Neste domingo, o Exército sírio, junto aos Falcões do deserto, retomou inteiramente a cidade histórica de Palmira das mãos de militantes do Daesh. Um comandante sírio revelou os detalhes da operação à RT.

 

“Os preparativos para a libertação de Palmira foram feitos por pouco mais de um mês. O Exército sírio estava reorganizando seus soldados. O Exército entrou em contato com a Força Aérea síria e especialmente com a Força Aérea russa. Tanques e outros veículos militares foram levados a Palmira junto com soldados sírios e seus aliados”, disse o militar.

O Exército sírio confirmou, neste domingo, que havia libertado Palmira com o apoio de sua aviação nacional e das Forças Aeroespaciais russas. 

“Ontem à noite, conseguimos tomar o controle do antigo forte de Palmira. Então nos preparamos para tomar a cidade. Terroristas do Daesh explodiram uma ponte que leva à fortaleza, por isso nossa infantaria teve que entrar na cidade pelo norte, com cobertura de fogo de artilharia e tanques, para eventualmente libertar essas áreas”, relatou o comandante à RT.

Durante a ofensiva em Palmira, helicópteros de ataque russos representaram um papel importante.

A participação da Rússia foi muito importante e foi chave na libertação de Palmira. A aviação russa, particularmente os helicópteros de ataque, destruiu emboscadas de terroristas ao redor de Palmira. Usando dados de inteligência russos, localizamos terroristas e pudemos rastreá-los”, explicou o general Samir Suleiman.

O general ressaltou que a libertação de Palmira é um golpe duro à capacidade logística dos terroristas. Segundo Suleiman, Palmira era um centro de fornecimento para os militantes.

Palmira, localizada a 210 quilômetros de Damasco, chave no avanço rumo a Raqqa, no leste da Síria, dominada pelo Daesh. Palmira esteve sob controle do grupo terrorista desde maio de 2015. O grupo jihadista destruiu parte da cidade, que é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Abaixo, uma parte do tesouro de Palmira destruído pelo Estado Islâmico.

A Rússia enviará equipamento especial e robôs para desativar minas em Palmira, disse o chefe do Estado-Maior russo Valery Gerasimov.

“Segundo a decisão do presidente russo, as tropas de engenharia, em particular, as unidades do Centro Internacional de Desminagem, realizarão a desativação de minas em Palmira”, disse Gerasimov aos jornalistas na segunda-feira (28).

Forças leais a Bashar Assad em um complexo a oeste de Palmira

 
De acordo com ele, “nos dias mais próximos desta semana será enviado para lá o necessário equipamento especial, robôs para desativar minas”.

 

O comando do Exército sírio informou no domingo (27) sobre a liberação de Palmira dos militantes do Daesh com o apoio da aviação síria e russa. Palmira esteve sob controle do Daesh desde maio de 2015. O grupo jihadista destruiu parte da cidade, que é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

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Entre 20 e 23 de março a aviação russa realizou 41 missões alvejando 146 instalações militares dos terroristas em Palmira, diz-se no comunicado do Centro para reconciliação na Síria.

 

“Entre 20 e 23 de março a Força Aeroespacial russa realizou 41 missões na cidade de Palmira, província de Homs, durante as quais alvejaram 146 instalações militares dos terroristas. Foram eliminados 6 pontos de comando, mais de 320 militantes, 5 tanques, 6 peças de artilharia, dois armazéns e 15 veículos”, destaca-se no comunicado. 

Aviões de assalto russos Su-25 que regressaram para a Rússia da base aérea de Hmeymim na Síria, Primorsk-Ahtarsk, Rússia, 17 de março de 2016
 
Segundo as informações do centro, na província de Aleppo o Daesh está aumentando o contingente das suas forças que significa que o grupo terrorista prepara uma nova ofensiva contra as posições governamentais nesta província.

Os acordos sobre a trégua foram atingidos com 43 grupos armados na Síria e o total de povoações que se juntaram à trégua é equivalente a 51. No total, o cessar-fogo na Síria foi violado 7 vezes durante as últimas 24 horas, diz-se no comunicado do centro. 

No dia 22 de fevereiro, Rússia e Estados Unidos chegaram a um acordo para um cessar-fogo na Síria. O acordo entrou em vigor no dia 27 de fevereiro, mas não se aplica ao Daesh nem à Frente Nusra, grupos terroristas em ação no país.

O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou, em 14 de março de 2016, a retirada parcial das forças russas da República Árabe da Síria. A presença militar de Moscou começou em 30 de setembro de 2015, quando o parlamento russo aprovou o envio de um grupo da Força Aeroespacial, após um pedido de Bashar Assad. O governo de Damasco pediu a ajuda russa no combate aos grupos terroristas Daesh e Frente al-Nusra.

Síria: Drone captura imagens incríveis dos sítios históricos de Palmyra após exército sírio entrar na cidade.

