Alexandre Oliveira posted:

Se o ISIS usam TOW os americanos fornecem, se usam Kornet, esses não foram fornecidos pelos russos e sim capturados. 

 Ô queridão, primeiramente obrigado por trocar aquele avatar horroroso  

Vamos lá; No filme "O Jogo do Poder" (Charlie Wilson's War) de 2007, com Tom Hanks e Julia Roberts ( com o ótimo Philip Seymor Hoffman) , Hanks interpreta o congressista norte americano Charlie Wilson. Uma das estratégias da CIA no Afeganistão para ludibriar a opinião pública mundial e os soviéticos era fornecer armas não somente de fabricação americana aos mujahidins, como no caso do míssil manpad Stinger. A Operação Cyclone começou praticamente junto à invasão soviética do Afeganistão.

Não sou eu quem está a inventar isso, está no filme.  

A Síria tem vínculo de longa data com a Rússia, assim como o Iraque tem com os EUA. Em algum momento os russos foram lá no Iraque atravessar as operações do Tio Sam?

Por quê só os EUA e Inglaterra possuem o direto de ter suas áreas de influência no planeta? 

Com a chegada da flotilha do Kuznetsov no Mediterrâneo acho melhor o Tio Sam e OTAN pensarem melhor a arrogância pra cima da região, senão vai feder bastante.  

Abração

 

xxAgnaldoxx posted:
Alexandre Oliveira posted:

Se o ISIS usam TOW os americanos fornecem, se usam Kornet, esses não foram fornecidos pelos russos e sim capturados. 

 Ô queridão, primeiramente obrigado por trocar aquele avatar horroroso  

Vamos lá; No filme "O Jogo do Poder" (Charlie Wilson's War) de 2007, com Tom Hanks e Julia Roberts ( com o ótimo Philip Seymor Hoffman) , Hanks interpreta o congressista norte americano Charlie Wilson. Uma das estratégias da CIA no Afeganistão para ludibriar a opinião pública mundial e os soviéticos era fornecer armas não somente de fabricação americana aos mujahidins, como no caso do míssil manpad Stinger. A Operação Cyclone começou praticamente junto à invasão soviética do Afeganistão.

Não sou eu quem está a inventar isso, está no filme.  

A Síria tem vínculo de longa data com a Rússia, assim como o Iraque tem com os EUA. Em algum momento os russos foram lá no Iraque atravessar as operações do Tio Sam?

Por quê só os EUA e Inglaterra possuem o direto de ter suas áreas de influência no planeta? 

Com a chegada da flotilha do Kuznetsov no Mediterrâneo acho melhor o Tio Sam e OTAN pensarem melhor a arrogância pra cima da região, senão vai feder bastante.  

Abração

 

Bem lembrado, a flotilha do Kuznetsov ruma para a Base em Tartus, que garantirá à Rússia a posição fixa mais poderosa no Mediterrâneo.

Claramente, as bases russas irritarão Washington, que desde os anos 1990 vê a Rússia como uma nação fraca, atualmente estão furiosos ao ver as ações determinadas do presidente russo na proteção dos interesses do seu país. 

Há quem diga que o Kuznetsov é um porta aviões decadente, ele pode até ser feio e desajeitado, pois o ocidente está acostumado aos modelos americanos que são incontestavelmente mais sofisticados e em maior numero.  

Mas vale lembrar que na verdade o Kuznetsov é classificado na Rússia como Cruzador pesado trasportador de aeronaves e lançador de misseis, ou seja, ele transporta aviões sim, mas também dispara vários tipos de misseis e cargas de profundidade, tendo 12 lançadores de misseis nucleares e outros para destruição de Porta-Aviões, ou seja, ele não nescessita de escolta como outros.

É o Kuznetsov que protege a flotilha rumo a Targus 

Abs

Castro

Moscou irá construir um centro para treinar pilotos de helicópteros Mi-171Sh para o Exercito Peruano até o final de 2017. 

"Construção de um centro de simulação helicóptero em Lima vai começar logo após o cumprimento das formalidades exigidas pela parte peruana. A empresa Russian Helicopters planeja completar a construção do centro no segundo semestre de 2017 sujeitos a um acordo mútuo com o Peru", comunicou a empresa.

Um empreiteiro no Peru para a construção do centro já foi encontrado em cooperação com Rosoboronexport.

"O mercado Peruano é extremamente atraente para nós. Para o propósito de fortalecer nossas posições de mercado neste país estamos financiando por iniciativa própria uma construção bastante dispendiosa de um centro de simulação helicóptero não fornecido pelo projeto de compensação, a fim de fornecer aos nossos parceiros amplas oportunidades de voo de treinamento de pessoal em território Peru dentro do menor prazo possível ", o vice-presidente-executivo da Russian Helicopters Igor Chechikov disse em um comentário.

A empresa também está pronto para novas entregas de equipamentos de aviação Russa para Peru se um pedido relevante aparece, Chechikov acrescentou.

Recentemente as Forças Armadas do Peru adquiriram um lote de 24 helicópteros Mi-171Sh, além de operarem Mi-8, Mi-17, Mi-26 MiL Mi-35P (abaixo) dentre outros equipamentos Russos.


More: tass.com

xxAgnaldoxx posted:
Alexandre Oliveira posted:

Se o ISIS usam TOW os americanos fornecem, se usam Kornet, esses não foram fornecidos pelos russos e sim capturados. 

 Ô queridão, primeiramente obrigado por trocar aquele avatar horroroso  

Vamos lá; No filme "O Jogo do Poder" (Charlie Wilson's War) de 2007, com Tom Hanks e Julia Roberts ( com o ótimo Philip Seymor Hoffman) , Hanks interpreta o congressista norte americano Charlie Wilson. Uma das estratégias da CIA no Afeganistão para ludibriar a opinião pública mundial e os soviéticos era fornecer armas não somente de fabricação americana aos mujahidins, como no caso do míssil manpad Stinger. A Operação Cyclone começou praticamente junto à invasão soviética do Afeganistão.

Não sou eu quem está a inventar isso, está no filme.  

A Síria tem vínculo de longa data com a Rússia, assim como o Iraque tem com os EUA. Em algum momento os russos foram lá no Iraque atravessar as operações do Tio Sam?

Por quê só os EUA e Inglaterra possuem o direto de ter suas áreas de influência no planeta? 

Com a chegada da flotilha do Kuznetsov no Mediterrâneo acho melhor o Tio Sam e OTAN pensarem melhor a arrogância pra cima da região, senão vai feder bastante.  

Abração

 

Primeiramente , obrigado pela consideração e meu avatar está de férias fazendo implante dentário, voltará em breve.

Velho, não passo nem perto de defender americano, alías essa m#rda toda tem como culpados eles mesmos (Bush e cia), cometeram o erro de trocar 1 terrorista (Saddam) por milhares de outros que surgiram após a guerra, que estavam no armário ou sub julgados pela ditadura iraquiana, se não fossem eles não havia califado nem daesh.

O que não acho é  que os russos são os virtuosos, os corretos e principalmente os legítimos defensores da verdade. Não passam de lixo iguais aos americanos despejando napalm no Vietnam ou bombas no Iraque, eu não defendo ninguém que bombardeia uma cidade sitiada cheia de civis encurralados para defender um ditador só para ter sua área de influência, que aliás todos as potências fazem, como disse é farinha do mesmo saco. Eu vi o filme que vc citou e vc deve ter visto a situação de Aleppo.

