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Rezende,

Muito boa sua analise sobre este conflito, eu tenho acompanhado de muito perto e concordo com você.

A entrada da Rússia ajudou a estabilizar e retomar partes do pais que já estavam em mãos do Daesh, mas somente ao povo da Síria cabe escolher seus lideres, e para isto, tem que haver uma grande esforço interno, cabendo lembrar que o Daesh são terroristas e não fazem parte disto, e que hoje estão fugindo para se reagrupar no Iraque, onde devem criar mais caos.

Quanto a ajuda da Rússia, esta deve enviar seu porta aviões para o mediterrâneo e construir uma nova base aérea ao norte da Síria, aumentando assim seu poder aéreo em toda região no combate ao Daesh. Dando assim continuidade também na demostração de força e poder de seus equipamentos.

A Rússia também vem instalando equipamentos em outras fretes, como a construção de três novas bases aéreas, alem de modernizar uma dezena de outras, ajudando na divulgação e venda de diversos equipamentos que devem trazer dividendos ao longo dos próximos anos... ao menos esta é a expectativa de todos para a atual crise financeira na Rússia.

Ben Hodges, general e comandante das forças norte-americanas na Europa, revelou que uma brigada de blindados pesados será instalada na Polônia em fevereiro do ano que vem e um batalhão da Força Aérea no segundo trimestre de 2017.


Hodges foi entrevistado pela Radio Poland e falou sobre os planos de reforçar a presença das tropas da Aliança Militar na Europa Oriental. A estratégia prevê presença militar avançada reforçada (EFP, sigla em inglês) e os planos dos EUA de providenciar uma brigada de veículos blindados. Segundo ele, a brigada acima referida virá ao porto de Bremerhaven, na Alemanha, em meados de janeiro, deslocando depois a oeste da Polônia, sendo que em meados de fevereiro a brigada inteira já estará lá.

Uma parte da brigada vai atuar na Romênia e Bulgária, e outra permanecerá na Polônia (considerada por ele como local ideal para "avançar para norte e avançar para sul"). Abaixo o IAV (Interim Armored Vehicle) Stryker e M1A1/2 Abrams.


Hodges informou que um batalhão da aviação será instalado na base aérea de Powidz, no centro-oeste da Polônia. Abaixo base aérea de Powidz durante treinamento da OTAN.


O comandante especificou que, em abril, o batalhão EFP acima mencionado iniciará sua missão liderada pela OTAN. Ao longo dos últimos anos, a Polônia tem apoiado a presença reforçada da OTAN na Europa Oriental.

A chamada "ameaça russa" tem sido o foco da retórica hostil do país em relação à Rússia. Sob esse pretexto, o Ministério da Defesa polonês está disposto a gastar bilhões para se modernizar em termos militares. Ainda em abril deste ano, o ministro das Relações Exteriores polonês, Witold Waszczykowski, declarou que a Rússia é uma "ameaça a existencia" da Polônia.

Mapa Atual

Em resposta, a Rússia reiterou várias vezes que essa ameaça é uma ilusão, sendo que Moscou não pretende invadir a Polônia. O analista político russo, Vadim Trukhachev, informou ao jornal online Svobodnaya Pressa que os políticos polacos "são russófobos e possuem imaginação deformada, fazendo com eles encontrem ameaça russa por toda a parte". Abaixo BTR 80 russos em desembarque.



Durante a cúpula da OTAN, em Varsóvia, o secretário-geral, Jens Stoltenberg, anunciou que a Aliança Militar pretende fortalecer o flanco oriental na Polônia e nos países bálticos com quatro batalhões adicionais em 2017. Em resposta, a Rússia anunciou a criação de três novas divisões, com 10 mil soldados cada, que serão deslocadas ao longo da fronteira oeste da Rússia. Abaixo T-90 e BTR 80 russos.


Um veiculo EUA que certamente estrá presente nesta nova brigada será o M1126 Infantry Carrier Vehicle (ICV) Stryker.

