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Pela segunda vez no dia, caças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) se aproximaram do avião em que viaja o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, na região do Báltico. 

 
Mais cedo, um F-16 da aliança militar já tinha tentado escoltar a aeronave, mas foi forçado a abandonar a área por um Sukhoi Su-27 das Forças Armadas da Rússia.  
O incidente se deu sobre águas neutras do Báltico, durante viagem do ministro russo à província de Kaliningrado, pertencente à Rússia, para discutir com autoridades locais planos de segurança estratégica. Abaixo montagem com os dois caças.

As fragatas Admiral Essen e Admiral Grigorovich e o submarino Krasnodar realizaram lançamentos de seis mísseis de cruzeiro Kalibr contra alvos do grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia) na província síria de Hama.

O lançamento foi efetuado a partir da parte oriental do mar Mediterrâneo, segundo um comunicado divulgado pelo Ministério da Defesa russo.

Os militares russos garantem que os mísseis destruíram pontos de comando e depósitos de armas. Posteriormente, aviões da Força Aérea russa eliminaram o resto dos militantes e a infraestrutura do Daesh na área.

O Ministério da Defesa também destaca que os comados da Turquia e Israel foram avisados sobre o ataque.

Rússia desenvolverá novo avião ligeiro de AWACS

O Ministério da Defesa da Rússia está elaborando o projeto para criar um novo avião-radar de classe ligeira, comunicou aos jornalistas o vice-chefe do ministério, Yury Borisov.

Nesta sexta feira (23), o vice-ministro visitou a fábrica de aviões russa Beriev, que produz a aeronave-radar Beriev A-100 Premier.

"Acho que vamos encarregar a nossa indústria de produzir um complexo de aviação deste tipo na base de uma aeronave ligeira de transporte. Pelo menos, no mundo já existem aeronaves semelhantes", disse Borisov. Abaixo Avião-radar russo A-100 ultrapassa seu concorrente norte-americano AWACS

Avião-radar russo A-50O A-100 Premier é uma nova geração de aeronaves de alerta e controle de radar projetadas para rastrear alvos aéreos, incluindo caças furtivos F-22 e F-35, e navios de superfície, bem como alertar os centros de comando sobre desenvolvimentos no céu ou no mar.

O A-100, apelidado de "cogumelo voador" devido à característica cúpula de radar rotativa por cima da fuselagem, é uma atualização do seu antecessor A-50 (abaixo), que se estreou em 1978 e entrou em serviço em 1984.

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Su-35S: Resposta russa ao F-22 dos EUA

O exército russo receberá, até o final de 2017, o mais moderno caça o mais recente caça super manobrável de geração 4++ Su-35S, já testado em combate na Síria.

Esse avião é considerado uma resposta da Rússia aos caças F-22 Raptor, dos Estados Unidos, e é o último nível da evolução dos aviões militares Su-27 antes da chegada das aeronaves da quinta geração.

Modelo transitório

Na prática o Su-35 é quase uma cópia do futuro caça de quinta geração russo conhecido como T-50 ou PAK FA, que só deve entrar em operação no final da década."O Su-35S e o T-50 têm um cockpit digital sem dispositivos analógicos", diz o professor da Academia das Ciências Militares, Vadim Koziulin.

O Su-35S é capaz de transportar até oito toneladas métricas de mísseis ar-ar e ar-superfície. Foto: ReutersO acionamento hidráulico do motor foi substituído por sistemas de acionamento elétrico, o que, segundo engenheiros, permitirá não apenas economizar espaço e diminuir o peso do avião, mas também controlar a aeronave remotamente.

A vida útil do Su-35S é de aproximadamente 30 anos. A aeronave vai reforçar o Exército enquanto a Força Aérea não incorporar o caça de quinta geração T-50 à sua frota. Abaixo T-50

"Na prática, isso significa que o papel do piloto é reduzido. O computador determina a velocidade, a rota e o momento para iniciar ataques contra o inimigo. Além disso, o avião é capaz de voar de forma autônoma a baixa altitude. Os sistemas eletrônicos monitoram o uso de armamento pelo piloto”, diz Koziulin.