Interessado na compra de novos lotes de helicópteros russos, o Brasil recebeu da Rússia a indicação do modelo Mi-26T2, informou em entrevista à Sputnik o chefe da delegação da Rosoborexport (empresa estatal russa responsável pelas compras e vendas internacionais de material bélico) Sergei Ladygin na feira internacional de armamentos FIDAE-2016.

 

"O interesse brasileiro com relação aos helicópteros russos existe, e nós estamos pronto para oferecer aos brasileiros tanto helicópteros de combate, como de transporte. Por exemplo, o Mi-26T2, que não possui análogos no mercado no quesito de capacidade de carga" – disse Ladygin.

O porta-voz da estatal russa destacou ainda a necessidade de se criar no Brasil um sistema de centros manutenção para helicópteros russos. 

 
"Depois disso, surgirão novas perspectivas para expandir a nossa cooperação nessa área" – explicou o chefe da delegação da Rosoboronexport.
 

Helicóptero russo Mi-35 na LAAD 2011Um dia antes, Ladygin revelou que a Rússia tem planos de construir centros de manutenção de helicópteros no Brasil, na Venezuela, na Colômbia e no Peru.

A edição 2016 da FIDAEFeira Internacional do Ar e do Espaço, acontece entre os dias 29 de Março e 3 de abril, em Santiago, no Chile. É um dos mais importantes eventos de aviação, defesa e segurança da América Latina. Na última edição, em 2014, a feira contou com a participação de 604 expositores de 43 países, com 125 aeronaves expostas e cerca de 150.000 visitantes durante o evento.

Após a libertação de Palmira das garras do Daesh, os especialistas do esquadrão antibombas do Exército Árabe Sírio se dedicam agora à destruição das minas deixadas pelos terroristas.

A Rússia envia equipamento especial e robôs para desativar minas em Palmira, disse o chefe do Estado-Maior russo Valery Gerasimov.  Abaixo, Sapadores russos partem para Palmira missão de desminagem. 

Após a libertação de Palmira das garras do Daesh, os especialistas do esquadrão antibombas do Exército Árabe Sírio se dedicam agora à destruição das minas deixadas pelos terroristas.

O comando do exército sírio informou no último domingo (27) sobre a libertação de Palmira dos militantes do Daesh. A cidade, que é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, estava sob controle dos jihadistas desde maio de 2015.

O que intriga é como um bando de celerados como esses Jihadistas e etc conseguem tanto apoio financeiro para realizarem estas ações. Acho que tanto a
ONU quanto a coalizão deveria ir fundo na identificação dos países que apoiam essa corja e cobrar explicações. 

João Henrique posted:

O que intriga é como um bando de celerados como esses Jihadistas e etc conseguem tanto apoio financeiro para realizarem estas ações. Acho que tanto a
ONU quanto a coalizão deveria ir fundo na identificação dos países que apoiam essa corja e cobrar explicações. 

Simples... eles vendem petróleo barato para Turquia, que se abastece e revende e excedente com bom lucro... Os culpados por isto tudo são aqueles que compram este petróleo revendido, quem será???

O ministro da Defesa Nacional da Grécia, Panos Kammenos, disse que a maior parte do petróleo da organização terrorista Daesh (Estado Islâmico) passa pela Turquia, que acaba financiando o terrorismo através dessas transações.

 

Refinaria de petróleo em Marchmarin, na Síria
 
A declaração aconteceu durante uma coletiva de imprensa que se seguiu ao encontro de Kammenos com o ministro da Defesa de Israel Moshe Ya'alon.

Presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan

Na ocasião, jornalistas perguntaram ao ministro grego se a Turquia poderia integrar o eixo da luta contra o terrorismo ao lado de Israel, Chipre, Grécia, Egito e Jordânia, e quais seriam as condições necessários para isso.

"Todos nós queremos que a Turquia tenha boas intenções e venha até nós para integrar um planejamento conjunto contra o terrorismo. Todos nós queremos que o comportamento da Turquia corresponda aos padrões e normas do direito internacional. Isso requer uma mudança nas atitudes da Turquia" – disse Kammenos.

"Para se ter boas relações e aliança com qualquer país, em primeiro lugar você precisa reconhecê-lo como tal. Turquia até hoje não reconhece o Chipre" – completou o político.

"Em segundo lugar, o tema do terrorismo. A verdade é que grande parte do petróleo que vem do Daesh, que vem dos terroristas, passa pela Turquia, e através da Turquia passa o financiamento do terrorismo. Seria bom se a Turquia decidisse mudar a sua relação, não cooperar com o terrorismo, não promover ações que causassem problemas à região, se usasse o financiamento da União Europeia e conseguisse em seu próprio benefício econômico deter os refugiados na costa da Ásia Menor" – completou Kammenos.

Ele exortou o presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, a mudar o rumo do seu país. 