Especificações
Peso18,16 toneladas
Comprimento6,95 m
Largura2,72 m
Altura2,64 m
Tripulação2 tripulantes (+ 9 soldados equipados)
Armamento
primário
Canhão L7
Lança-granadas Mk 19
Metralhadoras M2
Armamento
secundário
Metralhadoras M240 calibre 7,62 mm
MotorCaterpillar C7 350 hp (260 kW)
Suspensão8×8
Velocidade97 km/h
FabricanteGeneral Dynamics Canadá
Custo unitárioUS$ 4,9 milhões (2012)
Quantidade
produzida
+ 4 900

 

O batalhão de soldados americanos que chegará à Polônia em breve, permanecerá em uma base militar perto da cidade de Orzysz, que está a menos de 60 km da fronteira com a Rússia.


A cidade, localizada exatamente a 58 km da fronteira com a região de Kaliningrado, alojará as tropas americanas, afirmou em programa de rádio o chefe de filial do Estado-maior polonês em Olsztyn, Andrzej Szczolek.



"Não precisamente na cidade de Orzysz, mas na base militar de Orzysz", especificou, comentando os dados da mídia recentemente divulgados. O alto militar destacou também que, em 2018, no território polonês de voivodia da Vármia-Masúria, que faz fronteira com a Rússia, está prevista a instalação das primeiras brigadas da defesa territorial, que atualmente o Ministério da Defesa do país classifica como prioridade. Abaixo German Leopards in Orzysz durante treinamento da OTAN.

"Os batalhões deverão ser equipados com carabinas Beryl, morteiros portáteis, lança-granadas antitanques, motocicletas, quadriciclos", contou. Vale lembrar que no âmbito da cúpula da OTAN, em Varsóvia, o secretário-geral, Jens Stoltenberg, anunciou que a Aliança Militar pretende fortalecer o flanco oriental na Polônia e nos países bálticos com quatro batalhões adicionais em 2017, podendo contar com unidades de MIM-104 Patriot Missile Launcher.

Em resposta, a Rússia anunciou a criação de três novas divisões, com 10 mil soldados cada, que serão deslocadas ao longo da fronteira oeste da Rússia. Abaixo, tropas russas em Kaliningrado e instalação de S-300/400 e 9K720 Iskander-M


Abaixo USA MIM-104 Patriot Missile Launcher.

Dois bombardeiros estratégicos Tu-160 teriam alarmado quatro países europeus ao sobrevoar regiões próximas de suas fronteiras, relatou a BBC nesta quinta-feira (6).


De acordo com a publicação britânica, o incidente acorreu em 22 de setembro deste ano. Noruega, Grã-Bretanha, França e Espanha chegaram a acionar a sua aviação com a intenção de interceptar os bombardeiros russos, que faziam rota da Noruega para a Espanha.

Ao detectar os dois Tu-160 perto de suas fronteiras – classificados segundo terminologia da OTAN como BlackjackNoruega enviou dois caças F-16 para seguir as aeronaves russas até que estes se aproximassem da Escócia. A partir daí, os bombardeiros foram escoltados por caças Typhoon da Força Aérea Real britânica (abaixo).


A cerca de 100 km da costa da Bretanha francesa, os aviões russos passaram ser escoltados por caças Rafale, sendo, em seguida, interceptados por F-18 da Força Aérea da Espanha próximo à cidade de Bilbao.

   
Destaca-se que, de acordo com o Ministério da Defesa da Espanha, os bombardeiros russos se aproximaram, mas "em nenhum momento entraram no espaço aéreo espanhol”.

O Ministério da Defesa da Rússia tem afirmado repetidamente que todos os voos das Força Aeroespacial russa são realizados em conformidade com as respectivas normas internacionais, sem violar as fronteiras de quaisquer países. Abaixo, rota usada pelos Tu-160 em missões na Síria.


A Frota do Mar Negro confirmou que o navio porta-mísseis Mirazh saiu do porto de Sevastopol e se dirige rumo ao mar Mediterrâneo.