O Su-35S é equipado com o moderno sistema de radares Irbis que pode detectar alvos aéreos a uma distância de até 400 km, rastrear até 30 alvos de uma só vez, atacar oito alvos ao mesmo tempo e detectar e rastrear até quatro alvos terrestres simultaneamente. Já o alcance do radar instalado no F-22 é de 300 km.

"Em geral, o Irbis é quase semelhante ao radar dos caças americanos F-22. O radar russo pode detectar um porta-aviões a uma distancia de até 400 km, uma ponte ferroviária a 150-200 km, um barco a 100-120 km e sistemas de mísseis táticos ou grupos de tanques e blindados a 60-70 km", diz Koziúlin.

Fonte: Rossiyskaia GazetaO avião também traz um sistema de localização autônomo que permite localizar a aeronave e determinar seus parâmetros de voo na ausência de sistemas de localização por satélite (como Glonass e GPS) e comunicação com os serviços terrestres.

O Su-35S é capaz de transportar até oito toneladas métricas de mísseis ar-ar e ar-superfície, além de efetuar disparos a uma distância fora da zona de cobertura dos sistemas de defesa aérea de potenciais adversários.

O que falta para criar o avião da quinta geração

Segundo o vice-ministro da Defesa russo, Iúlia Borísova, o T-50 receberá o novo motor que é o principal requisito para um avião da quinta geração.

Esse motor permitirá alcançar velocidade supersônica sem o uso da pós-combustão.

O Su-35S pode alcançar velocidade supersônica apenas graças à pós-combustão, por um período limitado.

Armamento do Su-35

Mísseis ar-ar:

  • 8 mísseis R-27ER1
  • 4 mísseis R-27ET1
  • 4 mísseis R-27EP1
  • Até 12 mísseis RVV-AE
  • 6 mísseis de curto alcance R-73E

Mísseis ar-terra:
  • 6 mísseis táticos X-29TE ou X-29L
  • 6 mísseis anti-navio X-31A e X-31P
  • 5 novos mísseis antinavio de longo alcance x-59MK
  • 5 mísseis antirradar X-58UShE
  • 3 mísseis de longo alcance Kalibr-A
  • 1 míssil antinavio pesado de longo alcance Iákhont

Bombas guiadas:
  • Até 8 bombas guiadas KAB-500KR com sistema de orientação por vídeo ou até 8 bombas KAB-500S-E com sistema de orientação por satélite
  • 3 bombas KAB-1500KR ou KAB-1500L com sistema de orientação por laser ou video.

Porta-aviões HMS Queen Elizabeth se lança ao mar em meio à ameaça que a Russa está se preparando para conquistar o novo Super-Porta-aviões.

Depois de oito anos, o mais novo porta-aviões da Royal Navy deve embarcar no estaleiro Rosyth, onde foi construído.

O maior navio de guerra já construído no Reino Unido deve navegar pela primeira vez hoje. 

A sua construção - juntamente com o navio irmão HMS Prince Of Wales - é o mais caro na história da Royal Navy. Especialistas acreditam que o avião espião Tu-214R (abaixo) está a coletar dados do porta-aviões da Royal Navy.

HMS Queen Elizabeth, o novo porta-aviões da Royal Navy, deixará sua doca na Escócia ao redor da hora do almoço (local) para começar dois anos de testes no mar.

Ela recebeu o nome de Elizabeth o primeiro e é o segundo navio a levar o nome - o primeiro foi um navio de guerra da Primeira Guerra Mundial.

Mais de 700 tripulantes estão a bordo, dos marinheiros aos engenheiros de aeronaves. O membro da tripulação mais antigo é tem 58 anos e o mais novo 17, embora a idade média seja no início dos anos vinte. 

Os transportadores (Porta-aviões), juntamente com o programa nuclear Trident (abaixo), representam uma grande parte do orçamento de defesa. Os críticos dentro dos militares reclamam que tais projetos de alto perfil foram à custa de navios de superfície, soldados e da força aérea. Eles também questionam se os porta-aviões são anacrônicos e vulneráveis a ataques de mísseis cada vez mais sofisticados.

