hobby montarem um biplano Lindberg direto da caixa, vão ganhar do meu Eduard profi-pack, com certeza.

Me desculpem, mas não concordo com essas afirmações. Mesmo que o juiz desconheça o preço que custou o kit "A", ele evidentemente vai premiar o tal kit, se não contiver defeitos, apenas pela quantidade de portinhas abertas e detalhes extras que o bicho apresentar.

O que quero dizer é que se dois kits passarem pelo crivo inicial de defeitos, a próxima etapa de decisão deveria ser o trabalho exigido para chegar ao resultado obtido, e não a quantidade de PEs e resinas que o kit tem. Eu sempre vou achar um kit que tem detalhes feitos no scratch, mas valioso que um que foi feito com resinas e PEs. Até porque PE algum substitui um bom trabalho em Scratch.

Eu canso de ver aviões com painéis em PE serem mais valorizados que um feito no scratch, mesmo se sabendo que o PE é bidimensional, enquanto o scratch é tridimensional.

 

Eu sou um modelista médio, ainda cometo alguns erros de montagem. Mas vejo ótimos kits de outros modelistas perderem para outros, apenas porque o kit vencedor era o mais caro e perfeito que existe, sem considerar  o trabalho que o modelista do kit inferior teve para chegar ao resultado obtido. Existem juízes que em caso de dois kits semelhantes e ambos sem defeitos, preferem dar o prêmio ao kit da ESCI em relação ao da Kinetic, por perceberem que o 1º kit teve uma dose de trabalho muito superior que o 2º. Mas isso é raro.

Normalmente se o modelista já é um ótimo modelista e tem dinheiro, ganha tudo, porque o seu kit sempre será o melhor que existe naquele tipo de kit.

Eu vejo isso em quase todos os eventos.
Chega ao absurdo de se dizer que o que importa é o resultado final do kit, independentemente de quem montou(isso em caso de ser apresentado or outro modelista, diverso ao que  efetivamente o fez), e valorizando os acessórios apresentados e até o tipo de tinta utilizada.

 

Eu posso falar isso de cadeira, porque tenho acompanhado os trabalhos do Alexandre CE, que há vários anos ganha tudo o que concorre. Eu sei que ele faz kits espetaculares, sem nenhum erro, quase sempre utilizando o que existe de melhor no mercado para o avião que está montando. Chega a ser cruel tentar concorrer com ele, pois mesmo que o modelista produza um kit perfeito, não ganhará nunca, porque o do rapaz tem as linhas mais acentuadas ou tem detalhes que só o kit top possui.

E antes que me contradigam, eu também sei que ele já ganhou troféus com kits considerados péssimos, com excelentes trabalhos de rebaixo de linhas e detalhamentos, mas sem nenhuma concorrência de algum kit superior, que nesse caso não existe, como foi o caso do Mirage IV e o Mirage III do moço.

 

Enfim, citei os trabalhos dele, nesse comentário apenas como exemplo, já que convivo com o rapaz de uma maneira constante.

 

Outro exemplo são os navios do Martini, que sempre são modelos caros e cheios de detalhes, o que associado ao excepcional talento dele, já lhe trouxeram vários "Best of Show".

 

Por favor, não me entendam mal. Eu concordo com o Rogério quando diz que se um dos ETs montar um kit de marca inferior, vai ganhar de um Paulão, com aquele top de linha, simplesmente porque o cara monta muito.

O que estou tentando dizer é que se compararmos dois modelistas experientes e geniais, com kits diferentes, provavelmente o kit que vai ganhar será o mais caro. E é esse o ponto que quero fixar.

 

No último open do GPPSD tive a oportunidade de conversar longamente com um conhecido juiz de opens que me deixou satisfeito em me dizer que ele valorizava sempre o trabalho que o modelista teve para chegar àquele resultado. Isso me deixou com esperanças de ver um kit simples ganhar um troféu, apenas por ter sido bem trabalhado.

 

E por fim, acho que essa reclamação dos modelistas procede, pois se continuar assim, logo teremos kit com a inscrição recusada, se não contiver uma determinada quantidade de Aftermarkets.

 

Uma boa maneira de amenizar isso seria dividir os prêmios. Seria algo como o melhor kit de uma determinada temática com afters, e um outro prêmio igual para o melhor kit OOB. Mas isso é difícil, pelo aumento dos custos do evento.

