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Este eu não conheço.

Acho que é viajem. Ou composição de cores.

Tem um piloto alemão com um cranio e ossos cruzados na 1° GM. O nome é Von Hantelmann, depois este avião foi transferido a outro piloto Wustoff , mas as cores são diferentes.

 

Eles voavam no esquadrão de Rudolph Berthold.

 

Espero ter ajudado.

[]s

JEP

Last edited by JEP Annoni

JEP, eu tbm acho que seja do esquadrão do Berthold, eu estou pesquisando em cima desse esquadrão mas não consegui nenhuma informação, inclusive eu estou olhando o segundo plano das fotos pra ver se eu acho alguma coisa, mas sempre tá valendo a ajuda, obrigadão .

 

Quanto a você Rogério, eu acho que vai dar mais sorte pintar o avião de PRETO,VERMELHO e BRANCO do que só preto e branco, entende

 

Vamos continuar a catar essa referencia, pois essa pintura que É muito LINDA !!!!!!!!!!!

Originally Posted by Felipe C. Miranda:
Originally Posted by Guacyr.:

O enrosco é fiação estaiação!

Os aviões da Fokker quase não tem...

Já tinha lido a respeito, tanto parece que muitos foram destruídos após a guerra devido a este avanço, pois muita estaiação conseguiram embutir.

Originally Posted by Felipe C. Miranda:
Originally Posted by Guacyr.:

O enrosco é fiação estaiação!

Os aviões da Fokker quase não tem...

Pergunta básica: quase não tem ou não tem mesmo? Vi algumas fotos e não consegui ver os cabos...

Esse Fokker é fictício não existe nada publicado com informações históricas. Já o Spad XIII da arte, tem foto e pertenceu ao 103rd Aero Squadron ele foi voado por um dos primeiros voluntários do esquadrão Lafayette o Capitão Robert Soubiran.

 

O modelista Marc Flake da "World War I Modeling Page", fez um DVII da Monogram 1/48 usando essa arte como referência há algum tempo atrás.

 

Fokker DVII

 

É provável que o artista tenha usado como referencia o Jagdgeschwader 1 e a Jasta 4 para criar a caixa. O 103rd Aero Squadron combateu na região da Lorena onde a Jasta 4 operou em 1918. A Jasta 4 usava em seus DVII o preto na frente. O vermelho na fuselagem foi usado pelo menos em dois aviões (Udet e Drekmann). Pilotos conhecidos como: Kraut, o venezuelano Carlos Meyer Baldó e outros tiveram seus DVII com o nariz em preto, mas não da maneira como o Fokker da arte foi pintado.

De qualquer jeito "fictício ou não" é um DVII muito bonito.

É por isso galera que eu sempre falo: Aviation art, profiles e pinturas são muito bonitos, mas sempre procure checar em fotografia, se não existe fotografia do avião real, fique com tres pés atrás, pois pode ser "licença poética" do artista.

E Sidney, quase não tem, pois os cabos cruzados que dão resistência no cavalete do trem de pouso estão lá, e tem os cabos que levam o comando das superfícies de controle.  

Mas há modelos menos conhecidos como os Fokker D.II e D.V que tem cabeamento intrincado como avião ingles...

JEP, pior e que vai

 

Eu tento me controlar, mas tá difícil, tanto com o D VII quanto com a família do Albatroz .

 

E olha que até um tempo atrás eu não era muito fã de WW I, foi por causa da convivência com o Yran Maia, Felipe, Giordano e etc...., que eu comecei a a gostar das " pipinhas " .

 

Agora, fazer o que, monta né

Last edited by Flávio T-6-Tiger 26

O Fokker D VII tinha poucos cabos porque foi o primeiro avião a usar o conceito de "asa espessa".

 

O D VII usava uma nova configuração de asa conhecida como GOE 298 AIRFOIL - Gottingen 298 airfoil, em razão de ter sido desenvolvida na universidade de Gottingem pelo professor Ludwig Prandtl. Era um conceito totalmente novo, já empregado em certa forma no Fokker Dr I. Fazendo experiências em túnel de vento, Prandtl percebeu pela primeira vez que era possível obter sustentação com uma asa de perfil espesso (thick wing), na verdade esta asa tinha desempenho superior aos desenhos anteriores principalmente em baixas velocidades. Além disso, o seu perfil mais espesso permitiria que fossem usadas estruturas mais resistentes no interior da asa e isso dispensou o uso dos cabos no desenho do D VII, além de diminuir o volume das estruturas entre as asas. Na verdade o D VII tinha asas tão resistentes que poderia voar mesmo sem as estruturas entre asas.

Báh Flavio, você deve ter uma coleção e tanto!

Eu posso pensar fácil em, pelo menos, 10 ases do D VII para montar!

Ernst Udet (62 victories)

 

 

Herman Goering's (22 victories) Fokker D.VII.

 

 

 

Tem este em amarelo e preto, de Gotthard Sachsenberg (31 victories,) o primeiro as da aviação naval.

Lt.Oliver von Beaulieu-Marconnay

August Raben.

Lt.Rudolf Stark

Lt.Lutz Beckmann.

 Ltn.Josef Jacobs.

 

 Lt.Franz Buchner.

 Lt.Ulrich Neckel.