Perguntado pelo Jornal "Guardian" se o transportador é um elefante branco, Kyd sem surpresa, discordou. "Esses recursos lhe dão uma presença global, um soco grave, em qualquer lugar que você quiser, com aviso prévio", disse ele. "Eu acho que é um investimento bastante bom em £ 6 bilhões. Dentro de 50 anos, vamos olhar para trás e dizer que foi um valor extremamente bom e eles serão usados muito ".

Cada transportadora pode armazenar 36 aviões e quatro helicópteros. A marinha espera ter 24 F-35s em 2023 e mais 24 até 2025. Além disso, os fuzileiros navais dos EUA irão voar seus próprios F-35 para fora das transportadoras, embora o número ainda esteja em discussão.

O transportador tem uma tripulação de cerca de 700, o que teoricamente pode diminuir dependendo da quantidade de aviões a bordo. Um dos maiores medos é do fogo e, para contrariar isso, tem 750 portas que podem selar compartimentos.

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Curso militar de superação de obstáculos psicológicos

Treinar soldados a ser não só o corpo, mas também o espírito. Em áreas de hostilidades, os psicólogos dizem, o medo pode assumir não só sobre os recém-chegados, mas também ao longo militar experiente. Portanto, a estabilidade psicológica - apenas um fator tão importante, bem como o treinamento físico.

Igualzinho no EB !! 

Só que não...

Jet 

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Curso militar de superação de obstáculos psicológicos

Treinar soldados a ser não só o corpo, mas também o espírito. Em áreas de hostilidades, os psicólogos dizem, o medo pode assumir não só sobre os recém-chegados, mas também ao longo militar experiente. Portanto, a estabilidade psicológica - apenas um fator tão importante, bem como o treinamento físico.

Igualzinho no EB !! 

Só que não...

Jet 

O EB está anos-luz atrasado em quase tudo.

Rússia moderniza seu parque de aviões e desenvolve novos caças-interceptores

A corporação russa MiG está modernizando seu parque de caças-interceptores MiG-31 e, ao mesmo tempo, está desenvolvendo um substituto para esse avião, declarou o diretor-geral da empresa Ilia Tarasenko.

"Nós dividimos o nosso negócio em várias partes. A primeira é a modernização dos aviões já fornecidos aos clientes. Ou seja, podemos modernizá-los de um modo que permita aproximar suas caraterísticas às das aeronaves de quinta geração. Simultaneamente, vamos trabalhar nos projetos já existentes do MiG-29 e MiG-35", explicou Tarasenko ao jornal Kommersant.

"A segunda parte", segundo afirma o presidente da corporação, "é o sistema de aviação perspectivo capaz de interceptar alvos a longa distância."

O diretor sublinhou que atualmente a empresa também atraiu outros parceiros para realizar esse projeto. Quanto ao prazo da modernização do parque dos aviões MiG-31, o chefe da empresa sublinhou que eles têm "um contrato em curso que estamos realizando com êxito".

No entanto, Ilia Tarasenko não informou sobre outros detalhes do projeto, mas apontou que, quando o MiG-31 precisar de uma nova modernização, o sistema de aviação para interceptar alvos a longa distância deverá estar pronto para ser usado.

O MiG-31 é um caça-interceptor supersônico destinado a interceptar e destruir múltiplos alvos aéreos em altitudes baixas e médias a longa distância. O avião entrou em funcionamento em 1980 e sua produção em massa se prolongou até 1994.

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Militar revela próxima modernização da Marinha Russa

Nesta quarta-feira (28), o vice-comandante da Marinha russa, almirante Viktor Bursuk, afirmou aos jornalistas que a Marinha russa, apesar de planejar construir um porta-aviões completamente novo, vai também modernizar o poderoso navio russo Admiral Kuznetsov.

"A Marinha da Rússia vai construir um porta-aviões. O centro Krylov já nos apresentou uma maquete, sendo que também se estão desenvolvendo outros projetos", afirmou Bursuk durante uma coletiva de imprensa em São Petersburgo.

Hoje em dia, a Marinha russa possui apenas um porta-aviões, o Admiral Kuznetsov, construído em 1991, que, por sua vez, também será submetido a uma modernização.

