Fotos tiradas por mim na Base Aeronaval de São Pedro D'Aldeia no evento de apresentação dos A-4KU recém chegados do Kuwait, ainda com a pintura kuwaitiana onde a inscrição "FREE KUWAIT" foi sobre-pintada e um adesivo da bandeira brasileira aplicada na deriva. As fotos estão um pouco ruins porque não foram adequadamente guardadas, e o céu encoberto no dia também não ajudou muito...
Todas raw images. As ultimas são duas fotos da primeira pintura apresentada pela Marinha, que acabou não sendo aprovada e, no final, a pintura definitiva.

 

 
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É lamentável que o projeto como um todo não tenha ido pra frente. A ideia era usar esses A-4 de segunda mão para aprender a empregar jatos de combate em uso embarcado, desde pilotos até mecânicos e pessoal de pista. Depois iriam adquirir modernos jatos, novos de fábrica, para uso definitivo. Atualmente há ainda uns dois voando, mas já não há mais porta-aviões e nem planos de se adquirir um tão cedo, portanto vai se perder todo o conhecimento adquirido.

Talvez não se perca Rogerio.  Não há mais um porta aviões no mar, contudo a base tem uma parte da pista simulando o convés de um porta aviões, onde inclusive foi feito todo o treinamento antes de irem para o navio real.   Enquanto for possível manter os aviões voando a coisa permanece.   E pelo que conheço da Marinha, eles não vão por a perder tudo que foi investido nisso...

Acho que só teremos uma aviação naval embarcada, novamente, em um futuro distante, quando tivermos condição de adquirir e operar aviões como o F-35B.

A Marinha, como as FAs em geral, está com seu orçamento quase todo comprometido com a folha de pessoal (quase 80% de todo o orçamento). Para sair concorrência das tais corvetas Tamandaré foi um custo. Ainda há que se manter o cronograma dos submarinos Scorpene, e precisamos dar um jeito nas nossas fragatas. Não vejo como encaixar um PA, mesmo usado, neste orçamento, a curto ou médio prazo.

Vamos operar os A-4 modernizados (6 no total) e os C-2 Turbo Trader (sim, compramos 4 antes da desativação do São Paulo) a partir de bases em terra e é o que tem para hoje.

 

  A proficiência de operação em convôo se perde sem operações em PA. A pista na base não "se move" e por isso o aviador perde a qualificação. Para mantê-la, deve-se mandar pessoal para revalidar em outros Países ou em operações conjuntas, assim como a Armada Argentina fez por alguns anos em nossos PA.

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Luis PachecoRogerio77
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