Uma fonte disse à agência RIA Novosti que o terceiro navio ligeiro porta-mísseis Mirazh (OTAN - Nanuchka-class corvette) (designação Soviética era Projeto 1234 Ovod (Gadfly), da Frota do Mar Negro, saí rumo à costa da Síria.

   
"O navio ligeiro da Frota do Mar Negro Mirazh saiu de Sevastopol para uma navegação prolongada no mar Mediterrâneo, tendo completado um leque de trabalhos preparatórios.

   

Espera-se que o navio passe nos próximos dias pelos estreitos do mar Negro e entre no mar Mediterrâneo onde, conforme o plano de rotação de forças, se juntará à unidade permanente da Marinha russa nesta região", disse o representante do departamento de informações da Frota do Mar Negro, Nikolai Voskresensky. O navio Mirazh pertence ao projeto 1234 e é destinado a comunicações marítimas, proteção naval, luta contra navios de superfície perto do litoral.

O navio é equipado com seis sistemas de lançamento de mísseis de cruzeiro Malakhit. Além disso, o navio é armado com um sistema de mísseis Osa-M e vários sistemas de artilharia. Este reforço antecede a chegada do Porta Aviões Admiral Kuznetsov previsto para final de Outubro.

Abaixo, o antecessor do Mirazh - Classe Nanuchka, o projeto Classe 1241.

A porta-voz oficial do Ministério das Relações Exteriores da Síria, Maria Zakharova, afirmou hoje (7) que a Rússia tomou a decisão de posicionar seu sistema de defesa aérea S-300 na Síria depois de ter interceptado planos dos EUA de bombardear bases aéreas das forças sírias.

Os S-400 já estão lá faz tempo e todos achavam normal isso, ninguém dizia que tratava-se de um “show”. Eles estão lá há muito tempo e acho que todos sabiam disso. Já os S-300 apareceram depois de especialistas próximos ao governoamericano terem vazado informações um atrás do outro.

Essas informações tinha certo embasamento e indicavam que eles [EUA]iriambombardear aeródromos sírios com mísseis de cruzeiro” – disse a porta-voz em entrevista ao canal Dozhd.

   

A diplomata acrescentou que os S-300 foram enviados à Síria “levando em conta que a Rússia tem equipamentos e realiza uma operação da Força Aeroespacial, e que ninguém sabe para onde vai esse míssil [dos EUA], incluindo, às vezes, os próprios americanos, considerando o seu erro em Deir ez-Zor”. Abaixo e acima S-300V 



O envio de S-300 russos à Síria foi anunciado na terça-feira (4) pelo Ministério da Defesa da Rússia. O sistema visa a garantir a segurança contra ataquesaéreos da base marítima russa em Tartus e de navios russos próximos à costa síria.


Anteriormente, o representante do Ministério da Defesa da Russia, Igor Konashenkov, havia informado que aviões da coalizão internacional antiterrorista realizaram em 17 de setembro quatro ataques contra tropas sírias na região de Deir ez-Zor, resultando na morte de 62 militares.

Os Estados Unidos tomarão medidas de segurança na Síria por conta da implantação dos sistemas de defesa russos S-300 no país árabe. A informação é do porta-voz do Pentágono, Peter Cook, nesta quinta-feira (6).

"Seguiremos tomando todos os passos necessários para que nossas equipes atuem com maior segurança possível", disse ele.

   

A Rússia implantou na Síria novos sistemas antiaéreos S-300, capazes de destruir mísseis balísticos a uma distância de 250km. Os novos equipamentos militares chegaram à base de Tartus

O Ministério da Defesa russo destacou que o sistema S-300 é um sistema puramente defensivo, e não representa nenhuma ameaça a ninguém

Rússia implanta na Síria seu mais avançado sistema tático de mísseis, o Iskander, reporta DEBKAfile exclusivamente a partir de suas fontes militares e de inteligência. O Sistema Iskander russo é capaz de transportar uma ogiva nuclear e nunca foi disponibilizado a qualquer exército estrangeiro para uso operacional. 