 

Quem sabe com esse tipo de discussão se obtenha algum proveito, como a redução dos preços finais dos kits que são apresentados nos Opens...

 

Um abração.

 

Li o tópico e vou dar alguns pitacos:

 

O melhor kit: é aquele que apresenta, passados os quesitos básicos (montagem, pintura, alinhamento, marcas de cola e etc.) o melhor trabalho de pintura, detalhamento e pesquisa. A meu ver, pouco importa se custou 50 ou 500 reais. Qualquer um que já julgou sabe que, ao bater o olho em um grupo de kits concorrentes, identifica-se imediatamente os 4 ou 5 melhores, por questões básicas, como defeitos na pintura ou na montagem. Portanto, premia-se o melhor kit, e não o kit onde houve maior esforço. Se, e somente se, houver dois kits disputando uma medalha e eles estiverem absolutamente parelhos, até o último critério técnico, aí a vantagem é daquele kit inferior que, mesmo assim, chegou cabeça a cabeça com o outro, superior na qualidade do kit que vem na caixa.

 

Julgamento detalhado de todos os kits: concordo que seria ótimo que todos os kits tivessem uma avaliação por escrito, ao final do julgamento, para orientar os que não venceram nos pontos a serem melhorados e ressaltar os pontos fortes do modelo. Isto, infelizmente, não é viável no tipo de julgamento que é feito aqui. São poucos juízes e muitos modelos, em um período de tempo muito curto. Aumentar o tempo para julgamento é inviável, por questões de logística do evento. Minha sugestão é a realização de eventos com escopo definido, tipo "Militaria WW2", pois aí o número de kits seria menor e o tempo para julga-los e conversar com os juízes, depois da premiação, maior.

 

Concursos x Fabricantes de kits: não creio que o que rola em eventos de plastimodelismo oriente a linha de produção dos kits dos fabricantes. Para cada modelista que vai em concurso e se preocupa com estes critérios, dezenas de não modelistas mas simpáticos ao hobby compram kits nas lojas. Obviamente, perguntam aos vendedores de loja o que vende mais, e não o que os modelistas de concurso desejam. A meu ver, é como na fórmula 1: os grandes fabricantes da indústria automobilística estão lá, mas não é o que desenvolvem para os carros de F1 que define o que vende nas concessionárias. A meu ver, os modelistas de concurso vivem em um mundinho muito particular e egocêntrico, achando que tem um peso maior do que realmente tem na decisão dos fabricantes. Haja visto que os fabricantes ficam de olho em pesquisas como as da FineScale Modeler, uma revista de modelista que visa o "povão do plasti".

 

Um exemplo claro disto é o recente lançamento do Mark IV, da WWI, pela Tamiya e pela Takom. O modelo da Tamiya monta bem e é mais simples, o modelo da Takom é super detalhado, com uma esteira onde cada um dos links é composto por várias partes. Qual vai vender mais? Alguém tem alguma dúvida?  E a indústria vai seguir o padrão que vende mais, não tenham dúvida disto.

 

Nenhuma grande empresa sobrevive se não decidir pelo que é financeiramente recompensador. A indústria do plasti não é diferente. 

 

[  ]s

 

Sidney

 

PS - esqueci de comentar que ainda há a questão do "quem é você?", especialmente lá fora. Aqui o hobby é um mercado secundário ou talvez até terciário, mas lá fora tem muita gente que vive disto. Aí, interesses pessoais e comerciais acabam permeando os julgamentos e até mesmo o review dos kits. Já li reviews de modelistas renomados que não apontam para falhas básicas dos kits. Se é assim, como será na hora de um "Tamiya Contest"?   

Last edited by Sidney
Originally Posted by Sosenka:
 
E um dos "flags" deles para os fabricantes (sinalizando a posição tomada) é de que, em determinado instante, modelos mais baratos, serão melhores avaliados (aceitos) pelos modelistas.
 

 

Em resposta à sua pergunta: acho que  modelos mais baratos sempre serão mais aceitos, mas isto é diferente de ser melhor avaliado. O melhor avaliado é o que representa melhor a realidade, em escala. Qualquer coisa fora disto, a meu ver, distorce o resultado do julgamento.

