TEXTO DO SITE PODER AÉREO, MAS É DO BLOG DE UM ARTICULISTA COM TENDÊNCIAS "COMUNISTAS". DEVE-SE LEVAR ISSO EM CONTA AO LÊ-LO.

 

Os AMX, os Sukhoi e os EUA

F-X2-logo-by-www.aereo.jor.br1 [1)

O artigo abaixo foi extraído do blog do jornalista “Mauro Santayana” (e é ao seu blog que ele se refere no texto). Ele não reflete, necessariamente, a opinião do blog do Poder Aéreo.

-

vinheta-opiniao-aereoOs pilotos da FAB, que majoritariamente prefeririam a compra de jatos russos Sukhoi-35, no lugar de caças norte-americanos F/A 18E (ver comentários em outras matérias sobre defesa neste blog), devem estar com suas esperanças renovadas, em razão da espionagem direta da NSA (agência nacional de segurança) norte-americana sobre a Presidente Dilma Roussef e outros membros do governo brasileiro. As denúncias praticamente sepultam as chances da Boeing vencer a licitação do Programa F-X2.

O Brasil não foi apenas mais um país entre os muitos espionados pelos EUA, mas o país estrangeiro mais espionado pelos EUA.

Os norte-americanos nos consideram não apenas um adversário potencial, mas – como criador dos BRICS e terceiro credor dos EUA – o seu pior inimigo, a nação mais perigosa do mundo, no contexto geopolítico.

Se os Estados Unidos são capazes, do ponto de vista moral, de espionar até o email dos outros, como o mais vulgar fofoqueiro de escritório ou hacker ladrão de senha de banco e de cartão de crédito, imagine-se o que não fariam com os códigos-fonte dos novos caças brasileiros, e o que não fazem, por meio das empresas (próprias e originárias de outros países da OTAN), que trabalham na indústria de “brasileira” de defesa.

A nova motorização (*) e aviônica dos caças AMX – os primeiros exemplares modernizados foram entregues pela Embraer à FAB essa semana – mostram que, se quisermos, poderemos fabricar aqui mesmo, a partir desse vetor subsônico, aviões intermediários para cuidar da defesa de nossas fronteiras.

Quanto à compra de caças-bombardeios de primeira linha, a aproximação com os russos, com a aquisição dos Sukhoi-35 como fator de dissuasão, nos permitiria entrar de pleno como sócios em bases iguais – com garantia de desenvolvimento e transferência de tecnologia – no Projeto do PAK FA T50, o caça multipropósito de quinta geração que está sendo construído em conjunto por russos e indianos no âmbito dos BRICS.

O PAK-FA está sendo desenvolvido justamente para substituir o Sukhoi SU-35 (sua tecnologia os russos já asseguraram ao Brasil em caso de compra), como o principal caça russo para a primeira metade do século XXI. É um caça-bombardeio polivalente de incrível manobrabilidade (ver vídeo), com um alcance de 5.000 quilômetros, e carga de 10 toneladas de armas.

Enquanto os EUA fazem o que querem com as nossas telecomunicações – criminosamente desnacionalizadas no Governo Fernando Henrique, a ponto de entregar até os BrasilSATs para os mexicanos – a Embraer se aproxima perigosamente da Boeing, em projetos como o do novo transporte militar KC-390, originalmente projetado no Brasil, e concebido inicialmente como um avião regional, sem participação norte-americana.

Considerações de mercado não podem sobrepor-se a interesses estratégicos nacionais, principalmente quando se trata de “sócios” com a credibilidade e caráter de nossos vizinhos do norte.

 

FONTE: Mauro Santayana

 

(*) NOTA DO EDITOR: a modernização do AMX não incluiu a motorização da aeronave, e isso já foi largamente divulgado e comentado aqui no blog do Poder Aéreo.



Leia mais (Read More): Poder Aéreo - Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil | Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil 

Matéria tendenciosa, que reflete o desejo do autor da matéria. Isto não vai acontecer, pelas razões que Hartmann e Firefox expuseram na página anterior.

 

Além de tudo, mistura alhos e bugalhos e refere-se a uma remotorização que nunca existiu como prova da "capacidade de fazer aqui". Resumindo: não sabe o que fala (escreve).

Os USA não irão vender NADA para o BR que seja de tecnologia recente, nem F-16s !

No cerne da questão está a confiabilidade política que é inexistente em relação a atual política do BR, que por sua vez está na contra-mão da História, alinhando-se com Cuba e Venezuela.

Logicamente o BR segue sua linha de pensamento comunista da década de 1970, ainda, e vai ter de comprar caças da Coréia do Norte, China, Rússia ou de alguma republiqueta sulamericana de igual ideologia.

