Inspiração - o que vc pode fazer com um destroyer na 1/700.

Feliz 2019!

Navegando pela Model Warships nesse primeiro dia do Ano Novo, mergulhei nesse tópico do Dan Kaplan, sobre sua montagem do destroyer Yukikaze da Aoshima, na escala 1/700.

http://www.modelshipgallery.co...aze-700-dk/index.htm

É impressionante o que se pode fazer com um kit de 15, 16 cm de comprimento, originalmente sem muitos detalhes. E o resultado final impressiona pela leveza.

Grande inspiração para futuros projetos, especialmente agora com os novos lançamentos de destroyers japoneses da Yamashita nessa escala.

https://www.1999.co.jp/eng/sea...ey=yamashita+1%2f700

Em tempo - Dan Kaplan é um dos experts na Marinha Imperial que batem ponto na Model Warships. Seus tópicos são verdadeiras aulas e fonte de informações bem interessantes.

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Original Post

Verdade André. Esses destroyers eram um osso duro de roer. Além dos canhões, tinham dois lançadores quádruplos de torpedos, com uma recarga para cada um deles - 16 torpedos no total. E que torpedos! Cada um com quase 3 toneladas, 9 metros de comprimento, 60 cm de diâmetro, meia tonelada de explosivo na cabeça, um alcance de mais de 20 km e quase 100 km/h de velocidade. E o fdp era movido a oxigênio, sem deixar rastros. Os aliados não tinham nada parecido. Ser atingido por um desses não era bom negócio!

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Paulo,

Interessante como é difícil avaliar temas, que para alguns de nós, são menos conhecidos.

Tenho acompanhado seus trabalhos em embarcações já há algum tempo, tanto que como sabe até comprei alguns pequenos Tamiya, baseado em seus sábios conselhos 

Ainda não montei, mas assim que recebi verifiquei o quanto são pequenos, bem menores do que eu pensava (provável reflexo dos Revell Kiko com seus 30 cm ou quase) e obviamente como algumas partes são exageradas por limitações de injeção.

Penso que alguma coisa pode ser afinada outras substituídas por sprue ou fios metálicos, mas devo parar por aí... Vi alguns PEs mas sinceramente para mim é algo que supera em muito minha capacidade.

Exatamente por isto quando vejo seus guindastes em PE, aviõezinhos e outros acessórios microscópicos, que só se tem uma noção mais exata quando coloca moedas ou cédulas na foto, fico maravilhado.

Olhando o Destroyer que indicou, descobri pelo Tio Google que ele tem uns 12 cm, algo que não tenho uma boa noção pela foto, ou seja é bem pequeno. 

Ainda assim, sinceramente não tenho parâmetros para comparar, os teus me parecem equivalentes ou até melhores.

Creio que o único detalhe que me chamou a atenção foi a espessura das amuradas da ponte (ou seja lá qual for termo correto), ao contrário de alguns kits que parecem "blindados" esta é bem fina e parece  corresponder melhor à realidade.

Não sei se isto é do kit, After Market, retrabalho ou scratch, mas é algo que devo tentar se um dia montar algum dos meus.

Já os PEs deste camarada, assim como os teus, me parecem deslumbrantes 

De fato, de uns tempos para cá tenho reparado tanto aqui como em exposições, em algumas embarcações extremamente bem feitas, que ao meu ver, não ficam muito atrás deste camarada, muito pelo contrário.

PlastiAbraços

paulors posted:

Verdade André. Esses destroyers eram um osso duro de roer. Além dos canhões, tinham dois lançadores quádruplos de torpedos, com uma recarga para cada um deles - 16 torpedos no total. E que torpedos! Cada um com quase 3 toneladas, 9 metros de comprimento, 60 cm de diâmetro, meia tonelada de explosivo na cabeça, um alcance de mais de 20 km e quase 100 km/h de velocidade. E o fdp era movido a oxigênio, sem deixar rastros. Os aliados não tinham nada parecido. Ser atingido por um desses não era bom negócio!

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Eram os tais lança longa???

Quando o Yorktown foi atingido o destroyer que estava ao lado dele foi trespassado por um desses, não!!??

Impressionante mesmo!!

100 Km/h!!!

Abraço.

André

Rubens,

Nos navios 1/700 e em especial nos menores, como esse destroyer, a leveza das peças agrega muito valor ao resultado final. Os fabricantes tem feito a sua parte, injetando certas peças mais finas como as amuradas que vc mencionou. Mesmo assim existe espaço para o modelista trabalhar. Um bom exemplo são os mastros e antenas, que ficam bem melhores em arame bem fino.

Quanto aos PEs, é questão de comer devagar e mastigar bem. Minha primeira experiência com eles foi muito ruim. Deixei de lado e achei que nunca ia conseguir. Aí comecei devagar. Uma antena de radar simples, depois um guindaste, uma catapulta, amuradas e aí a coisa engrenou.

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