 

Não é admissível, a meu ver, que um kit com melhores detalhes perca para um modelo com detalhamento inferior, somente porque o segundo utilizou materiais alternativos mais baratos. Não é possível sobrepor preço baixo à qualidade do resultado.

 

A meu ver, louvável seria desenvolver materiais e técnicas alternativas mais baratas que resultem em kits iguais ou melhores aos que usam os acessórios prontos que encarecem os kits. Mostrando como fazer para ficar igual e mais barato, fecha-se a questão.

 

[  ]s

 

Sidney 

Last edited by Sidney
Originally Posted by Sidney:

Li o tópico e vou dar alguns pitacos:

 

O melhor kit: é aquele que apresenta, passados os quesitos básicos (montagem, pintura, alinhamento, marcas de cola e etc.) o melhor trabalho de pintura, detalhamento e pesquisa. A meu ver, pouco importa se custou 50 ou 500 reais. Qualquer um que já julgou sabe que, ao bater o olho em um grupo de kits concorrentes, identifica-se imediatamente os 4 ou 5 melhores, por questões básicas, como defeitos na pintura ou na montagem. Portanto, premia-se o melhor kit, e não o kit onde houve maior esforço. Se, e somente se, houver dois kits disputando uma medalha e eles estiverem absolutamente parelhos, até o último critério técnico, aí a vantagem é daquele kit inferior que, mesmo assim, chegou cabeça a cabeça com o outro, superior na qualidade do kit que vem na caixa.

 

Seria muito bom se fosse sempre assim, Xerife. Infelizmente não é o que se vê nos opens.

 

 

Originally Posted by Sidney:
Originally Posted by Sosenka:
 
E um dos "flags" deles para os fabricantes (sinalizando a posição tomada) é de que, em determinado instante, modelos mais baratos, serão melhores avaliados (aceitos) pelos modelistas.
 

 

Em resposta à sua pergunta: acho que  modelos mais baratos sempre serão mais aceitos, mas isto é diferente de ser melhor avaliado. O melhor avaliado é o que representa melhor a realidade, em escala. Qualquer coisa fora disto, a meu ver, distorce o resultado do julgamento.

 

Não é admissível, a meu ver, que um kit com melhores detalhes perca para um modelo com detalhamento inferior, somente porque o segundo utilizou materiais alternativos mais baratos. Não é possível sobrepor preço baixo à qualidade do resultado.

 

A meu ver, louvável seria desenvolver materiais e técnicas alternativas mais baratas que resultem em kits iguais ou melhores aos que usam os acessórios prontos que encarecem os kits. Mostrando como fazer para ficar igual e mais barato, fecha-se a questão.

 

[  ]s

 

Sidney 

Também acho que não se pode hipervalorizar um kit apenas baseado no quesito "preço".

O que eu mencionei acima é que seria interessante que os kits "inferiores" tivessem uma avaliação melhor do que é feito hoje, desde que bem executados.

No evento do GPPSD havia uma sub-temática de F-5 FAB. E eu vi muita gente torcendo o nariz para kits de marcas mais simples, percebendo que só os kits da AFV teriam alguma chance de vitória, tamanha a diferença dos kits desse fabricante para os outros. E haviam bons kits, fora os AFV.

 

Um Abração.

Olá;

   Então, perceberam a dificuldade da "coisa"? Mas por lá, resolveram enfrentar isso e de alguma maneira tentar algo diferente. A discussão nos fóruns ainda continua e está neste pé:

 

a) "- ... suas ideias e sugestões parecem ilimitadas. Que tal um dia, em vez de 'talking the talk' , você 'walking the walk'..." ;

 

b) " ...Sim, eu sou bem estranho. Eu venho de uma época em que nosso hobby era feito com a imaginação, a criatividade, com habilidades desenvolvidas e sem cartões de crédito... É tarde demais para me salvar, eu simplesmente não me encaixo no século 21...";

 

c) "... Sou agradecido pelo século 21. Fiz uma operação a laser em meus olhos e agora posso enxergar bem(!). E acredite, meus modelos ficaram muito melhores...";

 

d) "...O que parece ter sido ignorado na maior parte desta discussão prolixa, é que muitas pessoas que compram os kits e acessórios, o fazem porque não têm tempo para construir tudo a partir do zero ou possuem as habilidades para fazê-lo. Apesar de ser de uma época que se fazia tudo, eu também gosto do "pronto" para ser executado (ou modificado), a custos razoáveis..."