Note-se que no caso da espionagem da NSA o BR chegou a avaliar a compra de um satélite anti-spy inacreditavelmente caro, fabricado por um país Europeu, que também não pode vender para o BR por se tratar de tecnologia USA .

O que falta em Brasília, além de boa vontade e honestidade, é inteligência ! Aliás, se cafagestagem, corrupção, banditismo, fosse sinal de esperteza os presídios não estariam tão cheios.

Por outro lado, não vejo motivos para uma compra urgente de caças, uma vez que da América do Sul e Central não temos ameaças tão sérias.

F-16 

Originally Posted by FDezesseis:

Os USA não irão vender NADA para o BR que seja de tecnologia recente, nem F-16s !

No cerne da questão está a confiabilidade política que é inexistente em relação a atual política do BR, que por sua vez está na contra-mão da História, alinhando-se com Cuba e Venezuela.

Logicamente o BR segue sua linha de pensamento comunista da década de 1970, ainda, e vai ter de comprar caças da Coréia do Norte, China, Rússia ou de alguma republiqueta sulamericana de igual ideologia.

Note-se que no caso da espionagem da NSA o BR chegou a avaliar a compra de um satélite anti-spy inacreditavelmente caro, fabricado por um país Europeu, que também não pode vender para o BR por se tratar de tecnologia USA .

O que falta em Brasília, além de boa vontade e honestidade, é inteligência ! Aliás, se cafagestagem, corrupção, banditismo, fosse sinal de esperteza os presídios não estariam tão cheios.

Por outro lado, não vejo motivos para uma compra urgente de caças, uma vez que da América do Sul e Central não temos ameaças tão sérias.

F-16 

Discordo. Os EUA vendem sim aviões de tecnologia recente ao Brasil. Afinal, o Super Hornet será o avião de combate de primeira linha da US Navy por dezenas de anos ainda, mesmo com a entrada em serviço do F-35.
A questão é saber se Brasília deixará de frescura com o material americano, repetindo esse mantra de que os EUA não transferem a tecnologia. Nenhum dos concorrentes transfere tudo. Do que estamos falando, afinal? O que a FAB deseja, principalmente, é a garantia de que terá a capacidade de integrar o armamento que desejar (MAR-1, A-Darter, Lizzard, SMBK, etc) ao avião escolhido. E isso é mais fácil no Super Hornet, por exemplo, que usa padrão mais difundidos, como o MilStd 1553 e 1773, do que o Rafale, que é mais complicado neste aspecto, por usar armas e sistemas exclusivamente franceses. Os EUA cumprem todas as exigências que a FAB conseguir colocar num contrato assinado.

Originally Posted by Hartmann:
...Os EUA cumprem todas as exigências que a FAB conseguir colocar num contrato assinado.

Que eles têm essa capacidade, é inegável!
Mas será que cumprem?? Lembrando que toda e qualquer aquisição de material bélico ou de alta tecnologia (nesse caso, ambos) está sujeita à aprovação, em qualquer tempo, pelo Congresso deles. Ou seja, mesmo depois do contrato assinado, ainda corremos o risco de recebermos cascas com motor, junto com algo como um "Manual do Proprietário" e nada de tecnologia!

Ou seja, vendem até a própria mãe, mas podem não entregar! Sinceramente, desconfio muito dos estadunidenses!!

 

Abraços,

 

Mauricio

Originally Posted by Rogerio77:

Sinceramente, para comprar caça russo, eu prefiro de cara o Gripen, mas ele tem muitas peças importantes dos EUA. Então aos russo prefiro mil vezes o Rafale !

Rogério, a logística americana é excelente e funciona há décadas na FAB. A maior parte da FAB usa componentes americanos. Mesmo os aviões da Embraer tem componentes americanos. São mantidos facilmente em solo brasileiro, por empresas brasileiras. Empresas brasileiras como a Embraer já receberam tecnologia americana antes. A Embraer construiu 250 conjuntos de asas, pilones e empenagens verticais de F-5E para a Northrop no final dos anos 70 e, com isso, aprendeu a trabalhar com estruturas honeycomb, colagem metal-metal e outras. Depois, fabricou flapes e outras partes do MD11 para a McDonnell-Douglas, além de partes de helícópteros para a Sikorsky e, com isso, recebeu tecnologia de fabricação de componentes em material composto, como GRP, Fibra de carbono e kevlar. Então, basta assinar o contrato que eles entregam. Mas é preciso ter empresas capacitadas a receber a tecnologia desejada. Avião francês é difícil é caro de manter. Russo, então, nem se fala...