E qual será o próximo passo do Putler ? Como vc disse e vc é mais inteligente do que eu, a coisa vai feder e aí compadre ? Tá pronto pra ver cogumelo nuclear da sua janela ? pode me garantir que não chega a isso  ? Tem mais navio russo lá do que pulgas num vira-lata, e se um mané faz uma cagada ? Na sua avaliação a OTAN mete o rabicó no vão das pernas e se mandam de lá, será?  E a Polônia e outros países da ex- URSS que estão com o fiofó nas mãos ? O papo de anexar a Criméia para defender a população russa é baléla e vc sabe. A história já demostrou a m#rda que um país faz com o outro, com a desculpa de defender sua etnia. Isso vai para aonde ?

Um abraço a todos, parabéns ao Castro pelo tópico e deixo meu avatar a sua disposição se vc quiser e voltarei com banguelo  ASAP.  

 

 

 

 

 

Alexandre Oliveira posted:

Primeiramente , obrigado pela consideração e meu avatar está de férias fazendo implante dentário, voltará em breve.

Velho, não passo nem perto de defender americano, alías essa m#rda toda tem como culpados eles mesmos (Bush e cia), cometeram o erro de trocar 1 terrorista (Saddam) por milhares de outros que surgiram após a guerra, que estavam no armário ou sub julgados pela ditadura iraquiana, se não fossem eles não havia califado nem daesh.

O que não acho é  que os russos são os virtuosos, os corretos e principalmente os legítimos defensores da verdade. Não passam de lixo iguais aos americanos despejando napalm no Vietnam ou bombas no Iraque, eu não defendo ninguém que bombardeia uma cidade sitiada cheia de civis encurralados para defender um ditador só para ter sua área de influência, que aliás todos as potências fazem, como disse é farinha do mesmo saco. Eu vi o filme que vc citou e vc deve ter visto a situação de Aleppo.

E qual será o próximo passo do Putler ? Como vc disse e vc é mais inteligente do que eu, a coisa vai feder e aí compadre ? Tá pronto pra ver cogumelo nuclear da sua janela ? pode me garantir que não chega a isso  ? Tem mais navio russo lá do que pulgas num vira-lata, e se um mané faz uma cagada ? Na sua avaliação a OTAN mete o rabicó no vão das pernas e se mandam de lá, será?  E a Polônia e outros países da ex- URSS que estão com o fiofó nas mãos ? O papo de anexar a Criméia para defender a população russa é baléla e vc sabe. A história já demostrou a m#rda que um país faz com o outro, com a desculpa de defender sua etnia. Isso vai para aonde ?

Um abraço a todos, parabéns ao Castro pelo tópico e deixo meu avatar a sua disposição se vc quiser e voltarei com banguelo  ASAP.  

 

Como já dizia o velho ditado: Nessa porra toda não tem mocinhos. Não quero ver cogumelos nucleares em nenhum lugar do mundo, mas também não acho bonito ver os EUA tomando conta do mundo inteiro numa unilateralidade monstruosa como aconteceria se o Putin fosse um covardão.

Acho bom que tenhamos ainda uma Rússia pra fazer frente não à OTAN, pois como já disse o próprio Putin, estão cagando e andando pra eles, mas sim à mania dos EUA de se acharem a polícia do mundo ser ter sido eleitos para tal. 

Desde que não façam uma grande merda nuclear, fiquem à vontade pra ver quem tem o pau maior. Ah, e por falar em guerra nuclear, acho uma enorme irresponsabilidade os EUA manter o arsenal de 70 bombas B-61 nucleares na base de Incirlik na Turquia, país este bem instável.

Já imaginou se de hora pra outra acontece na Turquia o mesmo que aconteceu no Irã em 1979 e um grupo radical com um aiatolouco se apoderam de tal arsenal? É muita irresponsabilidade do Tio Sam.

Enfim, torçamos pra não dar zebra.

Quanto ao seu banguelo, vi ele dando uma volta nuns botecos da Vila Zezé procurando um ponto pra dar um tiro de .50 no Coleginho por ter sido abandonado  

Abração 

 

 

 

 

 

 

O navio de patrulha russo Yaroslav Mudry e o petroleiro Lena, ambos da Frota do Báltico da Rússia, ancoraram no porto de Havana, capital de Cuba, segundo informou o porta-voz do Distrito Militar Oriental da Rússia, capitão Roman Martov, citado pela mídia russa.



Em meados de outubro, o Yaroslav Mudry saiu do Mar Mediterrâneo, onde fazia parte de um grupo de trabalho permanente de navios da Marinha russa, e partiu para o Oceano Índico, onde realizou uma missão antipirataria durante algumas semanas.

Posteriormente, ele atravessou novamente o Mediterrâneo e cruzou o Atlântico para chegar à ilha caribenha, onde a tripulação reabastecerá seus estoques de provisões e fará uma inspeção dos navios, segundo disse Martov, citado pelo portal Russia Now 

A OTAN está indignada com o desejo da Espanha de prestar apoio ao grupo naval russo que se dirige para o mar Mediterrâneo para reforçar o grupo de tropas russas na Síria, informou o jornal britânico The Telegraph.



A mídia espanhola afirmou que os oito navios russos que compõem o grupo naval do porta-aviões russo Admiral Kuznetsov deviam ser abastecidos de combustível, água doce e produtos alimentares no porto de Ceuta, um enclave espanhol na África do Norte.

Os navios russos fazem escalas frequentes neste porto. Segundo o jornal britânico, desde 2010, quando em Ceuta foi aberta uma base naval para apoio a navios estrangeiros, cerca de 60 navios de guerra russos fizeram escala no porto espanhol. 



Entretanto, é do conhecimento geral que o Admiral Kuznetsov e os navios de escolta e manutenção se dirigem para o Mediterrâneo. A liderança da OTAN está preocupada com este passo da Espanha.



O secretário-geral da Aliança Jens Stoltenberg disse que qualquer país pode decidir de forma independente se abastece ou não navios de determinados países.


"Expressei-me de forma clara antes e agora repito minhas palavras de preocupação. Penso que todos os países da OTAN sabem que o grupo de combate pode ser usado para realizar ataques aéreos contra a cidade síria de Aleppo", declarou Stoltenberg.

O The Telegraph continua dizendo que o ex-primeiro-ministro belga, Guy Verhofstadt, também não apoiou a iniciativa da Espanha: "Na semana passada, a Espanha assinou a declaração da União Europeia sobre crimes de guerra da Rússia em Aleppo e hoje ajuda a reabastecer a frota que está a caminho de realizar mais atrocidades. Como é possível?"



Madri, que está sofrendo uma crescente pressão política, disse que irá estudar os pedidos da Rússia para o abastecimento de seus navios de forma individual e irá reconsiderar o último pedido de entrada dos navios russos em Ceuta. Foi dito que se tomará a decisão final somente depois de se saber o destino e os objetivos da viagem do grupo naval russo.



Segundo os últimos dados, a Rússia retirou o pedido feito às autoridades espanholas. O jornal El Mundo afirmou que os navios já passaram ao largo de Ceuta sem fazer escala e continuam sua viagem. A Embaixada Russa na Espanha confirmou estas informações. 