 

e) "... e assim, conversando com um amigo lojista sobre os problemas de custo que eu vejo hoje, ele prontamente me disse que suas vendas estão caindo especialmente porque as pessoas em nossa região simplesmente não têm o dinheiro para gastar mais. Foi até a seção de modelos da loja e apontou vários modelos menores, tão barato quanto $ 20,00 que ele lidaria dali em diante.."

 

f) "...é claro que eles custam, as pessoas que produzem este material gostam de comer também. Se eles não têm um bom lucro, vão investir em algo mais lucrativo. Como alguém disse antes, estamos no melhor dos tempos para ser um modelista. Diversão, prazer e satisfação estão nos olhos e na mente de quem faz o hobby, ninguém deve presumir ou definir a regra para o que é aceitável ou normal, ou se preocupar com os fatos da vida. Qualquer um pode ter uma experiência de modelismo agradável, independentemente dos recursos (exceto aqueles verdadeiros e profundos na pobreza). Nós devemos apenas relaxar e se divertir, não se preocupe com o que os outros estão fazendo ou quando eles não fazem as coisas como nós fazemos. Lembre-se da única regra no hobby:não há nenhuma regra...";

 

   Alguns apontamentos meus, nestas afirmações pinçadas nas mais de 1500 respostas naquele tópico:

 

a) Lá como cá, muitos falam. Mas poucos fazem;

b) Pessoas normalmente, possuem certa resistência à mudanças;

c) O século 21 mudou a maneira como vemos o hobby;

d) Apesar do pouco tempo para o hobby, os "fittings" ajudam na modificação de modelos existentes. E esse trabalho de modificação também é o hobby;

e) É fundamental a existência de modelistas para as lojas de modelismo. Use desta força.

f) Se o modelismo é uma questão pessoal, concursos para quê? Se hão concursos, quais as regras?

 

   Como este é um fórum nacional de plastimodelismo, achei por bem trazer estas questões aqui. Afinal precisamos discutir, em nível local, os problemas que ano a ano se repetem no hobby (quem já não ouviu sobre eles?) e o impedem de seguir adiante. É isso.

 

 

 

Last edited by Sosenka

Na minha opinião, só deve se levar em conta o resultado final e ponto.

 

Acredito inclusive que em todos os concursos, os trunfos dos meus mirages da ESCI e da Heller mencionados pelo Paulão, se deram apenas pela análise do resultado final, e não pelo martírio que tive que passar para torná-los kits a nível de concurso. Desde quando tirei a 1° peça da grade eu tinha essa consciência.

 

Esse papo de até o valor ser levado em conta, é só mais um chorôrô infundado.

 

Originally Posted by Paulão - Tchwrma:
No evento do GPPSD havia uma sub-temática de F-5 FAB. E eu vi muita gente torcendo o nariz para kits de marcas mais simples, percebendo que só os kits da AFV teriam alguma chance de vitória, tamanha a diferença dos kits desse fabricante para os outros. E haviam bons kits, fora os AFV.

 

Um Abração.

Coincidentemente estavam todos bem inferiores em acabamento/pintura/realismo aos AFV da mesa. Mas conheço uma meia dúzia de modelistas que são capazes de igualar os kits antigos aos da AFV.

Mas pra que sofrer?????? Masoquismo modelístico?! kkkkk

Last edited by alexandre ce
Originally Posted by alexandre ce:

"Na minha opinião, só deve se levar em conta o resultado final e ponto..."

"...Esse papo de até o valor ser levado em conta, é só mais um chorôrô infundado..."

 

Será? Já não vivemos o custe o quê custar e não apenas o chororô? Não advém exatamente dos resultados finais os problemas dos concursos? É esta a questão. Não se trata dos custos em dinheiro, mas dos custos em outros valores. O dinheiro só foi o escolhido, pois todo mundo sabe o quanto ele custa. Outros valores, são subjetivos e ligados à cultura de cada um. Por isso um debate regional mais amplo. Afinal, há apenas algum tempo os brasileiros começaram a sermos atendidos pelo hobby. Ele nasceu foi para ingleses e americanos.