Recep Tayyip Erdogan, presidente da Turquia
Um relatório compilado por uma empresa independente de consultoria de petróleo e gás da Noruega verificou alegações anteriores de que o Daesh, autodenominado Estado Islâmico, contrabandeia a maior parte de seu petróleo para a Turquia, onde o produto é vendido no mercado negro a preços reduzidos.
Para financiar suas atividades extremistas, o Daesh (EI) depende principalmente do seu comércio de hidrocarbonetos. Na última semana, o Ministério da Defesa da Rússia apresentou provas da transação realizada pelos terroristas para vender o seu combustível: através da Turquia, com o consentimento da família Erdogan. 

 

O Kremlin apontou o dedo diretamente para Bilal Erdogan, um dos quatro filhos do presidente da Turquia, dono de uma empresa de transporte e com fácil acesso a poços e ao mercado de petróleo. Ele, no entanto, negou as acusações. 

A Rússia apresentou no Conselho de Segurança da ONU dados sobre as transferências ilegais de armas e munições por parte da Turquia no território sírio sob o controle do grupo Daesh (Estado islâmico).

Fronteira turco-síria
 
"O principal fornecedor de armas e equipamento militar para militantes do Daesh é a Turquia, que utiliza organizações não governamentais para isso. Este trabalho é organizado pelo comando da Organização Nacional de Inteligência da Turquia. O transporte é realizado principalmente em carros, incluindo comboios com carga humanitária", afirma o documento publicado no sistema das Nações Unidas nesta sexta-feira.

"Pelo menos 3.000 engenhos explosivos foram instalados na cidade," o sapadores explicou a RT. Ele disse ISIS criada uma rede interligada quase invisível, parcialmente escondido sob estradas pavimentadas rígidos, o que poderia explodir toda a cidade.

 

Um dos dois accionadores independentes é manual e pode ser ativado por um agente ISIS. A segunda é automática e foi conectado à rede urbana para detonar série de explosões assim que os retornos de fornecimento de eletricidade.

As forças de segurança sírias foram capazes de salvar a cidade de Palmira depois de receber a inteligência bem a tempo de evitar a detonação. O exército também enviou sinal de interferência especial para evitar terrorista da desencadeando a reação em cadeia.

engenheiros do Exército sírio estão trabalhando dia e noite tentando desenterrar os explosivos deixados para trás não só nas estradas, mas em edifícios residenciais e monumentos históricos. Eles esperam que, ao remover o perigo, a vida tranquila pode retornar plenamente para a cidade.

A Rússia também está implantando sapadores, equipados com Uran-6 robôs e veículos blindados especiais, para ajudar o esforço-varrendo meu Palmira.

O segundo grupo de engenheiros de campo russo chegou à Síria na sexta-feira, o Ministério da Defesa disse em um comunicado.

Homs província Governador Talal Barazi descreveu os danos de infra-estrutura feito pelos terroristas em Tadmur como"muito grande", com eletricidade, comunicações telefônicas e de abastecimento de água sofrendo mais.

"Os representantes do Estado ... estimou o volume de dano e eles fizeram um plano de recuperação. Mas agora estamos esperando até sapadores sírias terminar seu trabalho ", Barazi disse à agência de vídeo Ruptly de RT.

Os sapadores russos são ansiosamente aguardados em Tadmur e Palmira para "desminar as estradas e as casas, que foram minadas por terroristas ISIS", o governador destacou.

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Os EUA não tem intenção de fornecer armas letais à Ucrânia: Kiev pode produzi-las por conta própria, disse o embaixador dos EUA no país, Geoffrey Pyatt. 

"No momento não temos planos para fornecer armas letais [a Kiev], mas, honestamente falando, a capacidade da Ucrânia de fabricar armas letais próprias é muito maior do que um ano atrás", disse o diplomata norte-americano em entrevista à agência Ukrainski NoviniMilitares ucranianos retiram material blindado na região de Gorlovka

Pyatt disse estar ciente dos avanços da estatal ucraniana encarregada do complexo militar-industrial, a Ukroboronprom. A Ukroboronprom declarou em dezembro que 2015 marcou seu recorde de fabricação de armas: mais de 7.000 unidades de armas e equipamentos.

Em abril de 2014, Kiev lançou uma operação militar nas províncias de Donetsk e Lugansk para reprimir os movimentos independentistas que se insurgiram contra o governo após uma mudança violenta do poder no país em fevereiro daquele ano.

Neste contexto, a questão do fornecimento de armas letais para a Ucrânia ocupou em diversas ocasiões o debate da comunidade internacional, persistindo o consenso de que tais transferências só complicariam a situação já tensa no país.

 

Desde 1º de setembro do ano passado, reina uma relativa calma no leste da Ucrânia, após meses de violações do armistício acordado em 12 de fevereiro na capital da Bielorrússia, Minsk.

No final de setembro, foi alcançado um acordo sobre a retirada de tanques e armas de calibre inferior a 100 mm a partir da linha de contato em Donbass.

