Veículo de combate aerotransportado BMD-4M demonstrou eficácia em testes de aterrissagem. Expectativa é que aparato seja incluído nas tropas em 2017.

 
A Rússia é o único país que realiza o desembarque aéreo do veículo com tripulação.
 

Com o objetivo de testar o novo sistema de paraquedas do Bakhcha-U, o novíssimo veículo de combate aerotransportado de quarta geração BMD-4M foi “atirado” por 11 vezes – números de paraquedas presentes no módulo – desde novembro de 2015.

Graças às soluções tecnológicas empregadas, foi possível reduzir a sobrecarga da tripulação no interior durante a aterrissagem. Além disso, após alcançar o solo, os paraquedas se desprendem automaticamente e o veículo está pronto para o combate.

Desse modo, para as tropas de desembarque aéreo, cuja missão é atuar na retaguarda do inimigo sem o apoio de tanques ou artilharia, esse veículo de combate representa uma verdadeira salvação.

O BMD-4 dispõe de uma grande capacidade de marcha (500 km sem reabastecimento) e alta velocidade (cerca de 70 km/h), defesa blindada e alto poder de fogo. Com essas características técnicas, a expectativa é que os veículos da “infantaria alada” derrotem o inimigo em seu próprio território e permaneçam intactos.

Fonte: TV Zvezdá

Cabe lembrar, porém, que a ideia não era separar a tripulação do veículo, já que, após o desembarque, o paraquedista perderia um tempo de ouro para alcançar o BMD e colocar o veículo em combate, resultando em perdas humanas. É por isso que a tripulação do BMD permanece no veículo durante o pouso.

Mas permitir que um veículo pesado blindado “desça dos céus” sem qualquer perda de capacidade de combate e com segurança para a equipe é extremamente difícil, tendo em conta o aumento de peso do BMD-4M (13,5 toneladas), devido ao armamento modernizado e à maior reserva de munição.

Durante os testes do sistema de paraquedas do Bakhcha, que aconteceu no final do ano passado, os militares enfim se convenceram de que é possível desembarcar o BMD-4M a partir de aviões com a tripulação em seu interior – sem perigo para os paraquedistas e com a certeza de que o veículo pousará no local desejado.

As provas de resistência e capacidade do novo sistema de paraquedas Bakhcha-U ainda não foram, entretanto, concluídas.

Segundo a holding Tekhnodinamika, que responde pela criação do aparato, novos testes serão conduzidos até o final do ano. Os primeiros fornecimentos a tropas russas são esperados para meados de 2017.

Abaixo kits do BMD-2

O exército alemão reconheceu que, após o upgrade dos seus aviões de reconhecimento Tornado, estes não podem efetuar voos noturnos no quadro da missão de luta contra o Daesh na Síria e no Iraque por causa da iluminação demasiado intensa do cockpit.

A iluminação do cockpit dos seis Tornados alemães usados para efetuar missões de reconhecimento na Síria e no Iraque ofusca os pilotos tão fortemente que eles não se podem se orientar, o que torna as operações noturnas impossíveis, escreve o jornal alemão Bild. Por isso, os aviões durante a noite permanecem em terra.

“Estamos trabalhando para tomar uma decisão concreta”, manifestou um representante da Força Aérea da Alemanha. 

Os problemas com a iluminação dos Tornados apareceram após estes terem sido equipados com o novo software ASSTA-3. A Força Aérea alemã afirma que tal não afetará a eficácia global da operação contra o Daesh. De qualquer maneira, os resultados dos voos de reconhecimento são melhores durante o dia, opinam os militares da Bundeswehr.

O grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e reconhecido como terrorista pelo Brasil) autoproclamou-se "califado mundial" em 29 de junho de 2014, tornando-se imediatamente uma ameaça explícita à comunidade internacional e sendo reconhecida como a ameaça principal por vários países e organismos internacionais. Porém, o grupo terrorista tem suas origens ainda em 1999, quando um jihadista da tendência salafita, o jordaniano Abu Musab al-Zarqawi, fundou o grupo Jamaat al-Tawhid wal-Jihad. Depois da invasão norte-americana no Iraque em 2003, esta organização começou a fortalecer-se, até transformar-se, em 2006, no Estado Islâmico do Iraque.
 
 
A ameaça representada por esta entidade foi reconhecida pelos serviços secretos dos EUA ainda naquela altura, mas reconhecida secretamente, e nada foi feito para contê-la. Como resultado, surgiu em 2013 o Estado Islâmico do Iraque e do Levante, que agora abrange territórios no Iraque e na Síria, mantendo a instabilidade e fomentando conflitos.

Não há uma frente unida de combate contra o Daesh: contra o grupo lutam forças governamentais da Síria (com apoio da aviação russa) e do Iraque, a coalizão internacional liderada pelos EUA (limitando-se a ataques aéreos), assim como milícias xiitas libanesas e iraquianas. Uma das forças mais eficazes que combatem o Daesh são as milícias curdas, tanto no Curdistão iraquiano, como no Curdistão sírio.

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E com certeza não só o software, mas iluminação em led é bem mais intensa, os alemães terão de dormir cedo!

Os jatos de reconhecimento Tornado, da Alemanha, realizaram cerca de 150 voos na Síria, como parte das operações de contraterrorismo no país, segundo informou o Ministério da Defesa alemão nesta segunda-feira.

 Avião Tornado da Força Aérea alemã

"Foram 148 voos do Tornado, sendo metade deles no turno da noite", disse o porta-voz do ministério, Boris Nannt, lembrando a polêmica em torno do excesso de luminosidade da aeronave durante as missões noturnas. 

A Alemanha está participando de operações de reconhecimento no território sírio desde dezembro, quando o parlamento alemão, assustado com os ataques terroristas na França, no mês anterior, finalmente autorizou as forças armadas do país a se juntarem à missão. No entanto, a Bundeswehr opera na região como parte da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, sem permissão das Nações Unidas ou de Damasco. 

Bundeswehr são as Forças Armadas da Alemanha.