"No próximo ano, em 2018, começaremos a modernização do porta-aviões Admiral Kuznetsov. Ainda não foi escolhida a empresa que a vai efetuar, mas já se pode dizer que será [uma das empresas do estaleiro russo] United Shipbuilding Corporation [Corporação Unida de Construção Naval]", detalhou.

Mais cedo, o vice-presidente da Corporação Unida de Construção Naval, Igor Ponomarev, afirmou à Sputnik que, após a reparação, o Admiral Kuznetsov iria permanecer operacional na Marinha russa por ao menos mais 20 anos.

Desde 8 de novembro de 2016 e até fevereiro de 2017, o grupo aeronaval russo composto pelo Admiral Kuznetsov, pelo cruzador Pyotr Veliky,pelos destróieres antissubmarino Vitse-Admiral Kulakov e Severomorsk, por navios de apoio e mais de 40 aviões e helicópteros, cumpriu missões militares de combate ao terrorismo na Síria.

Durante os dois meses da operação, os pilotos da aviação embarcada efetuaram 420 voos responsáveis pela destruição de 1.200 alvos terroristas.

 O porta-aviões Admiral Kuznetsov


Construção

Ele refere-se à construção em 1982. versões Cruiser diferente a partir de precursores possibilidade de pouso e decolagens de aeronaves com o esquema convencional, atualizadas de Mig-29 , SU-27 e SU-25. Para fazer isso, eles foram equipados com um trampolim para a decolagem, e aumentou convés de voo.

O porta-aviões foi lançado no final de 1985, depois que ele foi feito conclusão à tona. Ao mesmo tempo instalações foram equipados foram feitas carregamento e instalação de equipamento técnico da aviação, equipamento eléctrico, ar condicionado e sistemas de ventilação.

Em 1989, o porta-aviões insuficiente e estado inacabado foi colocado no mar para testes de voo e operações. No ano seguinte, ele repetidamente foi para o mar para os testes de fábrica.

 

Características de desempenho

Dimensões

  • Comprimento - 305,0 m
  • Comprimento da linha de flutuação - 270 metros
  • Largura - 72 metros
  • A largura da linha de flutuação em - 35,0 m
  • Deslocamento Standard - 43 mil toneladas.
  • Deslocamento completo - 55 mil toneladas.
  • Deslocamento máximo - 58,6 mil toneladas.

 

Power

  • turbina a vapor - 4 × 50 mil cavalos de potência.
  • Número de caldeiras - 8
  • Número de eixos - 4
  • turbinas Geradoras de energia - 9 × 1500 quilowatts
  • Velocidade máxima - 29 nós
  • Cruzeiro à velocidade máxima - 3850 milhas a uma velocidade de 29 nós
  • A velocidade econômica - 18 nós
  • Alcance máximo de cruzeiro - 8000 milhas a uma velocidade de 18 nós
  • Autonomia - 45 dias

 

Armamento

A partir de 2014 possui capacidade para 17 helicópteros e 20 aviões:

 

  • Convés 14 SU-33 (7 Su-33 são armazenados)
  • 2 caças no convés MIG-29 K
  • 2 caças para treinamento de combate MiG-29 KUB
  • 2 formação aviões Su-25UTG
  • 15 multi-funções helicópteros navais Ka-27 / Ka-27PS
  • 2 helicóptero de vigilância por radar Ca-31

 

Além disso, o porta-aviões está armado:

  • 12 × SCRC 4K80 "Granite"
  • PU 24 × SAM "punhal" (192 mísseis)
  • 8 × SPAR 3M87 "punhal" (256 mísseis)
  • 2 × RBU-12000 "boa" (60 cargas de profundidade)
  • 6 × AK-630

 

Tripulação

  • Staff - 1960 pessoas
  • Aviadores - 626 pessoas
  • A equipe comandando - 55 pessoas
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Fotos proibidas revelam interior do Baikonur

Celebridade entre os roofers, Vitáli Raskalov embarcou em uma aventura selvagem com seus amigos ucranianos e britânicos pelo Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. O objetivo era tirar fotos de um ônibus espacial soviético sem serem notados pelo pessoal de segurança. Acompanhe-os nessa jornada.