Originally Posted by Mauricio:
Originally Posted by Hartmann:
...Os EUA cumprem todas as exigências que a FAB conseguir colocar num contrato assinado.

Que eles têm essa capacidade, é inegável!
Mas será que cumprem?? Lembrando que toda e qualquer aquisição de material bélico ou de alta tecnologia (nesse caso, ambos) está sujeita à aprovação, em qualquer tempo, pelo Congresso deles. Ou seja, mesmo depois do contrato assinado, ainda corremos o risco de recebermos cascas com motor, junto com algo como um "Manual do Proprietário" e nada de tecnologia!

Ou seja, vendem até a própria mãe, mas podem não entregar! Sinceramente, desconfio muito dos estadunidenses!!

 

Abraços,

 

Mauricio

Rogério, o Departamento de Estado dos EUA entrou no circuito do contrato do Super Hornet para garantir que o Congresso dos EUA não se oporá à venda do Super Hornet ao Brasil e nem criará empecilhos. Leia a minha resposta ao post do Rogério, para complemento.

O que me preocupa é que temos no comando do braziu uma presidAnta que foi revolucionária, que tem um ranço antigo com os militares e com os americanos, com toda essa história de espionagem, e mais o fato do tio Lulalelé achar traição o voto da França a favor de sanções ao Irã. Isso pode fazê-la, juntamente com a cúpula do PT, a decidirem "privilegiar" os antigos camaradas "comunas".

 

Se fizerem essa m&rd@ com o erário, começo a organizar uma revolta ao sistema...... 

Originally Posted by BERNARDES:

Feche a FAB!

Não estamos longe disso, e não só em relação à FAB.

O que tem acontecido, e que pouca gente percebe, é que as nossas Forças Armadas vêm sofrendo um processo de desmantelamento sistemático. Corte de verbas, redução de pessoal, sucateamento de equipamento, além da posição ridícula a que foram relegados seus respectivos Comandantes!

Tudo isso indica a preparação a longo prazo para um golpe, quando primeiro elimina-se a fonte mais imediata de uma possível resistência!

 

 

Abraços,

 

Mauricio

Originally Posted by FІЯЭFФЖ:

O Brasil não foi apenas mais um país entre os muitos espionados pelos EUA, mas o país estrangeiro mais espionado pelos EUA.

Os norte-americanos nos consideram não apenas um adversário potencial, mas – como criador dos BRICS e terceiro credor dos EUA – o seu pior inimigo, a nação mais perigosa do mundo, no contexto geopolítico.

 

Esse trecho é de rolar no chão de tanto rir:  O Brasil é o país estrangeiro mais espionado... Há algum pais que não seja estrangeiro para outro?  E dizer que o Brasil é o pior inimigo dos EUA chega a ser de infartar de tanto rir, quem escreveu isso deve ser um petista sonhador com a causa.  Na certa só enxerga a realidade brasileira pelo que é dito pelo partido.

 

Que maldição para o Brasil é a existencia desse tal PT.  Eles se valem da ignorância e burrice popular, que cuidadosamente cuidam para que assim se mantenham.

Originally Posted by Felipe C. Miranda:
Originally Posted by FІЯЭFФЖ:

O Brasil não foi apenas mais um país entre os muitos espionados pelos EUA, mas o país estrangeiro mais espionado pelos EUA.

Os norte-americanos nos consideram não apenas um adversário potencial, mas – como criador dos BRICS e terceiro credor dos EUA – o seu pior inimigo, a nação mais perigosa do mundo, no contexto geopolítico.

 

Esse trecho é de rolar no chão de tanto rir:  O Brasil é o país estrangeiro mais espionado... Há algum pais que não seja estrangeiro para outro?  E dizer que o Brasil é o pior inimigo dos EUA chega a ser de infartar de tanto rir, quem escreveu isso deve ser um petista sonhador com a causa.  Na certa só enxerga a realidade brasileira pelo que é dito pelo partido.

 

Que maldição para o Brasil é a existencia desse tal PT.  Eles se valem da ignorância e burrice popular, que cuidadosamente cuidam para que assim se mantenham.

A única coisa q temos aqui e q pode ameaçar um país seriamente seria se exportássemos nossos corruptos... Essa sim é uma séria ameaça.

Qto a ignorância e a exploração dela por certos petralhas, é só ir a qualquer escola pública, principalmente uma gerida pelo PT, e ver o q acontece. Enquanto q a tendênciaém vigor é a de se fazer cada vez mais com menos recursos, nessas escolas se faz cada vez menos com mais. é um tal de uniforme pra todos, cadernos, canetas, dados a rodo... e eles nunca tem nada qdo se pede. Qualquer coisa é só pedir um caderno na secretaria da escola... 