 

 Deutsches Heer (Exército)  

Deutsche Marine ( Marinha Alemã )

 Deutsche Luftwaffe (força aérea)

Os estados da Alemanha não estão autorizados a manter forças armadas próprias, já que a Lei Fundamental da Alemanha afirma que as questões de defesa são de única responsabilidade do governo federal. Abaixo Leopard 2A6

A Bundeswehr está (em termos tecnológicos) entre os militares mais avançados e mais bem preparados de todo o mundo. E mesmo diante deste avanço, os gastos de manutenção desta organização representaram em 2011 apenas 1,3 % do PIB alemão, sendo portanto, entre os forças armadas mundiais a mais econômica do globo, em termos de porcentagem do PIB. Abaixo a moderna fragata F 219 FGS Sachsen

Em janeiro de 2014, a Bundeswehr contou com uma força de cerca de 185 mil e 921 soldados ativos, tornando-se a 30° maior força militar do mundo e a quarta maior na União Europeia, atrás apenas das Forças Armadas da França, Itália e do Reino Unido. Além disso, a Bundeswehr tem cerca de 144 mil soldados de reserva (2010). 

Após a reunificação, a Bundeswehr se tornou o único país membro da OTAN a ter caças MiG 29 (de fabricação soviética) em seu arsenaL.

O atual lema das forças armadas alemãs é "Wir.Dienen.Deutschland" ("Nós servimos a Alemanha")

 

O ministério das Relações Exteriores da Rússia expressou novamente o seu descontentamento diante da dimensão dos exercícios militares conjuntos iniciados nesta segunda-feira (7) pelos EUA e pela Coreia do Sul, como uma forma de pressionar Pyongyang.

Exercícios navais conjuntos entre EUA e Coreia do Sul

A chancelaria russa destacou que, apesar de condenar as recentes ameaças nucleares anunciadas pela Coreia do Norte, considera os exercícios conjuntos na península coreana excessivos e sem precedentes.

“O desenrolar da situação na península da Coreia e em torno dela provoca um alerta crescente. Os exercício militares americano-sul-coreanos, iniciados em 7 de março, apesar de formalmente planejados, na realidade não têm precedentes em sua escala, quantidade e tipos de armamentos utilizados e perfis de operações trabalhadas” – revelou um comunicado emitido pelo ministério russo das Relações Exteriores.

“Naturalmente, a Coreia do Norte, sendo o país apontado como o alvo direto dessa atividade militar, não pode deixar de se preocupar com a sua segurança. A Rússia já declarou abertamente em diversas ocasiões a sua relação negativa com esse tipo de pressão político-militar sobre Pyongyang” – destacou Moscou.

Apesar disso, a chancelaria russa reprovou veementemente a reação da Coreia do Norte à presente situação em ameaçar abertamente seus oponentes com possíveis “ataques nucleares preventivos”.

 

“Pyongyang deve se dar conta de que, com isso, a Coreia do Norte se contrapõe definitivamente à comunidade internacional, criando uma base jurídico-internacional para o uso de força militar contra ela, de acordo com o direitos dos Estados à auto-defesa presente na Carta das Nações Unidas” – explicou o ministério russo.

Por fim, o ministério das Relações Exteriores da Rússia exortou todos os lados a agir com “prudência e moderação, para evitar que a situação evolua ao ponto de iniciar um crescente e descontrolado conflito na península.

Nesta segunda-feira (7) os EUA e a Coreia do Sul iniciaram seus exercícios militares anuais em território sul-coreano, mobilizando o maior contingente de soldados norte-americanos em décadas – 17 mil militares.

Washington intensificou os esforços de implantação de armamento estratégico na Coreia do Sul em resposta às violações de resoluções da ONU por parte da Coreia do Norte, que recentemente realizou um teste nuclear e o lançamento de mísseis balísticos de longo alcance. 

USS George Washington também participa dos exercícios.

Hobby Boss 1/35 AAVP-7A1 

 

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O fundador da empresa de inteligência norte-americana Stratfor, George Friedman, disse em entrevista à publicação Business Insider que o mundo deve estar preparado para uma nova grande guerra.

 

 Segundo Friedman, na história mundial não houve um único século sem uma guerra que “pusesse em choque toda a ordem mundial da altura”.
 

 

“A Guerra dos Sete Anos na Europa, as guerras napoleónicas do século XIX, as grandes guerras mundiais – cada século teve algo. Quer apostar que neste século não haverá algo? Aceitarei”, afirmou Friedman. 

Ele explicou como começam tais guerras sistêmicas. Quando países como a Alemanha, a Rússia e a China entram em decadência, o seu lugar é ocupado por outros. O perigo desta situação é que os novos países “ainda não atingiram o equilíbrio”.

“Em 1871 foi a reunificação da Alemanha e, em resultado, começou um inferno. No início do século XX, o Japão aumentou o seu poderio e depois tornou-se em um caos”, exemplificou. “Agora também observamos uma mudança sistêmica. Estejam preparados para uma guerra!”, concluiu Friedman.

 

Na sua opinião, a mesma situação descrita de substituição da liderança de uns países por outros não é perigosa. O que é perigoso é a posição que os novos países assumem.

 

Segundo Friedman, os territórios principais onde podem ser iniciados conflitos são o Japão, a Polônia e a Turquia. São os países que mais provavelmente substituirão as potências que estão perdendo a sua influência.

Assim, Friedman prediz conflitos no Oriente Médio e na Europa Oriental e uma guerra marítima entre o Japão e os EUA.  Ao mesmo tempo, na sua opinião, há pequena probabilidade de um país usar armas nucleares contra o inimigo.

O porta-voz do Comando Central dos EUA Capitão Bryant Davis revelou à CNN que o seu país está usando dois aviões de ataque leve OV-10 Bronco, adotado em 1969 e muito usado na guerra do Vietnã, para combater o Daesh (Estado Islâmico) na Síria e no Iraque.

 

Nas palavras de Davis, as duas aeronaves têm mais de 50 anos de idade e já cumpriram mais de 120 missões no âmbito de ataques ao Deash.