A primeira coisa que vem à mente quando se pensa no primeiro projeto de ônibus espacial soviético, intitulado Buran (Nevasca, em russo), é como a União Soviética era ambiciosa quando se tratava de exploração espacial. Naquela época, o Buran representava a resposta russa ao ônibus espacial da Nasa. Em 15 de novembro de 1988, depois de dar duas voltas em torno do planeta, a nave espacial reutilizável (não tripulada) pousou em Baikonur, no Cazaquistão. No entanto, apesar da grande expectativa, o veículo jamais voltou ao espaço. Maior e mais caro programa de exploração espacial soviética, o Buran foi cancelado em 1993.
Segundo analistas militares, em entrevista à revista “New Scientist”, o Buran não tinha função civil e era essencialmente destinado à implantação de armas no espaço. A URSS poderia, inclusive, ter planejado a implantação de armas nucleares.
“Lembro-me quão grande era... Era muito maior do que parece nas fotos. Eles tinham grandes planos para ele”, diz o roofer e fotógrafo Vitáli Raskalov, que esteve no Cosmódromo de Baikonur em meados de maio passado. Raskalov é uma das poucas pessoas que conseguiu entrar no aeródromo sem permissão, já que o acesso é vetado ao público. Até hoje, a cidade de Baikonur mantém o status de “cidade fechada” da época soviética. “Na verdade, você pode comprar um bilhete de trem de Moscou, mas apenas se você tiver uma autorização. E nós não tínhamos”, conta Raskalov.
O roofer russo, junto com outros quatro britânicos e dois ucranianos, optou por uma rota alternativa. “Encontramos informações na internet – de pessoas que trabalharam lá a turistas como nós. Houve um motociclista que, sem querer, dirigiu até o cosmódromo. Ele foi pego, mas nada aconteceu com ele. O que a polícia pode fazer?”
O grupo voou para Almati, de lá pegou um trem para Kizilorda e então finalizou a viagem de táxi. “Nada de especial! Aqui é o Cazaquistão...as pessoas já viajam entre as cidades de táxis. Dissemos ao motorista que éramos fotógrafos e queríamos tirar fotos das estrelas”, diz Raskalov. “Ele nos deixou no meio da estepe. Estávamos completamente sozinhos ali”, acrescentou o roofer. O território que abrange o cosmódromo é, porém, fortemente protegido. “Claro que o Baikonur é bem protegido. Mas não sabíamos onde exatamente os funcionários da segurança estavam posicionados. Você não pode imaginar quão grande é essa área. É como a área dentro do terceiro anel viário de Moscou. Como um território dessa proporção pode ser totalmente protegido? É bastante difícil”, diz o russo.
Raskalov e os colegas usaram a mesma rota que o motociclista, caminhando por duas noites. “Eu tinha comigo seis litros de água, um pouco de comida, uma jaqueta e um saco de dormir...e isso é tudo. Encontramos uma base de lançamento de mísseis balísticos intercontinentais destruída. Havia um enorme buraco no solo”, relembra Raskalov. “Como o programa Buran foi interrompido, pensamos que as autoridades tinham preenchido o buraco com concreto. Mas eles não o fizeram, já que é muito caro. Então, eles simplesmente explodiram toda a área! Isso aconteceu depois que a Rússia assinou o Tratado de Redução de Armas Estratégicas [START-І].”
O hangar que abriga os ônibus Buran fica a cerca de 30 km da antiga base de lançamento de mísseis. Está situado no território do cosmódromo e, além das vias, conta com um sistema de segurança com patrulha constante. “Nas primeiras horas da manhã, conhecemos um grupo de russos dentro do hangar”, diz Raskalov. “Eles tinham o mesmo objetivo – tirar fotos impressionantes. Mas também havia um guarda no hangar. Eu consegui me esconder, mas os membros do meu grupo não tiveram a mesma sorte. Mais tarde, naquela noite, eles também me pegaram.”

VITÁLI RASKALOV

Os invasores estrangeiros “foram interrogados por agentes do FSB, e suas coisas foram totalmente vasculhadas. Isso tudo durou por cerca de 12 horas. Os agentes, enfim, convenceram-se de que os estrangeiros não eram terroristas nem espiões, e eles foram liberados. Já no meu caso, acredito que eles perceberam que eu pertencia ao mesmo grupo e decidiram, assim, não perder mais tempo”, conta Raskalov.
De Ekaterina Sinelschikova, Gazeta Russa
 

Abaixo, fotos do "Urban Explorer" tiradas a 2 anos, nada mudou...