O sistema auto-propulsado de morteiro 2S9 Nona-S está passando por últimos testes na cidade russa de Perm antes de ser entregue às divisões de tropas de desembarque, informou o canal russo Zvezda TV.

O veículo ligeiro possui a navegação por satélite e sistema automática de controle.

 
O 2S9 Nona é um veículo anfíbio que pode ser propelido em águas por dois bocais de água traseiros. É equipado com um morteiro de 120 mm e é operado pela equipe de 4 homens.

O 2S9 é compatível com cartuchos de fuzil, desenvolvidos especialmente para este sistema e minas de 120 mm que são usadas em muitas armas.

O sistema pode ser usado como morteiro ou obus que lança fogo direto ou indireto.

O alcance máximo de fogo é de 8,85 km usando projeteis ordinários e 7,1 km – minas. O veículo possui o motor de diesel 5D20 com o qual pode atingir a velocidade de 60 km/h.

Durante os anos de 1980, sistemas Nona-S foram muito eficientes no terreno montanhoso na guerra soviética no Afeganistão. O sistema pode alvejar instalações não acessíveis para outras armas porque o seu alcance é menor.

“Falei com os militares que lutaram no Afeganistão e elogiaram este arma auto-propulsada que, segundo eles, é muito preciso em situações de fogo direto e indireto”, disse o especialista Viktor Ignatyev no canal Zvezda TV.

 

Existe ainda o sistema 2S23 Nona-SVK - 120mm, dotado de 8x8 uma arma poderosa e deve reforçar ainda mais as capacidades de tropas de desembarque russos. Abaixo o 2S23 Nona-SVK

O Ministério da Defesa russo declarou, pela primeira vez, que helicópteros de ataque foram usados nas batalhas contra militantes do Estado Islâmicos (EI) posicionados na cidade de Palmira, libertada desde o último dia 27. Veículo estaria na mira de aquisições do Exército brasileiro, segundo fonte não identificada.

As forças russas usaram o helicóptero Mi-28 “Caçador Noturno” pela primeira vez na guerra contra os terroristas do EI, durante a campanha para libertar a cidade histórica de Palmira, no leste da Síria.

 

O Ministério da Defesa russo publicou um vídeo mostrando a destruição de veículos blindados do Estado Islâmico com mísseis guiados antitanque e o subsequente ataque aos militantes em uma casa local.

Os Mi-28Ns eram anteriormente usados exclusivamente para guardar a base aérea russa Hmeimim, no noroeste da Síria, onde as unidades da Força Aérea russa foram mobilizadas.

Recentemente, divulgou-se que o Mi-28 “Caçador Noturno”, que já conta com o Iraque na cartela de clientes, estaria na mira de aquisições de Brasil, Vietnã e países do Norte da África.

“Mais de 10 países já expressaram interesse pelo Mi-28. Eles já receberam o material de divulgação, assistiram a apresentações etc. Ainda há outros países interessados mas cujo contato ainda não alcançou esse nível”, disse fonte interna que não quis ser identificada.

Fonte: Ministério da Defesa da Rússia

 

Especificações do Mi-28N


Tripulação: 2 pessoas

Peso máximo de decolagem: 12.100 kg

Velocidade máxima: 300 km/h

Autonomia de voo: até 450 km

Principais armas:

Canhão automático M230 de 30mm (munição – 1.200 cargas, cadência de tiro – 625 disparos por minuto);

Mísseis ar-ar AIM-9 e AIM-92

Míssil ar-superfície AIM-114

Foguetes não guiados Hydra-70

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Segundo fonte interna, mais de 10 países conduzem negociações sobre Mi-28. Iraque fechou contrato de compra de 40 helicópteros do tipo em 2012.

 

O helicóptero de combate Mi-28 "Caçador Noturno" já conta com o Iraque na cartela de clientes e está na mira de Brasil, Vietnã e países do Norte da África, de acordo com fontes interna que não quis ser identificada.

Ela ainda acrescentou que o interesse tem crescido e há acordos sendo conduzidos em diferentes níveis com diversos países.

"Mais de 10 países já expressaram interesse pelo Mi-28. Eles já receberam o material de divulgação, assistiram a apresentações etc. Ainda há outros países interessados mas cujo contato ainda não alcançou esse nível", diz.

O helicóptero de combate Mi-28 "Caçador Noturno"comporta tripulação de duas pessoas e foi desenvolvido para busca e destruição de tanques e equipamentos blindados ou não, assim como infantaria inimiga no campo de batalha e alvos aéreos em baixa velocidade. Ele pode carregar mísseis, guiados ou não.

Além disso, o helicóptero tem funcionamento ideal tanto à luz do dia, quanto no período noturno, e sob condições meteorológicas desfavoráveis.  

O Iraque fechou um contrato de compra de 40 Mi-28 em 2012

Olha uma legal mistureba. 