 

Os militares norte-americanos querem descobrir até que ponto esses leves aviões de turboélice podem ser eficientes com relação aos caros F-15 e F-35 em condições de luta contra forças irregulares.

“Os antigos aviões podem se revelar mais vantajosos do ponto de vista econômico para o suporte aéreo de tropas terrestres. Os próprios pilotos podem enxergar melhor e atacar insurgentes armados com armas de baixa tecnologia” – explicou Davis à CNN.

A publicação destacou ainda que uma hora de voo em aviões militares modernos dos EUA custa cerca de 45 mil dólares, enquanto que no caso dos OV-10 Bronco esse custo é reduzido para 5 mil dólares.

E o A-29 SUPER TUCANO, foi esquecido??

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O exército sírio e os seus aliados entre as forças populares fizeram avanços significativos contra os terroristas do Daesh no sudeste da província de Aleppo e, neste momento, estão se aproximando de Eufrates e das regiões adjacentes na província de Raqqa, considerada bastião do Daesh.

Esta informação foi comunicada pela agência de notícias iraniana FARS. 

“O exército sírio, Liwa al-Quds [Brigada de Jerusalém], as Forças de Defesa Nacional [FDN] e Kataebat al-Ba’ath [Batalhões Al-Ba’ath] ocuparam a margem meridional do lago Al-Hamourat, no sudeste de Aleppo, fazendo simultaneamente avanços substanciais em direção à planície de al-Maskanah”, informa a FARS alegando fontes militares no terreno.

 Avião da Força Aérea síria na base aérea da Síria na província de Homs, Síria, 21 de fevereiro de 2016

 
Nesta quinta-feira (10) as forças governamentais capturaram uma posição importante do grupo terrorista Daesh na zona norte da povoação de Khanasser, que recentemente ficou totalmente sob controlo do exército sírio.

 

Mais cedo na quinta-feira as forças governamentais e tropas compostas por voluntários retomaram cinco vilarejos perto desta cidade estratégica, deixando dezenas de militantes do Daesh feridos ou mortos e eliminando os seus veículos e outro equipamento militar.

Em 22 de fevereiro foi publicada uma declaração conjunta dos EUA e da Rússia sobre a Síria, referente o cessar-fogo entre as tropas do governo sírio e os grupos armados da oposição a partir de 27 de fevereiro, sem o mesmo, no entanto, ser aplicado ao Daesh, Frente al-Nusra e outras organizações que a ONU considera como terroristas.

Pouco antes de o cessar-fogo ter entrado em vigor, o Conselho de Segurança da ONU adotou a resolução 2268 sobre este acordo russo-americano. Esta é mais uma tentativa de pôr fim à guerra civil no país, iniciada em março de 2011 e que resultou em mais de quatro de milhões de pessoas refugiadas e desalojadas, além de um número de mortos que, para organismos como a ONU, atinge 250 mil.

Após o poeta turco Haydar Hussein e estudantes de Istambul lamentarem publicamente o incidente que terminou com a derrubada do caça Su-24 russo, general turco fala sobre o futuro das relações entre Rússia e Turquia.

Erdogan Karakus, chefe da União Turca de oficiais aposentados e tenente-general da Força Aérea Turca, disse: “Espero que logo o incidente da aeronave russa derrubada seja história e que as relações entre Rússia e Turquia sejam normalizadas.”

 

“Pedimos desculpas pelo que aconteceu. Sempre buscamos uma relação amigável com a Rússia, manter boas relações de vizinhança e tentar evitar ao máximo qualquer mal-entendido possível.”

Karakus disse ainda que o disparo contra a aeronave russa foi um erro e que não deveria ter acontecido. “Quero que vocês saibam que sentimos muito pelo que aconteceu e esperamos uma recuperação rápida e um fortalecimento de nossas relações.” Segundo o general, a normalização das relações entre os países é do interesse do povo turco e da sociedade russa.

Russos são nossos vizinhos, nossos irmãos. Temos que viver juntos em paz e harmonia. Não há outra maneira. Espero que as atuais relações frias fiquem no passado rapidamente. Não gosto de dizer, mas devemos reconhecer que algumas vezes a opinião do povo em algumas questões pode ser radicalmente diferente da posição do governo. É óbvio que o povo turco é a favor da normalização das relações entre Rússia Turquia.

Mais cedo, um caça MiG-21 da Força Aérea Síria foi derrubado por militantes armados neste sábado, perto de uma base aérea de em Hama, informou uma fonte militar síria, explicaram também que um dos pilotos do MiG-21 conseguiu ejetar com segurança, enquanto o outro morreu ao tentar um pouso de emergência.

"Após o avião da Força Aérea síria ser atingido, um piloto ejetou e aterrissou na vila de al-Magir, controlada pelo exército do governo sírio. O segundo piloto tentou um pouso de emergência na base aérea de Hama. O pouso não deu certo, e o piloto morreu", explicou a fonte.

Um relato anterior dava conta de que o piloto do caça ejetou, mas havia sido assassinado a tiros enquanto descia de paraquedas.

 

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Pyongyang ameaçou proceder a "ataques nucleares cegos" contra a Coreia do Sul e os Estados Unidos caso os dois países mantenham manobras militares conjuntas, no que vê como uma tentativa de invasão.

A ameaça de um “ataque nuclear preventivo em nome da justiça” figura numa declaração do comando supremo do exército popular norte-coreano, de acordo com a agência noticiosa oficial norte-coreana KCNA.
Seul e Washington realizam o maior dos exercícios militares conjuntos até final do mês de março, num momento de tensão na península da Coreia, na sequência de um teste nuclear, em janeiro, e do lançamento de um foguetão espacial, realizados por Pyongyang.

Nas manobras militares conjuntas deste ano, em território sul-coreano, vão participar cerca de 17 mil soldados norte-americanos, quase o dobro dos que participaram no ano passado, de acordo com a agência noticiosa sul-coreana Yonhap.

Os dois aliados realizam anualmente, entre março e abril, desde a década de 1990, estes exercícios militares conjuntos, denominados ‘Key Resolve’ e ‘Foal Eagle’, para melhorar a capacidade de defesa perante a Coreia do Norte.

