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Russian Beriev A-50 AWACS  - "O Vigilante do Céu" no espaço aéreo sobre a Síria.

  

Da mesma maneira que a OTAN colocou aeronaves Boeing E-3 Sentry para vigiar os céus da Turquia, os Russos enviaram o Beriev A-50E AWACS para Síria, e assim por para atuar em conjunto Sistemas de detecção antecipado e Mísseis S-400.

O Beriev A-50 (OTAN "Mainstay") é uma aeronave Russa de Sistema Aéreo de Alerta e Controle de aeronaves,  com base na aeronave de transporte Ilyushin Il-76. A existência do A-50 foi revelado em 1980 e desenvolvida para substituir o Tupolev Tu-126 "Moss", o A-50 voou pela primeira vez em 1978. Ele entrou em serviço em 1984, com cerca de 40 produzido até 1992.

Com uma tripulação de 15 pessoas para missão de derivar os dados coletados por sua grande antena de radar e vigilância instalada sobre a fuselagem do tipo Rotodome, que possui um diâmetro de 9 m.

O A-50 pode controlar até 10 caças tanto para interceptação ar-ar como missões de ataque ar-terra. O A-50 é capaz de voar por 4 horas a 1000 km de sua base no peso máximo de decolagem. A aeronave pode também ser reabastecida por aeronaves tanque, como o Il-78.

O radar "Vega-M" foi projetado pela MNIIP, Moscou, e produzido pela Vega Radio Engineering Corporation. O "Vega-M" é capaz de rastrear até 50 alvos simultaneamente em um raio de 230 quilômetros. Alvos grandes, como navios, podem ser rastreados de uma distância de 400 km.

Após completar os testes, a Beriev Aircraft Company , uma fabricante de aviões russa, entregou sua primeira aeronave AEW&C atualizada para a Força Aérea Russa. A aeronave, '47 Red'/RF-92957 foi entregue nas instalações da Beriev em Taganrog, no dia 31 de Outubro de 2011.  

Foi aceita por uma tripulação servindo o 2457º Base de Aviação para Operações de Combate de Aeronaves de Sistema Aéreo de Alerta e Controle, que é a única base utilizando operacionalmente o A-50.

O 2457º opera um total de 16 aeronaves A-50M, versão russa modernizada com capacidade de reabastecimento em voo. Uma segunda aeronave, o '33 Red' foi atualizado e entregue em 2012. Estes são os únicos dois modelos de produção atualizados até Janeiro de 2012, mas a Beriev está antecipando pedidos futuros.

O trabalho de desenvolvimento do A-50U iniciou alguns anos atrás e os testes em 10 de Setembro de 2008, usando o A-50 '37 Red' da Força Aérea Russa como protótipo. O principal elemento da modernização envolve substituir os equipamentos analógicos desatualizados com novos aviônicos digitais disponibilizados pela Vega Radio Engineering Corporation.

Melhorias notáveis também estão incluídas, tais como processamento mais rápido de dados, sinal de rastreio melhorado e detecção melhorada de alvo. Instalações para descanso da tripulação, galley (área de armazenagem e preparação de alimentos e bebidas no avião) e banheiros também foram colocados.

Estas melhorias foram a base do conceito para o Beriev A-100 AEW&C. A configuração será similar ao A-50U (Versão atualizada russa), mas com um novo radar Vega Premier com varredura eletrônica ativa.

Velocidade máxima: 900 km/h
Comprimento: 50 m
Velocidade de cruzeiro: 800 km/h
Autonomia de voo: 6.400 km
Voo inaugural: 1978
Fabricante: Beriev
Tipos de motor: Aviadvigatel PS-90, Soloviev D-30
Tripulação: 15
 
 
 
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Caças franceses "Mirage 2000" bombardeiam o Daesh na Síria

 

 

Na véspera de Ano Novo, dois caças franceses Mirage 2000 fizeram uma série de surtidas no norte da Síria, atacando refinarias de petróleo controladas pelo Daesh, segundo a mídia

 

De acordo com o jornal francês Le Parisien, o ministro da Defesa francês Jean-Yves Le Drian disse que os ataques aéreos foram lançados perto de Raqqa, por volta das duas horas da manhã, horário local.