MODELS USED:
Hobbyboss 1/72 CH-46D Seaknight, Dragon Models 1/72 Mil Mi-28 Havoc, Trumpeter 1/72 CA-30 Fuel truck, Fire Extinguisher & A/M32A-60A エンジン始動車 from Hasegawa X72 series, Ground crews from Airfix & Hasegawa and other 5 UK SAS are resin figures. Plus some scratch build stuffs.

Os militantes abateram um avião da Força Aérea síria no sul da província de Aleppo, disse uma fonte à RIA Novosti. Informações relatam ser um SU-22 Sírio.

 

"Os militantes abateram o avião que realizava uma missão militar na província de Aleppo e havia partido da base aérea de Shairat", disse a fonte.

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que a aviação militar russa não realizava missões na região da cidade de Aleppo naquele momento. De acordo com a televisão estatal, o piloto ejetou.

"A Força Aeroespacial russa não realizava quaisquer missões nem em Aleppo, nem nos seus arredores", disse o representante do Ministério da Defesa russo, major-general Igor Konashenkov na terça-feira (5).

Aleppo, uma das maiores cidades da Síria, foi atacada pelos militantes em 2012. Durante o conflito armado, a sua população diminuiu de 2,5 milhões de pessoas para 1 milhão. Agora, só parte da cidade está sob o controle dos terroristas, o Exército governamental conseguiu romper o bloqueio nos arredores de Aleppo e cortar as vias de abastecimento dos terroristas.

 

O cessar-fogo, negociado por Rússia e Estados Unidos, entrou em vigor na Síria no dia 27 de fevereiro, com apoio de Damasco e de dezenas de grupos de oposição. O Daesh e a Frente Nusra não são parte do acordo.

O líder da república da república separatista da Geórgia, Ossétia do Sul, Leonid Tibilov, declarou que as autoridades da região planejam organizar um referendo sobre a adesão da república à Rússia.

 
O referendo, planejado para acontecer nos próximos meses, permitiria ao presidente da república a recorrer ao Governo russo com a iniciativa de aderir à Federação Russa. 

 

Em 31 de março, o líder da Ossétia do Sul, Leonid Tibilov, visitou Moscou para se reunir com o presidente russo, Vladimir Putin, e discutiu a manutenção da estabilidade e da segurança na região Transcaucásia.

De acordo com Tibilov, para realizar o referendo, é necessário implementar algumas alterações na Constituição da República.

Ele explicou que as alterações ao artigo 10 da Lei Básica devem dar ao presidente "o direito de apresentar ao presidente da Rússia a proposta de criar um único organismo aliado, ao qual a direção seria encaminhada". "Através desta ação, preservamos os risco políticos que a Rússia poderia ter durante o processo de incorporação", disse o líder. Presidente da Ossétia do Sul Leonid Tibilov e o presidente da Rússia Vladimir Putin durante a reunião em Kremlin, Moscou

Ossétia do Sul quer reunificação com Rússia
Ele ressaltou que o referendo seria realizado em um futuro próximo, "não dentro de um ou dois anos, nem dentro de meio ano", disse Ttibilov.

 

Ossétia do Sul, assim como a região da Abecásia, declarou sua independência em Agosto de 2008, após a agressão armada da Geórgia.

Em 26 de agosto de 2008, a Rússia reconheceu a soberania de ambas as regiões. Moscou afirmado repetidamente que o reconhecimento da independência das antigas entidades da Geórgia reflete a realidade atual da região e não pode ser revista.

Os EUA não concordam com a venda de caças Su-30 e de sistemas de defesa anti-aérea S-300 da Rússia para o Irã e acreditam que tais entregas só podem ser realizadas mediante a aprovação do Conselho de Segurança da ONU, declarou o vice-secretário de Estado Thomas Shannon, em audiência no Senado dos EUA.

"Nós não daremos a nossa aprovação [para a venda de Su-30]" – frisou Shannon respondendo a pergunta sobre a possibilidade de os EUA usarem o poder de veto caso esta questão seja mesmo levada ao Conselho de Segurança da ONU.

Além disso, ele destacou que as possíveis entregas dos sistemas S-300 também preocupam Washington.

"É óbvio que nós não estamos interessados com que o Irã tenha caças avançados e sistemas terrestres. Usaremos de todos os meios disponíveis para nos opor a quaisquer sistemas que possam ser usadas pelo Irã para fins ofensivos" – disse Shannon. Caça Su-30 da Força Aérea russa

De acordo com recentes declarações de representantes do complexo industrial militar da Rússia, o contrato de compra de caças russos Su-30 pelo Irã deverá ser assinado ainda este ano.

Quanto aos sistemas S-300, o chefe da corporação russa Rostec – corporação estatal da Federação da Rússia que desenvolve, fabrica e exporta produtos industriais de alta tecnologia para o uso civil e militar – Sergei Chemezov declarou que as entregas serão iniciadas em agosto ou setembro deste ano.