 

 

 

De acordo com especialista, decisão só sai em 2015, quando o caso já estará superado

 

Super Hornet da USN decola do CVN 73 no Talisman Saber 2013 no Mar de Coral - foto 2 USN

Após a presidente Dilma Rousseff e seus assessores diretos terem seus e-mails espionados pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA), a negociação da venda dos caças americanos F-18, da Boeing, ao Brasil poderia ficar abalada. Nos últimos meses, o governo brasileiro deu mostras de que estava tendencioso a escolher os caças americanos, em detrimento dos franceses Rafale e dos suecos Gripen. Os americanos, no entanto, ainda têm chance.

Na opinião do editor-chefe da revista Força de Defesa e do site Poder Aéreo, Alexandre Galante, a decisão sobre qual dos caças será comprado deve esfriar neste momento, mas por outro motivo: as eleições presidenciais do ano que vem.

“Nos bastidores havia a indicação de que a Boeing teria passado a ser a preferência do governo nos últimos meses, mas sem nenhuma confirmação oficial. De qualquer maneira, acredito que a poeira vai baixar um pouco agora e só em 2015 teremos a decisão, já que ano que vem temos eleições e a Dilma não vai querer dar munição para a oposição criticar a escolha. Até lá, essa questão da espionagem já estará superada e nesse tempo a Boeing continuará a fazer seu lobby, assim como os outros concorrentes” avalia Galante.

Para Galante, se levar em conta o histórico de compras de aviões dos governos brasileiros, os americanos estão à frente dos suecos e franceses. “Pela facilidade de manutenção e pelo baixo preço, a Força Aérea Brasileira (FAB) sempre teve preferência por aviões americanos”, afirma. Porém, Galante ressalta que a FAB já se manifestou à favor de caças em que possa participar da produção, com transferência de tecnologia. Neste caso, a melhor escolha seria pelos caças suecos Gripen NG, da empresa Saab, que ainda estão sendo desenvolvidos.

 

FONTE: Jornal do Brasil

Originally Posted by guacyr:

Já se pode comprar os kits, monoplace e bi. as cores com certeza será este padrão verde cinza, ou um outro que está para ser implantado nos Super Tucanos.

Não gosto muito desse padrão verde/cinza... Preferia o antigo dos xavantes (e F-5), com dois tons de verde e um ocre...

Que novo padrão é esse que está pra ser implantado nos super-tucanos?

Originally Posted by Brumbar:
Originally Posted by guacyr:

Já se pode comprar os kits, monoplace e bi. as cores com certeza será este padrão verde cinza, ou um outro que está para ser implantado nos Super Tucanos.

Não gosto muito desse padrão verde/cinza... Preferia o antigo dos xavantes (e F-5), com dois tons de verde e um ocre...

Que novo padrão é esse que está pra ser implantado nos super-tucanos?

Tb fiquei curioso. alguém podia esclarecer?

Espionagem: Super Hornet vai ‘pagar o pato’?

 

Super Hornet do Jolly Rogers sendo lançado do CVN 69 com AIM-9 na ponta da asa esquerda - foto USN

Depois de adotar um tom bastante duro contra as ações de espionagem norte-americana em seu discurso na abertura da 68º Assembleia-Geral das Organizações das Nações Unidas (ONU), a presidente Dilma Rousseff, em sua viagem aos Estados Unidos nesta semana, pretende deixar claro para os empresários e autoridades do país que não deixará que o caso atrapalhe as parcerias comerciais entre Brasil e Estados Unidos.

Esse será o recado que a presidente deverá passar nas demais reuniões das quais participará em solo americano. A agenda inclui, por exemplo, encontro com empresários que participarão de um seminário, promovido pelo banco Goldman Sachs e pelo Grupo Bandeirantes, para discutir oportunidades de investimentos em infraestrutura no Brasil, na quarta-feira.

De acordo com interlocutores da presidente, embora ela entenda que o episódio da espionagem norte-americana teve fins econômicos, Dilma, estrategicamente, optou por tratar os dois assuntos – espionagem e comércio – de forma desvinculada.

A única consequência econômica do episódio, se depender da presidente, deverá ser em relação ao acordo de cooperação na área da defesa, que envolve a compra de 36 caças que o governo brasileiro pretende fechar com o objetivo de reequipar as Forças Armadas.

