Interessante como os Shermans, que parecem ser uma coisa só, na verdade, possuem uma variedade diferentes detalhes entre eles...

 

o M4 DV eu tenho....gostei do anterior, mas, nem sei qual a diferença entre ambos. Olhando a ilustração, algumas chapas adicionais, o escudo do canhão...acredito que com restos de um outro kit, um faça o outro...

Cledson,

Não sou especialista em EB, mas se não me engano utilizamos tanto o M4 (primeiro kit) quanto o M4 Hibrido.

 

Contudo embora os Shermans sejam parecidos, haviam diversos tipos de casco, com torres diferentes, suspensão, lagartas e outros detalhes menores, porém importantes, pelos quais obtemos uma infinidade de variantes.

 

Não se engane, para um veículo bastante específico, podem ser necessários mais de um kit e talvez acessórios, cabe pesquisar bem para obter todas caracteristicas do original.

 

Tenho 8 shermans montados e 1 na caixa, todos representando as principais versões e pouca variação, o Serra por exemplo que monta mais variações, deve ter no mínimo uns 20...

 

PlastiAbraços

Fala ai turminha!!

Fiquei surpreso com as respostas e posso garantir que realmente o tema sobre o M4 Sherman é muito interessante em se tratando de EB, como também, em se tratando de utilização mundial, pois o mesmo foi utilizado por diversos Países, inclusive aqui na América Latina, que vai desde Cuba até a Agentina, passando por diverso modelos, versões e adaptações.

Até onde sei, o EB utilizo o M4A1, M4 Composit Hull e o M4, só que nessa ultima versão, eu não consegui identificar se era o DV ou não, pois o Vovô aparece com uma placa de blindagem adicional na frente do visor. 

 

Veja essa versão que o EB utilizou.

 

Esse é o Vovô

 

Mas existe uma outra versão do M4 Sherman que foi utilizado pelo EB, e que se não me engano era o DV. 

 

Fazendo uma pesquisa na net, descobri esse link da APRJ que já me ajudou nessa duvida e me parece que o EB utilizou as duas versões de M4. 

http://www.aprj.com.br/artigos/artigo15.html

 

Cledson, aqui vai um trecho do meu nunca terminado artigo sobre Shermans do EB e os seus respectivos kits!

 

Vamos montar um Sherman do EB?

IURY GOMES JATAI[1]

iuryjatai@hotmail.com

Introdução

Depois do lançamento do livro “M4 Sherman no Brasil”, houve uma verdadeira explosão no número de montagens de kits buscando representar as viaturas deste tipo utilizadas pelo Exército Brasileiro. Porém, assim como há uma ampliação constante nos conhecimentos deste tema, também há um rotineiro equívoco, intencional ou não, nos modelos, versões e kits utilizados para representar os Shermans brasileiros. Mesmo que se utilize o livro “M4 Sherman no Brasil” como referência, há a possibilidade de que ocorram erros na hora de se montar um modelo mais acurado deste tipo de viatura nas cores do EB.

Tenho freqüentado os fóruns de modelismo brasileiros (e até mesmo alguns fóruns estrangeiros) e tenho visto alguns colegas modelistas buscando aprimorar ao máximo a sua representação de um blindado nas cores brasileiras. É certo que as fontes, as referências fotográficas e os tão seguidos profiles sobre o assunto são escassos, mas não é impossível se obter informações suficientes para montar um kit o mais fidedigno possível. Para tal, é importante que haja por parte do modelista a disposição de pesquisar sobre o tema e, com base em uma pesquisa mais aprofundada, construir seu modelo.

Este artigo não visa ser uma espécie de “bíblia” ou “manual” para a montagem de um kit representando um dos 83 Shermans que vieram para o Brasil, muito pelo contrário, como toda pesquisa histórica, faço minhas conclusões com base no material documental disponível até o momento e, devido a isso, com o surgimento de novos documentos pode ser que algumas das coisas que citarei aqui estejam equivocadas. Focarei este trabalho na escala de militaria que me é mais familiar, a escala 1:35.