Mísseis de superfície com capacidade nuclear já foram implantados em outros países árabes com fronteiras com Israel desde 2007, quando os mísseis chineses DF-21 foram instalados na Arábia Saudita (visto abaixo).
Os mísseis russos Iskander (OTAN codinome SS-26) têm uma faixa de 500 quilômetros de alcance (ver mapa abaixo).
A transferência do Iskander para o enclave de Kaliningrado, no Mar Báltico em 2015, colocando-o na faixa da Europa Central e Ocidental, era um sinal de um aumento das tensões com o Ocidente sobre a intervenção da Rússia na Ucrânia.
Sua implantação na Síria, em meio a uma guerra civil de cinco anos, é um divisor de águas em termos de equilíbrio de força no Oriente Médio. A sua gama - a partir da base russa de Hmeimim no oeste da Síria - cobre toda a Israelaté ao sul da cidade de Beersheba, aponta na Turquia até os arredores de Ancara e oriental e central do Mediterrâneo, incluindo Chipre.
A decisão russa de reduzir as suas forças na Síria foi apenas uma parte da imagem: aviões e bombardeiros estão sendo puxado para fora, mas tão rápido quanto eles saem, eles estão sendo substituídos pelos sistemas de mísseis mais avançados do arsenal russo.
Em 15 de março, Moscou anunciou que os formidáveis S-400 mísseis terra-ar ficaria na Síria após a retirada. Dez dias depois, em 25 de Março, os sistemas Iskander estavam no local.
O Iskander é classificado como o topo de mísseis balísticos de curto alcance no mundo.
A combinação, dizem fontes militares, é a base Hmeimim o centro dos mísseis mais sofisticados do Oriente Médio.
Seu veículo lançador móvel transporta dois mísseis. Leva apenas alguns minutos para prepará-los para o lançamento; cada um pode ser acionado separadamente. No voo, a sua equipe operacional pode redirecionar a arma, ajustando-se necessário, para atingir alvos, como lançadores de mísseis, colunas de tanques ou comboios de abastecimento em movimento.
Outra característica especial do Iskander é o controle de sua ogiva por um sinal de rádio codificado que mesmo UAVs ou AWACS não pode interceptar.
O míssil pode, portanto, travar no alvo sem ser derrubado. O computador do míssil recebe uma imagem do alvo, tranca nele e zooms em direção ao alvo a uma velocidade supersônica.
O Iskander-M é adaptável para uso contra alvos pequenos ou grandes e podem facilmente iludir baterias de defesa aérea. Suas metas podem ser definidas por satélites, aviões de vigilância, mecanismos de inteligência ou até mesmo soldados de campo direcionando fogo de artilharia a partir de imagens digitalizadas para seus computadores.
Além disso, seu sistema de navegação independente não é afetada pelas condições climáticas desfavoráveis, incluindo neblina ou escuridão, como outros mísseis balísticos. Além disso, é quase impossível de antecipar o lançamento do Iskander devido à mobilidade do seu sistema de lançamento.

A Frota do Norte da Rússia começa exercícios de grande escala envolvendo navios de combate, submarinos e aviões.

"Em diversas fases dos jogos de guerra doze navios de superfície, submarinos nucleares e diesel e dez navios de logística serão usados", disse serviço de imprensa da frota. Vários tipos de aeronaves irão voar cerca de 20 missões. "


Parte do exercício será de mísseis costeiros e unidades de artilharia, aviação de exército, as defesas aéreas da frota do Norte e unidades de logística.

Os exercícios são esperados para avaliar as habilidades oficiais da equipe "em controlar as forças subordinadas e cumprimento de teste com as regras e normas". Haverá vários exercícios de combate e práticas de artilharia e bombardeio.

 

No momento em que a fase preparatória do exercício está em andamento. forças da frota irão praticar alertas e obter dos seus combatentes forças de prontidão para executar as tarefas atribuídas.