Willi Gabriel (11 victories).

 

Pilot - Lt. Richard Kraut.

 

Oblt.Karl Bolle (36 victories).

 

E os meus 3 preferidos:

Georg von Hantelmann.

 

Lothar von Richthofen.

Rudolf Berthold (44 vitorias)

Last edited by JEP Annoni

Salve mais algumas ideias , para vocês neste site:

http://foxsf1918.it.gg/Fokker-...istorical-paints.htm

O legal é que tem uma vista em perspectiva e outra (no dowload )das vistas laterais de todas as partes.

Aeronave do Ltn. d R Rudolph Stark - Jasta 35b (oct 1918).

 

Ltn. Georg von Hantelmann - Jasta 15 (jun 1918) - download

 

 

Ltn. d R Hugo Schafer - Jasta 15 (nov 1918) - download

 

Ltn. d R Erich Just - Jasta 11 (summer 1918) - download

 

Oblt Erich Lowenhardt - Jasta 10 (summer 1918) - download

 

Oblt Hermann Goring - JG1 (oct 1918) - download  (Aeronave principal)

 

Oblt Hermann Goring - JG1 (oct 1918) - download (aeronave secundaria)

 

Oblt Bruno Loertzer - JG3 (nov 1918) - download

 

 

 

 

 

 

[]s

JEP

Last edited by JEP Annoni

Neste mesmo site tem imagens de outros aparelhos e pilotos.

 

http://riseofflight.com/forum/...torical-skins-polls/

 

Nieuport 17 - Escadrille Lafayette - Lt. Willis Haviland

N28 - 147th Aero Squadron - 2/Lt. James F. Ashenden

 

Jasta 5 Fritz Rumey candy stripe (Update Jul 27)

 

 

 

 

Afinal, não foi só o Fokker DVII que ficou celebre!

 

Outro site bem interessante: http://memorial.flight.free.fr/

 

[]s

JEP

 

Last edited by JEP Annoni

Por esta riqueza de pinturas e camuflagem tenho uma dezena de kits do Albatros D.III, Fokker Dr.I e Fokker DVII todos na 1/72 (Revell e Eduard), mais folhas de decal e livros de referência. Até o momento montei 1 de cada modelo e os outros estão na fila...

Caraio, to lascado

 

JEP, valeu as referencias, eu tinha a ideia de fazer uns 4 D VII, ( 1 Marinha alemã da folha do Felipe, uma das versões do Udet, o que tem os anões segurando uma lança e um Finlandês )mas agora babou .

Vou ter que repensar se eu vou colocar mais umas 5 no bolo!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Valeu.

Originally Posted by Augusto:

O Fokker D VII tinha poucos cabos porque foi o primeiro avião a usar o conceito de "asa espessa".

O que não deve ter sido um sucesso já que os biplanos das décadas seguintes tinham cabeamento. Os próprios biplanos alemães da década de 30 tinham os velhos cabos entre as asas.

Ao contrário, foi um grande sucesso, mas não nos biplanos. Quase todos os aviões monoplanos da segunda guerra usavam este típo de asa, até o aparecimento das asas de fluxo laminar.

 

Last edited by Augusto

O DVII era tão impressionante que é a única citada nominalmente pelo tratado de Versalhes.

Os alemães não podiam mais operar uma força aérea, mas ainda podiam produzir aeronaves para exportação.

Mas não o D VII!

[]s

JEP

Last edited by JEP Annoni

O D.VII era de fato um excelente avião, mas não estava isolado na posição de melhor, apenas teve a sorte de vir primeiro e logo equipou praticamente todos os esquadrões que estavam encostando o Albatros D.V (bonito mas ruim de pilotar).

Contudo logo em seguida vieram outros aviões tão bons quanto ou quem sabe até superiores ao D.VII, mas como nào encontraram espaço para mostrarem serviço, ficaram na obscuridade, mas adorados pelos pilotos que os usaram.  É o caso do Pfalz D.XII e do Roland D.VI

Last edited by Felipe C. Miranda
Originally Posted by Felipe C. Miranda:

O D.VII era de fato um excelente avião, mas não estava isolado na posição de melhor, apenas teve a sorte de vir primeiro e logo equipou praticamente todos os esquadrões que estavam encostando o Albatros D.V (bonito mas ruim de pilotar).

Contudo logo em seguida vieram outros aviões tão bons quanto ou quem sabe até superiores ao D.VII, mas como nào encontraram espaço para mostrarem serviço, ficaram na obscuridade, mas adorados pelos pilotos que os usaram.  É o caso do Pfalz D.XII e do Roland D.VI

E que tal o asa alta Fokker DVIII, chamado "Flying Razor" ?

 

Last edited by Rogerio77

O D.VIII nasceu como D.V e tinha uma falha na construção da asa que fazia com que ela se soltasse quando o avião fazia uma curva fechada e passava de certa força G, muitos pilotos morreram nessa.  Tanto que o avião foi recolhido, conseguiram corrigir o problema e ele foi relançado como D.VIII, mas aí a má fama já estava feita, já que as melhorias não eram visiveis e pra quem olhava era o mesmo avião.  Mas também foi outro avião considerado melhor que o D.VII depois que teve seu problema resolvido.

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