Dilma entende que, para essa negociação, na qual a norte-americana Boeing vinha aparecia (sic) entre as favoritas, vale muito mais o critério da “confiança mútua” entre países, que as possíveis vantagens técnicas do modelo norte-americano F-18 Super Hornet. Isso porque a meta brasileira é conseguir um acordo que envolva transferência de tecnologia e uma parceria em longo prazo.

Sinais

O sinal de que o governo brasileiro não está mais disposto a fechar a parceria com os Estados Unidos já foi dado na nota emitida por ocasião do cancelamento da visita de estado que Dilma faria aos Estados Unidos no dia 23 de outubro.

Os dois governos emitiram simultaneamente notas sobre a recusa do convite pela presidente. A nota da Casa Branca ressalta a parceria nessa área. “O presidente Obama aguarda com esperança a oportunidade de receber a presidente Rousseff em Washington, em data a ser decidida por acordo. Outros importantes mecanismos de cooperação, entre os quais diálogos presidenciais sobre cooperação política, econômica, energética e de defesa, continuarão”, diz o texto.

Já a nota do Planalto não inclui a Defesa entre as parcerias estratégicas para o Brasil com os Estados Unidos. “O governo brasileiro tem presente a importância e a diversidade do relacionamento bilateral, fundado no respeito e na confiança mútua. Temos trabalhado conjuntamente para promover o crescimento econômico e fomentar a geração de emprego e renda. Nossas relações compreendem a cooperação em áreas tão diversas como ciência e tecnologia, educação, energia, comércio e finanças, envolvendo governos, empresas e cidadãos dos dois países”, diz o texto.

 

FONTE: ultimosegundo

Na minha opinião, como se trata de compra de defesa, e o investimento de conhecimento, através da tão badalada "transferência de tecnologia" pode vir de outras formas e por outros meios, vai.

 

Se pelo menos vir Gripen (melhor relação custo/desempenho) para o país, mesmo que versões C/D, já estará bom demais.

F-X2, se tiver, só em 2015

 

A não ser que haja uma reviravolta no escândalo de espionagem eletrônica protagonizado pelos Estados Unidos, a presidente Dilma Rousseff está praticamente convencida a adiar para 2015 a compra de novos caças à Força Aérea Brasileira (FAB), deixando o capítulo final da novela em torno do projeto FX-2 para um eventual segundo mandato.

Segundo auxiliares diretos da presidente, a decisão já estava muito perto de ser tomada, a favor da americana Boeing. Mesmo com as manifestações de junho e com as dificuldades orçamentárias, Dilma ainda estava disposta a fechar negócio para adquirir um lote inicial de 36 caças F-18 Super Hornet, avaliado em pelo menos US$ 5 bilhões. A revelação de que ela teria sido alvo direto de espionagem pela Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos mudou completamente o humor de Dilma, que já confidenciou a assessores sua intenção de não assinar nenhum contrato nos próximos meses.

Nas palavras de um auxiliar, se o presidente Barack Obama “tivesse entregado uma pasta com todas as escutas e emails interceptados” de Dilma e da Petrobras, teria sido mantida a visita de Estado a Washington e ainda havia possibilidades reais de levar adiante o negócio. Apenas uma mudança radical de postura da Casa Branca seria capaz de reabrir imediatamente a última fresta para um acordo com a Boeing, mas a chance de avanços em 2014 é “zero” porque “não se anuncia compra de caças em ano eleitoral”, segundo fontes do Palácio do Planalto. Com isso, a decisão fica automaticamente para 2015, em um segundo mandato da petista ou cabendo a quem lhe suceder.

O novo cenário do FX-2, no entanto, não inverte a balança para o lado dos franceses. No governo Lula, a escolha dos caças Rafale chegou a ser cantada pelo ex-presidente brasileiro, quando recebeu o colega francês Nicolas Sarkozy no país, em 2009. De lá para cá, o favoritismo da Dassault – fabricante do jato – se esvaiu, diante da proximidade cada vez maior entre Boeing e Embraer.

O Palácio do Planalto recebeu relatos de que já houve um mal-estar entre a francesa DCNS e a Marinha envolvendo a transferência de tecnologia no contrato para a construção de quatro submarinos de propulsão convencional. O contrato abrange também a parte não nuclear – como o casco – do primeiro submarino nuclear brasileiro. A percepção de problemas recentes desestimula a equipe presidencial a apostar em uma nova parceria de longo prazo com a França, com os caças, numa encomenda inicial de 36 jatos, mas que pode chegar a 124 unidades no longo prazo.

Dilma também recebeu a informação de que o governo indiano, após um acordo para adquirir até 126 caças em um período de dez anos, enfrenta dificuldades na absorção de tecnologia pela Dassault. Essa foi a primeira venda dos caças Rafale a um país estrangeiro e a experiência da Índia é acompanhada com atenção pelos assessores presidenciais.

