Existe(iu) RA-1A (AMX de reconhecimento)

Originally Posted by Felipe C. Miranda:
Originally Posted by guacyr:

Parece que tinha dois que podiam disparar sidewinders.

Dois entre cinquenta e tantos...  Legal, era o suficiente para as apresentações...

É como o Rafael falou: o A-1A é um "xavantão". Como A-1M ele passa a ser o que o italiano já é desde o início...

 

não vamos nos esquecer que a "doutrina" da FAB também mudou há pouco tempo... na época em que o AMX entrou em operação era o vetor mais moderno que possuíamos. para se ter uma idéia, era o único que tinha RWR e que tinha um computador de bordo, que permitia calcular o CCIP das bombas (burras!)...

além disso, o Mirage III não tinha mísseis também! o super 530 ficou operacional por muito pouco tempo e eu não sei se o F-5E estava realmente habilitado a disparar os AIM-9B que a FAB tinha...

A mentalidade dos nossos brigadeiros estava "travada" na segunda guerra mundial! avião com canhão para combate aéreo e com bomba para ataque ao solo!

ou seja, só fomos nos "modernizar" a partir do início dos anos 2000!

 

 

Aqui estão as fotos que o Ricardo me enviou.  Realmente eu não conhecia essa variante, com essa protuberância:

A versão que conheço é essa das fotos abaixo. Com abertura ambaixo e na lateral:

parece que a FAB abandonou essas versões com câmeras embutidas por uma questão de desempenho.  O uso do pod especializado é o esquema usado atualmente.

Pessoal, os RA-1 são uma designação dos A-1 operados pelo 1/10 GAV. Não vai escrito na fuselagem, mas se diferem dos A-1 do 3/10 GAV pois possuem o painel de controle das câmeras no cockpit e a cablagem pra isso. O pallet III era removível, então era instalado conforme a necessidade. Mas vale também para a operação dos casulos de reconhecimento.

Atualmente os A-1 do Centauro operam o Litening 3 para lançamento de LGB Lizard, enquanto o Poker opera o Reccelite, que é parecido mas diferente, e é utilizado para reconhecimento tático. Rec Tat é a alturas muito baixas (entre 100ft e 500ft), diferente do rec convencional dos R-35 que é realizados a altitudes bem maiores. 

 

A FAB já usou, ainda que informalmente, designações um pouco diferentes em função de modificações das aeronaves. O  Pantera já denominou os antigos Sapos como AH-1D e o Poti chamou Esquilos com AH-50 devido a estas aeronaves terem recebido a cablagem, caixas de controle e visores de tiro para que o piloto pudesse disparar foguetes e metralhadoras instaladas nessas aeronaves, enquanto outros esquadrões só tinham máquinas adaptadas para o tiro com armamento lateral. 

 

 

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