O regime norte-coreano considera estas manobras um exercício de tentativa de invasão, e a sua realização resulta sempre num aumento da tensão na zona.

As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra, desde o fim do conflito de 1950-53, que terminou com a assinatura de um armistício e não de um tratado de paz.

Texto de Agência Lusa.

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Pyongyang ameaçou proceder a "ataques nucleares cegos" contra a Coreia do Sul e os Estados Unidos caso os dois países mantenham manobras militares conjuntas, no que vê como uma tentativa de invasão.

 

 

 

 

Teatrinho. 

É só mais um jagunço de feudo mantido pelos interesses dos donos da economia mundial. É só pra parecer verdade.

 

 

 

xxAgnaldoxx posted:
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Pyongyang ameaçou proceder a "ataques nucleares cegos" contra a Coreia do Sul e os Estados Unidos caso os dois países mantenham manobras militares conjuntas, no que vê como uma tentativa de invasão.

 

 

 

 

Teatrinho. 

É só mais um jagunço de feudo mantido pelos interesses dos donos da economia mundial. É só pra parecer verdade.

 

 

 

E vender armamentos 

A Rússia reagirá à instalação das novas bombas nucleares norte-americanas B61-12 na Europa, declarou o diretor do departamento para controle e não proliferação de armas do ministério das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Ulyanov, em entrevista à agência russa Komersant.

“Na área militar, por via de regra, toda ação gera uma reação. Tenho a certeza de que a reação russa à adoção para armamento das novas bombas norte-americanas será adequada, e seus parâmetros serão determinadas com uma análise cuidadosa de todas as circunstâncias” – destacou Ulyanov.

Após a Guerra Fria, os EUA retiraram a grande maioria das suas forças nucleares avançadas da Europa, mas deixaram a bomba de gravidade B61. A bomba de décadas de idade, que atualmente funciona em tecnologia de tubo de vácuo, está passando por uma modernização ou extensão de vida.

O primeiro teste da B61-12 está programado para acontecer em julho deste ano. A B61-12 é a 12ª e a mais recente variação da bomba nuclear B61, projetada e construída no Laboratório Nacional de Los Alamos em 1961, e fabricada pela primeira vez em 1965.

A produção da versão modernizada desse modelo de bomba nuclear dos EUAdeverá começar em 2020. Em seguida, a mesma deverá substituir as versões anteriores B61-3, B61-4, B61-7 e B61-10.

 

Em meados de 2020, os EUA esperam substituir por B61-12 as atuais 180 B61armazenadas na Europa, as quais seriam levadas para fora de bases naAlemanha, Bélgica, Itália, Turquia e Holanda.  Abaixo, teste da nova bomba B61-12

Os EUA continuarão pressionando a Rússia para que devolva a Crimeia à Ucrânia, disse o embaixador norte-americano na Rússia, John Tefft.

 

“O objetivo das sanções é proteger a Crimeia, exercendo pressão sobre a Rússia para que ponha fim à ocupação e devolva a península à Ucrânia”, disse Tefft na página no Facebook da embaixada norte-americana na Rússia.

Ao mesmo tempo, Tefft destacou que uma série de sanções anti-russas foram introduzidas contra indivíduos e empresas russos por causa das “ações ilegais da Rússia na Ucrânia”. “Estas sanções foram introduzidas de tal forma para que a política russa em relação à Ucrânia se altere e, ao mesmo tempo, para que reduzir o seu impacto sobre o povo russo”, disse o diplomata.

A Crimeia tornou-se de novo uma região russa depois de um referendo realizado ali em março de 2014, no qual a maioria dos habitantes da península votou a favor da reintegração na Rússia. As autoridades da Crimeia realizaram o referendo depois do golpe de Estado na Ucrânia de fevereiro de 2014, quando políticos solidários com as forças nacionalistas e russófobas chegaram ao poder. Abaixo, hovercraft Ucraniano para tropas especiais de desembarque do projeto 958 Bizon.

A Ucrânia ainda considera a Crimeia parte do seu território. O Ministério das Relações Exteriores russo declarou repetidamente que os habitantes da Crimeia votaram pela reintegração com a Rússia, o que plenamente corresponde ao direito internacional e à Carta da ONU e que a Rússia respeita esta escolha. Esta decisão é a realidade que deve ser tida em conta. Abaixo, o Navio de transporte e desembarque Konstantin Olshansky da Marinha da Ucrânia.

 

CASTR0 posted:

 

A Crimeia tornou-se de novo uma região russa depois de um referendo realizado ali em março de 2014, no qual a maioria dos habitantes da península votou a favor da reintegração na Rússia. As autoridades da Crimeia realizaram o referendo depois do golpe de Estado na Ucrânia de fevereiro de 2014, quando políticos solidários com as forças nacionalistas e russófobas chegaram ao poder. Abaixo, hovercraft Ucraniano para tropas especiais de desembarque do projeto 958 Bizon.

 

 

Foi urna tradicional ou urna eletrônica? 

Foi golpe ou contragolpe?

É tudo uma questão de ponto de vista. Depois do que os soviéticos fizeram com o povo ucraniano no século XX, duvido que a Ucrânia gostaria de continuar de mãos dadas com os russos, que são os soviéticos de outrora.  

O presidente russo Vladímir Pútin emitiu uma ordem para retirada das Forças Armadas russas do território sírio a partir desta terça-feira (15).

Ministério da Defesa concluiu todas as tarefas na região, segundo presidente russo, que demonstrou esperança de maior confiança entre as partes do conflito.

“Eu acredito que todas as tarefas do Ministério da Defesa foram concluídas. Assim, mandei iniciar a retirada das principais Forças Russas da Síria”, disse Pútin, em reunião com os ministros dos Negócios Estrangeiros, Serguêi Lavrov, e da Defesa, Serguêi Choigu. 

“Os nossos soldados e oficiais mostraram profissionalismo, trabalho em equipe e capacidade de organizar o combate longe de seu território”, acrescentou o presidente.

Pútin também demonstrou esperança de que a retirada das tropas funcione como um estímulo para as negociações de paz na Síria.