 

"Recebi informações sobre as operações contra as instalações petrolíferas do Daesh que foram realizadas ontem à noite. Temos de continuar a luta contra os terroristas", disse Jean-Yves Le Drian.

 

Os ataques aéreos franceses ocorreram na mesma altura em que caças-bombardeiros russos Su-34 destruíram um prédio perto de Raqqa onde os comandantes do Daesh haviam se reunido.Os Su-34 também eliminaram mais de 20 caminhões usados pelo Daesh no tráfico de petróleo na cidade de Idlib, no noroeste do país.

 

O Dassault-Breguet Mirage 2000 é um caça francês monoturbina desenvolvido pela Dassault Aviation.

Velocidade máxima2 530 km/h (1 360 kn)
Velocidade máx. em Mach2,2 Ma
Alcance bélico1 550 km (963 mi)
Alcance (MTOW)3 335 km (2 070 mi)
Teto máximo17 060 m (56 000 ft)
Razão de subida285 m/s

 

 

Caça Mirage 2000 atuou também no Brasil, onde 12 Mirage foram adquiridos da França já usados como uma solução temporária para a aviação de caça de alta performance no Brasil, sediados no Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) - Esquadrão Jaguar.

Em dezembro de 2012, uma solenidade militar realizada na Base Aérea de Anápolis (BAAN) marcava a despedida simbólica dos caças Mirage 2000 da FAB. As aeronaves foram substituídas pelos caças F-5EM, até que se resolva a compra de unidades do JAS 39 "Gripen".

O então Capitão Augusto Ramalho, de 33 anos, fez a última hora de voo do Mirage, do avião que desde 2006 protegia o espaço aéreo do país, em especial, as fronteiras da Amazônia, do Centro Oeste e do o Planalto. A versão anterior do Mirage, o Mirage III, foi utilizada entre 1973 e 2004. Abaixo Cap. Ramalho na ultima hora de voo do Mirage 2000 no Brasil.

 

França aprovou a modernização de 45 de seus 71 Caça Mirage 2000 ao custo de 160 milhões de euros, tal modernização permitirá que eles fiquem em serviço até 2030.

 

Um kit que faz muito bem o Mirage 2000 FAB é o Italeri-2614 1:48 Dassault Mirage 2000 C, que foi lançado em 2003 (os decais são vendidos separadamente).

CASTR0 posted:

 

Um kit que faz muito bem o Mirage 2000 FAB é o Italeri-2614 1:48 Dassault Mirage 2000 C, que foi lançado em 2003 (os decais são vendidos separadamente).

Alguém se arriscaria a sugerir a melhor opção 1:72 do modelo Mirage 2000 ?

 

O Helicóptero secreto Russo Mil Mi-35MS 

 

A sua cor verde-escuro e a ausência de qualquer insígnia, exceto a bandeira russa na parte da cauda, provam que os helicópteros são usados em missões especiais. 

 

O Mi-35MS atrai a atenção dos entusiastas por muitos anos. Pela primeira vez, o helicóptero misterioso foi visto em fevereiro de 2013 na usina em Rostov. Alguns meses mais tarde, um Mi-35MS foi fotografado no polígono da usina de produção de helicópteros Mil em Moscou (Mil Moscow Helicopter Plant).



De acordo com a informação disponível, a versão multipropósito Mi-35MS é equipada com aviônica avançada, uma série de sensores, um sistema de visão noturna, uma estação de satélite Raduga-MB, um sistema de navegação GLONASS/GPS, bem como um sistema anti-interferências de guerra eletrônica. Possui também proteção contra mísseis antiaéreos guiados por infra-vermelhos. Outro detalhe que chama atenção é a ausência do canhão geminado Gryazev Shipunov Gsh-23L

No ano passado, foi anunciado que três helicópteros Mi-35MS seriam produzidos para o comando militar da Rússia.

O helicóptero é uma modificação do Mi-35M. Comparado com o seu antecessor Mi-24, o Mi-35M é equipado com um motor mais potente, o VK-2500, palhetas de fibra de vidro e um controle do rotor em forma de X.