O Cruzador nuclear pesado Pyotr Veliky e Almirante Ushakov , ambos da classe Kirov) estarão ancorados na Baia de Kola, na peninsula que leva o mesmo nome, próximo a cidade portuária de Murmansk, fronteira com Finlândia.

encia Tass

DSC02381.jpgDSC02382.jpgDSC02388.jpgDSC02383.jpgDSC02384.jpgDSC02385.jpgDSC02386.jpgDSC02387.jpgDSC02393.jpgDSC02391.jpg

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Veja como decorreram os ataques da Frota do Norte da Rússia contra alvos convencionais durante as últimas manobras militares no Ártico.

Os A Frota do Norte levou a cabo uma série de exercícios e missões de treinamento desde busca e salvamento até defesa costeira e exercícios de fogos reais.

Carnavalli posted:

Muito legal! Riquíssimo!!

Valeu Carnavalli.

Hoje estou muito contente, chegamos a 20.000 acessos , sempre comentando situações que envolvam militaria russa, visando assim ilustrar kits para montar destes equipamentos

Aproveito para agradecer a você e todos que estão curtindo

Abs

Castro

Moscou está negociando com o Cairo o arrendamento de antigas instalações militares em território egípcio, na cidade de Sidi Barrani. Se os governos dos dois países concordarem sobre as condições do arrendamento, a base militar poderá será restabelecida até 2019, de acordo uma fonte que não quis ser identificada.

Segundo ela, o Egito se mostra disposto a aceitar as condições russas, já que a ideia de ter uma base russa em seu território corresponde aos objetivos e interesses geopolíticos do Cairo. Abaixo Sidi Buarrani AirPort Coordenadas  31.464427, 25.882323

Ter uma base militar no norte da África seria uma forma de resolver diversas questões geopolíticas para a Rússia, especialmente no Mediterrâneo ocidental, de acordo com analistas. 

Reforço da presença militar

A restauração da base militar em Sidi Barrani ainda reforçaria a segurança internacional, segundo o vice-presidente do Comitê de Defesa da Duma do Estado (câmara dos deputados na Rússia), Andrêi Krassov.

“O Egito e outros países entendem o papel da Rússia no equilíbrio de forças [...] Creio que devamos intensificar a cooperação com o Egito, inclusive na reconstrução da base militar”, disse.

“Qualquer país precisa de bases militares fora do seu território. A base em Sidi Barrani ajudará não só a resolver o conflito sírio, mas também fortalecerá a posição da Rússia na Líbia”, diz o presidente da Associação Internacional de Contraterrorismo, Ióssif Linder.

“Trata-se de parte da estratégia de restauração do poder da Rússia na arena internacional. Moscou precisa restaurar as bases militares soviéticas, especialmente no Norte de África. Isso não significa que a Rússia pretenda atacar com bases militares além das fronteiras, mas apenas uma medida de representação do país no exterior”, completa Linder.

No momento, a Rússia possui apenas uma base militar no Oriente Médio, localizada no aeroporto Hmeymim e que foi concedida a Moscou gratuitamente por Damasco em 26 de agosto de 2015, visto abaixo.

Sidi Barrani é uma pequena cidade costeira a cerca de 100 km da fronteira da Líbia. A União Soviética tinha uma pequena instalação naval perto da cidade até 1972, que foi usado para monitorar US forças navais implantados na região.

A fonte diplomática disse que a nova Base Aérea será operada pela Força Aérea e a a Marinha Russa. Uma fonte militar disse ao jornal que o novo ativo seria conveniente, considerando a crescente instabilidade na região.

Last edited by CASTR0

Sem dúvidas a Rússia está expandindo a presença de suas forças no cenário internacional, principalmente na África e na região da Ucrânia. Decisão, aliás, aplaudida por muitos. Agora, qual seria a reação da comunidade internacional, principalmente a árabe, se por exemplo, os Estados Unidos anunciasse a instalação de uma base militar em Israel? Com certeza seria um barril de pólvora. Só não sei até quando a  OTAN vai ficar assistindo de braços cruzados.