Entre as referências que utilizarei está o excelente livro “M4 Sherman no Brasil” de Hélio Higuchi e Paulo Roberto Bastos Jr. Digo que é um excelente material tendo em vista que se trata de uma profunda pesquisa realizada pelos autores, sendo este o primeiro livro específico sobre um único modelo de blindado em serviço no Exército Brasileiro. Porém, todo pioneirismo tem seu preço, e o livro tem seus pequenos erros e algumas omissões, ainda mais quando se trata da exatidão necessária para se montar um modelo em escala fidedigno.

Definindo os modelos

          Tão importante quanto saber fazer uma boa montagem, pintura e acabamento é também ter o kit correto ou o mais próximo do correto para se ter como resultado um modelo fidedigno. Quando falamos dos M4 Sherman no EB temos que já ter em mente, antes mesmo de tirar o kit da caixa, qual o veículo específico que se quer representar. Esta necessidade advém da própria forma como os Shermans foram produzidos e de como o Brasil os recebeu.

          Ora, é sabido que os M4 Sherman tinham modificações introduzidas na linha de produção a todo momento e que várias empresas foram contratadas para produzi-lo, uma vez que era necessário que um massivo número de unidades fossem enviadas para a frente de batalha. Com isso, as variantes do M4 Sherman chegam à casa das dezenas.

          O Brasil recebeu apenas um lote de M4 Sherman, 2 lotes do M4 Composite Hull e um lote do M4A1, totalizando pelo menos 5 versões do carro de combate. São elas:

-M4 Sherman Direct Vision (DV);

-M4 Sherman No Direct Vision (NDV);

-M4 Sherman Composite Hull Big Hatch “Early”;

-M4 Sherman Composite Hull Big Hatch “Modernizado”;

-M4A1E9 Sherman Small Hatch “Modernizado”.

          Para trabalharmos o M4, utilizaremos basicamente dois kits recentes e de acessibilidade relativamente fácil. Tratam-se dos kits M4 Normandy (Dragon 6511) e M4 DV (Dragon 6579). Ambos podem ser facilmente utilizados para representar uma das viaturas recebidas pelo EB.

          Quando formos trabalhar o M4 Composite Hull, utilizaremos o kit M4 Composite Hull PTO (Dragon 6441), único kit injetado na escala 1/35 a representar um CH e que pode ser utilizado para montagem dos “Composites” do 1º e do 2º lote alternando algumas peças.

          Quando da montagem de um M4A1E9, utilizaremos os kits M4A1 Mid Production (Tasca ****) ou o M4A1 Late Production (Tasca ****), que são os modelos mais recentes a representar a versão básica para conversão em um M4A1E9 do EB.

O M4 Sherman

          Se pararmos para observar os 2 kits indicados para a montagem da versão M4 veremos que ambos possuem características diferentes na parte frontal e na traseira do upper hull. Estas diferenças concentram-se basicamente no tipo de visão para o exterior que o motorista e seu auxiliar tinham acesso e no ângulo da chapa traseira. Esta é a diferença-mor entre os 2 modelos, e pode causar uma certa confusão para o modelista.

O modelo Dragon 6579 representa o M4 Sherman DV (Direct Vision). Esta variação corresponde aos primeiros chassis de Sherman produzidos pela empresa Bawding. Nestes o bloco da escotilha do motorista era simples, sem o periscópio frontal para a visão externa, contando apenas com o periscópio da escotilha e uma janela frontal aberta. Este sistema tornava a região da escotilha do motorista uma região bastante frágil, expondo os motorista e seu auxiliar. Visado resolver isso, foi adicionado em campo e nas últimas unidades do modelo a sair de fábrica duas placas frontais de blindagem, uma a frente de cada escotilha, o que cobria a antiga janela frontal do motorista e do seu auxiliar, mas ao mesmo tempo dava uma proteção  a mais para ambos.

Todos os M4 DV do Exército vieram com esta placa frontal, configurando serem os mesmos dos últimos exemplares do modelo a saírem de fábrica. Os M4 DV do EB eram: EB11-344, 345, 346, 347, 348, 349, 350, 351, 352, 353, 354, 355, 356

O modelo Dragon 6511 reperesenta o M4 Sherman NDV. Esta variação corresponde aos modelos de meio da produção (mid production).