Força Aérea Russa opera 49 unidades do Mil Mi-35M, juntamente com cerca de 150 Mil Mi-24s.

 

Na Síria, a Rússia opera com Mil-Mi 24, antigos, mas muito eficazes, e recentemente com o moderno Mil Mi-35M

O Brasil possui 12 unidades do moderno Mil Mi-35M Operando no "Esquadrão Poti"

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Rússia reforçará fronteira marítima com a Turquia

 

A Rússia planeja reforçar sua patrulha fronteiriça no Mar Negro, onde faz fronteira com a Turquia, e também no Mar Cáspio, informa nesta terça-feira o jornal russo Izvestia.



Para isso, o Serviço Federal de Segurança russo, FSB, espera adquirir seis helicópteros rápidos Ka-226T pelo valor equivalente a US$ 33,7 milhões
Segundo a reportagem, o objetivo principal dos helicópteros será a luta contra o terrorismo e a pirataria marítima.



Os novos helicópteros realizarão patrulha de grandes distâncias, sendo capazes de detectar qualquer movimento em um raio de 600 quilômetros, e ficarão encarregados também das tarefas de inteligência.

"A violação de fronteiras será controlada de maneira mais rigorosa, os helicópteros evitarão que navios turcos entrem em águas russas", completou Dandikin em declarações ao jornal Izvestia.

O Kamov Ka-226 é um pequeno bimotor russo helicóptero utilitário. O Ka-226 apresenta um pod missão intercambiáveis, em vez de uma cabine convencional, permitindo o uso de várias configurações de acomodação ou de equipamentos. O Ka-226 entrou em serviço em 2002. Variantes do Ka-226 têm o nome do relatório da OTAN de Hoodlum.

No Ka-226T, em vez de motores Rolls-Royce 250C, esta variante é equipada com o mais poderoso Turbomeca Arrius 2G1. Cada motor fornece 670 shp, o aumento do teto de serviço para cerca de 7.000 m, proporcionando maior alta altitude e operação de alta temperatura.  O helicóptero tem novos aviônicos com displays multifuncionais, sistema de controle automático, sistema de navegação, radar. Ele pode ser equipado com sistema de guincho, helicóptero estilingue, holofote, tanque adicional de combustível externo. Para missões de busca e salvamento helicóptero pode ser equipado com módulo médico.

O Ka-226T pode operar dia e noite, em condições meteorológicas adversas e regulares, sobre terra ou extensões de água, e também em ventos fortes. Pode ser operado em temperaturas que variam de -50 ° a + 50 ° e com uma umidade relativa de 100%, e não necessita de ser mantido num hangar.

 

O helicóptero Ka-226T possui um design modular e pode ser entregue em uma variedade de modificações.

O Ka-226T é um poderoso helicóptero Multirole, que além de atender elevados padrões de segurança, possui capacidade para pairar incrivelmente precisa, excelente manobrabilidade e é muito fácil de voar. Características de desempenho melhoradas do Ka-226T incluem recursos ecológicos, eficiência, aviônicos modernos e soluções adicionais de segurança de voo - tornando este um dos melhores modelos da sua classe.

Saiba como atuam os satélites militares russos vêm atuando para administrar a crise síria.

  

Há tempos usados para fins militares, os satélites demarcaram seu papel no aparato com a proliferação das armas de alta precisão e a introdução de tecnologias de ponta. Hoje a força espacial russa é uma das maiores e mais eficazes do mundo.

A campanha das Forças Aeroespaciais russas na Síria é, porém, a primeira desde os tempos soviéticos que recorre amplamente às capacidades do poderio espacial para o reconhecimento de território. Antes do início da operação, várias dezenas de satélites russos filmaram em detalhe a região dos combates. Fotos registraram áreas fortificadas dos fundamentalistas e suas principais vias de comunicação. Esses dados não são geralmente divulgados, embora alguns deles tenham chegado a conhecimento público.