Os eventos que acontecem pelo país a fora, em maior ou menor grau, deveriam também levar em conta o que pensa modelista (em seminários ou outras formas de debate) e não só o que se está exposto sobre a mesa. E o resultado disso, ser discutido, aprimorado e aplicado em prol do hobby e da sociedade formada por/pelos modelistas, tratando-se de apaziguar os extremos e torná-los assintóticos.

bom, penso que de uma maneira geral os custos estão subindo!

 

Os kits mais novos tem chegado ao mercado com preço (no exterior) em torno de uns 35/40 dolares (militaria 1/35) a 45/50 dolares (aviação 1/48) o que contrasta com os preços cerca de 15 a 20 dolares mais barato da "geração" anterior de kits!!!!

 

some-se a isso o fato de que tão logo se lança um kit, que já começa a trazer de fábrica alguma coisa em PE, temos uma enxurrada de acessórios em PE, resina e por ai vai.....

 

Certamente a coisa começa a ficar impraticavel para o modelista que está acima do mediano mas, abaixo do "top", que deseja participar de concursos e se vê diante de um dilema (isto para quem vive no exterior): como investir em um kit caro e mais ainda em aftermarkets para poder estar em "igualdade" com os tops????

 

É fácil no exterior, onde a oferta de acessórios é grande, "perder a cabeça" e comprar uns 50 dolares em PEs e resinas para dar aquele "up grade", enquanto por aqui isto ainda é raro....

 

... dai fica fácil imaginar o que passa pela cabeça do modelista: como fazer frente em concursos onde modelistas profissionais arrebatam os premios pois contam com recursos para melhorar os modelos?

 

 

Aqui, vendo um debate ano passado, após o resultado de militaria no evento de Campinas (se não me engano!) para mim ficou visivel o que retrataram acima: que nos eventos do Brasil se prioriza se o kit está sem erros e por fim, o aspecto geral.

 

Não acredito que por aqui tenhamos de ter a mesma preocupação sobre vermos nos concursos modelos "recheados" de PEs e resinas predominando como os unicos vencedores pois por aqui, apenas quem realmente é "top" acaba tendo acesso a alguns itens, e ainda assim, muitos investem pesadamente no Scratch (dificil não lembrar do Mano e do Pitoco com modelos excepcionais, um no scratch e outro nos aftermarkets, concorrendo em igualdade e olha que já vi ambos fazendo milagres com kits mais antigos!!!!!).

 

 

Como citaram o caso acima, do F.5, onde hoje fica visivel que é mais fácil investir num da AFV do que sofrer num da Revell (embora o dobro ou mais que o antigo!) mas, pelo que sinto, ainda predomina por aqui nos julgamentos o TALENTO que cada um terá para montar seu modelo, usando ou não de recursos extras!

 

COMO SUGESTÃO, PARA EVITAR PROBLEMAS...

 

... seria viavel fazer com que houvesse uma sumula ou algo a ser entregue ao modelista ao final do concurso, para que ele soubesse onde errou????

 

acredito que algo ainda que simples, indicando por exemplo "wash muito carregado" ou "pintura falha" já serviria para auxiliar o modelista...

 

..... embora certamente geraria debates posteriores!!!!

Originally Posted by Anderson Salafia:

COMO SUGESTÃO, PARA EVITAR PROBLEMAS...

 

... seria viavel fazer com que houvesse uma sumula ou algo a ser entregue ao modelista ao final do concurso, para que ele soubesse onde errou????

 

acredito que algo ainda que simples, indicando por exemplo "wash muito carregado" ou "pintura falha" já serviria para auxiliar o modelista...

 

..... embora certamente geraria debates posteriores!!!!

Anderson, isso seria completamente inviável, pelo tempo escasso que os juízes tem para julgar. E acho que seria mais um agente complicador.

Mas tem uma alternativa, que eu uso:

Quando eu participo de um Open com um kit que acho que teria condições de concorrer e não ganhou, geralmente procuro o juiz (Geralmente é um dos meus amigos) e educadamente pergunto(não questiono, pergunto) o que tirou pontos de meu kit, na única tentativa de corrigir o erro em um futuro kit, e com isso melhorar o meu nível de montagem. Então peço sugestões de melhora em relação ao kit específico, agradeço e saio feliz, porque sei o que ocorreu.