Abraços

mas o Egito já faz algum tempo está na esfera de influencia dos iankes. recebendo inclusive muitos bilhões de bushs e obamas todo ano.

como vai ficar isso ? 

Valls

PS: realmente, muito interessante essa sequencia de posts. é normalmente o primeiro que eu leio aqui na WK. 

Last edited by Valls
Armando Vieira posted:

Sem dúvidas a Rússia está expandindo a presença de suas forças no cenário internacional, principalmente na África e na região da Ucrânia. Decisão, aliás, aplaudida por muitos. Agora, qual seria a reação da comunidade internacional, principalmente a árabe, se por exemplo, os Estados Unidos anunciasse a instalação de uma base militar em Israel? Com certeza seria um barril de pólvora. Só não sei até quando a  OTAN vai ficar assistindo de braços cruzados.

Abraços

Valeu Armando...

A OTAN ainda não se manifestou a respeito destas negociações da Rússia com o Egito, mas é fato que a OTAN está armando suas bases no Chipre e Turquia, além das posicionadas em outras frentes como a Polônia. Vamos aguardar os próximos passos, lembrando que o Egito apesar de não ser favorável a instalações estrangeiras, está revendo isto para evitar conflitos com terroristas e extremistas, que agora fogem da Síria e Afeganistão.

Outro ponto cheio de pólvora que influenciará o Egito, é a instabilidade que vive a Líbia, pronta para explodir repetindo a Síria com nova crise de refugiados.

Ao que percebo, a OTAN está sim de braços cruzados, e o oriente médio está vendo na Russia um possível aliado contra extremistas, gerando uma possível estabilidade da região. Não sei dizer se será duradoura, dependerá muito da neutralização na expansão do Daesh (e dos próprios).

Abs

Castro

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Valls posted:

mas o Egito já faz algum tempo está na esfera de influencia dos iankes. recebendo inclusive muitos bilhões de bushs e obamas todo ano.

como vai ficar isso ? 

Valls

PS: realmente, muito interessante essa sequencia de posts. é normalmente o primeiro que eu leio aqui na WK. 

Valls

Acho que nos próximos dias teremos alguma ação dos Estados Unido e da OTAN sobre isto. Mas na atual crise no Egito e região, os Estados Unidos tem feito muito pouco, além disto está armando opositores de governos em diversas frentes. Esta é aquela hora em que os Estados Unidos vão cobrar os bushsdolares postos no Egito....

Abs

Castro

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mas o Egito já faz algum tempo está na esfera de influencia dos iankes. recebendo inclusive muitos bilhões de bushs e obamas todo ano.

como vai ficar isso ? 

Valls

PS: realmente, muito interessante essa sequencia de posts. é normalmente o primeiro que eu leio aqui na WK. 

Valls

Acho que nos próximos dias teremos alguma ação dos Estados Unido e da OTAN sobre isto. Mas na atual crise no Egito e região, os Estados Unidos tem feito muito pouco, além disto está armando opositores de governos em diversas frentes. Esta é aquela hora em que os Estados Unidos vão cobrar os bushsdolares postos no Egito....

Abs

Castro

bem ou mal, o Iraque do Saddam, a Líbia do Khadafi e a Siria do Assad eram estáveis. com a ação de "democratização" ocorrida, viraram foco de instabilidade e de conflito, mas um belo mercado de armas.

tentou-se o mesmo com o Egito, mas lá foi diferente, e agora manda um general. além disso há a questão do canal de Suez, que é um ponto estratégico para o transporte do "bedroleo". 

nem sempre os iankes estão do "lado bom". 

Valls

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mas o Egito já faz algum tempo está na esfera de influencia dos iankes. recebendo inclusive muitos bilhões de bushs e obamas todo ano.

como vai ficar isso ? 

Valls

PS: realmente, muito interessante essa sequencia de posts. é normalmente o primeiro que eu leio aqui na WK. 