 

“Espero que a decisão de hoje seja um bom sinal para todos os lados do conflito que aumentará significativamente a confiança dos envolvidos nesse processo”, declarou.

Segundo o porta-voz do presidente, Dmítri Peskov, Pútin havia discutido a decisão com o presidente sírio Bashar al-Assad.

Além de militantes locais, Choigu anunciou que as fileiras russas teriam eliminado mais de 2.000 combatentes russos alinhados às tropas do Estado Islâmico (EI).

O primeiro grupo de aviões russos partiu da base aérea de Hmeymim na Síria com destino à Rússia, disse na terça-feira (15) o Ministério da Defesa da Rússia.

"O primeiro grupo de aviões russos partiu da base aérea de Hmeymim com destino aos locais de estacionamento permanente no território da Rússia. O grupo inclui a aeronave 'líder' — o Tu-154, bem como os bombardeiros polivalentes Su-34", diz-se no comunicado.  Abaixo o Tu-154 de transporte de tropas e Su-34.

 
O grupo segue nesta configuração, através de rotas determinadas, até a fronteira russa. Depois de atravessar a fronteira, todos os aviões voam de forma independente até aos aeródromos do seu estacionamento permanente, informou o Ministério da Defesa russo.
 
O Ministério destaca que estes voos de longo curso são realizados em grupos. Todos os grupos têm um líder — um avião de transporte militar (Tu-154 ou Il-76) que transporta o pessoal técnico e o equipamento técnico de aviação, seguido de aviões militares de vários tipos.

Se for necessário, durante o voo sobre o território da Rússia, os aviões realizam aterrissagens de escala em aeródromos militares para se reabastecerem de combustível e controlar o estado técnico do equipamento.

First Russian Aircraft Leave Base in ‪‎Syria

Surpresa para a Casa Branca

A ordem do presidente russo, Vladimir Putin, para a retirada do grupo das Forças Aeroespaciais russas supostamente pegou de surpresa as autoridades dos EUA, escreve a publicação norte-americana "Politico".

Segundo o jornal, durante o briefing do porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, este evitou as perguntas sobre este assunto. Ao mesmo tempo, outros funcionários tentavam recolher mais informação. 

"Soubemos que o presidente Putin anunciou uma retirada planejada das forças russas da Síria. Esperamos saber mais sobre isso nas próximas horas", disse um alto funcionário do governo na segunda-feira (14) à tarde.

Moscou lançou a sua campanha antiterrorista na Síria em 30 de setembro do ano passado, a pedido de Damasco, de acordo com as normas do direito internacional.

Segundo o ministro da Defesa russo, durante a operação na Síria as aeronaves russas efetuaram mais de 9 mil incursões, o que permitiu bloquear as principais rotas de fornecimento dos militantes a partir da Turquia.

Além disso, os terroristas foram expulsos de Latakia, da maior parte de Hama e Homs, foi desbloqueada a base aérea de Kuwieres em Aleppo e restabelecidas as ligações.

A Rússia tomou uma decisão estratégica ao anunciar a retirada das suas forças da Síria, nisso coincidem vários cientistas políticos.

 

A respectiva decisão foi anunciada ontem (14) pelo presidente russo, Vladimir Putin. Ele afirmou que "a tarefa colocada ao Ministério da Defesa e às Forças Armadas russas na República Árabe Síria está de um modo geral cumprida".

O presidente reiterou também que a participação russa ajudou a iniciar o processo de paz na Síria.

 

A Rússia enviou a sua aviação à Síria em 30 de setembro de 2015, respondendo a um pedido do governo de Bashar Assad, presidente sírio, que queria ajuda russa no combate ao Daesh, Frente al-Nusra e outros grupos terroristas que atuam no país, assolado por uma guerra civil desde 2011. Os aviões ficaram estacionados na base aérea de Hmeymim, na província de Latakia.

Reações

Para o especialista em Oriente Médio e redator-chefe da agência de notícias iraniana MehrNews, Hassan Hanizadeh, a retirada das forças não quer dizer que a Rússia esteja abandonando o combate ao Daesh.

"Claro que a luta contra o terrorismo não termina aqui. A Rússia considera que é sua obrigação continuar a luta contra o terrorismo na região, em cooperação com os seus aliados", afirma.

Outro especialista iraniano, Mohammad Ali Mohtado, pesquisador do Instituto Iraniano de Pesquisa Estratégica do Oriente Médio, diz que "esta decisão súbita da Rússia é muito difícil de compreender para muitos"

Já um especialista russo, Anton Khaschenko, declara que a decisão russa mostra a sua independência dos EUA, principal "solucionador de problemas" mundial.

"Era muito vantajoso criticar a Rússia, que combate o terrorismo internacional, acusá-la de todos os pecados mortais, de notícias fabricadas sobre vítimas civis e acusações da crise migratória europeia. E agora resulta que a Rússia, que só entrou por um período curto, conseguiu fazer o trabalho que a coalizão internacional não conseguia fazer em anos", diz.

Por que estão deixando a Siria?

Pelo motivo de sempre: O que lhes interessava que era utilizar o conflito como vitrine para venda de armas, ou não foi atingido, ou já o foi suficientemente...

A Russian  nunca se preocupou em honrar acordos e alianças com seus aliados, principalmente quando a coisa esquente para o lado deles, ou não haja vantagens para seus interesses...

Os caras não iriam fazer e acontecer? CADÊ??...

Tipicamente russo.......muita propaganda e alarde, e pouca entrega...

Edilson

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos confirmou que parte dos aviões das forças aeroespaciais russas deixaram a base aérea na Síria.

"Vimos que alguns aviões de combate russos deixaram a Síria e retornaram à Rússia", observou o porta-voz do Pentágono, Peter Cook.

Ao mesmo tempo, ele disse que há um grande contingente de forças russas, mas um "pequeno número de aviões até agora (…) inferior a 10 aeronaves".