Simples assim.

 

Um abração.

O que se julga é o trabalho que esta em cima da mesa, levar em consideração se tem resina, PEs ou o trabalho que deu, para dar maior ou menor valor ao resultado, além de introduzir mais subjetividade a um julgamento que já é subjetivo, ainda pode conter alguns enganos básicos.

 

 Quem disse que colocar resinas e PEs torna o trabalho mais fácil? Ao contrario, muitas vezes substituir partes do kit por acessórios de terceiros exige muito trabalho e talento. Certos acessórios exigem extensa "cirurgias" nos modelos,o que torna a montagem muito mais complexa.

 

 Outro ponto:

 

 Se formos dividir isso então também teríamos que dividir os próprios modelos por fabricantes, já que sabemos que não se pode comparar a qualidade de um Hasegawa com um Amodel, por exemplo.

 

 Quem escolhe o modelo que vai levar, e o que vai colocar nele, é o modelista, e ele deve assumir a consequência da escolha. Se escolheu um modelo mais difícil, ou se refere fazer em scratch, vai ter que trabalhar mais. Isso não muda o fato de que o que vai ganhar é aquele que apresentar o melhor resultado final.

 

Seria legal mesmo que houvesse uma ficha em que os juízes pudessem descrever o que acharam de errado em cada modelo, mas simplesmente não há tempo hábil para isso. No entanto é sempre possível conversar com os juízes desde que isso seja feito de forma educada. Eu julguei militaria em Campinas  este ano e dei explicação a pelo menos dois modelistas que vieram perguntar sobre o julgamento.

 

Ps. Não espere que o juiz saiba a resposta de pronto, depois de julgar 60 ou 70 modelos não é possível se lembrar imediatamente de todos os problemas, como foi no meu caso, as vezes vai ser preciso olhar o modelo novamente.

 

Originally Posted by Anderson Salafia:

 

Aqui, vendo um debate ano passado, após o resultado de militaria no evento de Campinas (se não me engano!) para mim ficou visivel o que retrataram acima: que nos eventos do Brasil se prioriza se o kit está sem erros e por fim, o aspecto geral.

 

 

 

É assim mesmo que se julga. O processo é eliminatório, começando pela montagem. 

O modelista pode ter gasto os olhos da cara para encher o tanque de PEs, resinas e outros detalhes, mas se, por exemplou, não emassou o cano e fica aquela fresta, já era. É montagem básica.

É perdoável num iniciante, mas não para quem disputa na categoria principal.

 

 

 

 

Originally Posted by fernando frota melzi:
Originally Posted by Anderson Salafia:

 

Aqui, vendo um debate ano passado, após o resultado de militaria no evento de Campinas (se não me engano!) para mim ficou visivel o que retrataram acima: que nos eventos do Brasil se prioriza se o kit está sem erros e por fim, o aspecto geral.

 

 

 

É assim mesmo que se julga. O processo é eliminatório, começando pela montagem. 

O modelista pode ter gasto os olhos da cara para encher o tanque de PEs, resinas e outros detalhes, mas se, por exemplou, não emassou o cano e fica aquela fresta, já era. É montagem básica.

É perdoável num iniciante, mas não para quem disputa na categoria principal.

 

 

 

 

Falou tudo! Aliás, o que tinha de fresta!

Vou dar meus pitacos, sou da velha guarda, do tempo que os kits vinham com mais plástico nas rebarbas que o kit propriamente dito, óbvio que estamos vivendo a época de ouro do plastimodelismo, PE perfeitos para interior/exterior, acessórios de resina que beiram a realidade, decais, tintas e insumos de qualidade absurda, claro que isso encareceu o hobby, e se 2 modelistas do mesmo nível montarem 2 kits, tipo um P-51 da Tamiya e o outro um P-51 da Monogram por exemplo, é claro que mesmo colocando os mesmos acessórios nos 2 kits, o da Tamiya vai ficar melhor pois o kit é melhor, o que quero observar é que hoje em dia eu prefiro comprar um kit de 150,00 do que 3 de 50,00, é claro que mesmo um de 50,00 sendo bem trabalhado bate o outro mais caro, mas veja o Alexandre CE por exemplo, que diz ter passado uma saga para montar o lindo Mirage que eu vi na APRJ, eu tinha esse mesmo kit, mas abria a caixa e desanimava, aí vendi, sinceramente o tempo é escasso para o hobby, por isso a minha preferência por kits mais "caros".