Além dessa finalidade, já tradicional, os satélites também determinam as coordenadas exatas do alvo que será abatido por armas de precisão – não só registram a localização do alvo, como levam em conta as especificidades da paisagem local e transmitem essas informações ao computador que controla diretamente o míssil.

O controle por satélites é feito sobre o espaço aéreo da Síria e suas águas costeiras. Essa medida de precaução, que poderia parecer excessiva no início da operação das Forças Aeroespaciais russa, já se mostra válida: os satélites possibilitam agora ter uma visão geral da fronteira turco-síria, que, após o incidente com o bombardeiro russo Su-24, se tornou um dos principais focos de atenção por parte do comando russo.

A indústria da Defesa começou, no início da década de 2000, a desenvolver a nova série de satélites da classe Persona, que vieram a substituir os satélites Neman, desenvolvidos ainda na União Soviética. Os Neman, assim como os Kobalt, suportavam não mais do que um ano em órbita, dificultando o trabalho de operações da força espacial.

Pressona Foto: Press Photo

Já o Persona, pode permanecer muito mais tempo no espaço e consegue detectar e filmar até mesmo objetos pequenos, cujas dimensões não excedem 30 cm. E embora tenha grandes dimensões, seu “recheio” não tem nada a ver com o de seus antecessores. Sua câmera digital óptica registra imagens nítidas da superfície da Terra e de instalações militares, e a expectativa de uso do Persona em órbita chega até os sete anos.

Novas gerações

O satélite da série Lotus-S, que substituiu o soviético Tselina, foi desenvolvido para efetuar reconhecimento radioeletrônico. Os recursos do antecessor não foram, entretanto, aproveitados ao máximo, já que aqui a política falou mais alto. O antigo satélite era fabricado na empresa ucraniana Iujmach, com a qual a parceria foi cortada mesmo antes da crise derivada dos acontecimentos na Crimeia e no Donbass.

Tselina

As Forças russas de Terra vão receber mais de 5.000 peças e novos equipamentos militares até 2020, disse o comandante das forças terrestres russas, coronel-general, Oleg Salyukov.

 


"Mais de 5 mil veículos novos e cerca de 6 mil veículos modernizados de combate e peças de equipamento militar e também cerca de 14 milhares de veículos automóveis modernos devem ser adquiridos para as forças terrestres até 2020", disse Salyukov.



Ele adicionou que o exército russo está à espera de receber novos sistemas de defesa aérea de médio alcance Buk-M3 em 2016.

 

A Rússia planeja modernizar 70 por cento do seu equipamento militar até 2020. O custo total do programa de modernização é estimado em cerca de 20 trilhões de rublos (cerca de $274 bilhões pelo câmbio atual).

O Buk é um sistema de defesa antiaéreo, armado com mísseis terra-ar, desenvolvido pela União Soviética e depois pela Federação Russa. Foi desenhado para interceptar mísseis de cruzeiro, bombas inteligentes e aeronaves, tripuladas ou não.

O sistema Buk é o sucessor do 2K12 Kub. O sistema foi desenvolvido para o GRAU ("Diretoria de Artilharia e Mísseis do Ministério da Defesa" russo) com a designação 9K37 e foi nomeado pela OTAN com o codinome "Gadfly" e pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos como SA-11.

 

No decorrer dos anos, ele foi aprimorado e atualizado várias vezes, como as variações Buk-M1-2 e Buk-M2, conhecido no ocidente como SA-17. A última variante, conhecida como"Buk-M3", é a mais recente versão produzida.

Uma versão naval, desenvolvida pela MNIIRE Altair foi feito para a Marinha da Rússia, recebendo a designação 3S90M1 pela GRAU e o codinome Gollum e SA-N-7C nos Estados Unidos. O sistema naval foi entregue em 2014.