 

Josh Earnest, secretário de imprensa da Casa Branca, em 3 de setembro de 2015
© REUTERS/ YURI GRIPAS
Rússia não advertiu EUA sobre retirada de tropas da Síria
 
O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou as tropas russas que participavam das ofensivas aéreas na Síria fossem retiradas a partir desta terça-feira (15). A operação militar russa no país começou em setembro do ano passado a pedido do presidente sírio, Bashar Assad, para ajudar na luta contra grupos terroristas como o Estado Islâmico (Daesh) e a Frenta al-Nusra. 

 

De acordo com o ministro da Defesa russo, Serguei Shoigu, a operação russa contribuiu para dificultar o fornecimento de armas e munições aos terroristas, interrompendo os principais canais de tráfico de petróleo e abatendo milhares de terroristas.

O porta-voz do Pentágono afirmou que “nas últimas 24 horas os russos continuaram realizando ataques aéreos na Síria”, sendo que a maioria deles foi destinada a zonas controladas pelo Daesh. O Pentágono também declarou que saudará a saída das tropas russas da Síria se este passo terá como objetivo apoiar a trégua e pôr fim à guerra civil no país.  

Recursos usados em operação foram redirecionados de verba do Ministério da Defesa para treinamento militar. Em avaliação do papel da Rússia no conflito, presidente declarou que país criou condições de negociação e “abriu caminho para a paz”.

 

A campanha militar da Rússia na Síria consumiu 33 bilhões de rublos (em torno de US$ 480 milhões) do orçamento do Ministério da Defesa para treinamentos militares, anunciou nesta quinta-feira (17) o presidente russo Vladímir Pútin, durante um cerimonial das Forças Aeroespaciais da Rússia, no Kremlin de Moscou.

“A operação militar na Síria exigiu, é claro, certos gastos, mas a maior parte veio de recursos do Ministério da Defesa – cerca de 33 bilhões de rublos. [Este montante] foi incluído no orçamento do ministério para 2015 destinado à realização de simulações e treinamentos militares. Nós apenas redirecionamos essas verbas para dar suporte ao grupo na Síria”, disse.

Campanha na Síria tem consequências positivas e negativas à economia russa width=

“Ninguém inventou uma maneira mais eficaz de aperfeiçoar sua habilidades militares do que em ações de combate reais. Nesse sentido, é melhor que os recursos militares sejam usados e gastos em ação do que em treinamentos”, acrescentou o presidente.

“Esta experiência vai nos ajudar a fazer os ajustes necessários, aumentar a eficiência e confiabilidade do equipamento militar, desenvolver armas de nova geração, melhorar as Forças Armadas russas e elevar suas capacidades de combate”, completou.

Ainda segundo Pútin, gastos adicionais serão necessários após a operação na Síria, mas eles são justificáveis “para não se pagar um preço mais alto no futuro”.

“As tropas russas que permanecem na Síria são suficientes para atingir os objetivos definidos para elas. Continuaremos prestando assistência ao Exército sírio e às autoridades no combate ao chamado Estado Islâmico, Frente al-Nusra e outros grupos terroristas designados como tal pelo Conselho de Segurança da ONU”, disse.

Caminho para paz

A retirada do contingente militar russo havia sido acordada com o presidente sírio Bashar al-Assad com antecedência, confirmou Pútin. “Gostaria de mencionar a posição do presidente Bashar al-Assad. Vemos sua contenção, sua aspiração sincera pela paz, e seu preparo para o compromisso e o diálogo”, declarou o presidente russo.

Segundo Pútin, a Rússia identificou os objetivos da operação desde o início – o apoio à luta legítima do Exército sírio contra grupos terroristas – e criou condições para o processo de negociação na Síria, “abrindo um caminho para a paz."

 

“Conseguimos estabelecer uma cooperação construtiva e positiva com os EUA e uma série de outros países, com as forças de oposição dentro da Síria, que realmente querem cessar a guerra e encontrar a única solução política possível para a crise.”

Durante o pronunciamento, Pútin concedeu prêmios estatais para 17 militares russos que participaram da operação antiterrorista na Síria. Quatro oficiais receberam ainda o título de Heróis da Rússia.

Muito barato 

Imagine o valor que renderam os contratos de venda de equipamentos. Além disto, muitos equipamentos novos foram devidamente testados em campo, enquanto isto, a maioria das bombas deviam estar com validade por vencer mesmo...

A Rússia não tomou uma decisão de instalar armas nucleares na Crimeia, embora tenha o direito de fazê-lo ali, bem como em qualquer outra parte do seu território, disse o presidente do Comitê de Defesa e Segurança do Conselho de Federação da Rússia (câmara alta do parlamento russo), Viktor Ozerov.

 

“Não foi tomada uma decisão de instalar, pelo menos, armas nucleares terrestres na Crimeia. Entretanto, a Rússia como país soberano, de acordo com as normas correspondentes do direito internacional e os seus interesses de segurança nacional, tem o direito de instalar armas nucleares <…> onde quer que consideremos necessário no nosso território. E a Crimeia é, sem dúvida, parte da Rússia”, disse o senador.

Ozerov destacou que a instalação de armas nucleares pela Rússia no seu território “não gera obrigatoriamente uma ameaça aos países vizinhos”.

Armas nucleares são armas de contenção, são a base da soberania da Rússia. Não tencionamos ameaçar ninguém com elas”, disse Ozerov.

Na terça-feira (16), o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko adotou uma nova concepção de segurança e defesa da Ucrânia, segundo a qual a principal ameaça para a Ucrânia parte da Rússia.

Tal ameaça proviria, segundo as autoridades ucranianas, do reforço de forças militares russas perto da fronteira entre os dois países e da instalação de armas nucleares táticas na península de Crimeia.

Caption

 

A retirada da aviação russa da Síria é um passo positivo que contribuirá para a paz no país, dizem cientistas políticos.

 
Segundo o membro do Parlamento britânico do Partido Conservador, DanielKawczynski, os resultados da operação aérea russa na Síria ajudará aoOcidente e à OTAN a revisar a sua atitude em relação à cooperação com aRússia.

"A Rússia tomou o risco de intervir no conflito sírio. E parece que valeu a pena. As atividades russas na Síria têm sido um acelerador para cessar a tragédia horrível que se desenvolveu no país nos últimos 5 anos", disse na sua entrevista ao canal RT.