As forças de autodefesa do Iraque retomaram o controle sobre o prédio principal do Daesh na parte ocidental de Mossul, informou o canal de televisão Al Sumaria TV.

"Os membros da milícia local irromperam na sede do Daesh na zona ocidental de Mossul. É uma das maiores sedes do Daesh na cidade. Ergueram a bandeira iraquiana sobre o edifício", disse a fonte ao canal Al Sumaria TV.

A fonte acrescentou que a sede tinha uma importância estratégica para o grupo terrorista, proibido na Rússia e muitos outros países. Os terroristas abandonaram o edifício antes da operação por temerem ataques aéreos, acrescentou a fonte.



Antes disso, o general do Comando Central dos EUA Joseph Votel disse que, segundo os seus dados, cerca de 800-900 terroristas do Daesh foram mortos desde o início da operação em Mossul.

O Centro de Reparação Naval do estaleiro Zvezdochka, que faz parte da Corporação Unida de Construção Naval da Rússia, concluiu os trabalhos de manutenção e modernização do grande submarino nuclear BS-64 Podmoskovie, informou a assessoria de imprensa do fabricante.


O submarino nuclear Podmoskovie iniciou testes no mar pela primeira vez após uma pausa de 16 anos. Durante esse período, o submarino foi reequipado na cidade portuária russa de Severodvinsk (coordenadas 64.564348, 39.826162) para ser portador de minissubmarinos.

Segundo o comunicado da assessoria, "no sábado, 22 de outubro, o navio abandonou a doca do fabricante e saiu ao mar para realizar um programa de testes". 



A construtora naval informa que durante a verificação os tripulantes pretendem checar todo o conjunto de sistemas e mecanismos do submarino para testar suas características projetadas.



O submarino portador de mísseis estratégicos BS-64 Podmoskovie, anteriormente conhecido como K-64, do projeto 667BDRM Delfin do Gabinete Central de Projetos de Engenharia Naval Rubin, é o terceiro de sete submarinos desta classe já construídos. Abaixo BS-64 en Severodvisnk

O BS-64 foi posto ao serviço da Marinha da URSS em 1987 e no mesmo ano realizou seu primeiro teste com provas no mar. Em 1999, foram iniciados trabalhos de reparação do submarino com o objetivo de reequipá-lo para ser portador de minissubmarinos. 



O Podmoskovie pode transportar uma guarnição de 135 homens e está armado com mísseis balísticos a combustível líquido R-16 29RMU Sineva. O BS-64 passará a integrar a Frota do Norte russa.

O Podmoskovie tem capacidade para levar o submarino não tripulado Klavesin-1R capaz de atingir profundidades de 6.000 metros, com o objectivo de intervir em cabos de comunicação submarina.

Outro submarino que pode ser transportado é o Losharik Projeto 210 ". O nome real é AS-12 . Ele é alimentado por um reactor nuclear e acredita-se ser capaz de operar a grandes profundidades devido aos elementos de construção esféricas. A profundidade operacional exata é desconhecida, mas sabe-se que este submarino operado a cerca de 2000-2500 m de profundidade no Ártico em 2012

Abaixo, dois submarinos do Project 865 Piranha, que são operados pelas forças especiais Russas,  capaz de entregar 6 tropas a um alvo mais de 400 milhas de sua base ou levado pelo BS-64 Podmoskovie até seu destino.

Será mesmo Rezende? 

Já virou tradição, russo nunca revela tudo que faz ou tem... Creio que eles não fariam esses monstros a troco de nada, sem que tivessem algum tipo de proteção ainda desconhecida do ocidente... Talvez tenha algum tipo de tecnologia stealth ou de distorção do seu sinal acústico, algum revestimento, sei lá...

A menos que eles não estejam nem aí para as perdas humanas, o que também não é nenhuma surpresa, acho que tem muita coisa ainda pra se saber sobre essas classes mais recentes...

Afinal, depois que tomam umas doses de vodka, eles fazem todo tipo de doideira... Na verdade, eles nem precisam dela pra isso...    

José Luiz Vieira posted:

Será mesmo Rezende? 

Já virou tradição, russo nunca revela tudo que faz ou tem... Creio que eles não fariam esses monstros a troco de nada, sem que tivessem algum tipo de proteção ainda desconhecida do ocidente... Talvez tenha algum tipo de tecnologia stealth ou de distorção do seu sinal acústico, algum revestimento, sei lá...

A menos que eles não estejam nem aí para as perdas humanas, o que também não é nenhuma surpresa, acho que tem muita coisa ainda pra se saber sobre essas classes mais recentes...

Afinal, depois que tomam umas doses de vodka, eles fazem todo tipo de doideira... Na verdade, eles nem precisam dela pra isso...    

José e Resende, pretendo responder a ambos com uma matéria sobre o Submarino Veliky Novgorod, que é entregue à Marinha russa. Esta classe de Submarinos a mídia russa está chamando de "mais silenciosos do mundo", enquanto a OTAN apelidou-os de "buracos negros do mar."

Abs

Castro

O submarino diesel-elétrico Veliky Novgorod do projeto 636.3 (Varshavyanka), fabricado na empresa de construção naval Admiralteyskie Verfi, foi entregue à Marinha russa.

"Hoje é um dia marcante para toda a Marinha da Rússia, para todo o país. Pela primeira vez a bandeira da Marinha de Guerra, símbolo de coragem e honra da frota russa, é hasteada neste submarino", declarou o segundo comandante da Marinha russa Aleksandr Fedotenkov durante a cerimônia.


Segundo o diretor-geral da Admiralteyskie Verfi, Aleksandr Buzakov, o submarino Veliky Novgorod passou por todos os testes estatais necessários comprovando todas suas características técnicas e militares.

Buzakov informou que o sexto submarino, Kolpino, já foi testado e será entregue à Marinha "aproximadamente daqui a um mês". O submarino Veliky Novgorod é o quinto dos seis submarinos desta classe da Frota do mar Negro e foi lançado à água em 18 de março de 2016.

A Frota do Mar Negro já tem ao seu serviço quatro destes submarinos – Novorossiysk, Rostov-no-Don, Stary Oskol e Krasnodar. A entrega do submarino Kolpino está programada para 25 de novembro de 2016.

Os submarinos do projeto Varshavyanka são da terceira geração, possuem deslocamento de 3,5 mil toneladas, profundidade de submersão de 300 metros e 52 tripulantes. Foi destacado que a eficácia de combate do projeto modificado 636 é maior. A principal arma usada pelos submarinos são os mísseis de cruzeiro Kalibr.

Notáveis pelo uso da tecnologia stealth, sendo quase indetectáveis pelos radares quando submersos, os submarinos dessa família alcançam velocidade de até 20 nós e têm alcance de 400 milhas, além de serem capazes de realizar patrulhas por até 45 dias.

São armados com 18 torpedos e 8 mísseis superfície-ar, e equipados com 6 lança-torpedos com calibre 533mm, recarregados automaticamente a cada 15 segundos. A mídia russa já chamou os novos submarinos russos de os "mais silenciosos do mundo", enquanto a OTAN apelidou-os de "Buracos Negros do Mar.

A Rússia cancelou seus planos para que sua frota que navega em direção à Síria reabastecesse no porto espanhol de Ceuta, uma possibilidade que havia gerado preocupação na Otan.