[1] O autor é Graduado em História pela Universidade Federal do Ceará e Ex-Cadete do Exército

bom obrigado pelas  dicas...

sobre o livro  o sherman no brasil do helio  higuchi e  paulo roberto   -  quem  tem não deve vender-  passar  ou  ficar sem se quiser ter  informações fidedignas  sobre  o blindado no eb ... 

 e as  dicas práticas de  quais kits usar  são excelentes ....-

plastiresiabços paulo r  morgado  sp -sp  

Rubens posted:

Cledson,

Não sou especialista em EB, mas se não me engano utilizamos tanto o M4 (primeiro kit) quanto o M4 Hibrido.

 

Contudo embora os Shermans sejam parecidos, haviam diversos tipos de casco, com torres diferentes, suspensão, lagartas e outros detalhes menores, porém importantes, pelos quais obtemos uma infinidade de variantes.

 

Não se engane, para um veículo bastante específico, podem ser necessários mais de um kit e talvez acessórios, cabe pesquisar bem para obter todas caracteristicas do original.

 

Tenho 8 shermans montados e 1 na caixa, todos representando as principais versões e pouca variação, o Serra por exemplo que monta mais variações, deve ter no mínimo uns 20...

 

PlastiAbraços

Sim, é verdade, utilizamos as duas versões e logo mais posto as imagens do M4 que fiz

Guacyr. posted:
Hudy Jatai posted:
Rogerio77 posted:

O Hudy começou um Sherman Vovô, vejam aqui

Rogério, esse Sherman Vovô ficou assim:

 

E ficou diferente da foto, que é do lado esquerdo, pois nesta foto do lado direito tem duas placas de reforço, quando no Vovô só tem uma e retangular sem aquele chanfro!

Guacyr, a foto que você viu mostra o Vovô do lado esquerdo. Os M4 tinham apenas uma placa do lado esquerdo e tinham essas duas do lado direito. Veja ele pelo mesmo lado da foto:

Pessoal,

queria contribuir com uma anedota. Há lendas que o primeiro Sherman M4 do EB teria sido o da foto e obtido conforme descrito a seguir. 

 

"A história que segue é para muitos uma lenda, para outros aconteceu de verdade. Se verdadeira, foi a maior tiração de onda que deve ter ocorrido entre tropas Aliadas. Uma grande fuleiragem dos brasileiros contra os americanos em plena Itália, durante a Segunda Guerra Mundial.

A Tropa americana que dividiu acampamento com a FEB em 1944, nem imaginava o pelotão casca-grossa que estava a seu lado.

O pelotão da FEB chega a uma clareira no Vale Garfagnana, no Norte da Itália.

O acampamento fica próximo a outro pelotão aliado, formado por uma divisão americana e alguns poucos soldados ingleses. As barracas brasileiras estão a cerca de 200m do acampamento aliado, mas há liberdade total de ir e vir entre os soldados, que tentam se enturmar.

Os brasileiros percebem que coisas estão sumindo da dispensa da tropa. Caixas com latas de comida, rapadura, cachaça, cobertores e até munição desaparecem.

Os responsáveis pela cozinha pedem para falar com o comandante e reclamam. Soldados americanos foram vistos rondando as barracas. O coronel brasileiro foi falar com os oficiais americanos e recebe como resposta risadas “Isto aqui é uma guerra, não um colégio. Os homens estão tensos, precisam extravasar seus instintos. Vocês que saibam proteger seu material e pronto” e a reunião é encerrada. Contrariado, o comandante brasileiro retorna e relata o encontro a seus soldados.

Ao terminar, fica um pouco em silêncio, enquanto os homens resmungam e cochicham. “Essas são as regras. Quer dizer, não há regras aqui. Façam então o que devem fazer”, conclui o comandante.

A partir daí, começaram a surgir muitos Jeeps no acampamento, até que o comandante estranhou e questionou a origem de tantos veículos. Por não haver chave para a ignição, eles eram facilmente levados para o lado brasileiro, onde os soldados pintavam o símbolo da FEB, o "Cruzeiro do Sul", apagando a estrela americana e transformando-os, deste jeito, em um veículo "brazuca"!

Dias depois, o oficial americano visita os brasileiros e, humilde, pede: “Quanto aos alimentos, às roupas e às munições, tudo bem.