Os caças suecos Gripen, terceira opção entre os finalistas do FX-2, são vistos no Planalto como um “projeto” e ainda não convenceram o entorno político de Dilma. Até agora, a ofensiva da fabricante Saab não foi capaz de desfazer a percepção de que sua escolha seria uma espécie de tiro no escuro, embora o próprio governo da Suécia já tenha encomendado 60 unidades do Gripen NG (New Generation) – a Suíça adquiriu outros 22 jatos. Os caças têm entrega a partir de 2018.

A Saab busca usar a seu favor o fato de que o caça ainda está em desenvolvimento. Caso Dilma se decida pelo Gripen NG, a fabricante sueca promete a produção de 80% da estrutura do avião no país. Também oferece o financiamento integral para os equipamentos, de forma a aliviar o orçamento da FAB, com o início do pagamento seis meses após a entrega da última das 36 unidades – ou seja, daqui a cerca de 15 anos.

Um dos fatores citados no governo contra uma decisão imediata é a falta de espaço fiscal para encomenda desse porte. O financiamento a longo prazo resolve uma parte do problema, ao evitar desembolso da Aeronáutica nos próximos anos, mas pode ter efeito no cálculo da dívida.

As manifestações populares de junho são apontadas por alguns observadores como mais um complicador, que ajudaram no adiamento do leilão do trem de alta velocidade Rio-São Paulo-Campinas. O Planalto, entretanto, não aponta os protestos de rua como elemento-chave na decisão de Dilma sobre os caças.

O novo adiamento cria um problema concreto para a proteção do espaço aéreo: a FAB conseguiu prolongar a vida útil dos caças Mirage 2000 C/D usados que comprou da França, em 2005, mas o ciclo operacional dos jatos termina inevitavelmente no fim deste ano. Eles serão desativados, em definitivo, e não há mais nenhum caça de interceptação disponível na frota da Aeronáutica.

Para remediar o problema, a Embraer está modernizando e adaptando caças F-5, usados tradicionalmente para defesa aérea e ataque ao solo. Eles complementam, mas não eliminam a necessidade de compra dos novos aviões, que são de múltiplo emprego e de geração superior.

Em 2005, após sepultar a primeira versão do projeto FX, o governo Lula decidiu comprar um lote de 12 Mirage usados para não ficar unicamente na dependência dos caças F-5. É esse o dilema que reaparece agora, fazendo surgir novamente especulações em torno da compra de outro lote de aviões usado, como solução “tampão” até o desfecho da concorrência.

A compra dos novos caças se transformou numa novela que já dura mais de 13 anos e atravessou governos de três presidentes diferentes. Alegando que sua prioridade de gastos era com o Fome Zero, Lula extinguiu o primeiro processo de disputa, batizado como FX. Na época, a Dassault era favorita, oferecendo os caças Mirage 2000/BR. Corriam por fora os russos da Sukhoi.

O sepultamento da primeira concorrência foi até bem vista pelos militares, diante da constatação de que surgia uma nova geração de caças. Isso permitiu, na reabertura da disputa em 2008, quando passou a ser chamada de FX-2, a apresentação de propostas com aviões mais modernos.

Dilma, assim que assumiu, desacelerou o processo de decisão e evitou dar um desfecho nos dois primeiros anos de mandato. Nos últimos anos, havia grande expectativa de que finalmente o martelo fosse batido. Em agosto, durante audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, o comandante da FAB, tenente-brigadeiro Juniti Saito, havia declarado que a decisão da presidente seria tomada “em curto prazo”.

O ministro da Defesa, Celso Amorim, também vinha dando indicações de que a escolha final estava prestes a ser feita. Depois do anúncio, ainda há negociações até a assinatura do contrato.

 

FONTE: Valor Econômico

Originally Posted by Everton = Fica com Deus KIRU:

A Mônica do Capeta, tá virada, fazendo das suas... Anteontem foi dizer na Onu que o Brasil ''sabe se defender''.Acho que ela tá achando que isso aqui é jacaré, que  se defende com o rabo... Se pelo menos fosse a Marcela Temer...

 

 

Sabe se defender só se for na base do papo furado e da conversa para boi dormir, essa é a grande defesa do rato que ruge. 

 

 

 

 

.

F-X2: até quando esperar?

F-X2 qual sera o proximo caca da FAB - poder aereo

Em relação ao programa F-X2, que busca um novo caça para a FAB(Força Aérea Brasileira) para substituir os seus atuais F-5M,tudo converge para mais um adiamento (os mais pessimistas já falam em cancelamento). As atuais propostas dos três ofertantes (consórcios liderados pela Saab, Boeing e Dassault) deverão vencer em três dias.