Valls

Acho que nos próximos dias teremos alguma ação dos Estados Unido e da OTAN sobre isto. Mas na atual crise no Egito e região, os Estados Unidos tem feito muito pouco, além disto está armando opositores de governos em diversas frentes. Esta é aquela hora em que os Estados Unidos vão cobrar os bushsdolares postos no Egito....

Abs

Castro

bem ou mal, o Iraque do Saddam, a Líbia do Khadafi e a Siria do Assad eram estáveis. com a ação de "democratização" ocorrida, viraram foco de instabilidade e de conflito, mas um belo mercado de armas.

tentou-se o mesmo com o Egito, mas lá foi diferente, e agora manda um general. além disso há a questão do canal de Suez, que é um ponto estratégico para o transporte do "bedroleo". 

nem sempre os iankes estão do "lado bom". 

Valls

Valls,

Agora acho que você matou uma boa parte da charada: mercado de armas! Onde é mais promissor? Esta deve ser uma das variáveis "relevante" na mesa de estratégia dos US, leia-se OTAN...

Valls posted:
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mas o Egito já faz algum tempo está na esfera de influencia dos iankes. recebendo inclusive muitos bilhões de bushs e obamas todo ano.

como vai ficar isso ? 

Valls

PS: realmente, muito interessante essa sequencia de posts. é normalmente o primeiro que eu leio aqui na WK. 

Valls

Acho que nos próximos dias teremos alguma ação dos Estados Unido e da OTAN sobre isto. Mas na atual crise no Egito e região, os Estados Unidos tem feito muito pouco, além disto está armando opositores de governos em diversas frentes. Esta é aquela hora em que os Estados Unidos vão cobrar os bushsdolares postos no Egito....

Abs

Castro

bem ou mal, o Iraque do Saddam, a Líbia do Khadafi e a Siria do Assad eram estáveis. com a ação de "democratização" ocorrida, viraram foco de instabilidade e de conflito, mas um belo mercado de armas.

tentou-se o mesmo com o Egito, mas lá foi diferente, e agora manda um general. além disso há a questão do canal de Suez, que é um ponto estratégico para o transporte do "bedroleo". 

nem sempre os iankes estão do "lado bom". 

Valls

Concordo plenamente. Mas a questão principal é: existe "lado bom"? Pode ter certeza que não, é tudo uma questão de interesses. A Rússia não está se expandindo militarmente porque é boazinha. Ela também tem interesses escusos, pode ter certeza disso. Vladimir Putin nunca foi santo, da mesma forma que nenhum dos governantes que estão do "outro lado". Ou, do mesmo lado.

Abraços

O vice-presidente da bancada do partido russo Spravedlivaya Rossiya (Rússia Justa) na Duma de Estado (câmara baixa do parlamento russo), Oleg Nilov, considera que o país deve voltar a instalar bases militares em Cuba e no Vietnã.

Duma de Estado da Rússia deve ratificar o acordo com a Síria sobre a presença permanente de militares russos no território sírio.



"Na minha opinião, se for necessário, as bases russas devem voltar a Cuba e Vietnã. Se não querem falar conosco em linguagem diplomática, combateremos as ameaças à paz. Isso tem especialmente a ver com uma organização neofascista chamada de Daesh e todos os que a apoiam", disse aos jornalistas Rossiya.

O acordo sobre a base de Hmeymim foi assinado em Damasco em 26 de agosto de 2015, e submetido, em agosto deste ano, à apreciação dos parlamentares russos para ratificação para que fique por tempo indeterminado na Síria.

Além disso, segundo o vice-ministro da Defesa russo, Nikolai Pankov, o Ministério da Defesa da Rússia está a analisar a questão de reabertura de bases militares em Cuba e no Vietnã.



"Estamos tratando deste assunto", disse Pankov, não adiantando detalhes. Segundo ele, agora o Ministério da Defesa russo está revisando as decisões tomadas em relação ao fechamento das bases nestes países.

A União Soviética possuía bases em Cuba e no Vietnã até 2002. No Vietnã, a base da Marinha russa ficava em Kamrani. Em Cuba, o país possuía um centro radioeletrônico em Lourdes. 