O político expressou esperança que agora o Ocidente perceba a necessidade de cooperar com a Rússia na luta contra terrorismo, bem como nos outros assuntos."As ações da Rússia na Síria e a sua retirada das tropas depois de a tarefa ter sido completada, espero que isso acelere a reavaliação de como aOTAN e o Ocidente podem eficientemente cooperar com a Rússia", sublinhou.

 O ex-diplomata norte-americano, conselheiro do Partido Republicano sobre política no Senado, Jim Jatras, ecoou a ideia do parlamentar britânico.

 

"…vamos ter em conta que não falaríamos do processo político [na Síria] se não fosse a intervenção russa", afirmou Jatras. Acrescentou que a retirada russa foi um bom sinal para todos os envolvidos no conflito sírio.

O jornalista Neil Clark sublinhou que a retirada foi uma surpresa porque a operação alterou muito a situação na Síria.

Aviões de assalto russos Su-25 que regressaram para a Rússia da base aérea de Hmeymim na Síria, Primorsk-Ahtarsk, Rússia, 17 de março de 2016
 
Está notícia pode entusiasmar os inimigos da Síria, os países que querem que aSíria seja dividida e desintegrada. Pode estimulá-los a dar apoio aos rebeldes, disse.

 

Mas na sua opinião, o presidente russo, Vladimir Putin, não faria isso se não estivesse seguro que isso não acontecesse. Porque os russos não partem para sempre, podem voltar.

Presidente da Rússia Vladimir Putin

A Rússia está retirando a maior parte de suas forças da Síria, mas pode voltar com força total em questão de horas caso seja necessário, garantiu o presidente russo Vladimir Putin durante uma cerimônia solene no Kremlin.

"É claro que, se surgir essa necessidade, a Rússia pode, em algumas horas, aumentar suas forças na Síria até o tamanho adequado para lidar com uma situação de escalada e usar toda a gama de meios à sua disposição", disse Putin, acrescentando que as bases russas na Síria permanecem bem protegidas pelos avançados sistemas de defesa aérea da Rússia que continuam instalados no país árabe. Presidente da Rússia Vladimir Putin

"Respeitamos as leis internacionais fundamentais e acreditamos que ninguém tem o direito de violar o espaço aéreo soberano da Síria. Nós criamos um mecanismo eficaz para a prevenção de incidentes aéreos com os norte-americanos, mas todos os nossos parceiros foram advertidos de que usaríamos nossos sistemas de defesa aérea contra qualquer alvo que consideremos ser uma ameaça para as tropas russas", acrescentou.

"Nós não gostaríamos disso. A escalada militar não é a nossa escolha. Esperamos que as partes envolvidas mostrem bom senso e que tanto o governo como a oposição [da Síria] se atenham ao processo de paz", ressalvou o líder russo.

Resumindo os resultados dos cinco meses de campanha antiterrorista da Rússia na Síria o presidente reiterou que Moscou deixou claro desde o início da operação que se trataria de uma campanha limitada com um prazo estabelecido.

"Nós criamos as condições para um processo de paz. Nós estabelecemos uma cooperação construtiva e positiva com os EUA e uma série de outros países, com forças de oposição respeitáveis na Síria que realmente querem acabar com a guerra e encontrar uma solução política para o conflito. Vocês, soldados russos, pavimentaram este caminho", disse Putin aos militares presentes que participaram da operação, e que foram condecorados cerimônia solene no Kremlin.

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A base aérea de Hmeymim e o posto de abastecimento de Tartus permanecem em funcionamento, a sua segurança está sendo garantida, declarou o porta-voz do presidente Dmitry Peskov comentando as mensagens na mídia sobre o alegado reposicionamento de material bélico russo na Síria.

 

Peskov sublinhou que a decisão sobre a retirada do grupo militar russo da Síria foi tomada, mas lembrou que, de acordo com a decisão do líder russo Vladimir Putin sobre a retirada do contingente, os postos de baseamento temporário em Hmeymim e Tartus continuarão em funcionamento.

Bombardeiro russo Su-34 decola da base aérea russa de Hmeymim na Síria
 
Desta forma, segundo o porta-voz do Kremlin, é melhor endereçar tais perguntas ao Ministério da Defesa da Rússia.

 

O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou em 14 de março a retirada parcial das forças russas da República Árabe da Síria. A presença militar de Moscou começou em 30 de setembro de 2015, quando o parlamento russo aprovou o envio de um grupo da Força Aeroespacial, após um pedido de Bashar Assad. O governo de Damasco pediu a ajuda russa no combate aos grupos terroristas Daesh e Frente al-Nusra.

Explicando a retirada, Putin ressaltou que, segundo ele, a missão russa está "praticamente cumprida".

O Departamento de Estado dos EUA, na véspera do segundo aniversário da adesão da Crimeia à Rússia, publicou uma declaração na qual prometeu que as sanções antirrussas estarão em vigor até que a península “seja devolvida à Ucrânia”.

 

“Não iremos aceitar uma revisão de fronteiras com uso de força no século XXI. As sanções relacionadas com a Crimeia permanecerão em vigor enquanto a ocupação continuar. Nós apelamos de novo à Rússia a acabar com a ocupação e devolver a Crimeia à Ucrânia”, manifestou o representante do Departamento de Estado, John Kirby.

Mapa político mostrando Crimeia como parte da Federação Rússa

Ao mesmo tempo, Kirby denunciou de novo as alegadas “repressões” que, segundo ele, estão em curso contra os tártaros e ucranianos da Crimeia. Ele declarou que as ONGs estão sendo “empurradas” para fora da Crimeia e que não é permitido aos observadores internacionais entrarem na península. 7

 

Porém, os próprios representantes das comunidades contam que se sentem mais seguros agora de que nunca. Nomeadamente, o presidente do movimento tártaro da Crimeia K’yrym (Crimeia, na língua tártara),Remzi Ilyasov, sublinhou que a única ameaça que a sua minoria sente são os artigos provocatórios e apelos do exterior, que visam criar discórdia entre os tártaros da Crimeia e pô-los contra os outros habitantes da Crimeia. 