Não há novidade nisso, uma vez que o adiamento das propostas vem ocorrendo há anos. A novidade é a desculpa que o governo arrumou desta vez (esta sim inédita em todos estes anos). Tudo caminhava para uma decisão a favor do caça da Boeing, o Super Hornet. Mas assim que o escândalo da espionagem estourou, o governo decidiu não anunciar nada (ora! Existem outras duas propostas que não possuem ligação nenhuma com o escândalo!).

O governo sempre deu demonstrações de que o assunto F-X2 não lhe agradava e, se fosse possível, seria melhor não decidir nada ou arrumar desculpas para seguir adiando o mesmo. Como as velhas desculpas já não “colavam” mais, eis que surge o escândalo da espionagem. Além disso, parece que o governo buscou na não decisão do F-X2 uma forma de “punir” os Estados Unidos pela espionagem. Só que o principal punido nesta história é o próprio Brasil, que não renovará a sua aviação de caça e deixará a defesa aérea do país mais vulnerável (lembrando também que eventos esportivos internacionais de grande vulto se aproximam).

A “Teoria Covais” segue em prática

Já dissemos isso aqui no blog, mas não custa lembrar. Há quatro anos, Ron Covais ocupava o cargo de presidente da Lockheed Martin para as Américas. Naquela época a empresa ainda sentia os efeitos da desclassificação do seu caça F-16 na concorrência F-X2. Um pouco antes da realização da LAAD 2009 o executivo da LM deu uma entrevista para o site Flight Global e expôs suas opiniões sobre o programa F-X2.

Covais afirmou, já naquela época, que a situação econômica mundial forçaria uma redefinição do projeto F-X2 pelas autoridades brasileiras. As palavras de Covais foram: “na minha opinião o F-X2 vai voltar para a gaveta”. Além disso, integrantes da Lockheed disseram acreditar em um novo adiamento do F-X2 e que um “caça-tampão” seria escolhido neste meio tempo.

Hoje, as visionárias palavras de Covais e dos demais executivos da LM soam mais verdadeiras do que nunca. Um novo adiamento das propostas por mais seis meses não serviria para nada, pois o vencimento delas ocorria num ano eleitoral e dificilmente o vencedor do programa F-X2 será escolhido em 2014. Dentro do contexto político atual, a opção mais otimista é de que uma decisão seja feita em 2015. Mas não há nada que garanta esta hipótese.

Mesmo que o atual governo seja reeleito, a conjuntura do país e mundial deverá ser outra. E se um novo governo for eleito, quem garante que ele não suspenderá o programa, como fez o ex-presidente Lula quando assumiu em 2003 e cancelou o programa F-X em favor da programa Fome Zero? A pergunta é: até quando esperar? Para resolver o F-X2, só mesmo com a ajuda de um divino Deus.

 

 

PROFECIA???

 

F-16BR

Saab-Gripen

Virgínia Silveira

 

A possibilidade de adiamento da compra de 36 caças de combate para a Força Aérea Brasileira (FAB), programa conhecido como F-X2, pode reduzir as oportunidades oferecidas pela sueca Saab para desenvolver em conjunto a nova geração de seus caças Gripen.

Segundo o diretor da Saab no Brasil, Bengt Janer, a produção será iniciada em 2014, a partir de uma encomenda de 82 aeronaves feita pelos governos da Suécia e da Suíça. “Este é o momento ideal para a decisão de compra dos caças pelo Brasil, pois nos próximos dois anos a produção do Gripen NG estará a todo vapor”, afirmou. A proposta da Saab para o programa F-X2 prevê que 40% do caça e até 80% da sua estrutura sejam feitos no Brasil.

Já Jean-Marc Merialdo, representante do Consórcio Rafale Internacional no Brasil, formado pelas companhias francesas Dassault Aviation, Thales e Snecma, disse que se houver o adiamento de dois anos da compra de novos caças de combate, a empresa aproveitará este tempo para firmar novas parcerias estratégicas com empresas Brasileiras e ampliar a oferta de transferência de tecnologia.

O consórcio francês participa do programa F-X2 da FAB com o caça Rafale. O executivo disse desconhecer a possibilidade de adiamento da concorrência e que no próximo dia 30 termina o prazo de validade das propostas enviadas pelas três empresas que participam do programa F-X2.

“O pedido de extensão da validade das propostas, feito a cada seis meses, normalmente acontece dias antes do vencimento do prazo”, disse. Até o momento, segundo o executivo, a FAB ainda não teria feito o pedido. “Não vemos problemas nisso”, disse.