Originally Posted by Assef:

 

É assim mesmo que se julga. O processo é eliminatório, começando pela montagem. 

O modelista pode ter gasto os olhos da cara para encher o tanque de PEs, resinas e outros detalhes, mas se, por exemplou, não emassou o cano e fica aquela fresta, já era. É montagem básica.

É perdoável num iniciante, mas não para quem disputa na categoria principal.

 

 

 

 

Falou tudo! Aliás, o que tinha de fresta!

2! E essa tem sido a conduta utilizada em muitos eventos que participei por aqui!

Last edited by alexandre ce

Olá;

   A "coisa" por lá continua. Propuseram um group build com algumas característica para testar o que foi definido nesta discussão toda:

 

1) Montagem de um modelo em escala definida, comercial (comprado em loja) e que tenha sido lançado a mais de 20 anos (talvez livre de softwares em sua fabricação) e sem uso de aftermarkets, straight out of the box;

2) O modelo não poderá custar mais de X dólares (custo mínimo definido posteriormente em consenso);

3) Ao término da montagem do modelo, o trabalho de pesquisa deverá ser disponibilizado em arquivo (PDF, Word, DJview...) para toda a comunidade do fórum, bem como o memorial descritivo da montagem do modelo e suas fotos;

4)Qualquer membro do fórum será o juiz e suas decisões serão tomadas através do documento descrito acima e em outro esquema que brevemente está por se definir.

 

Ou seja, um GB miséria!

 

Se ocorrer algo parecido por aqui, estou dentro. E como lá, este GB será definido por quem dele participar, em forma de consenso. Só aguardo o "outro esquema a ser definido (item 4)" para disponibilizá-lo. Mas de qualquer forma, para aqueles que quiserem, abrirei um GB por aqui (se é que eu posso fazer isso?). Até lá.

Last edited by Sosenka
Originally Posted by Sosenka:

Mas de qualquer forma, para aqueles que quiserem, abrirei um GB por aqui (se é que eu posso fazer isso?). Até lá.

Pode, mas é preciso definir o tema, o prazo e ter um número mínimo de integrantes, senão não faz sentido.

 

Havia regras quanto ao número mínimo de integrantes para abrir um GB, etc e tal, mas dado o baixo rendimento atual dos GBs, se você juntar ao menos seis candidatos comprometidos a participar pode abrir o GB.

 

[  ]s

 

Sidney

Last edited by Sidney

uma coisa que tenho percebido é que ultimamente há um grande debate:

 

o kit é um modelo que REPRESENTA COM FIDELIDADE RAZOAVEL algo real x o kit é uma REPLICA EXATA E PERFEITA EM SEUS MINIMOS DETALHES de algo real

 

 

vou citar aqui, por exemplo, o debate em torno do kit do Super Tucano da Hobby Boss.

 

sim, o kit tem algumas falhas mas, a exceção de um cara detalhista que tenha estudado plantas e milhares de fotos do avião real, nem se nota!

 

mas ai há aqueles que querem fidelidade total e buscam os sets de correção e tudo o mais, refazem linhas de painel, criam ou refazem rebites e por ai vai....

 

 

se estamos falando de julgar o TRABALHO DE MONTAGEM, como ocorre nos eventos daqui (e ficou bem claro neste tópico!) penso que indiferente ao sujeito montar um kit "no estado da arte" com aftermarkets ou um kit "veterano" com algum scratch, no final prevalecerá sempre o MELHOR TRABALHO DE MONTAGEM!

 

enfim, se o objetivo de um evento é julgar a montagem em si e o resultado final do modelo, é uma coisa...

 

e vamos considerara que os kits mais modernos, sem nenhum aftermarket (muitos já trazem uma pequena cartela em PE!) montado direto da caixa, como bem disseram ai acima, será muito mais tranquilo de montar que um velho Tamiya.