A embaixada russa "acaba de nos comunicar que retira o pedido de permissões de escala para estes navios, escalas que ficam, portanto, canceladas", indicou um comunicado de Madri.

A permissão que a Espanha havia concedido à Rússia gerou críticas de Londres e preocupação do secretário-geral da Otan, enquanto foi rejeitada por ONGs como Anistia Internacional (AI).

Várias embarcações da frota russa, que inclui o porta-aviões "Almirante Kuznetsov", com aviões e helicópteros de combate, planejavam se abastecer de suprimentos e combustível em Ceuta, enclave espanhol em território marroquino diante de Gibraltar.

Madri, que havia autorizado a escala de três navios, informou que o fez no "âmbito da prática nesta matéria", já que embarcações russas se reabastecem há anos em portos da Espanha, integrante da Otan.

Estas escalas são autorizadas caso a caso, levando-se em conta, em primeiro lugar, "a segurança do entorno, da população e do porto", segundo Madri.

Diante da preocupação manifestada por aliados da Otan, a Espanha indicou que pediu esclarecimentos à embaixada russa, e ela comunicou a retirada da solicitação.

"O Governo da Espanha segue com extraordinária preocupação os bombardeios sobre Aleppo e a tragédia humanitária que está sendo vivida", ressaltou o comunicado, que acrescenta que Madri pediu um cessar-fogo para poder canalizar a ajuda humanitária.

Reservas da Otan
"Cada país deve decidir se estes barcos podem obter provisões e combustível em diferentes portos em sua rota em direção ao leste do Mediterrâneo", havia afirmado o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, ao demonstrar sua preocupação pela escala.

"Acredito que todos os aliados da Otan estão cientes de que este grupo de combate pode ser usado para realizar ataques aéreos contra Aleppo e (o resto da) Síria", acrescentou.

Londres demonstrou com mais firmeza suas reservas. "O governo de sua Majestade expressou previamente suas preocupações ao governo espanhol sobre sua hospitalidade à marinha de guerra russa", indicou um porta-voz britânico.

Para o presidente do grupo liberal no Parlamento europeu, Guy Verhofstadt,chocante que a Espanha, integrante da Otan e da UE, permita que a frota russa abasteça e receba assistência técnica em território espanhol", escreveu na rede social Twitter.

"Nem a Espanha nem outro país devem oferecer apoio logístico a barcos russos que vão à Síria, pelo risco substancial de que estas embarcações sejam utilizadas para cometer ou facilitar violações de direitos humanos", indicou em um comunicado a Anistia Internacional.

O Ministro de Defesa russo Sergei Shoigu afirmou que a operação da Força Aeroespacial ajudou a identificar uma série de falhas no equipamento militar do país, que posteriormente serão corrigidas.


"Ao utilizar o equipamento militar na Síria foi encontrada uma série de falhas de construção e produção", disse o ministro da Defesa durante a cerimônia dedicada à entrega de novos equipamentos ao Exército, habitualmente realizada nesta data.


A operação da Força Aeroespacial russa começou em 30 de setembro do ano passado. Desde então, os militares russos têm avaliado os armamentos em situação real de combate.


No início de outubro, durante uma conferência técnico-militar, Shoigu falou sobre a experiência adquirida na operação: "Foi adquirida experiência prática de tiro de alta precisão de grande alcance a partir de navios e submarinos nas águas dos mares Cáspio e Mediterrâneo.

Os aviões da aviação estratégica usaram pela primeira vez novos mísseis de cruzeiro X-101 com alcance de 4,5 mil quilômetros", afirmou o ministro.



Ele também sublinhou que, em geral, os armamentos russos se mostraram eficazes e seguros nas "condições duras do deserto".

Marinhas dos países-membros da OTAN planejam seguir o avanço dos navios russos no mar Mediterrâneo, o posicionamento na região de um grupo naval coloca em dúvida as intenções da Rússia, disse um representante da Aliança à agência RIA Novosti


"A Rússia tem o direito de atuar em águas internacionais. As marinhas da OTAN planejam observar os navios russos enquanto estes avançam no mar Mediterrâneo", disse o representante da Aliança.


Segundo ele, "neste momento o posicionamento do grupo naval na parte oriental do mar Mediterrâneo não inspira confiança de que a Rússia trabalhe para resolver de forma política o conflito na Síria", disse.



Há que lembrar que um representante da Aliança Atlântica disse na quarta-feira (19) à mídia ocidental que a Rússia enviou todos os navios da Frota do Norte e a parte da Frota do Báltico para reforçar sua campanha na Síria. Ainda antes, a Frota do Norte informou do envio de um grupo de navios para o mar Mediterrâneo.

Entretanto, o presidente da Academia de Problemas Geopolíticos Konstantin Sivkov afirmou que para o mar Mediterrâneo foi enviado o cruzador porta-aviões pesado Admiral Kuznetsov incluído em um grupo de ataque composto por 5-6 navios.

 

Segundo o especialista, a OTAN não tem razão quando diz que os 15 aviões a bordo do cruzador mudarão o equilíbrio de forças na região.



"Estes aviões são sobretudo caças, cerca de quatro MiG-29 e o resto são Su-33 que não estão adaptados para atacar alvos terrestres." "Assim, a chegada dos navios da Frota do Norte ao mar Mediterrâneo não reforçará significativamente as nossas forças militares na Síria.

É mais provável que sejam medidas para prevenir ameaças aéreas potenciais do lado da OTAN", disse Sivkov. Mais cedo, o serviço de relações públicas da Frota do Norte informou que o grupo de navios enviado para o mar Mediterrâneo inclui o porta-aviões Admiral Kuznetsov, o cruzador pesado de mísseis Pyotr Veliky, os navios antissubmarino Severomorsk e Vitse-admiral Kulakov e navios de apoio. Abaixo o Mig 29k variante naval do Mig 29

O chanceler de Malta, George Vella, informou à edição Times of Malta que o seu país não autorizará abastecimento de nenhum dos navios russos.



Porém, o ministro não especificou se a Rússia realmente encaminhou tal solicitação. A chancelaria de Malta informou à agência RIA Novosti que o governo maltês não irá "abastecer quaisquer navios russos que estão no Mediterrâneo".

Anteriormente, o ex-chefe do Estado Maior da Marinha russa, almirante Viktor Kravchenko, informou à agência que o próximo abastecimento dos navios russos, chefiado pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov, poderá ser feito no Mediterrâneo próximo de Malta, com uso de navio-tanque da frota do mar Negro, e comenta não ter solicitado abastecimento em Malta.



Na quarta-feira (26), o Ministério da Defesa russo desmentiu as especulações sobre o possível abastecimento do Admiral Kuznetsov no porto espanhol de Ceuta. Ainda segundo o porta-voz Igor Konashenkov, o ministério não encaminhou solicitação alguma ao governo da Espanha relacionada ao abastecimento do porta-aviões.

Hoje, 30 de outubro, a Rússia festeja o Dia da Fundação da Marinha Nacional que comemora o dia do marinheiro. Neste dia, em 1696, uma ordem do Imperador Russo, Pedro I o Grande, estabeleceu a criação da Marinha. Hoje a Marinha da Rússia conta com mais de 200 navios de combate de superfície.

 

Abaixo veja os melhores dos melhores navios.