Sobre as informações de que existem dificuldades nas negociações com os franceses quando o assunto envolve transferência de tecnologia, fator de maior peso na avaliação das propostas, Merialdo afirma que o consórcio francês oferece transferência de tecnologia abrangente e irrestrita e com garantias do governo da França. “Não precisamos de autorização de outros países para repassar nossas tecnologias”. O executivo ainda minimizou a proximidade entre a americana Boeing e a Brasileira Embraer. “Não vejo reflexos disso na compra dos caças”.

A diretora de comunicação da Boeing no Brasil, Ana Paula Ferreira, disse que a oferta da empresa americana para o programa mantém-se competitiva independentemente do cenário político. Trata-se, segundo a executiva, de uma questão a ser resolvida entre governos, sem nenhuma participação da Boeing.

 

FONTE: Valor Econômico, via Notimp

 

NOTA DO EDITOR: sobre a informação do vencimento das propostas no próximo dia 30 de setembro (segunda-feira), o Poder Aéreo encaminhou mensagem para o CECOMSAER (Centro de Comunicação Social da Aeronáutica), mas não obteve retorno até o momento.

 

Originally Posted by FІЯЭFФЖ:

 O executivo disse desconhecer a possibilidade de adiamento da concorrência e que no próximo dia 30 termina o prazo de validade das propostas enviadas pelas três empresas que participam do programa F-X2.

“O pedido de extensão da validade das propostas, feito a cada seis meses, normalmente acontece dias antes do vencimento do prazo”, disse. Até o momento, segundo o executivo, a FAB ainda não teria feito o pedido. 

 

 

Este trecho me deu esperanças, sei que estou sendo muito otimista, mas pensei o seguinte: A Dilma faz tudo que o Lula manda, e ele queria o Rafale. Se a Dilma comprar o Rafale vai "punir" os americanos. Será ??? Aguardemos segunda-feira até à noite. Particularmente não gostaria que fosse o Rafale, mas se for está ótimo !

Estranhamente, hoje 30 de setembro, absolutamente nada foi relatado oficialmente de um pedido de prorrogação das ofertas dos caças pela FAB. Nem tão pouco foi anunciado um adiamento da compra para 2015. O que será que está havendo no plano alto central? Se, provavelmente, o sr. Saito tiver que comprar caças usados, seria uma boa opção os mais de 50 Gripens A/B estocados na Suécia? Poderiam ser retrofitados para o padrão C/D? Seria uma melhor opção do que os block 30/32 do deserto?

01 de outubro de 2013. Acabou ontem o prazo do pedido de prorrogação das propostas.

 

O que me preocupa é que o (des)governo pode ter feito isso de propósito para poder "flertar" com os russos, em represaria, ou seja lá quais motivo tenha.

 

Aí, meu caro, tudo acabado!!!

 

Ficará ótimo pra muitos modelistas fazer Flanker com as cores da FAB, admito, mas como braziliano pagador de impostos, vai ser uma m&rd@ sem tamanho... 

 

Vai dar pra vê-los no chão, e voando no 7 de setembro, se não cair na cabeça de alguém...

Originally Posted by Rogerio77:
Originally Posted by FІЯЭFФЖ:

 O executivo disse desconhecer a possibilidade de adiamento da concorrência e que no próximo dia 30 termina o prazo de validade das propostas enviadas pelas três empresas que participam do programa F-X2.

“O pedido de extensão da validade das propostas, feito a cada seis meses, normalmente acontece dias antes do vencimento do prazo”, disse. Até o momento, segundo o executivo, a FAB ainda não teria feito o pedido. 

 

 

Este trecho me deu esperanças, sei que estou sendo muito otimista, mas pensei o seguinte: A Dilma faz tudo que o Lula manda, e ele queria o Rafale. Se a Dilma comprar o Rafale vai "punir" os americanos. Será ??? Aguardemos segunda-feira até à noite. Particularmente não gostaria que fosse o Rafale, mas se for está ótimo !

O Lulla já havia "liberado" DIlma da necessidade de "fechar" a compra com os franceses. O tempo para o Rafale já passou. Ou dá Super Hornet ou Gripen NG. Ou ambos, uma vez que já se dizia que os 36 primeiros seriam Super Hornet e os dois outros lotes de 36 seriam Gripen NG, totalizando 108 novos caças, que substituiriam os 12 Mirage 2000, os 57 F-5EM/FM e os 43 A-1M da FAB, até 2025.

Incluir Resposta

Curtidas (0)
×
×
×
×