Entre 4 e 9 de abril inspetores dos EUA realizarão um voo de observação sobre o território da Rússia no âmbito do Tratado de Céus Abertos, declarou o diretor do Centro Nacional de de Redução Risco Nuclear da Rússia, Sergei Ryzhkov.

Segundo ele, durante todo o voo, cujo trajeto foi previamente aprovado por Moscou, especialistas russos a bordo da aeronave americana garantirão o rigoroso cumprimento de todos os parâmetros da missão, garantindo a sua total conformidade com os termos do tratado.

"O avião de observação OS-135B pertence a uma classe de aeronaves não destinadas ao uso de quaisquer tipos de armamentos. O avião e os equipamentos de observações instalados no mesmo foram submetidos a uma inspeção internacional com a participação de especialistas russos, excluindo o uso de meios técnicos não previstos no acordo" – disse Ryzhkov.

 
O Tratado de Céus Abertos foi assinado em março de 1992 e tornou-se uma das principais medidas de construção da confiança internacional na Europa pós-Guerra Fria. O documento entrou em vigor em 1º de janeiro de 2002 e atualmente conta com 34 Estados membros, incluindo a maioria dos países da OTAN, bem como a Rússia.

 Basicamente, o tratado permite aos países participantes colher abertamente informações sobre as forças e atividades militares de cada um.

Os EUA enviaram à Noruega três bombardeiros estratégicos B-52, que deverão fazer parte dos exercícios Cold Response, da OTAN, informou o serviço de imprensa do Comando Estratégico das Forças Armadas dos EUA.

Três B-52 Stratofortress e mais de 200 militares da Força Aérea foram enviados hoje à base aérea de Moron, na Espanha. Os pesados bombardeiros multifuncionais serão integrados e realizarão exercícios conjuntos do Comando Europeu das Forças Armadas dos EUA e de aliados e parceiros regionais, participando dos exercícios noruegueses Cold Response” – diz o comunicado.

 
Comentando esta informação, o chefe do Comando Estratégico dos EUA, almirante Cecil Haney, declarou que a presença dos B-52 nos exercícios irá demonstrar a capacidade dos EUA em utilizar seus bombardeiros em operações globais.
 
Ele lembrou que, juntamente com os mísseis balísticos intercontinentais e os submarinos nucleares, a aviação estratégica faz parte da chama tríade nuclear dos EUA, que, por sua vez, é a base do conceito de contenção estratégica daquele país.

 

Os exercício Cold Response, marcados para serem realizados na Noruega entre 2 e 9 de março, contarão com a participação de 15 mil militares de 13 países da OTAN e da Suécia. Abaixo algumas imagens do exercício Cold Response de anos anteriores.

 

Pela primeira vez na história, a Noruega e a OTAN enviarão dois navios para fiscalizar os submarinos russos. O aumento da exploração no Ártico vem sendo considerado pela mídia internacional como uma resposta ocidental para o crescimento do poder militar russo.

Segundo a publicação sueca ‘Svenska Dagbladet’, o novo ‘supernavio’ norueguês Marjata IV é da classe de navios que desde a década de 1960 se envolve em atividades de inteligência na área do Mar de Barents e Mar da Noruega. Normalmente, navios Marjata são localizados perto da fronteira com a Rússia.

A nova modificação é significativamente maior do que o tamanho do seu antecessor. O comprimento do Marjata IVé de 126 metros, e a largura é 23,5 metros. 

O novo navio deve entrar em serviço militar em meados de 2016, sendo que o porto de origem será o ‘Kirkenes’. Assim, em 2017 os militares norueguês planejam equipar o Marjata III com novos equipamentos e devolvê-lo ao estado de alerta militar, mudando o nome do navio para Eger.

Para a Noruega, como membro da OTAN, é importante a realização de atividades de inteligência nos mares do norte e o monitoramento dos submarinos russos, que são enviados para as águas do Ártico a partir de bases na Península de Kola, escreve o jornal.

No mês passado, o comandante da da Marinha da OTAN, Clive Johnstone expressou preocupação em relação à atividade dos submarinos russos. Especialistas militares acreditam que a aposta dos noruegueses em atividades de inteligência é um resultado direto da deterioração da situação de segurança.

FS Marjata é um propósito-construído inteligência eletrônica recipiente de recolha ( ELINT ). Ela é o terceiro navio que leva o nome Marjata , todos os quais têm sido utilizados para inteligência militar fins por parte das Forças Armadas da Noruega

Como membro da OTAN, a Noruega participa regularmente em exercícios marítimos e terrestres internacionais, incluindo perto da fronteira com a Rússia.

O Ministério da Defesa russo está enviando sapadores do Centro Internacional Anti Minas e maquinário à Síria para desativar as minas de Palmira. Veja tipo de tecnologia é usada para limpar dispositivos explosivos de cidade histórica.