 

1 - Cruzador pesado Pyotr Veliky

O cruzador nuclear pesado Pyotr Veliky é o navio-almirante da Frota do Norte da Rússia e o maior navio de guerra movido a energia nuclear. O navio tem por missão neutralizar grupos aéreos inimigos e navios de superfície, bem como alvos terrestres. Pyotr Veliky também deve garantir a defesa complexa antiaérea e antissubmarino. 

2 - Porta-aviões russo Admiral Kuznetsov

O porta-aviões pesado Admiral Kuznetsov foi projetado para atingir grandes alvos de superfície e para defesa contra embarcações do inimigo. O porta-aviões pode transportar 28 aviões e 24 helicópteros. As capacidades do Admiral Kuznetsov permitem usá-lo como veículo da esquadra mediterrânea da Marinha russa. 

3 - Cruzador Lança-Mísseis Moskva

O Cruzador Lança-Mísseis Moskva é o navio-chefe da Frota do Mar Negro. O Moskva é destinado a atingir navios pesados de superfície inimigos, acima de tudo porta-aviões. Ele garante a estabilidade dos grupos navais onde está integrado. Além disso, o Moskva pode realizar a defesa antiaérea de unidades distantes e realizar apoio de fogo das tropas paraquedistas. 

4 - Cruzador Lança-Mísseis Varyag,

O Cruzador Lança-Mísseis Varyag, navio-chefe da Frota do Pacífico, é uma espécie de gêmeo do Moskva. Foi construído segundo o mesmo projeto e tem as mesmas capacidades. O navio alcança uma velocidade de 60 km/h e pode efetuar navegação autônoma por 30 dias.

5 - Destróier Nastoichivy

O Destróier Nastoichivy (classe Sovremenny) é o navio-chefe da Frota do Báltico. Entre as suas atribuições está a supressão de alvos terrestres, defesa antiaérea e anti-navio e combate às tropas paraquedistas inimigas. A classe Sovremenny é a principal classe de navios de guerra da marinha russa.

6 - Navio Costeiro Tatarstan

O navio-chefe da Flotilha do Mar Cáspio, Navio Costeiro Tatarstan, tem capacidade stealth devido ao seu casco ser coberto por uma liga de alumínio e magnésio. O objetivo principal do Tatarstan é a busca e combate de submarinos, navios de superfície, serviço de patrulha, realização de operações de escolta e proteção da zona econômica marítima.


7 - Corveta Soobrazitelny

A Corveta Soobrazitelny, que faz parte da Frota do Báltico, também é considerado um “navio invisível”. A Soobrazitelny foi projetada para ações na zona marítima próxima, combate a navios de superfície e submarinos e também prestação de apoio de artilharia às tropas de desembarque marítimas.

Fonte: Sputniknews 

Cinquenta e cinco anos atrás, a União Soviética detonou uma bomba de 50 megatoneladas em uma ilha desabitada ao norte do Círculo Ártico. Este teste da arma termonuclear mais poderosa já construída pelo homem deu a paridade nuclear à URSS com os EUA.

A moratória proposta por Moscou sobre os ensaios nucleares na União Soviética, nos EUA e na Grã-Bretanha, em vigor desde 1958, tinha deixado a URSS muito atrasada em relação EUA no que tange aos arsenais nucleares. Até 1960, os norte-americanos tinham usado a moratória para aumentar o número de suas ogivas nucleares e termonucleares de 7.500 em 1958 para 18.600. 

Em julho de 1961, Nikita Khrushchev decidiu revogar a moratória e começar a elaborar armas termonucleares superpoderosas para restaurar a paridade nuclear com os EUA. Ele também anunciou a necessidade de construir uma bomba de hidrogênio de 100 megatoneladas como meio de fazer os norte-americanos chegar a acordo. 

Tsar Bomba 

Uma equipe de quatro físicos nucleares foi encarregada de projetar e construir um dispositivo termonuclear em apenas 15 semanas.  Oficialmente designada como a bomba de hidrogênio AN602, a "Tsar Bomba" tinha três estágios: a reação de fissão principal era utilizada para iniciar a reação secundária que, por sua vez, iniciava a reação da terceira fase.

Às 9:00 de 30 de outubro de 1961, um bombardeiro estratégico Tu-95-202 especialmente modificado transportando a bomba e um avião-laboratório Tu-16A decolaram rumo ao arquipélago Novaya Zemlya no Oceano Glacial Ártico (coordenadas 73.850021, 54.500075)

Com 27 toneladas, a "Tsar Bomba" pesava quase tanto como o Tu-95 que a transportava e era tão grande que a tripulação teve de modificar algumas partes do avião, a fim de instalá-la. Abaixo foto real do Tu-95 transportando.


Às 11:30 o dispositivo explosivo foi lançado de paraquedas à altitude 10.500 metros. O paraquedas era necessário para que a bomba levasse algum tempo a cair e as aeronaves pudessem deixar a área – tiveram rigorosamente 188 segundos para o fazer. A bomba explodiu a uma altitude de 4.200 metros. A explosão sem precedentes deveria atingir uma potência de 51,5 megatoneladas. Na realidade, o seu poder foi estimado em entre 57 e 58,6 megatoneladas. Abaixo foto real durante lançamento da Tsar Bomba feita a partir de um Tu-16A.



A bola de fogo da explosão atingiu 4,6 quilômetros de diâmetro e era visível a uma distância de 1.000 quilômetros, apesar das nuvens densas. A nuvem radioativa levantou-se a quase 70 quilômetros e tinha um diâmetro de 95 quilômetros. Abaixo exemplo de raio de destruição se a Tsar Bomba fosse lançada sobre o Reino Unido.


Por cerca de uma hora depois da explosão, foram observadas distorções do sinal de rádio na distância de centenas de quilômetros do epicentro devido à ionização da atmosfera. A onda de choque circulou o planeta três vezes. 

 

Rescaldo 
Embora a "Tsar Bomba" nunca pretendesse entrar em serviço ativo, a sua criação confirmou a capacidade nuclear da União Soviética.  Foi com essa percepção em mente que os Estados Unidos pararam de aumentar o seu arsenal nuclear e assinaram um tratado que proibiu testes nucleares na atmosfera, no espaço exterior e subaquático.

O documento foi assinado pela União Soviética, os Estados Unidos e o Reino Unido.  Desta forma, o evento de 30 de outubro de 1969, o teste da bomba de hidrogênio soviética, jogou assim um papel crucial na obtenção da paridade nuclear entre a União Soviética e os Estados Unidos e na prevenção de uma guerra nuclear. Abaixo, chegada da replica da "Tsar Bomba"  para ser exibida em Moscou. 

   

Espero que todas fiquem em um museus, mostrando a estupidez humana.

Agora poderia ser a maior bomba,  mas daí a atingir um grande centro tal como Paris ou Londres a partir de de um Bear já era um pouco de delírio dos soviéticos. 

Veja as datas mais marcantes nas negociações sobre desarmamento entre Estados Unidos (EUA) e União Soviética (URSS) e, posteriormente, Rússia.

25 de maio de 1972: URSS e EUA firmam o Tratado Antimísseis Balísticos, que impede o lançamento de armas nucleares no espaço e limita os sistemas antimísseis.

26 de maio de 1972: URSS e EUA firmam o tratado Salt-1, que limita pela primeira vez o número de armas estratégicas intercontinentais com mais de 5 mil quilômetros.