Este hangar abandonado no Cosmódromo de Baikonur no Cazaquistão possui um tesouro histórico ...  

... dois ônibus espaciais abandonados do programa de transporte espacial soviético "Buran" retirado

O programa foi cancelado em 1993 após o colapso da União Soviética, e apenas um voo orbital não tripulado foi concluído

O hangar, uma vez, manteve uma pressão atmosférica artificialmente alta para manter o pó fora, mas esses sistemas há muito que falharam

Agora, os ônibus estão cobertos de excrementos de poeira e pássaros, e destroçaram telhas cerâmicas e janelas

Alguns dos equipamentos foram arrancados - talvez recuperados para metais das terras raras

O ônibus traseiro deveria ser um protótipo operacional enquanto o da frente era uma maquete de teste

Os ônibus ainda estão rodeados pelas plataformas pneumáticas que permitiram que os trabalhadores trabalhem sem danificar qualquer cerâmica

"O romance da exploração espacial desapareceu, deixando apenas figuras secas e estatísticas financeiras. Por que gastar bilhões no espaço se não trazer lucro no futuro previsível? "Mirebs pergunta em seu blog

"A corrida entre as duas superpotências teve um efeito benéfico no progresso científico e técnico"

"Você pode se arrepender do tempo perdido e lamentar a grandeza do passado, mas os fatos permanecem - a Rússia está perdendo rapidamente seu status como um poder espacial líder"

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Ministério da Defesa russo chama novo porta-aviões britânico de "alvo marítimo oportuno".

O representante oficial do Ministério da Defesa russo, general-major Igor Konashenkov, afirmou que o novo porta-aviões britânico Queen Elizabeth é um "alvo marítimo oportuno". 

Mais cedo, em uma entrevista ao jornal Telegraph, o secretário da Defesa do Reino Unido disse que os russos enxergariam o maior porta-aviões britânico com inveja e admiração.

"As declarações do chefe da entidade militar britânica, Michael Fallon, em relação à superioridade, no aspecto visual, do novo porta-aviões sobre o navio russo Admiral Kuznetsov demonstram sua evidente falta de conhecimento da ciência militar e naval", afirmou.

O militar frisou que, sem ajuda externa, o porta-aviões britânico é apenas capaz de deixar sair os aviões, precisando de ser densamente cercado por navios de combate, de manutenção e submarinos para o defender.

"Por isso, ao contrário do navio Admiral Kuznetsov, equipado com armamentos antiaéreos e, o que é o mais importante, antinavio, isto é, (mísseis] Granit), o porta-aviões britânico é apenas um alvo marítimo oportuno de grande envergadura", frisou Konashenkov.

O representante oficial do Ministério da Defesa russo resumiu que "tomando tudo isso em conta, é do interesse da Marinha Real britânica não demonstrar a 'beleza' do seu porta-aviões mais perto que umas centenas de milhas do seu congénere russo.

Em 2017, as Forças Aéreas russas receberão um novo lote de bombardeiros Su-34, de acordo com a empresa “Sukhôi”, que produz as aeronaves.

O novo avião de múltiplas funções pode realizar manobras aéreas acrobáticas e atingir alvos equipados com armas de alta precisão.

No exército russo, o Su-34 (“Fullback”, na designação da Otan) foi apelidado de "Patinho" ou "Ornitorrinco" devido ao nariz achatado.

Hoje, quase uma centena de aviões desse tipo servem em combate nas Forças Aeroespaciais da Rússia. Alguns deles são empregados ativamente na operação militar contra o EI (Estado Islâmico) na Síria.

"A Su-34 é uma aeronave fora do comum. Externamente, ela é muito semelhante a um caça, mas, na realidade, é um bombardeiro capaz de transportar de até oito toneladas de bombas de alta precisão ou mísseis de cruzeiro", explica o analista militar Dmítri Safônov.

O avião pode voar sete mil quilômetros sem reabastecimento e alcançar um alvo frontalmente, destruindo tudo o que estiver pelo caminho.