Mas, por favor, devolvam nosso TANQUE! (sic) ”

Reproduzido do site https://tokdehistoria.com.br/tag/m-4-sherman/ e complementado com trechos da Revista Leituras da História, edição 83.

realmente  e  uma velha  historia ....embora eu  não me  lembre  de ter  visto  esta  foto  do sherman  na  italia  com o cruzeiro do  sul ...

na italia  realmente  a coisa era  feia ...existe  uma  cena  .do  filme a  pele   que um tanque  americano  é e stacionado num cortiço...e  logo logo  ele  e  completamente  desmontado   sobrando  aml e  mal a  torre e  o  casco...trabalho de  formiguinhas  a  mil  cada um  levando  uma parte ....

outra  cena  e  no mercador  de  armas com  niclholas  cage   que  um  antonov  pousado "de  emergencia " para  não ser  interceptado e  depenado ate  o ultimo parafuso e  ultima  caixa de  munição contrabandeada ..por   um bando  de africanos ...

e  depois  reclamam dos favelados de  sp rj e  brasil  afins....

esta e scola de sacanagem/muambagem e  tão velha  quanto  o mundo ...

plastiresiabços  paulo r  morgado   sp - sp 

Cid Brazooka posted:

Pessoal,

queria contribuir com uma anedota. Há lendas que o primeiro Sherman M4 do EB teria sido o da foto e obtido conforme descrito a seguir. 

 

"A história que segue é para muitos uma lenda, para outros aconteceu de verdade. Se verdadeira, foi a maior tiração de onda que deve ter ocorrido entre tropas Aliadas. Uma grande fuleiragem dos brasileiros contra os americanos em plena Itália, durante a Segunda Guerra Mundial.

A Tropa americana que dividiu acampamento com a FEB em 1944, nem imaginava o pelotão casca-grossa que estava a seu lado.

O pelotão da FEB chega a uma clareira no Vale Garfagnana, no Norte da Itália.

O acampamento fica próximo a outro pelotão aliado, formado por uma divisão americana e alguns poucos soldados ingleses. As barracas brasileiras estão a cerca de 200m do acampamento aliado, mas há liberdade total de ir e vir entre os soldados, que tentam se enturmar.

Os brasileiros percebem que coisas estão sumindo da dispensa da tropa. Caixas com latas de comida, rapadura, cachaça, cobertores e até munição desaparecem.

 

Boa noite a todos,

Posso estar enganado mas este tanque não ostenta o Cruzeiro do Sul. Essa marcação parecer ser inglesa. Os ingleses usavam formas geométricas simples (triângulos, quadrados, círculos) para identificar as suas unidades blindadas.

Outra coisa, o que realmente me chamou a atenção. Esse Sherman é um Firefly. Até onde eu sei só unidades inglesas, polonesas e neozelandesas usaram esta variante do Sherman. Os americanos sei que não usaram em grandes unidades com certeza. 

Abraço a todos.

e  não e visivel o  cruzeiro  em um firefly  parece  ser  um  circulo simples ...o  homem situado a direita  do  tanque  tem um calção  muito parecido com o estilo  ingles (vai  ate pouco a cima  do  joelho)  ...ao  funod  ta  dificil de d efinir  ,  caminhoes  lembram  um  pouco os  bedford...    platiresiabços paulo  r morgado  sp - sp 

A história pode até ser real, mas creio que esta foto não tem nenhuma relação com ela...

Afinal, devolveram o tanque?

Depois do trecho inicial ninguém sabe responder... Provavelmente os Brasileiros pegaram mais uns 3  e os americanos (ou no caso da foto, ingleses) nunca ficaram sabendo 

PlastiAbraços

Rubens posted:

A história pode até ser real, mas creio que esta foto não tem nenhuma relação com ela...

Afinal, devolveram o tanque?

Depois do trecho inicial ninguém sabe responder... Provavelmente os Brasileiros pegaram mais uns 3  e os americanos (ou no caso da foto, ingleses) nunca ficaram sabendo 

PlastiAbraços

Se devolveram não sei dizer. Pesquisei e não achei. Todo mundo deixa o mistério no ar...

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