18 de junho de 1979: Assinado o tratado Salt-2, que fixa limite de 2.400 mísseis e bombardeiros estratégicos para cada país.

Agosto de 1982: Começam as conversações sobre o Start com o objetivo de reduzir as armas nucleares, e não apenas limitá-las, como haviam feito o Salt-1 e o Salt-2.

8 de dezembro de 1987: Os então presidentes soviético, Mikhail Gorbachov, e americano, Ronald Reagan, firmam em Washington o tratado de eliminação de mísseis nucleares de médio e curto alcance, primeiro acordo para reduzir arsenais nucleares, que conduziu à eliminação, em 1991, de todos os mísseis balísticos e de cruzeiro de médio e curto alcance de ambos os países.

19 de novembro de 1990: Vinte e oito países da Europa, liderados por URSS e EUA, firmam em Paris o Tratado de Forças Armadas Convencionais na Europa (Face) com o objetivo de equilibrar na Europa as forças convencionais dos dois blocos militares no nível mais baixo possível. Entrou em vigor em 9 de novembro de 1992.

31 de julho de 1991: Os então presidentes dos EUA, George Bush, e da URSS, Mikhail Gorbachov, firmam em Moscou o Tratado de Redução de Armas Nucleares Estratégicas (Start-I). Este acordo obriga os dois países a reduzirem seus arsenais de 10 mil a 6 mil ogivas nucleares, e seus bombardeiros e mísseis balísticos a 1.600. Afeta também mísseis balísticos intercontinentais com base terrestre, mísseis balísticos com base em submarinos e bombardeiros pesados.

3 de janeiro de 1993: Assinado o Start-II, que limita as ogivas nucleares de cada país a 3.500, para EUA, e 3.00, para Rússia, até o ano de 2007. Ademais, autoriza a testar e lançar sistemas defensivos antibalísticos frente a um ataque.

5 de dezembro de 1994: Entra em vigor o Start-I.

14 de abril de 2000: Rússia ratifica o tratado Start-II. EUA não chegaram a fazê-lo.

12 de dezembro de 2001: EUA anunciam que abandonarão o Tratado Antimísseis Balísticos para desenvolver seu projeto de escudo antimísseis.

14 de junho de 2002: Rússia abandona o tratado de desarmamento nuclear Start-II em resposta à saída dos EUA do Tratado Antimísseis Balísticos, que expirou no dia anterior.

24 de maio de 2002: Rússia e EUA assinam em Moscou o Tratado sobre reduções de Armamento Estratégico Ofensivo, que estabeleceu um corte de seus arsenais nucleares a um teto de 1.700-2.200 ogivas para cada país, o que superou o que estava previsto no Start-II.

14 de junho de 2007: Rússia suspende a aplicação do Tratado de Forças Armadas Convencionais na Europa, em resposta aos planos dos EUA de alocar parte de seu escudo antimísseis na Europa Oriental.

 

19 de maio de 2009: Rússia e EUA iniciam negociações para um novo acordo de desarmamento nuclear em substituição ao Start de 1991, que venceria em dezembro.

5 de dezembro de 2009: O tratado Start-I expira sem que EUA e Rússia tenham firmado um novo texto para substituí-lo. O presidente americano, Barack Obama, e seu homólogo russo, Dmitri Medvedev, emitem um comunicado em que se comprometem a chegar a um novo acordo.

26 de março de 2010: Obama e Medvedev se comprometem a firmar o tratado nesta quinta-feira. O novo acordo reduzirá as ogivas a 1.550 para cada país.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/...027015#ixzz4Ofl1jerd
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O Beriev A-100 é uma aeronave de nova geração de Alerta Aéreo Antecipado e Controle (AWACS) construída na Rússia que vai ultrapassar seus rivais, informou na sexta-feira (02) o Ministro da Defesa do país Sergei Shoigu.


Está previsto que o modelo A-100 substitua o Beriev A-50 usado pela Força Aérea russa e faça seu primeiro voo em 2017. Segundo o ministro, o avião será capaz de acompanhar a situação no solo, no mar e no ar. Abaixo Beriev A-50

"As características do sistema de aviação A-100 são superiores às dos seus análogos estrangeiros. Suas capacidades de inteligência lhe permitirão detectar novos tipos de alvos e realizar o guiamento de aviões de combate", anunciou o ministro.



O avião é construído em torno de uma unidade de radar multilateral, capaz de detectar aviões de combate do inimigo a uma distância de até 600 quilômetros e alvos de superfície até 400 km. 

O Radar aerotransportado de alerta precoce A-100 e plano de controle (AWACS) também usa eletrônica embarcada para bloquear radar inimigo e comunicações e é aí que ele difere do seu homólogo norte-americano.



A quinta geração do F-22 Raptors não pode atacar sem o apoio AWACS. Para ficar invisível, eles atacam com seu radar desligado, confiando inteiramente na segmentação dados fornecidos pelo "olho voador", que tem que voar a cerca de 400 quilômetros da área de combate. Tendo nenhum meio de "camuflagem" eletrônica o "radar voador" pode ser presa fácil a armas de defesa aérea do inimigo, acima de tudo por mísseis russos de longo alcance de S-400 (abaixo).

Em contraste, o sistema de defesa do bordo do A-100 não interfere com o trabalho de seu radar.



O A-100, já apelidado de "Cogumelo Voador" devido à cúpula radar rotativa distintivo acima da fuselagem, é um upgrade do seu A-50 predecessor, que voou pela primeira vez em 1978 e entrou em serviço em 1984.

Características gerais - A maioria das figuras são para o Il-476.

  • Comprimento: 46,59 m (152 pés 10 pol)
  • Envergadura : 50,5 m (165 ft 8 in)
  • Altura: 14.76 m (48 ft 5 in)
  • Área da asa: 300,0 m² (3,229.2 ft²)
  • Powerplant : 4 × Aviadvigatel PS-90-76 turbofans , 142 kN (32.000 lbf ) ou 14.500 kgf [4] cada
  • Velocidade máxima : 900 km / h (490 kt, 560 mph) Mach 0,82 dependendo da altitude

 

A decisão de enviar tropas adicionais ao Leste da Europa mostrou que a aliança prepara o reforço mais ambicioso das forças armadas na Europa desde os tempos da Guerra Fria, escreve a edição norueguesa Steigan blogger.



Os países-membros da OTAN vão colocar 4 mil de soldados perto das fronteiras russas, aos quais, em caso de emergência se juntarão as forças de reação rápida, que contam com 40 mil homens, escreve o autor do artigo.



Com o apoio de unidades da França e Dinamarca, o Reino Unido enviará para a Estônia 800 soldados completamente equipados. Além disso, pela primeira vez desde a queda do regime nazista, a Alemanha também se comprometeu a enviar forças militares à fronteira com a Rússia. Simultaneamente, foi tomada a decisão sobre a instalação de 330 soldados dos EUA na Noruega, país que nunca participou em eventos deste tipo, mesmo em momentos mais tensos da Guerra Fria.



As autoridades da aliança não se cansam de repetir que "o ataque a qualquer membro da aliança será considerado como um ataque contra todos os aliados". No entanto, não fica claro de que tipo de "ataque" se trata.