Nas Forças Aeroespaciais Russas, o Su-34 substituiu dois tipos de bombardeiros: o Su-24 tático e o maior bombardeiro de longo alcance, o Tu-22M3.

"As caraterísticas técnicas do Su-34 são muito superiores às de seus antecessores. O avião é baseado no lendário caça Su-27. O Su-34 tem a mesma forma de fuselagem daquele, o que aumenta sua capacidade de manobra. Mas, em comparação com o Su-27, sua velocidade é menor", diz Safônov.

A nova aeronave pode atingir uma velocidade de 2 mil quilômetros por hora com sobrecargas muito altas.

Ao contrário de seu protótipo, porém, a cabine dispõe os pilotos lado a lado, e não um atrás do outro. Isso melhora a ergonomia da área de trabalho e simplifica a interação dos membros da tripulação durante voos longos.

"O ‘ornitorrinco’ tem tudo para garantir voos longos confortáveis, como uma cozinha com forno de microondas e um banheiro. A cabine é grande o bastante para ficar em pé ou se deitar para relaxar", diz Safônov.

Características do Su-34

O principal objetivo do Su-34 é bombardear e destruir todos os alvos com a máxima eficácia. O bombardeiro é ideal para operar de dia e de noite, em condições climáticas extremas e realizar guerras eletrônicas.Pela primeira vez na história da aviação, a cabine do bombardeiro foi projetada como uma uma cápsula blindada. A tripulação da aeronave e os sistemas mais essenciais são protegidos por armadura de titânio de 17 milímetros. A cabine pode suportar ataques diretos com armas de calibre de 30 milímetros.

Além disso, a aeronave tem equipamento de guerra eletrônica capaz de desligar os sistemas antiaéreos e armas de alta precisão do inimigo potencial.

Armamento

Segundo o editor-chefe do jornal “Arsenal Otêtchestva”, Valdímir Murakhôvski, o Su-34 possui 12 pilones aeronáuticos que possibilitam carregar até 8 toneladas de armamentos.

"São bombas guiadas e não guiadas, blocos de foguetes não guiados e mísseis ar-terra. Essa munição também pode ser substituída por sistemas de guerra eletrônica e tanques de combustível adicionais ou armamentos de combate aéreo", diz Murakhôvski.

Além disso, o Su-34 tem um canhão de 30 milímetros GSh-30-1, presente também no Su-27 e no Su-30.

De acordo com o vice-ministro da Defesa, Iúri Borissov, responsável pelo fornecimento de armas e equipamentos, as Forças Aeroespaciais Russas receberão pelo menos 200 bombardeiros Su-34 em um futuro próximo.




China copia deste os helicópteros até os caças:  China mostra detalhes do seu porta-aviões

Não se engane, o navio acima é o Liaoning, o único porta-aviões das Forças Armadas chinesas, chegará a Hong Kong no dia 7 de julho. O mundo terá a oportunidade de saber mais sobre o porta-aviões, considerado o orgulho da Marinha do país, informou a mídia chinesa.

A chegada do navio ao porto de Hong Kong promete ser um grande evento para a região. Na verdade, no início desta semana, milhares de habitantes fizeram fila para comprar um dos 2.000 bilhetes para entrar a bordo do Liaoning e conhecê-lo melhor. 

Originalmente estabelecido em 1985 para a Marinha Soviética como o cruzador de aeronaves da classe Kuznetsov Riga , ela foi lançada em 4 de dezembro de 1988 e renomeada a Varyag em 1990. [6] Após a dissolução da União Soviética em 1991, a construção foi interrompida e o navio Foi colocado à venda pela Ucrânia . O Varyag despojado foi comprado em 1998 e rebocado para o estaleiro naval de Dalian, no nordeste da China.

O navio foi reconstruído e contratado na Marinha do Exército de Libertação do Povo (PLAN) como Liaoning em 25 de setembro de 2012. Sua designação de classe de navio chinês é Tipo 001

A china está construindo um novo porta aviões totalmente baseado no projeto do Varyag, fazendo uso de engenharia revesa durante as reformas.

Outro detalhe que chama atenção é o caça Chines J-15, copia feita do do Su-33 após comprarem um lote deste caça.