Estação SIGINT Lourdes começou seu trabalho em 1967. A base foi localizado nos subúrbios ao sul de Havana e foi o principal centro de inteligência eletrônica Soviético, em seguida, russoEm 2001, Putin anunciou a eliminação do centro. Abaixo vista da base militar de Lourdes, em Havana.

Centro de controle da instalação de rádio na Base Russa de Lourdes em Cuba.

A Rússia considerou a possibilidade de reabrir a base em Cuba no início de 2014, após os acontecimentos na Ucrânia, por causa de que as relações russo-americanas se deterioraram acentuadamente. Em julho de 2014, "Kommersant" informou que Moscou e Havana concordavam, em princípio, para retornar ao uso da estação SIGINT Russa em Lourdes. Veja nas coordenadas 22.985895, -82.463872

Em 2001, Putin tomou uma decisão e se retirar da Base Naval em Cam Ranh no Vietnã, mas nos anos seguintes, foi arrendada para basear o esquadrão operacional 17º, responsável ente outras atividades por aeronaves de reabastecimento aéreo, vigilância e bombardeio estratégico no mar da China, India e Pacifico.

Os primeiros passos para o retorno da Rússia a Cam Ranh foram feitas antes do agravamento das relações entre a Rússia e o Ocidente.

Em 2013, a Rússia e o Vietnam assinaram um acordo que estabelece uma base conjunta em Cam Ranh para manutenção de submarinos, e em 2014 para o uso da base Vietnamita de navios de guerra russos de forma simplificada. Abaixo o submarino de propulsão nuclear Kuzbass (Akula-class) e Tripulação no convés de um submarino da classe Kilo.

Desde 2014, em Cam Ranh também é servido pela aeronave Il-78, proporcionando reabastecimento aéreo dos bombardeiros estratégicos Tu-95MS e TU-160.

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Armando Vieira posted:
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mas o Egito já faz algum tempo está na esfera de influencia dos iankes. recebendo inclusive muitos bilhões de bushs e obamas todo ano.

como vai ficar isso ? 

Valls

PS: realmente, muito interessante essa sequencia de posts. é normalmente o primeiro que eu leio aqui na WK. 

Valls

Acho que nos próximos dias teremos alguma ação dos Estados Unido e da OTAN sobre isto. Mas na atual crise no Egito e região, os Estados Unidos tem feito muito pouco, além disto está armando opositores de governos em diversas frentes. Esta é aquela hora em que os Estados Unidos vão cobrar os bushsdolares postos no Egito....

Abs

Castro

bem ou mal, o Iraque do Saddam, a Líbia do Khadafi e a Siria do Assad eram estáveis. com a ação de "democratização" ocorrida, viraram foco de instabilidade e de conflito, mas um belo mercado de armas.

tentou-se o mesmo com o Egito, mas lá foi diferente, e agora manda um general. além disso há a questão do canal de Suez, que é um ponto estratégico para o transporte do "bedroleo". 

nem sempre os iankes estão do "lado bom". 

Valls

Concordo plenamente. Mas a questão principal é: existe "lado bom"? Pode ter certeza que não, é tudo uma questão de interesses. A Rússia não está se expandindo militarmente porque é boazinha. Ela também tem interesses escusos, pode ter certeza disso. Vladimir Putin nunca foi santo, da mesma forma que nenhum dos governantes que estão do "outro lado". Ou, do mesmo lado.

Abraços

repara que escrevi o temo entre aspas. sem dúvida não há um lado bom, mas os ianques sempre vendem essa ideia, de que estão defendendo o bem contra os maus.

Valls

Valls posted:

a Base Naval em Cam Ranh no Vietnã, antes da saída dos ianques de lá, era sua maior base naval em toda a região. depois foi assumida pelos russos.

Valls

E o que dizer de Cuba... Guantanamo é uma base aeronaval USA muito grande, e ainda tem esta dos Russos ao mesmo tempo em um pequeno território que é Cuba. 19.943002, -75.151768