Em fevereiro de 2014 um golpe de Estado em Kiev levou novas forças ao poder na Ucrânia. As novas autoridades adotaram uma política de caráter nacionalista e totalmente voltada para o Ocidente, ameaçando restringir uma série de direitos e liberdades das populações de origem russa do país. 

Sapadores russos do serviço da Frota do mar Negro durante os exercícios na Crimeia, Rússia

Preocupados com as consequências desta nova ordem, os habitantes da Crimeia, russos em sua grande maioria, optaram por se separar da Ucrânia através de um referendo realizado em março de 2014. Mais de 96% dos habitantes da península apoiaram a sua reintegração com a Rússia. O Ocidente chamou a votação de "anexação". Moscou declarou que o referendo foi realizado em plena conformidade com o direito internacional.

O governo da Ucrânia continua considerando a Crimeia como um território nacional temporariamente ocupado por forças estrangeiras. A autodeterminação da população da península tampouco foi reconhecida pelos países ocidentais, muitos dos quais adotaram sanções contra a Rússia.

As autoridades russas já declararam em diversas ocasiões que qualquer discussão sobre o novo estatuto da Crimeia está totalmente fora de questão.

Frota russa estacionada na Crimeia

Veja imagens de satélite do bloqueio russo na Crimeia

Os Estados Unidos, ao longo dos últimos dois anos, forneceram à Ucrânia equipamentos militares e treinamento no valor de 266 milhões de dólares. A informação é do embaixador dos EUA na Ucrânia, Geoffrey R. Pyatt.

 Soldados ucranianos

 
“Desde 2014 nós fornecemos equipamentos e treinamento para as forças armadas no valor superior a 266 milhões de dólares para ajudar as forças ucranianas a melhorar o controle e a segurança das suas fronteiras, mais eficiente e segura para operar e defender a soberania ea integridade territorial do país", escreveu Pyatt em seu blog no site ‘Verdade Ucraniana’
 

Anteriormente, a Casa Branca havia informado que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou o orçamento de defesa aprovado pelo Congresso em 2016. Ele fornece autorização para os gastos com "assistência adequada no domínio dos serviços de segurança e inteligência" da Ucrânia no valor de 300 milhões de dólares, caso a Administração dos EUA considere necessário. 

Posteriormente, a embaixada da Ucrânia nos EUA informou que Washington aumentou o valor do orçamento da assistência financeira à Ucrânia, prevendo o fornecimento de 658,1 milhões de dólares em 2016, incluindo a possibilidade de fornecer armas letais  de caráter defensivo. No entanto, de acordo com Pyatt, os Estados Unidos não planejam enviar armas letais à Ucrânia. 

Abaixo, o brasileiro Rafael Lusvargui, 30, está na região da Ucrânia desde novembro de 2014, quando se alistou como voluntário de milícias separatistas pró-russas que lutam contra o governo central de Kiev.

Ideia para diorama ucrânia !!!

Enfrentando as sanções impostas pelos EUA desde julho de 2014, fabricante traz seus sistemas de mísseis à América do Sul.

 

A fabricante de armamentos russa Almaz-Antei levará à FIDAE-2016 (Feria Internacional del Aire y del Espacio), no Chile, seus sistemas de mísseis teleguiados de longo e médio alcance "S-300VM Antei-2500" e "Buk M2". ambos abaixo.

"Os visitantes poderão conhecer o sistema de mísseis teleguiados 'S-300VM Antei-2500' e 'Buk-M2', diversas variações do 'Top-M2', entre eles os módulos militares autônomos da composição do 'Top-M2KM'", lê-se em comunicado da empresa.

Um modelo modernizado do sistema de artilharia antiaérea "Tunguska-M1" também será apresentado.

Além disso, a empresa apresentará suas opções de manutenção e modernização, com um stand separado dedicado à modernização dos sistemas de mísseis teleguiados "Osa-AKM", "Tunguska-M" e o armamento antiaéreo automotor "Shilka" (abaixo)

 

A exibição acontece de 29 de março a 3 de abril em Santiago.

DML 1/35 ZSU-23-4M Shilka

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As Tropas Aerotransportadas da Rússia estão testando um novo blindado anfíbio BMD-4M. O carro será equipado com uma arma de 100 mm, metralhadora Kalashnikov e míssil antitanque Arkan, entre outros.

Aviões de combate da Rússia realizaram 40 missões em Palmira durante as últimas 24 horas e destruíram 158 alvos, eliminando mais de cem militantes, segundo o Ministério da Defesa russo.

 

 
“Perto de Tadmor, as Forças Aeroespaciais russas realizaram 40 missões nas últimas 24 horas. Disparos foram feitos contra 158 alvos terroristas, matando mais de 100 militantes e destruindo quatro tanques, três sistemas de artilharia, quatro depósitos de munição e cinco unidades de veículos motorizados”, diz o boletim diário publicado no site do Ministério da Defesa da Rússia.

 

A ofensiva do exército sírio na cidade de Palmira, com objetivo de retomá-la de terroristas do Daesh, começou na quinta-feira. Na sexta, unidades do exército sírio e de milícias retomaram o Castelo de Palmira. A cidade é considerada chave no avanço rumo a Raqqa, no leste da Síria, dominada pelo Daesh.

A cidade de Palmira e suas ruínas históricas estão sob controle do grupo terrorista desde maio de 2015. O Daesh destruiu parte de suas ruínas, que são consideradas pela UNESCO como patrimônio mundial da humanidade.

Terroristas de Frente Nusra dispararam 23 morteiros em Aleppo, matando dois civis, declarou também o Ministério. Ainda segundo o boletim, moradores de Aleppo relataram a chegada de cerca de 200 militantes na vila de Haritan. Eles estavam armados com metralhadoras e morteiros.

O centro de reconciliação russo para a Síria registrou nove violações do cessar-fogo nas últimas 24 horas. O Ministério apontou que uma área populada de Idblib foi bombardeada. Um civil ficou ferido.

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