Não há absolutamente nenhum sinal de que a Rússia se esteja preparando para um confronto armado com algum país vizinho. Como resultado, as "medidas de defesa" se transformam em escalada por parte da OTAN, que acaba fomentando a guerra e desestabilizando a Europa, observa o autor do artigo.

No entanto, há aqueles para quem esta mobilização de forças contra o "inimigo" pode ser benéfico. Os militares estimulam a indústria militar e isto é um meio eficaz de conter os ânimos de oposição dentro dos países. Em uma situação em que a Europa está atolada em numerosos problemas econômicos e políticos, os planos da OTAN vêm mesmo a calhar, conclui edição norueguesa Steigan blogger.

Há algo podre no ar todos estão falando de uma guerra iminente com a Rússia, provavelmente fruto do problema que já estamos tendo no oriente médio, mas principlamente com a Ucrãnia pode nos levar a uma guerra sem precedentes na história,  há rumores de que os russos já estejam até estocando alimentos

O equilíbrio de tropas na fronteira noroeste da Rússia pelo gráfico Bloomberg, que está sendo amplamente compartilhado nas redes sociais por jornalistas e escritores da NATO (abaixo) 

Ele pretende mostrar que a Rússia está a ser "agressiva", propondo novos números dos batalhões ao longo de suas fronteiras ocidentais. Se a informação é exata, isso significa cerca de 30.000 soldados divididos em três divisões.


Ao mesmo tempo, a OTAN quer enviar 4.000 soldados, em sua maioria americanos e britânicos, para os Estados Bálticos e Polônia. Este gráfico está sendo usado como uma ferramenta de propaganda para fazer parecer que 4.000 pessoas "defensivas" da OTAN estão enfrentando 30.000 "agressivos" russos.

A verdade é completamente diferente.

As unidades russas serão posicionadas exclusivamente no território soberano da Rússia. O conceito é de um país em manutenção das forças armadas no seu próprio solo

Além disso, os números são completamente deturpados. Como o video abaixo mostra, com números oficiais dos exercícios da OTAN, é a Rússia, que está em desvantagem.   

O exército iraquiano e as Forças de Mobilização Popular do Iraque (FMP) descobriram uma série de mísseis fabricados nos EUA em uma posição de combate do grupo terrorista Daesh a sul da cidade iraquiana de Mossul, informou a mídia local.



As informações surgiram depois de o primeiro grupo das forças governamentais ter aberto caminho até à parte sul de Mossul na segunda-feira (31). Segundo as fontes, "vários mísseis norte-americanos foram achados na região de Al Shura situada a sul de Mossul".  Anteriormente, em várias ocasiões o exército iraquiano e as FMP já tinha encontrado mísseis fabricados nos EUA na província de Al-Anbar.



Os responsáveis oficiais locais afirmam que essas armas foram enviadas em um avião da coalizão internacional liderada pelos EUA para o Daesh na província de Al-Anbar.



Representantes das forças de segurança do Iraque informaram que nos últimos dois dias o Daesh tem enviado equipamentos militares fabricados nos EUA para a região de Tal Afar para repelir o ataque das FMP.



Uma fonte da mídia árabe, que cita um representante oficial dos serviços de segurança iraquianos, revelou que "os terroristas do Daesh enviaram mísseis antitanque TOW norte-americanos para Tal Afar", indicando que "o Daesh se está preparando para uma guerra prolongada".

Ainda em agosto de 2015, um responsável da inteligência iraquiana revelou que helicópteros dos EUA largavam armas e outros meios para os terroristas do Daesh na província ocidental de Al-Anbar, acrescentando que esses helicópteros podiam ter sido enviados a partir da Turquia ou Israel.



O oficial revelou que, além disso, os helicópteros transportavam líderes do Daesh e feridos para hospitais na Síria e em outros países que apoiam o grupo terrorista.



Outro caso ocorreu em março de 2015, quando um grupo das Forças de Mobilização Popular do Iraque (denominadas Al-Hashad Al-Shabi) abateu um helicóptero do Exército dos EUA que levava a bordo armas para o Daesh nas áreas ocidentais da região de Al-Baghdadi, na província de Al-Anbar. Entretanto, o legislador al-Zameli revelou em fevereiro de 2015 que o exército iraquiano abateu dois aviões britânicos que levavam armas para o Daesh. Segundo ele, o parlamento do Iraque tem acesso às imagens de ambos os aviões.

REZENDE posted:

Há algo podre no ar todos estão falando de uma guerra iminente com a Rússia, provavelmente fruto do problema que já estamos tendo no oriente médio, mas principlamente com a Ucrãnia pode nos levar a uma guerra sem precedentes na história,  há rumores de que os russos já estejam até estocando alimentos

Rezende, não há nada na movimentação de tropas que sugira que a Rússia esteja planejamento ou que tenha interesse em atacar qualquer país vizinho, muito ao contrario, reposiciona suas tropas para armar defesas dentro de eu território. Esta é uma escalada agressiva unilateral pela NATO, e este crescente perigo de guerra, ajuda a desestabilizar ainda mais a Europa.

Os preparativos de guerra são bom para a indústria de armas, e a mídia servil ajuda da melhor forma possível.

Abs

Castro

Os líderes do grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico) supostamente ordenaram seus combatentes a abandonar a cidade de Mossul, no Iraque, depois de tê-la tido sob seu controle por mais de dois anos. A ordem, segundo relatam meios de comunicação locais, é seguir em direção à Síria.



De acordo a imprensa local citada pela RT, os terroristas teriam recebido ordens de seus superiores para abandonar os postos às margens do rio Tigre, que passa pela cidade, e a rumarem para a Síria.

Segundo as mesmas fontes, os recentes sucessos da operação militar das forças do governo iraquiano em Mossul "fez um estrago no moral dos terroristas", além de ter dado um raio de esperança para o povo da cidade iraquiana que, após mais de dois anos "volta a se sentir livre".


A operação militar terrestre para libertar Mossul das garras do Daesh começou na manhã de 17 de outubro, em campanha que uniu as forças do Exército do Iraque, os combatentes curdos Peshmerga, milícias xiitas e o apoio da coalizão aérea liderada pelos EUA.

Em 31 de outubro, várias unidades de forças especiais antiterroristas iraquianas, apoiadas por veículos blindados e tanques Abrams e T-72, lançaram uma ofensiva sobre a cidade a partir do leste. Hoje, as tropas do governo conseguiram entrar em Mossul e, em meio a confrontos, seguiram em direção ao "coração do califado" terrorista.


Não é preciso estar apaixonado pela personalidade do líder russo Vladimir Putin para entender que tem sido cada vez mais fácil para políticos do Ocidente culparem a Rússia do que considerar os verdadeiros das crises atuais, afirma a revista britânica Spiked.



"Muitas pessoas parecem sentir-se perfeitamente confortáveis com esta animosidade contra a Rússia” – destaca colunista britânico Tim Black.  Como exemplo, ele cita a cidade síria de Aleppo e argumenta, que, para muitos políticos ocidentais é vantajoso colocar a culpa na Rússia para assumir o papel de "defensores da paz".

Ao mesmo tempo, segundo ele, o Ocidente faz vista grossa à sua própria cumplicidade na destruição da Síria, ao seu “desejo ignorante" de derrubar o presidente Bashar Assad e de apoiar os jihadistas, e isso sem mencionar o seu próprio bombardeio à Síria e ao Iraque ao longo de anos.