 

Uran-6

Foto: Said Tsarnaev / RIA NovostiCom quase 7 toneladas, o Uran-6 é uma "vassoura de minas" Foto: Said Tsarnaev/RIA Nôvosti

O robô multifuncional Uran-6 é usado para abrir passagens em campos minados e eliminar do território minas e objetos explosivos com massa explosiva de até 1 kg.

Pesando entre 6 e 7 toneladas, este robô-sapador é capaz de ultrapassar barreiras de até 1,2 metro de altura. Pode ser controlado por controle remoto a uma distância de até 1 km, arando a terra e detonando todas as minas que descobre no caminho. 

Uran-14

Fonte: Mil.ruRobô capaz de se autoabastecer consegue apagar incêndio mesmo em condições adversas Foto: Mil.ru

Com peso de 14 toneladas, este robô é usado para apagar incêndios ao redor de objetos explosivos. Suas dimensões impressionantes são necessárias para o transporte de quantidades significativas de água no tanque. Aliás, pode ser preenchido com duas toneladas de água e 600 litros de espuma.

Mas o Uran-14 não apenas apaga o fogo – ele é capaz de se abastecer com água em hidrantes ou reservatórios artificiais. Além disso, pode se aproximar do incêndio, mesmo em meio a uma chuva de balas e fragmentos.

Sua parte superior contém um compartimento manipulável, a partir do qual é possível disparar água e espuma. O comprimento do jato contínuo de água é de 50 metros, e o de espuma, de, pelo menos, 35 metros.

UR-77: 'Zmei Gorinitch'

Anatoly Semekhin / TASSO 'Dragão eslavo' tem capacidade para dois tripulantes e duas cargas de desminagem Foto: Anatóli Semekhin / TASS

Trata-se de um sistema móvel de desminagem reativo capaz de adentrar campos de minas antitanque durante a batalha. Ele desmantela as minas por meio do poder de ataque de explosão da carga, que age sobre o detonador da mina. A massa total do explosivo que pode lançar chegar a 700 quilos.

Este robô, que tem assento para dois tripulantes, é chamado não oficialmente de ‘Zmei Gorinitch’ (‘Dragão eslavo’). Cada equipamento desses pode transportar duas cargas de desminagem.

Novos detectores de mina IMPS-2

Fonte: Mil.ruSob neve ou terra, esses detectores identificam minas a 1,5 m de profundidade oto: Mil.ru

O IMPS-2 ajuda a detectar objetos explosivos no solo ou na neve a uma profundidade de 1,5 metro, por atrás de barreiras de materiais não magnéticos e ao longo de reservatórios na orla costeira a também 1,5 metro de profundidade.

Roupas de proteção OVR-2 Sokol

Foto: Said Tsarnaev / RIA NovostiRoupa de 8,5 kg protege contra pequenos fragmentos e até balas 9 mm Foto: Said Tsarnaev/RIA Nôvosti

Os elementos de proteção da roupa Sokol (Falcão) são capazes de evitar que o sapador seja ferido com pequenos fragmentos; além disso, seu capacete, que contém uma viseira de proteção, pode resistir a uma bala de 9 mm disparada a uma distância de 25 metros. A roupa pesa apenas 8,5 kg.

Detectores para dispositivos explosivos sem contato Korshun

Foto: Mil.ruBarreiras de cimento, tijolo e metais não diminuem eficácia de detecção do Korshun Foto: Mil.ru

O Korshun (Pipa) é capaz de detectar dispositivos explosivos posicionados atrás de várias barreiras: paredes de concreto e tijolo, cercas de arame farpado e redes metálicas, ou sob o asfalto e estradas revestidas de concreto. Além disso, consegue detectar, por controle remoto, minas e bombas caseiras a uma distância de até 30 metros.

Os EUA continuarão pressionando a Rússia para que devolva a Crimeia à Ucrânia, disse na quarta-feira (2) o embaixador norte-americano na Rússia, John Tefft.

 

“O objetivo das sanções é proteger a Crimeia, exercendo pressão sobre a Rússia para que ponha fim à ocupação e devolva a península à Ucrânia”, disse Tefft na página no Facebook da embaixada norte-americana na Rússia.

Ao mesmo tempo, Tefft destacou que uma série de sanções anti-russas foram introduzidas contra indivíduos e empresas russos por causa das “ações ilegais da Rússia na Ucrânia”. “Estas sanções foram introduzidas de tal forma para que a política russa em relação à Ucrânia se altere e, ao mesmo tempo, para que reduzir o seu impacto sobre o povo russo”, disse o diplomata.

A Crimeia tornou-se de novo uma região russa depois de um referendo realizado ali em março de 2014, no qual a maioria dos habitantes da península votou a favor da reintegração na Rússia. As autoridades da Crimeia realizaram o referendo depois do golpe de Estado na Ucrânia de fevereiro de 2014, quando políticos solidários com as forças nacionalistas e russófobas chegaram ao poder. Abaixo, hovercraft Ucraniano para tropas especiais de desembarque do projeto 958 Bizon.