 

... agora se no exterior os caras levam em conta o que foi adicionado à montagem, ai é outra coisa....

 

 

o que concluo é que aqui no Brasil, indiferente ao que se tem em mãos (um kit antigo ou moderno, com scratch, aftermarkets ou direto da caixa!) o que será fator DETERMINANTE na hora do julgamento será o empenho da pessoa em montar o modelo!

 

 

quanto ao GB que sugeriram ai, de se pegar um kit antigo e fazê-lo sem nenhum aftermarket e registrar tudo, creio que seja interessante afinal, o que prevalecerá será o trabalho do modelista em montar o kit.

Originally Posted by Sosenka:

Olá;

   A "coisa" por lá continua. Propuseram um group build com algumas característica para testar o que foi definido nesta discussão toda:

 

1) Montagem de um modelo em escala definida, comercial (comprado em loja) e que tenha sido lançado a mais de 20 anos (talvez livre de softwares em sua fabricação) e sem uso de aftermarkets, straight out of the box;

2) O modelo não poderá custar mais de X dólares (custo mínimo definido posteriormente em consenso);

3) Ao término da montagem do modelo, o trabalho de pesquisa deverá ser disponibilizado em arquivo (PDF, Word, DJview...) para toda a comunidade do fórum, bem como o memorial descritivo da montagem do modelo e suas fotos;

4)Qualquer membro do fórum será o juiz e suas decisões serão tomadas através do documento descrito acima e em outro esquema que brevemente está por se definir.

 

Ou seja, um GB miséria!

 

Se ocorrer algo parecido por aqui, estou dentro. E como lá, este GB será definido por quem dele participar, em forma de consenso. Só aguardo o "outro esquema a ser definido (item 4)" para disponibilizá-lo. Mas de qualquer forma, para aqueles que quiserem, abrirei um GB por aqui (se é que eu posso fazer isso?). Até lá.

Mas a idéia da categoria ootb (Out of the box) é esta mesmo ué, que o kit seja montado sem aftmks ou scratchs...isto é, o "kit puro".

Last edited by Fabio Moretti

"...Mas a idéia da categoria ootb (Out of the box) é esta mesmo ué, que o kit seja montado sem aftmks ou scratchs...isto é, o "kit puro"....".

 

   Sim, assim estimula-se o do yourself ( um pouco de modelismo) e torna o teste de uma nova metodologia de avaliação mais simples de realizá-lo. Esta metodologia incorpora um método de "julgamento", onde o modelista saberá onde foi seu "pecado", obtendo desta forma, uma resposta positiva sobre seu trabalho presente e futuros.

   Dei minhas sugestões lá, dentro em breve definiremos qual é a metodologia de avaliação. É isso. Até mais.

É uma pena! Nestes últimos anos tenho visto os modelos caírem de qualidade! Ano após ano, os kits aparecem nos concursos, mais simples e mais mal montados! O que vejo é um estímulo à pobreza das montagens! Gostaria de ver pessoas estimulando a melhoria da qualidade dos kits montados, isso sim!

"...é uma pena! Nestes últimos anos tenho visto os modelos caírem de qualidade! Ano após ano, os kits aparecem nos concursos, mais simples e mais mal montados! O que vejo é um estímulo à pobreza das montagens! Gostaria de ver pessoas estimulando a melhoria da qualidade dos kits montados, isso sim!..."

 

   Meu caro Assef, vamos por partes:

 

a) da Etimologia: - O quê é um Hobby?: Um hobby é uma atividade particular e regular que é feito para o prazer, normalmente durante o tempo de lazerE isto pode ser em atividades de coleta e preservação de itens temáticos ou objetos. Realizado como atividade artística e/ou criativa.

   Por participar continuamente em um hobby em particular, pode-se adquirir conhecimento e habilidade consideráveis nesta área do conhecimento.  De um modo geral, uma pessoa que exerce essa atividade para o divertimento é chamado de 'hobbysta' (em nosso caso, plastimodelista). Enquanto um profissional geralmente se envolve nesta atividade para uma recompensa pelo seu trabalho ($), um amador pode ser tão hábil como um profissional e geralmente não o realiza pela pecúnia. O faz por outro tipo de recompensa;

 

b) Do conceito de qualidade: é um gradiente espera