 

Abaixo o SA-6 Gainful

 

Buk-M1  e Voo Malaysia Airlines 17

No dia 17 de julho de 2014, um Boeing 777-200ER que operava a rota aérea entre Amsterdã e Kuala Lumpur caiu próximo da fronteira entre Ucrânia e Rússia. Autoridades ucranianas e dos Estados Unidos especulam que o avião tenha sido derrubado por um míssil SA-11, vindo de uma estação Buk-M1 em possessão de ativistas ucranianos separatistas (fato não confirmado pelo governo russo), sendo que o governo da Ucrânia também opera tais sistemas. Nenhum dos 283 passageiros e 15 tripulantes a bordo sobreviveu. Vale salientar, que na mesma rota de voo, com poucos minutos de diferença, estava o avião presidencial Russo Ilyushin IL-96 conduzindo Vladimir Putin. 
 
O jornal Rússia Today indicou que o avião presidencial de Putin tem marcas vermelhas e azuis estranhamente similares ao pintado em todas as embarcações Malaysian Airlines, incluindo o MH17. 
 
O jato presidencial estava lá às 16h21min, horário de Moscou, e o jato da Malásia as 15:44, horário de Moscou. A diferença entre as aeronaves porem é visível já que o Boeing 777-200ER é bi-reator, e o Ilyushin IL-96 possui 4 turbinas.
 
 
 
 
 

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Lello posted:
CASTR0 posted:

 

  

 

Caracas! Apesar desse diorama estar mais apertado que vagão do metrô no horário de rush, esse efeito de lama está sensacional!

Não sei o que ele usou, mas parece que está molhada e lamacenta !!!

Faisca posted:

caro Castro......que tópico bom ao mesclar diversos equipamentos russos e seus modelos em escala...

Valeu Faísca, fique a vontade para postar equipamentos Russos, principalmente os envolvidos no conflito da Síria 

AS 5 ARMAS NUCLEARES DA RÚSSIA QUE “DEVERIAM DAR MEDO AO OCIDENTE”.

 

Em seu novo artigo, a revista ‘The National Interest’ há destacado cinco exemplos do armamento nuclear estratégico e tático da Rússia que por suas capacidades “deveriam dar medo aos países do Ocidente”.

Rússia está investindo grandes quantidades de dinheiro no desenvolvimento de suas forças nucleares estratégicas e táticas, escreve o especialista militar dos EUA, Dave Majumdar, em seu novo artigo publicado pela revista ‘The National Interest‘. Em sua publicação o especialista destaca cinco sistemas de armas nucleares russas que representam uma ameaça real para EUA e os países da OTAN.

Submarinos estratégicos de classe Borei de propulsão nuclear.

A base das forças nucleares de Rússia, os submarinos Borei, se destacam por não emitir ruído e ter uma hidrodinâmica eficiente. As naves têm capacidade para portar 16 lançadores de mísseis balísticos intercontinentais cada um.

Até a data já tinham sido construídas três das naves do projeto 955 Borei. O submarino principal da série, o Yuri Dolgoruki, foi posto em serviço operacional em janeiro de 2013. O segundo sub, Alexandr Nevski, ingressou na Armada russa no mesmo ano. Em seguida, o terceiro, Vladmir Monomak foi entregue em dezembro de 2014.

Mísseis estratégicos Bulava.

O míssil Bulava é uma versão naval do míssil intercontinental Topol-M e foi desenhado especificamente para seu lançamento a partir de submarinos, especialmente o da classe Borei. Tem um alcance de 8.000 km e é capaz de dividir-se entre 6 e 10 ogivas hipersônicas independentes de alta manobrabilidade, de 100 a 150 toneladas cada uma.

Submarinos de ataque de quarta geração da classe Yasen.

Estes submarinos nucleares pertencem à quarta geração da classe Yasen, projeto 855. O principal da série é o K-560 Severodvinsk, que oficialmente entrou em serviço em junho de 2014. É capaz de descer até 600 metros de profundidade e alcança uma velocidade de 16/31 nós. Antes do ano 2021, a Armada russa espera incorporar sete submergíveis da classe Yasen.

“Vamos enfrentar difíceis oponentes em potencial. Só temos que ver o Severodvinsk russo. Estou mui impressionado com este submarino”, reconheceu o contra-almirante dos EUA, Dave Johnson.

Armas nucleares táticas.

Mesmo sem ter tantas armas nucleares táticas como a União Soviética, o arsenal da Rússia segue sendo considerável. Em seu artigo, Majumdar destaca, sobre tudo, o sistema de mísseis táticos Iskander.