Para Tom Black, o mesmo aconteceu durante os Jogos Olímpicos no Rio, quando a mídia deu um destaque muito maior ao “sistema estatal de doping” da Rússia do que jamais foi dado a outros escândalos de corrupção no mundo dos esportes, como foi o “caso de Lance Armstrong, da empresa BALCO e dos ciclistas britânicos”, entre outros mencionados pelo autor.



Em seguida, o artigo denuncia as incitação para uma nova Guerra Fria, com destaque para as acusações apresentadas à Rússia com relação ao seu suposto envolvimento em ataques cibernéticos contra o sistema eleitoral dos EUA. “Não é preciso ser um estudante de relações internacionais para se dar conta de que a indignação pela interferência da Rússia – segundo os EUA – nas eleições americanas é um pouco exagerada, levando em conta que os próprios EUA interviram por décadas em assuntos democráticos de outras nações” –  explica o Tim Black.



Na sua opinião, as tentativas de apresentar a Rússia como “um problema ameaçador” ou “uma potência militar a ser detida” são totalmente equivocadas. Segundo ele, as ações de Moscou “podem parecer bruscas”, mas se dão em resposta a ações de ouros países: “a Rússia não procura se expandir, mas se preservar”. 


O sonho de recriar um tipo de Império russo não de Putin, mas sim de alguns políticos ocidentais que sentem falta de “‘certezas’ associadas à época da Guerra Fria”, defende o artigo. “O problema aqui não está na Rússia, mas na imagem da Rússia que se instala na mente coletiva do Ocidente.

Isso alimenta as tensões já existentes e potencialmente converte disputas negociáveis em conflitos abertos” – escreve Tim Black. “A Rússia não é o inimigo mortal do Ocidente, mas a admissibilidade de sentimentos anti-russos é tão notável”, que evoca suspeitas com relação ao real motivo disso tudo, conclui o autor.

A guerra civil na Síria obrigou as autoridades daquele país a ressuscitar os antigos morteiros superpotentes M-240 para utiliza-los novamente em combate.

 

Produzido pela primeira vez na distante década de 1950, este modelo de morteiro de 240 milímetros pesa mais de 4 toneladas e precisa de 11 pessoas para ser operado.


Para ser carregado, seu canhão precisa ser colocado em posição horizontal. O equipamento é capaz de disparar até um projétil por minuto.



Na Rússia, esse tipo de morteiro foi substituído há anos pelo modelo 2S4 Tyulpan. Atualmente, o М-240 "образца" é utilizado somente no Iraque e na Síria. Abaixo o Morteiro Autopropulsado Russo 2S4 Tyulpan de 240mm

Morteiro russo Autopropulsado 2S4 Tyulpan de 240mm

A sua concepção é baseada no veículo GMZ que leva montado externamente um canhão M-240 de 240 milímetros sobre a parte traseira do casco.

A tripulação é composta por quatro homens, mas cinco extras são necessários para operar o 2S4 Tyulpan. Este tem um alcance de 9.650 m, mas com uma munição é possível chegar a 20.000 m.

Devido ao grande tamanho da arma e o peso da munição (130 kg para um projétil padrão) que tem uma velocidade lenta de fogo: uma volta por minuto. Além das altas bombas explosivas, ele pode disparar armas químicas e nucleares. Ele também pode acionar o "Smel'chak" ( "Demolidor"), uma ronda guiada por laser.

O Tyulpan é atualmente o 2S4 Tyulpan é o mais pesado Morteiro Autopropulsado entre qualquer país.

 

Especificações
Peso30 toneladas
Comprimento8,5 m (27 ft 11 in)
Largura3,2 m (10 ft 6 in)
Altura3,2 m (10 ft 6 in)
Equipe técnica9

Armadura20 milímetros máx.
principal
armamento
240 mm (9,4 polegadas) de argamassa
secundária
armamento
7,62 milímetros PKT metralhadora
MotorV59 V-12 com refrigeração líquidadiesel
520 cv (387,76 kW)
Potência / peso17 HP / tonelada
SuspensãoBarra de torção
operacional
gama
420 km (260 mi) na estrada
Velocidade62 km / h (39 mph)

A Base de submarinos Projeto 825 GTS (ou K-825), é uma base subterrânea secreta de submarinos nucleares russos em Balaklava (perto de Sevastopol, Crimeia). A instalação militar foi construída entre 1953-1961 durante a Guerra Fria, e atualmente é um museu aberto a visitação. 

base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia Photo 1

Um dos principais monumentos é uma construção subterrânea antes classificada como Base de submarinos nucleares que estava operacional até 1993. A base era dita como virtualmente indestrutível e projetada para resistir até um impacto atômico.

base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia foto 6

Durante seu período de existência, Balaclava era uma das áreas residenciais mais secretas da União Soviética. Quase toda a população de Balaclava durante certo tempo trabalhava nessa base militar e mesmo familiares dos moradores não podiam visitar a cidade sem uma muito boa razão e as devidas autorizações.

 

A base se manteve operacional depois do colapso da União Soviética em 1991. Somente em 1993 começou a desativação da instalação militar com remoção das ogivas atômicas e torpedos de baixo calibre.

base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia foto 7

Em 1996, o último submarino da Rússia deixou a base, a qual está aberta para o público com “tours” guiados pelo sistema de canais, base e o pequeno museu, que fica abrigado no antigo depósito de munições situado no ponto mais profundo da colina. 

 

A base secreta projeto 825 GTS, é uma construção que possui defesa anti-nuclear da primeira categoria (proteção contra impacto direto de bomba nuclear de 100 kt), que inclui canais subterrâneos de água com uma doca seca, oficinas, armazéns de combustível, arsenal de torpedos, bombas e misseis nucleares.

base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia Foto 19

A base está localizada nas Montanhas de Tavros  em ambos os lados do qual existem duas saídas.  Coordenadas 44.500966, 33.596447

base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia foto 2

O projeto 825 GTS foi construído para esconder, reparação e manutenção de submarinos projetos 613th e 633rd, bem como para o armazenamento de munições para estes submarinos. O canal da instalação (comprimento de 602 metros) poderia acomodar sete submarinos.

base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia foto 3base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia Photo 4base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia foto 5

Cerca de 120 mil toneladas de pedras foram removidas durante a construção. A remoção foi feita durante a noite em barcaças em condições de completo sigilo.

base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia foto 8

O complexo também inclui a reparação e base técnica (objeto 820), projetado para o armazenamento e manutenção de armas nucleares. A temperatura no interior da base é cerca de 15 graus.

base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia foto 9base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia foto 10base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia foto 11base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia foto 12base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia Photo 13base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia foto 14base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia foto 15base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia Photo 16base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia Photo 17base submarina subterrânea em Balaklava, Crimeia, Ucrânia Foto 18Abaixo fotos da desativação da base.

vonpaulus posted:

Produzidos pela Mikro-Mir em 1/35. Pelo tamanho o objeto verde em uma das fotos não é um torpedo, mas um veículo. O Triton aparece no vídeo.
Grato por compartilhar.

 

Vonpaulus, também achei interessante o Triton. Outro dia comentei sobre o submarino nuclear Podmoskovie, que é portador de submarinos como Project 865 Piranha, predecessor do Triton.

Abs

Castro

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