A Ucrânia ainda considera a Crimeia parte do seu território. O Ministério das Relações Exteriores russo declarou repetidamente que os habitantes da Crimeia votaram pela reintegração com a Rússia, o que plenamente corresponde ao direito internacional e à Carta da ONU e que a Rússia respeita esta escolha. Esta decisão é a realidade que deve ser tida em conta. Abaixo, o Navio de transporte e desembarque Konstantin Olshansky da Marinha da Ucrânia.

 

Luis Pacheco posted:

 

EUA divulgam vídeo sobre voo 'agressivo' de caça Su-24

 

Ao ver o navio, os pilotos se afastaram, como as regras exigem, disse o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov. A autoridade também afirmou que o incidente ocorreu perto de uma base militar russa.

Os pilotos da Força Aeroespacial da Rússia realizavam um voo no mar Báltico, em conformidade com todas as regras e normas de segurança, disse o porta-voz do Ministério da Defesa, major-general Igor Konashenkov, comentando a declaração dos Estados Unidos de que caças russos Su-24 teriam sobrevoado de forma “agressiva” um destróier estadunidense.

O general afirmou que a trajetória de voo da aeronave realmente atravessou a área onde o navio americano navegava, mas acrescentou que, a setenta quilômetros do local do incidente, se encontra uma base naval russa.

O porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia disse que a Força Aeroespacial da Rússia realiza os voos em conformidade com todas as normas internacionais.

O comando dos EUA divulgou nessa quarta-feira (13) um vídeo e fotos mostrando aviões e helicópteros russos se aproximando de um navio da Marinha dos Estados Unidos. O lado norte-americano expressou a sua preocupação com o incidente, chamando esse comportamento de "pouco profissional" e afirmando que ele comprometeu a segurança. O porta-voz do Pentágono disse que o bombardeiro russo Su-24 sobrevoou o destróier a uma distância de menos de dez metros.

 

 

Destróier norte-americano chegou a apenas 70 km de base russa no Báltico e Moscou justificou ação por medida de segurança. Segundo departamento de Estado dos EUA, proximidade poderia ter estimulado abate de aeronaves.

Após os bombardeiros Su-24 russos terem sobrevoado o destróier norte-americano USS Donald Cook e o Pentágono divulgar  na quarta-feira (13) um vídeo do comportamento “agressivo” dos aviões, o Ministério da Defesa russo declarou surpresa pela “reação exagerada” dos EUA.

O episódio, no início desta semana, aconteceu quando o navio realizava exercícios conjuntos com a Polônia em águas neutras do mar Báltico

O comando europeu das forças armadas dos Estados Unidos e a Casa Branca condenaram as “manobras aéreas perigosas e pouco profissionais por parte dos aviões russos”.

A pasta da Defesa russa justificou, porém, que a tripulação do avião russo estava realizando voos de treinamento sobre a mesma região e ressaltou que o navio norte-americano estava a apenas 70 quilômetros da base russa no Báltico, situada na região de Kaliningrado

Ao se depararem com o navio, os pilotos russos “deram a volta observando todas as medidas de segurança”, lê-se no comunicado oficial.

O incidente estaria diretamente relacionado com a proximidade do destróier dos Estados Unidos em relação à base militar russa, segundo o presidente do Centro Internacional para Análise Geopolítica, o coronel-general aposentado Leonid Ivachov.

“Os marinheiros usam o termo ‘expulsão’ para indicar quando um barco faz o outro retroceder até que esteja a uma distância segura”, explica.

As aeronaves russas não portavam armas ou equipamentos a bordo capaz de desativar os componentes eletrônicos do navio dos Estados Unidos. 

Abate de aviões

A reação dos pilotos russos ao navio dos Estados Unidos foram condenadas não somente pela Casa Branca, mas também pelo departamento de Estado norte-americano.

“É imprudente. É uma provocação. É um perigo. E, de acordo com nossas regras de enfrentamento, [essas aeronaves] poderiam ter sido abatidas”, declarou o secretário John Kerry.

O porta-voz do departamento de Estado dos EUA, John Kirby, informou que Kerry irá tratar do incidente com seu homólogo russo, Serguêi Lavrov.

De acordo com Ivachov, trata-se de uma das normas militares internas dos Estados Unidos segundo a qual, por exemplo, um navio da Marinha norte-americana abateu, em 1988, um Airbus com 290 passageiros a bordo no céu do Golfo Pérsico.

“O Pentágono declarou então que a aeronave iraniana tinha sido erroneamente identificada como um caça F-14 das Forças Armadas”, recorda o analista militar.

Membro da comissão para assuntos internacionais do Conselho da Federação (Senado russo), Igor Morózov, declarou que o destróier norte-americano estava tão perto das fronteiras russas que, caso tive derrubado os aviões, “não teria sido capaz de escapar”.

O USS Donald Cook é um destroyer da classe Arleigh Burke

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