 

Estes mísseis implantados na região de Kaliningrado neutralizarão os sistemas anti-mísseis dos EUA que serão implantados na Polônia em 2018.

O sistema pode ser equipado com diferentes tipos de mísseis: de cruzeiro e balísticos. O uso do sistema é possível em um faixa de temperatura entre -50° C e +50° C.

Mísseis balísticos intercontinentais Yars.

São os mais avançados mísseis estratégicos russos operacionais e podem alcançar alvos a distancias de até 11.000 km. Além disso, estão dotados de vários elementos e subsistemas que lhes permitem evitar a defesa anti-mísseis de qualquer inimigo em potencial. 1

 

EUA: “Estamos preocupados pelas crescentes forças estratégicas da Rússia.”

O comandante do Comando Estratégico dos EUA reconhece que o país norte-americano está “preocupado” pelos êxitos da Rússia.

EUA está preocupado pela crescente capacidade estratégica da Rússia na esfera nuclear, a segurança cibernética e não espaço, declarou o comandante do Comando estratégico dos EUA (StratCom), almirante Cecil Haney.

Em seu discurso citado pela agencia Sputnik, Haney afirmó que a “Rússia leva mais de una década investindo na modernização das suas forças nucleares estratégicas”. “Não se trata da continuação da guerra fria […] mas de uma preocupação séria em relação à maneira sobre como a Rússia vai realizar sua estratégia”, acrescentou.

Ao mesmo tempo, o almirante destacou a “significativa” capacidade cibernética da Rússia e os êxitos no espaço. “As autoridades russas declaram de maneira aberta que o país dispõe de armas anti-satélite e realizam investigações nesse âmbito”, disse o comandante. 2

Missel Anti-Satélite ASM-135 ASAT

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

 

Fantástico esse artigo... apesar do assunto ser tenebroso!

Contudo, já era de se esperar que fosse assim... O próprio Putin anunciou que haveria mudanças e investimento massivo no poderio militar russo, isso há pouco mais de 3 anos. 

Lembro bem disso publicado numa matéria da época:

“Queres a paz, então, prepara-te para a guerra”. Este é o lema defendido por Vladimir Putin

... e pra falar a verdade, ele tem certa razão!

Putin: Rússia vai aperfeiçoar armas nucleares como fator de segurança

Rússia considera a modernização das suas armas nucleares como um fator de dissuasão e segurança, disse o presidente russo, Vladimir Putin, em um documentário exibido em Dezembro.


As armas nucleares táticas dos EUA na Europa representam uma maior ameaça para a Rússia do que as da Rússia para os Estados Unidos, disse Vladimir Putin no documentário exibido no canal de televisão Rossiya.

 

"Os Estados Unidos têm instalado as suas armas nucleares na Europa desde o fim da Segunda Guerra Mundial, depois de se tornarem uma potência nuclear. Neste momento, os americanos estão atualizando as suas armas nucleares na Europa."

"Isso é uma coisa perigosa, claro. Porquê? Porque as nossas armas táticas não alcançam o território dos EUA, enquanto as armas nucleares americanas na Europa podem alcançar o nosso, o que as torna estratégicas e representa um risco maior para nós do que os nossos mísseis estratégicos representam para a América," acrescentou Putin.

"A tríade nuclear é a base da nossa política de segurança nuclear, mas nós nunca brandimos e nunca vamos brandir esse bastão nuclear, embora seja um elemento importante da nossa doutrina militar".

Putin disse que espera que não haja uma nova guerra mundial, uma vez que esta resultaria em uma catástrofe em escala global.

"Eu quero acreditar que não há nenhum louco na Terra que decida usar armas nucleares", acrescentou Putin.


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Eu ainda não entendi quais os motivos de EUA e Rússia ainda não parar a produção de armas nucleares.

Se arma convencional é uma demostração da estupidez humana, a nuclear é prova da inviabilidade da inteligência.

 

As tropas de tanque formam a principal força de ataque dos exércitos modernos mundo afora. Descubra curiosidades sobre os veículos Russos.