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Tu-95 atacam terroristas na Síria com mísseis de cruzeiro

De acordo com informação fornecida pelo Ministério da Defesa russo, os bombardeiros estratégicos Tu-95MS atacaram as posições de terroristas na Síria com mísseis de cruzeiro. 

Os Tu-95MS russos, que decolaram da base aérea Engels, atacaram as posições dos terroristas do Daesh com mísseis de cruzeiro X-101 na fronteira entre as províncias de Hama e Homs na Síria, comunica o Ministério da Defesa da Rússia.

"Em resultado do ataque foram eliminados 3 grandes paióis de armas e munições, bem como um posto de comando dos terroristas na área da cidade de Akerbat, o que foi comprovado com dados de controle objetivo", acrescentou a entidade militar.

Ministério da Defesa acrescentou que o ataque com os mísseis de cruzeiro de precisão mais recentes X-101 foi realizado a uma distância de cerca de mil quilômetros.

"Os bombardeiros foram apoiados por caças Su-30SM estacionados na base aérea de Hmeymim. Após o cumprimento bem-sucedido da missão, todos os aviões de combate russos regressaram às suas bases", acrescenta o ministério.

X-101 é o míssil de cruzeiro russo mais moderno, criado com a utilização de tecnologias de dissimulação. O alcance operacional é de até 4,5 mil quilômetros.

Este tipo de mísseis pode ser equipado com ogivas nucleares.


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O ministério da Defesa da Rússia publicou em seu canal no YouTube as imagens das aeronaves Tu-95 lançando mísseis de cruzeiro contra terroristas na Síria.

Abaixo alvos do ISIS atingidos por mísseis de cruzeiro X-101 de portadores estratégicos de mísseis Tu-95MS

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Os bombardeiros russos realizaram na quarta-feira (5) um ataque às instalações dos terroristas na Síria. O especialista militar, Vladimir Kozin, opinou ao serviço russo da Rádio Sputnik que o ataque causou danos significativos aos criminosos.

Na opinião do especialista militar e professor da Academia de Ciência Militar da Federação da Rússia, Vladimir Kozin, o mais importante é que "os alvos foram atingidos, os aviões voltaram a suas bases de origem, após missão bem-sucedida, e o grupo Daesh […] sofreu danos significativos".

Segundo ele, o ataque foi uma decisão certa.

"Foi uma decisão correta, pois, embora cada vez mais grupos na Síria estejam entregando suas armas, ainda há alguns exaltados, como o Daesh e outros, que continuam lutando contra as autoridades legais da Síria", falou o especialista para o serviço russo da Rádio Sputnik.

O especialista sublinhou que esta não é a primeira vez que os mísseis X-101 são aplicados em uma operação na Síria, sendo seu uso justo.

"Os mísseis X-101 foram usados em operações pela primeira vez em novembro de 2015. O míssil é desenhado com tecnologias que aumentam caraterísticas furtivas, ou seja, os radares quase não os veem. Acho que os terroristas não possuem tais radares e mesmo que recebessem de seus patrocinadores, não poderiam mantê-los", explicou.

No entanto, o especialista avisa que outros países, que apoiam os terroristas, podem recorrer aos radares e tentar "impedir que a Rússia use mísseis de alta precisão".

EUA anunciam zona de exclusão aérea na Síria, mas "esquecem de combinar com os russos"

Rússia solicitou esclarecimentos dos EUA sobre as declarações do secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, referentes à instauração de zonas de exclusão aérea na Síria, mas ainda não recebeu resposta, disse o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov.

Nesta quarta-feira, Tillerson declarou que os Estados Unidos estudam a possibilidade de criar zonas de exclusão aérea, formar grupo de controle da cessar-fogo e garantir acesso de ajuda humanitária na Síria em parceria com a Rússia.

"Pelo que eu entendi, a declaração de Tillerson ontem foi preparada com antecedência, mas nós não fomos informados sobre isso…Não estamos sabendo, por isso solicitamos esclarecimentos, mas ainda não recebemos uma resposta sobre essas zonas aéreas, e nunca conversamos a respeito", disse Lavrov aos jornalistas russos.

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