 

 

1. Como distinguir um T-64 de um T-72, T-90 e T-80?

T-80
T-80

 

À primeira vista são veículos muito parecidos, mas, analisando atentamente, nota-se grandes diferenças. A mais visível delas é o diâmetro e o aspecto externo das rodas de apoio da esteira. Abaixo T-64BM Bulat

No T-64, as rodas têm 555 mm de diâmetro e são fabricadas por estampagem, além de serem estreitas e desprovidas de borracha externa. No caso do T-72, têm 750 mm de diâmetro e são revestidas por uma espessa camada de borracha. Já o T-80 tem rodas de 670 mm, largas, revestidas com borracha, com a forma de um prato fundo e uma cúpula central rodeada por parafusos. O T-90, tal como o T-72, também possui rodas de 750 mm de diâmetro.


T-72 tem rodas de 750 mm de diâmetro revestidas por espessa camada de borracha Foto: Iúri Smitiuk/TASS 

 

Também é fácil distinguir esses tipos de tanque pela localização do sensor de infravermelhos. No T-64, ele vem instalado à esquerda do canhão do tanque, enquanto o T-72 e o T-80 o trazem à direita do cano do canhão. Abaixo Turret of a Russian T-80BV, Acima um T-90S

Por fim, tanto o T-64 como o T-72 e o T-90, vêm equipados com uma única seção do dispositivo de visualização do condutor do tanque, enquanto o T-80 possui três dessas seções.

 

2. O tanque moderno mais fabricado no mundo é o T-72

Desde o início da produção em série do T-72, em 1974, até os dias de hoje, a fábrica Uralvagonzavod já fabricou mais de 20.500 tanques desse tipo. O pico de fabricação aconteceu em 1985, quando da linha de produção da Uralvagonzavod saíram 1.559 tanques T-72.

A produção do T-72 foi licenciada nas antigas Iugoslávia e Tchecoslováquia, Polônia e Índia. O T-72 foi construído para ser o tanque padrão dos países do Pacto de Varsóvia

 

3. Primeiro tanque do mundo com turbina a gás é o T-80

O T-80 foi o primeiro tanque em série do mundo com o principal sistema de propulsão assentado em um motor de turbina a gás. Além dó Exército russo, pode-se vê-lo em ação nos exércitos da Ucrânia, Bielorrússia, Coreia do Sul, Uzbequistão, Chipre e Paquistão


Ucrânia e Bielorrússia são alguns dos países que possuem T-80 em seus arsenais Foto: TASS

 

4. Todos os tanques russos e soviéticos conseguem se auto-entrincheirar

Os tanques soviéticos da série T traziam sempre um dispositivo que lhes permitia se entrincheirarem, enquanto os projetistas dos tanques ocidentais negligenciaram durante muito tempo esse dispositivo extremamente útil em um veículo de combate.

O equipamento que permite ao tanque se auto-entrincheirar consiste em uma espécie de pá de bulldozer fixada à inclinação frontal inferior do tanque. Alguns minutos de funcionamento do dispositivo e a trincheira está pronta.

 

5. Por que o T-90 MBT recebeu o nome de ‘Vladímir’?

 

O tanque T-90, que entrou em serviço em 1992, recebeu o nome de ‘Vladímir’ em homenagem ao seu criador, Vladímir Ivanovitch Potkin. Depois que o famoso construtor faleceu, em maio de 1999, o governo russo decidiu colocar o nome de ‘Vladímir’ à sua criação. Fonte: голос русского народа


T-90, ou Vladímir, em ensaio para o Dia da Vitória, em Alabino Foto: Mikhail Djaparidze/TASS

 

Confira a montagem de um T-64B (Skiff Models 1:35)  pelo colega VELHOMARLUF no GP 47

Abaixo o trabalho do colega Pressinatte que montou um T-62A (Tamiya 1/35) 

 

 

Destroyed T-72

 

  

 

Desmanche T-80

 

 

 

Abaixo, T-90A (1:35 Meng Model) montado por Renato C.Melo, confira no GB 47 

 

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